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Índice de preços ao produtor registra maior deflação nos últimos 12 meses

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O índice de preços ao produtor no Brasil apresentou deflação menor que o esperado pelos analistas em abril, entretanto, no acumulado dos últimos 12 meses registrou a maior queda da série histórica. No acumulado do ano, o resultado foi o segundo menor já registrado para um mês de abril desde no início da série histórica, em 2014.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice de Preços ao Produtor (IPP) tive deflação de 0,35% na comparação de abril ante março, o consenso apontava para uma deflação de 0,48%. No acumulado de 12 meses, o índice apresentou deflação de 4,63%, abaixo do consenso que esperava recuo de 3,4%. No acumulado do ano, a queda nos preços foi de 0,99%.

“A queda de 0,35% foi a terceira consecutiva e a oitava dos últimos nove meses. Desde agosto de 2022, quando se iniciou a trajetória de queda, até abril deste ano, o IPP já acumula uma redução de 8,29%”, destaca Murilo Lemos Alvim, analista da pesquisa.

As quatro variações mais intensas foram nos grupos de preços do setor farmacêutico (3,97%); papel e celulose (-3,57%); madeira (-3,19%); e outros produtos químicos (-2,61%). Outros produtos químicos foi o setor industrial de maior destaque na composição do resultado agregado, na comparação mensal. A atividade foi responsável por -0,22 ponto percentual de influência na variação de -0,35% da indústria geral.

“A indústria química foi a atividade de maior influência no resultado do IPP em abril, com uma queda de 2,61%, décima variação negativa seguida. Abrindo o setor nos três grupos que divulgamos – fabricação de produtos químicos inorgânicos, fabricação de resinas e elastômeros, e fabricação de defensivos agrícolas –, vemos que há quedas nos três grupos”, explicou Alvim.

Segundo os dados do IBGE, refino de petróleo, com uma queda de 1,64%, teve a segunda maior influência no resultado mensal e também se destaca no acumulado em 12 meses,com uma redução de 17,41%.

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