Petrobras vai realizar entre junho e agosto primeira parada programada na Refinaria Rnest

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A Petrobras vai realizar a primeira parada programada geral para manutenção na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, entre junho e agosto, que irá abranger todas as unidades do trem de refino 1, informou a companhia.

O comunicado foi feito pela petroleira (BOV:PETR3) (BOV:PETR4) nesta quinta-feira (27).

A refinaria tem capacidade para processar 230 mil barris de petróleo por dia, segundo dados da petroleira.

As unidades de Destilação, Coqueamento Retardado, Hidrotratamento de Diesel e Nafta, Geração de Hidrogênio e de Tratamentos serão inspecionadas conforme estabelece a regulação e cada uma terá seu prazo específico de manutenção, de acordo com a complexidade e quantidade de serviços, disse a empresa.

Haverá também parada parcial nos equipamentos das áreas de Utilidades e de Transferência e Estocagem.

“A Rnest contará com empresas contratadas para atendimento ao escopo da parada, trabalhando em dois turnos, para manutenção de aproximadamente 1.200 equipamentos e sistemas, entre permutadores de calor, torres, vasos, máquinas rotativas, tubulações, entre outros”, disse a empresa.

A petroleira informou ainda que realiza também paradas em unidades na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), que serão concluídas ao longo de junho.

Nesse caso da Repar, a parada da Unidade de Propeno teve seu início em 12 de abril, conforme programação anterior. Já as paradas das unidades de Craqueamento Catalítico Fluido e Hidrodessulfurização de Nafta Craqueada foram reprogramadas, tendo sido iniciadas em 26 de abril.

A Repar tem capacidade para processar 207.563 barris por dia.

Lucro líquido de R$ 1,17 bilhão no 1T21, revertendo prejuízo

lucro líquido aos acionistas da Petrobras somou R$ 1,17 bilhão no primeiro trimestre, após prejuízo um ano antes. O resultado foi R$ 58,7 bilhões inferior ao quarto trimestre do ano passado, refletindo o impacto da variação cambial no resultado financeiro devido à desvalorização do real frente ao dólar e às reversões de impairment e dos gastos passados com o plano de saúde, ambos ocorridos no trimestre anterior.

receita líquida cresceu 14,2%, para R$ 86,17 bilhões, em base de comparação anual e foi 4,9% superior ao quarto trimestre, devido, principalmente, à valorização de 38% nos preços do Brent.

O lucro recorrente, que desconta dos resultados eventos que melhoraram ou pioraram o resultado da empresa e não devem se repetir em outros períodos, somou R$ 1,45 bilhão, impactado pelo efeito da depreciação do real sobre a dívida.

ebitda  – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – somou R$ 49,53 bilhões, após resultado negativo de R$ 29,682 bilhões no primeiro trimestre de 2020. Em termos ajustados – que excluem da conta participações em investimentos, reavaliações nos preços de ativos, resultados com desinvestimentos e realização dos resultados por venda de participação societária -, o ebitda aumentou 30,5%, para R$ 48,949 bilhões.

Informações Reuters

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