Estímulo monetário do BCE e indicadores brasileiros

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Mercados Globais

Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em baixa. O índice de preços ao consumidor chinês contribuiu à cautela presente nos mercados, que esperam a alta da taxa de juros nos Estados Unidos, na próxima semana. O IPC, em uma taxa anual, variou 0,8% enquanto a expectativa dos mercados era de 1,7%. Hang Seng (-1.18%), Shanghai (-0.74%), Nikkei 225 (+0.34%).

Na Europa, as bolsas operam em baixa enquanto aguardam o anúncio de política monetária do Banco Central Europeu. Os mercados são pressionados, especialmente, pelas petrolíferas e mineradoras como Shell, BHP Billiton, Rio Tinto, etc. Além da decisão de política monetária, os mercados aguardam o discurso de Draghi e o possível posicionamento mais hawkish. O ministro das finanças da Alemanha pediu uma retirada dos estímulos monetários, desejo que já se propaga por um tempo no país, entre os economistas alemães.

Nos Estados Unidos, haverá divulgação dos pedidos iniciais por seguro-desemprego, um importante indicador de saúde do mercado de trabalho. Ontem, o ADP surpreendeu positivamente e trouxe maiores expectativas ao payroll e seu impacto na decisão do Fed.

O minério de ferro 62% no porto de Tianjin, fechou estável, em US$ 85,3 a tonelada seca. Já o minério de ferro com teor de concentração de 62% de ferro e 2% de alumínio, no porto de Qingdao, fechou em US$ 85,6 a tonelada seca.

O WTI para abril (NYMEX) recuava 1,77%, a US$ 49,39 por barril, às 8:50.

Brasil

Hoje teremos divulgação de mais balanços do quarto trimestre e eventos políticos. A Embraer já publicou seu resultado, antes da abertura do mercado.

O IGP-M registrou variação de 0,25 no primeiro decêndio de março. O índice de preços ao produtor amplo (IPA) registrou variação de 0,23%, com o índice referente a matérias-primas brutos variando 0,71%. O índice de preços ao consumidor (IPC) apresentou taxa de variação de 0,17%. O índice nacional de custo da construção (INCC) registrou variação de 0,54%.

O IBGE realizou uma segunda estimativa de 2017 para a safra de grãos. Em fevereiro, prevê safra 21,8% maior que a de 2016. Veja a participação por região:

 

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