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Bilionário vice-presidente do Alibaba diz apoiar o mercado de criptomoedas

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Joe Tsai, o bilionário vice-presidente executivo da multinacional chinesa Alibaba Group (BOV:BABA34), afirmou gostar do mercado de criptomoedas. Tsai também é o proprietário do Brooklyn Nets.

Ele comprou a franquia da NBA do russo Mikhail Prokhorov em 2019 por um valor relatado de US$ 2,35 bilhões. Tsai também é dono do New York Liberty da WNBA e do San Diego Seals da National Lacrosse League.

“Eu gosto de criptomoedas”, tuitou Tsai na noite de segunda-feira.

“Eu gosto do Joe”, respondeu o CEO da Binance, CZ.

O comentário de Tsai veio logo após a assinatura de Kevin Durant, estrela do Brooklyn Nets, de um novo acordo promocional com a Coinbase, a maior exchange de criptomoedas dos Estados Unidos.

Embora não esteja imediatamente claro o que Tsai quis dizer especificamente com “criptomoedas”, no início deste ano, o empresário de 57 anos lançou a ideia de emitir tokens de fãs e NFTs para seus empreendimentos no mundo dos esportes.

“Nós, da NBA, agora temos o potencial para as equipes emitirem tokens de torcedor”, disse Tsai em uma entrevista em outubro para o NetsDaily . “Foi discutido, não foi aprovado, mas as pessoas na Europa já estão fazendo isso com times de futebol emitindo tokens de torcedor que têm privilégios associados a isso.”

No Alibaba (NYSE:BABA), Tsai é o segundo na hierarquia, atrás apenas de Jack Ma, o fundador da gigante chinesa do comércio eletrônico. Contudo, o governo chinês tem procurado repetidamente coibir a adoção das criptomoedas em todo o seu território, algo que impediria a Alibaba de se integrar profundamente ao setor.

“Na indústria de tecnologia da China, Ma é considerada a força criativa e Tsai aquele que transformou as ideias em ação”, escreveu o New York Times em 2019.

Em setembro, após a repressão ao setor na China, o Alibaba anunciou que iria parar de vender equipamentos especializados de mineração em sua plataforma. A empresa também proibiu suas plataformas de vender criptomoedas.

O governo chinês começou a restringir as atividades relacionadas ao setor em 2017, quando proibiu as Ofertas Iniciais de Moedas (ICOs) e o comércio de cripto-ativos, forçando várias bolsas importantes, incluindo a BTCC, OkCoin e Huobi, a deixar o país ou fechar completamente.

Pequim renovou a repressão em maio com a proibição da mineração, que não apenas resultou na queda do hashrate da rede Bitcoin em quase 50%, mas também levou a um grande êxodo de mineradores para outras partes do mundo, principalmente os EUA.

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