Operadora Tim e JBS se unem para rastrear e monitorar frangos com Internet das coisas

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A TIM, uma das principais operadores de telecomunicações do Brasil anunciou uma parceria com a F&S Consulting e a JBS para rastrear frangos usando um sistema em IoT.

Batizado de “Granja 4.0”, o sistema integrará soluções em Internet das Coisas (IoT) e inteligência artificial que permite o monitoramento remoto de granjas.

O primeiro piloto será piloto implementado em uma unidade de produção da JBS em Santa Catarina.

A JBS já faz uso de blockchain em projetos similares para rastrear e monitorar a produção de carnes.

Granja 4.0

O projeto anunciado pela TIM fornece, através de sensores, informações em tempo real sobre temperatura e umidade do ambiente, qualidade do ar, peso e comportamento dos animais.

O objetivo é prover uma solução integrada de conectividade e Inteligência Artificial a clientes do agronegócio.

Há um controle, também, sobre a movimentação de pessoas nesse ambiente. A ideia é reduzir o fluxo, principalmente nessa época de pandemia, e fortalecer as ações de biossegurança.

Os sensores instalados dentro das granjas, que estão conectados à plataforma Narrow Band IoT da TIM, coletam dados em tempo real que são processados e analisados, projetando cenários possíveis e permitindo a tomada de decisão antecipada.

TIM no Campo

Segundo o anúncio da TIM, o sistema fará parte do portfólio de soluções IoT da TIM, que inclui o 4G TIM no Campo como solução de conectividade.

“O cliente não precisa ter a preocupação de fazer a manutenção desta rede, é a TIM que fica responsável por fazer tudo funcionar”, afirmou o head de marketing corporativo & IoT da operadora, Alexandre Dal Forno.

Ainda segundo a TIM, atualmente, a empresa conecta mais de cinco milhões de hectares no País através da iniciativa.

Galinha em blockchain

Recentemente a americana Farm Hen House anuciou o uso de blockchain para rastrear os ovos de galinha produzidos pela empersa.

“Queremos preencher a lacuna entre nossos agricultores e nossos clientes, porque sabemos que há uma grande satisfação em saber e confiar de onde vem sua comida. É por isso que somos uma das primeiras empresas no setor a usar a tecnologia blockchain para forneça aos nossos clientes a máxima transparência”, destacou.

Por meio da tecnologia os agricultores devem abastecer um sistema com informações sobre o dia em que os ovos foram coletados na fazenda, onde foram embalados e de que fazenda, além de fornecer informações sobre o agricultor real, sua vida e certificações.

Teles adotam blockchain

O uso de soluções em IoT e blockchain tem avançado entre as empresas de telecomunicações no país.

Nesta linha, recentemente a Telefónica, uma dos maiores conglomerados de telecomunicações do mundo e que no Brasil é dona da Vivo, protocolou um pedido, junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) de uma rede para fazer certificação de dados via blockchain.

De acordo com o pedido, a rede de serviços que a Telefónica pede registro, abrange uma série de operações de validação de dados e segurança, entre elas, está o uso de blockchain.

Embora o conjunto de serviços não tenha um nome específico, de acordo com a descrição, o registro pode tratar-se da rede da empresa, atualmente em operação, que usa o Hyperledger Fabric.

A rede em blockchain da Telefónica  é um desenvolvimento interno que controla as rotas de entrega de modem e outros dispositivos.

Por Cassio Gusson

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