Resumo do dia: saiba o que aconteceu na política nacional

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Veja o que movimento esta véspera de feriado na política.

Denúncia contra Cunha, Geddel, Henrique Alves e Loures

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu desmembrar a denúncia que havia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu PadilhaMoreira Franco, enviando para a primeira instância as investigações contra os outros acusados sem foro privilegiado. Na denúncia feita pelo então Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, além da acusação contra o presidente e os ministros, também eram mencionados os ex-deputados Eduardo Cunha, Geddel Vieira LimaRodrigo Rocha Loures e o ex-ministro Henrique Eduardo Alves.

Ajuste Fiscal

O ministro da Fazenda Henrique Meirelles afirmou que não haverá “prejuízo eleitoral grave” para quem apoiar a aprovação de medias provisórias de ajuste fiscal. Ele defendeu a necessidade do cumprimento do Orçamento e que o crescimento do país depende dessa pauta.

Resistência do Congresso

Tanto a oposição quanto a base aliada no Congresso Nacional irão apresentar resistência ao pacote fiscal do governo, especialmente para aprovação de medidas que afetam o funcionalismo público. “O momento não aconselha decidir sobre matérias desse nível”, disse o deputado José Rocha, sobre as propostas que atingem os servidores públicos.  “O governo está fazendo um super arrocho no funcionalismo, reduzindo brutalmente os salários dos servidores”, disse o líder do PT, Carlos Zarattini (SP).

Estado laico 

A Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo lançou o manifesto Reforma Brasil, inspirados pelo aniversário de 500 anos da Reforma Protestante com propostas para a Reforma Política no país. Entre os principais pontos do manifesto estão o fim do foro privilegiado, o fim das reeleições para o Legislativo, aprimoramento dos mecanismos de nomeações para os tribunais superiores e o fim do voto distrital. O grupo também criticou a utilização de títulos religiosos por parte de candidatos, dizendo que “é no mínimo questionável a seriedade de quem usa o seu título religioso com propósito eleitoral”.

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