As 5 piores aplicações financeiras para 2019

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Ainda que os juros nominais estejam bem baixos (a Selic está em 6,5% ao ano — menor taxa histórica) a taxa de juro real (descontada a inflação) ainda é muito alta no país, o que mantém a renda fixa como uma boa opção para os investidores, em especial os mais conservadores.

São diversas as aplicações, que variam de fundos de renda fixa a títulos públicos, CDBs, LCAs, LCIs, CRIs, CRAs, debêntures etc. É preciso, porém, tomar cuidado com algumas “ciladas”, ou seja, opções que até parecem interessantes, mas que no fundo podem ser uma cilada para o seu bolso.

Antes de investir, lembre-se que é fundamental organizar uma carteira de investimentos diversificada e voltada para o seu perfil de investidor, alinhando risco a prazo e objetivos.

O analista-chefe da Rico Investimentos, Roberto Indech, trouxe as cinco aplicações de investimentos que ele considera uma furada para o próximo ano, seja pelas altas taxas de administração, baixa rentabilidade ou simplesmente pelos ganhos serem ‘engolidos’ pela inflação. Confira:

1. FGTS

Indech explica que o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) possui um rendimento de 3% ao ano + TR (taxa refencial). “O brasileiro é prejudicado por não ter mobilidade com esses recursos. Além disso, a rentabilidade é muito ruim, abaixo da inflação anual”, diz.

2. Poupança

A poupança, queridinha dos brasileiros, é considerada um dos piores investimentos, principalmente por render 70% da taxa selic + valor da TR, e menos que a inflação.

3. CDBs com rentabilidade de até 85% do CDI

Indech explica que os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) são ótimos investimentos, mas que o investidor precisa se atentar às rentabilidades oferecidas. Segundo ele, CDBs que pagam entre 70 e 85% do CDI são péssimas escolhas; o recomendado é buscar acima de 100% do CDI.

4. Fundos de renda fixa com altas taxas de administração

Os fundos de renda fixa são uma opção interessante para quem quer acessar bons investimentos em renda fixa com a ajuda da expertise de um gestor. É preciso, porém, ficar atento às taxas de administração cobradas.

5. Fundos de previdência privada com taxas excessivas

O investidor precisa ficar atento também aos fundos de previdência que cobram taxas altas e excessivas, como taxas de administração, de carregamento, de entrada, de saída etc. “São informações muito importantes para a rentabilidade de suas aplicações financeiras, não só para 2019, mas para toda a sua vida de investidor”, diz.

*Com Infomoney

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