Mercados globais estão em um dia com viés de alta, atentos aos discursos de dirigentes

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Mercados Globais

Os mercados globais estão em um dia com viés de alta, à espera de vários discursos de dirigentes do FED e de dados sobre as encomendas à indústria nos EUA. Na Espanha, o governo Rajoy está endurecendo ainda mais as discussões com as lideranças catalãs e há notícias de movimentações de tropas do exército espanhol em direção à região. Apesar de todas as incertezas inerentes ao processo político, hoje a bolsa de Madrid está subindo 1,5%. O euro continua em um patamar mais baixo que o da semana anterior, sendo negociado a US$ 1,1744 e os juros dos títulos das principais dívidas soberanas se mantêm estáveis. O petróleo, depois de subir até os US$ 52, cedeu às altas de produção, e está sendo negociado nas proximidades dos US$ 50, veja o gráfico dos preços do barril WTI:

 

Hoje os mercados devem ficar atentos aos discursos a serem feitos pelos diretores do FED, enquanto esperam a decisão de Donald Trump em relação ao substituto de Janet Yellen, cujo anúncio está prometido para o final desse mês. No atual estágio da política monetária, de normalização da oferta de moeda e de aumento gradual das taxas de juros, essa decisão afetará muito os rumos dos mercados. A manutenção da atual política gradual de normalização pode assegurar mais alguns anos de tranquilidade, ao passo que sua substituição por uma política mais incerta pode levar os mercados a uma ruptura que pode ser desastrosa.

Brasil

No Brasil o calendário está tomado pelos eventos corporativos que têm no sucesso da emissão de dívida externa da Braskem o principal sinal para o setor privado. As empresas brasileiras, tudo indica, estão com o caminho aberto para novas emissões em dólares, podendo utilizar a poupança global como fonte de financiamento do próximo ciclo de investimentos.

 

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