Consulte a Bússola de Investimentos ADVFN desta terça-feira, dia 16

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• A receita líquida da Alupar (BOV:ALUP11) foi para R$ 376,8 milhões, queda de 1,2% na comparação anual, enquanto o lucro atribuído a sócios subiu de R$ 54,2 milhões para R$ 73,7 milhões. O Ebitda caiu 1,7%, a R$ 305,9 milhões, enquanto a margem Ebitda foi de 83,5% para 82,2%.

• A B3 (BOV:BBVMF3) pretende concluir a operação de fusão com as operações da Cetip em até 18 meses, prevendo sinergias de R$ 100 milhões.

• A Bombril (BOV:BOBR4) registrou lucro consolidado de R$ 34,74 milhões no primeiro trimestre de 2017, revertendo a perda de R$ 23,79 milhões no mesmo período do ano passado.

• A elétrica mineira Cemig (BOV:CMIG4) registrou lucro líquido de 342,7 milhões de reais no primeiro trimestre, alta de 6.482 por cento em relação ao resultado líquido positivo de 5,207 milhões de reais de igual período de 2016. A empresa ainda apurou geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 1,1 bilhão de reais entre janeiro e março, 70,5 maior na base anual.

• A CESP (BOV:CESP6) registrou lucro líquido de R$ 62,57 milhões no primeiro trimestre de 2017 (-36,1% em 12 meses). Além disso, o Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, afirmou que há planos para privatizar a CESP até o final deste ano.

• A Copel (BOV:CPLE6) registrou lucro consolidado de R$ 417,27 milhões no primeiro trimestre de 2017 (+206,6% em 12 meses).

• A CSN (BOV:CSNA3) adiou a entrega de suas demonstrações financeiras em razão da revisão do tratamento contábil acertado à operação que resultou na combinação de negócios das atividades de mineração e logística correlata.

• A Even (BOV:EVEN3) registrou prejuízo consolidado de R$ 39,75 milhões no primeiro trimestre de 2017, revertendo o ganho de R$ 36,29 milhões obtidos no mesmo período do ano passado.

• A GP Investments (BOV:GPIV33) anunciou a fusão com Rimini Street. A negociação faz parte de uma série de transações com foco em companhias com potencial de crescimento no longo prazo nos setores de bens de consumo, serviços e varejo, disse a companhia em fato relevante divulgado nesta terça-feira.

• A Guararapes (BOV:GUAR4), dona da Riachuelo, registrou lucro consolidado R$ 110,57 milhões no primeiro trimestre de 2017 (+900,6% em 12 meses).

• A JBS (BOV:JBSS3) registrou lucro consolidado de R$ 486,17 milhões no primeiro trimestre de 2017, revertendo parte da perda de R$ 2,64 bilhões no mesmo período do ano passado.

• A JHSF (BOV:JHSF3) Participações registrou prejuízo líquido atribuível aos sócios controladores de R$ 17,4 milhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 53% na base de comparação anual. Já a receita líquida teve queda de 25%, a R$ 88 milhões na mesma base de comparação. Já o Ebitda subiu 16%, a R$ 43,2 milhões.

• A Linx (BOV:LINX3) registrou lucro consolidado de R$ 26,7 milhões no primeiro trimestre de 2017 (+77,5% em 12 meses).

• A Metalfrio (BOV:FRIO3) registrou lucro líquido de R$ 15 milhões no primeiro trimestre, queda de 4,6% em um ano, enquanto a receita líquida da companhia somou R$ 199,3 milhões de janeiro a março, recuo de 31,5%. O Ebitda, por sua vez, teve queda de 30% a R$ 20,1 milhões. Segundo a companhia, a variação se deve principalmente “à mudança no momento de colocação dos pedidos e evolução cambial”.

• O Stay period da Oi (BOV:OIBR4) foi prorrogado por 180 dias úteis ou até a realização da AGC, valendo aquele que primeiro tiver o seu termo, segundo despacho do juiz Fernando Cesar Ferreira Viana, do Tribunal de Justiça do Rio, cartório da 7ª Vara Empresarial.

• A Paranapanema (BOV:PMAM3) passou de lucro líquido de R$ 2,7 milhões para prejuízo líquido de R$ 43,1 milhões no primeiro trimestre de 2017. De acordo com a companhia, o resultado foi impactado principalmente pela menor utilização da capacidade instalada, gerando maior gasto com ociosidade. A receita líquida caiu 41,4%, a R$ 774,8 milhões, queda de 41,4% na base de comparação anual. Já o volume de produção total teve baixa de 38%. A companhia ainda informou que elegeu André Luis da Costa Gaia diretor financeiro.

• A PDG Realty (BOV:PDGR3) registrou lucro consolidado de R$ 271,76 milhões no primeiro trimestre de 2017, ampliando as perdas de R$ 410,54 milhões no mesmo período do ano passado.

• A Springs Global (BOV:SGPS3) encerrou o primeiro trimestre com um prejuízo líquido de R$ 12 milhões, uma queda de 46% nas perdas de R$ 22,2 milhões de um ano antes. O resultado foi beneficiado por uma queda de 24,6% na despesa financeira líquida, que passou de R$ 64,1 milhões para R$ 48,3 milhões, devido a efeito de variação cambial.

• O lucro líquido da Tupy (BOV:TUPY3) passou de R$ 17,3 milhões no primeiro trimestre de 2016 para R$ 47,2 milhões no mesmo período de 2017. Já a receita totalizou R$ 855,1 milhões no período, acima da estimativa de R$ 813,2 milhões, de acordo com compilação da Bloomberg. O Ebitda foi de R$ 112,3 milhões, enquanto a margem Ebitda teve queda de 14,8% para 13,1% na base de comparação anual.

• A Unipar (BOV:UNIP6) registrou lucro líquido de R$ 34,47 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 5% ante os R$ 36,17 milhões do mesmo período do ano passado. A receita líquida, por sua vez, ficou praticamente estável, saindo de R$ 236,75 milhões para R$ 238,22 milhões. Já o Ebitda da companhia ficou em R$ 74,09 milhões, uma alta de 18% ante um ano antes, quando ficou em R$ 62,55 milhões.

• A Usiminas (BOV:USIM5) divulgou correspondência recebida da superintendência de relações com empresas da Comissão de Valores Mobiliários sobre as reuniões de conselho de 25 de maio de 2016 e de 23 de março de 2017, segundo comunicado ao mercado.

Bolsas mundiais
O dia é de estabilidade para as bolsas europeias, com os mercados à espera dos dados de construção residencial e a produção industrial nos EUA. Já na agenda europeia, atenção para o PIB da zona do euro, que cresceu 0,5% no primeiro trimestre do ano ante os últimos três meses de 2016 e apresentou expansão anual de 1,7% no período. Os dados vieram em linha com as expectativas de analistas consultados pelo The Wall Street Journal e confirmaram estimativas preliminares divulgadas no último dia 3.

Já na Ásia, os mercados acionários da China avançaram pelo quarto dia consecutivo, após recuarem mais cedo, com os investidores aliviados diante dos esforços do banco central para aumentar a liquidez no sistema financeiro mesmo após os reguladores terem anunciado novas restrições ao sistema bancário sem regulação. Nos mercados, porém, as preocupações com as regulações mais rígidas, que pressionaram os mercados recentemente, foram parcialmente compensadas por sinais de que o governo está se movendo para manter a economia bem sustentada.

Ainda nos mercados internacionais, o dólar se enfraquece pelo 5º dia e euro sobe ao mais alto nível desde novembro após notícia de que o presidente dos EUA, Donald Trump, revelou informação confidencial a diplomatas da Rússia.

No mercado de commodities, o petróleo estende alta, no mais longo rali em mais de um mês, ainda refletindo possível acordo da Rússia com Opep para manter cortes de produção. O minério de ferro tem leve alta, enquanto os demais metais recuam em Londres.

Desempenho dos principais índices:
Ibovespa (Brasil) -0,09%

Dow Jones (Estados Unidos) -0,11%

Nasdaq Composite (Estados Unidos) +0,01%

FTSE 100 (Reino Unido) +0,92%

DAX Index (Alemanha) +0,06%

Cac 40 (Reino Unido) -0,3%

Nikkei 225 (Japão) +0,25%

Commodities:
Ouro +0,41%

Prata +0,60%

Cobre +0,45%

Petróleo +0,23%

Petróleo Brent Crude +0,19%

Um pouco de política
O noticiário político é bastante movimentado. A Polícia Federal deflagrou a Operação Lucas, que investiga crimes de corrupção envolvendo servidores do Ministério da Agricultura e empresas fiscalizadas. 62 mandados judiciais, sendo 10 prisões temporárias, 16 mandados de condução coercitiva e 36 mandados de busca e apreensão são cumpridos nos Estados de Tocantins, Pará, Maranhão, São Paulo e Pernambuco. A investigação começou após denúncia de que frigoríficos e empresas de laticínios fiscalizadas teriam sido favorecidos em processos administrativos, por meio do retardamento na tramitação e anulação de multas.

Destaque ainda para o TSE. O ministro do Tribunal Herman Benjamin liberou ontem para julgamento a ação em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições presidenciais de 2014. Com a decisão, a ação voltará a ser julgada a partir da semana que vem. Caberá ao presidente do tribunal, ministro Gilmar Mendes, marcar a data da sessão.

Além disso, o ministro do STF Luiz Fux determinou rito abreviado para ação que pede permissão para investigar o presidente Michel Temer. Com isso, ministro submete diretamente ao plenário do Supremo a decisão sobre se presidente pode ser investigado por fatos anteriores ao início do mandato.

Por fim, destaque para o novo indiciamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Polícia Federal, desta vez na Zelotes. Lula foi indiciado pelo crime de corrupção passiva por suposta participação na venda de uma medida provisória. Em nota, a defesa do petista repudiou “toda e qualquer ilação” do envolvimento dele com atos e ilícitos e considerou que o indiciamento faz parte da “perseguição política” sofrida pelo ex-presidente.

Sobre a reforma da Previdência, vale destacar notícia da Folha de S. Paulo que aponta que, em busca de votos para aprovar a reforma da Previdência, o governo cedeu nas negociações com o Congresso e concordou em permitir descontos de multas e juros no novo programa criado para regularização de dívidas de empresas com o fisco.

Agenda de indicadores
O destaque na agenda de indicadores fica para os EUA que revelarão, às 9h30, os dados de construção e permissão de construção de imóveis nos EUA em abril. Já às 10h15, atenção para os dados de produção industrial e capacidade instalada em abril.

No Brasil, o BC inicia rolagem de swap de junho com oferta de até 8.000 contratos, das 11h30 às 11h40. Se a autoridade monetária mantiver mesmo volume diário e não fizer leilão no último dia do mês, terá rolado o total de vencimentos de swap em junho, que é de US$ 4,44 bilhões.

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