O mês começa quente para os otimistas com o crescimento global

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Mercados Globais

O mês começa quente para os otimistas com o crescimento global e com as altas de bolsas. A China divulgou o PMI industrial e ele veio em 51, mostrando a melhora da atividade industrial. Além da China, a IHS Markit divulgou os PMIs das principais economias da Ásia, com destaque para o Japão, que veio com expansão do produto, encomendas e emprego. Também mostraram altas, sólidas os PMI da Indonésia, Coreia do Sul e Tailândia.

Veja o gráfico do PMI do Japão:

 

 

Com isso as bolsas subiram forte na Ásia, Europa e se juntaram às altas dos futuros dos EUA. O petróleo continua seu “rally”, superando os US$ 55. O barril WTI futuro está sendo negociado a US$ 55,06, com o mercado esperando uma alta da demanda nos EUA, cujos estoques e produção de petróleo serão divulgados às 12:30hs. A expectativa em torno de algum anúncio em torno da redução de impostos corporativos aumentou, com a mobilização das lideranças republicanas para resolver essa questão rapidamente.

Saem, também nos EUA, às 10:45, os dados do mercado de trabalho de outubro, da empresa de processamento de folhas de pagamento ADP Systems. Às 11:45 hs sai o PMI e às 12:00 o ISM, ambos mostrando o desempenho da indústria. Às 16:00 hs é divulgada q decisão do comitê de política monetária do FED, fechando um dia de muitos dados.

Brasil

No Brasil, a FGV divulgou o IPC-S de outubro e ele veio em 0,33%, confirmando as expectativas, pressionado pelo aumento dos preços da energia elétrica residencial (+3,37%) e gás de bujão (+3,80%). Com isso o IPCS acumulou alta de 2,64% no ano, podendo fechar 2017 na casa dos 3% a 3,25%.

O IBGE divulgou a produção industrial de setembro e ela veio em 0,2%, abaixo da mediana das expectativas da Broadcast, de 0,5%. Ela acumulou alta de 2,6% em 2017 e 0,1%no trimestre. O segmento de bens de capital caiu 0,3% e o de bens de consumo 0,7%. Os bens intermediários, matérias primas, subiram 0,7% e compensaram as quedas dos outros dois.

Veja o gráfico da produção industrial:

 

 

Após cair 21% durante os trimestres de contração, a indústria já deu uma recuperada, mas de apenas 4,55%, longe dos 28% para atingir o patamar de 2013. A FGV, por sua vez, divulgou a pesquisa empresarial de outubro, que veio em alta de 2,6%. É o nível mais alta do desde junho de 2014, indicando uma aposta do empresariado na melhora das condições da economia.  Veja o gráfico do Índice de Confiança Empresarial da FGV:

 

 

O Bradesco divulgou seu resultado, em R$ 4,8 bilhões, em linha com as expectativas do mercado, com crescimento de 7,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse resultado confirma a tendência de melhora dos balanços, já evidenciada nos resultados anteriores já divulgados.

 

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