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BB-BI mantém composição da 5+ de junho esperando reabertura gradual da economia

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O Banco do Brasil Investimentos (BB-BI) divulgou nesta segunda-feira (1º) a atualização da carteira recomendada de ações 5+ para junho, mantendo a mesma composição do portfólio anterior, com Magazine Luiza (MGLU3). Incluídas: Camil Alimentos (CAML3), Cia Siderúrgica Nacional (CSNA3), Hypera (HYPE3) e Weg (WEGE3). Saíram Copel (CPLE6), Marfrig (MRFG3), Suzano (SUZB3) e Via Varejo (VVAR3). A expectativa é de paulatina reabertura da economia doméstica ao longo do mês.

A Top 5 registrou alta de 7,12% no mês versus 8,57% do Ibovespa. O principal destaque positivo ficou para as ações da Via Varejo, com ganhos de 35,08% em um mês, Suzano liderando a ponta oposta, ao acumular perdas de 3,93%.

Segundo o BB-BI, o otimismo do mercado advém da esperada reabertura gradual das economias. O risco é a possibilidade de uma “segunda onda” do covid-19, bem como a volatilidade causada pelo recrudescimento da guerra comercial sino-americana.

Olhando para o mês de junho, os analistas acreditam que os mercados devem continuar sendo impulsionados por notícias de avanços nos testes de vacinas contra o coronavírus e pela reabertura gradual das economias.

No entanto, não descartam manutenção da forte volatilidade observada ao longo das últimas semanas, decorrente agora do acirramento das tensões comerciais entre EUA e China, bem como das preocupações a respeito de novas ondas de infecções, inclusive com indícios de que os novos casos registrados na região nordeste da China revelaram mutação do vírus. Além disso, ainda paira no ar as incertezas a respeito da velocidade da recuperação econômica das economias, bem como a cautela advinda das preocupações nas esferas fiscal e econômica no Brasil

As expectativas de reabertura das economias e notícias a respeito do desenvolvimento de vacinas (segundo a OMS, mais de 100 estão em teste em diversos países, inclusive na fase de teste clínico em humanos) pesaram positivamente, apesar de estarmos bem longe de voltar a uma normalidade em termos de atividade. Nem mesmo a aceleração do contágio do COVID-19 no Brasil, com o país atingindo o segundo lugar no ranking de países com maior número de casos, foi suficiente para interferir no movimento de alta da bolsa no período. Com isso, um novo patamar superior a 80 mil pontos foi alcançado no dia 18, que seguiu rumo aos 85 mil pontos na última semana.

Olhando para o mês de junho, a equipe acredita que os mercados devem continuar sendo impulsionados por notícias de avanços nos testes de vacinas contra o coronavírus e pela reabertura gradual das economias..

Estamos chegando próximo ao fim da temporada de resultados do 1T20. Até o momento, a visão geral é a de que uma parte considerável das companhias apesentaram números em linha ou superiores na comparação anual, dado que os impactos mais adversos da pandemia iniciaram somente a partir da segunda quinzena de março.

No entanto, setores como o de siderurgia, por exemplo, que já se encontravam em um ritmo lento de retomada, mostraram queda na atividade, o que gerou baixo volume de vendas, enquanto o varejo cíclico foi prejudicado pelo fechamento das lojas físicas e o setor financeiro pelo aumento de provisões e menor crescimento na carteira de crédito.

Composição: Copel, Magazine Luiza, Marfrig, Suzano e Via Varejo.

Fundamentalista

No caso da carteira fundamentalista, foram mantidos os papéis da Klabin (KLBN11), Magazine Luiza, Marfrig, MRV (MRVE3), Taesa (TAEE11), Tupy (TUPY3) e Vale (VALE3). Saem Itaú Unibanco, Neoenergia (NEOE3) e Pão de Açúcar, para dar lugar a Isa Ceep, Multiplan (MULT3) e Petrobras (PETR4).

Em maio, a carteira registrou alta de 6,83% no mês versus 8,57% do Ibovespa. A maior alta ficou para Magazine Luiza, de 29,48%, e maior queda para Pão de Açúcar, de 4,05%.

Composição: Klabin, Magazine Luiza, Marfrig, MRV, Multiplan, Petrobras, TAESA, ISA Cteep, Tupy e Vale.

Por Gabriel Codas

 

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