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Importações oriundas da Oceania cresceram 71,1% nos nove primeiros meses de 2017

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No período entre janeiro e setembro de 2017, ampliaram-se as compras originárias da Oceania em +71,1%, por conta de carvão, alumínio em bruto, coques/semicoques de hulha, ligas de alumínio, inseticidas, artigos de prótese, correia transportadora, laminados planos, queijo/requeijão).

As compras oriundas dos seguintes mercados fornecedores também cresceram nos nove primeiros meses de 2017:

– Ásia (+13,1%, sendo que a China cresceu 16,6%, por conta de aparelhos transmissores/receptores e partes, laminados planos, dispositivos semicondutores, circuitos impressos, circuitos integrados, autopeças, adubos e fertilizantes, aparelhos eletromecânicos, pneumáticos, bombas e compressores, máquinas automáticas, motores e geradores elétricos);

– África (+12,5%, por conta de naftas, adubos e fertilizantes, carvão, ureia, fosfatos de cálcio, paládio em bruto, alumínio em desperdícios, produtos hortícolas);

– Estados Unidos (+5,9%, por conta de óleos combustíveis, etano, carvão, gasolina, hidróxidos de alumínio, adubos e fertilizantes, medicamentos, gás propano, querosene de aviação, coque de petróleo, autopeças, borracha sintética, algodão em bruto, circuitos integrados, compostos de funções nitrogenadas);

– Oriente Médio (+4,8%, por conta de petróleo em bruto, cloreto de potássio, ureia, adubos e fertilizantes, polímeros plásticos, ligas de alumínio, partes e peças de aviões, falsos tecidos, álcoois acíclicos);

– Mercosul (+3,7%, sendo que da Argentina foi +7,0%, por conta veículos de carga, trigo em grão, polímeros plásticos, autopeças, ônibus, alho comum, gás propano, filés de peixe congelado, motores de pistão, óleo de girassol, motores p/veículos e partes, gás butano); e

– União Europeia (+0,4%, por conta de gasolina, óleos combustíveis, medicamentos, aviões, naftas, laminados planos, hidrocarbonetos, quadros de energia, dispositivos semicondutores, aparelhos de radionavegação, vinho de uvas, ferramentas de uso manual, borracha sintética, querosene).

Por outro lado, retrocederam as importações originárias da:

– América Central e Caribe (-16,5%, por conta de fornos industriais, partes e peças de aviões, compostos heterocíclicos, autopeças, máquinas p/tratamento de pedra, máquinas p/metalurgia, inseticidas, máquinas p/elevação de carga, máquina p/fabricação de pasta celulósica).

Clique aqui para saber mais sobre as importações brasileiras em Setembro de 2017.

Os principais países de origem das importações foram: 1º) China (US$ 20,3 bilhões), 2º) Estados Unidos (US$ 18,7 bilhões), 3º) Argentina (US$ 7,0 bilhões), 4º) Alemanha (US$ 6,9 bilhões) e 5º) Coreia do Sul (US$ 4,0 bilhões).

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