Para junho, Mirae faz três trocas na carteira recomendada; confira as mudanças

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A Mirae Asset divulgou na manhã desta segunda-feira a atualização da carteira recomendada para junho, com realização de três mudanças em sua composição, com as saídas de Cogna (COGN3), Pão de Açúcar (PCAR3) e Fleury (FLRY3), para as entradas de Banco do Brasil (BBAS3), JBS (JBSS3) e Randon (RAPT4).

Em maio, as recomendações acumularam ganhos de 12,2%, tendo um desempenho superior ao do Ibovespa, que somou 8,57% no quinto mês do ano. A melhor do período ficou para os papéis da Via Varejo (VVAR3), que somaram 35,11%. Na ponta oposta, Cogna cedeu 5,1.

Na de dividendos, os ganhos foram de 4,4%, ganhando do índice e referência da bolsa, que somou 5,0% no período. A maior alta ficou para Cemig (CMIG4), com 13,4% e a queda mais expressiva para BB Seguridade (BBSE3), em 4,8%

Na carteira de small caps, os ganhos foram de 5,8%, ficando acima do índice de referência da bolsa, que somou 5,1% no período. Maior alta ficou para Via Varejo, com 35,1% e a menor alta para Yduqs, em -6,2.

O mês começa com as atenções voltadas a volta da quarentena/isolamento social em diferentes países. A preocupação geral é de novos picos de contaminação, já que ainda não há remédio contra a doença.

O temor continuará sendo os impactos irreparáveis que possam surgir para empresas e empregos. Aqui o isolamento começa a ser reduzido nos grandes centros, que se conflitam entre a OMS/população e governos.

O argumento de um lado é de que se o prazo for muito longo irá prejudicar as economias, com forte crescimento do desemprego e falência de empresas e por outro lado se encurtar o prazo existe o risco de elevação de pessoas contaminadas em um curto espaço de tempo, o que pode gerar uma catástrofe nos hospitais com a elevação da curva de pessoas internadas.

A decisão para este tema é que vai sinalizar se o mundo caminhará para uma retomada em “V”, “U”,”W” ou “L” no 2S20. Os indicadores econômicos que serão divulgados ao longo do mês, fora da China, devem decepcionar e esforços para recuperação das economias devem ser o tema para o período.

Composições:

Meta: Banco do Brasil, BRF (BRFS3), JBS, Magazine Luiza (MGLU3), MRV (MRVE3), Petrobras (PETR4), Randon, Rumo (RAIL3), Vale (VALE3) e Via Varejo.

Dividendos: BB Seguridade, Cemig, Cyrela (CYRE3), EDP (ENBR3) Brasil, Engie (EGIE3), Fleury, Itaú Unibanco, Porto Seguro (PSSA3), TAESA (TAEE11) e ISA Cteep.

Small Caps: AES Tietê, Bradespar (BRAP4), Cyrela, EDP do Brasil, Fleury, Marfrig (MRFG3), Banco Inter (BIDI4), TAESA, Via Varejo e YDUQS (YDUQ3).

Por Gabriel Codas

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