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Setembro entra na última semana com um gosto amargo para os mercados de ações

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Bem-vindo à sua leitura matinal de cinco minutos de como os mercados estão reagindo ao redor do mundo nesta manhã.

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira, enquanto os investidores aguardam os dados de inflação da região esta semana.

Espera-se que Singapura e Austrália divulguem números de inflação para Agosto, enquanto o Japão divulgará dados de inflação para a região de Tóquio nesta semana. Os dados de inflação da região da capital são vistos como um indicador importante das tendências para o resto do Japão.

Na Austrália, o S&P/ASX 200 subiu 0,11%, revertendo perdas iniciais e terminando em 7.076,50 pontos. As empresas de energia estavam entre as empresas mais fortes do índice, lideradas pelas mineradoras de carvão Whitehaven, Yancoal e New Hope, que subiram 3,4%, 3% e 2%, respectivamente. As produtoras de petróleo Santos e Woodside Energy fecharam em alta de 0,7% cada. Na ponta perdedora, as mineradoras de lítio puxaram o ASX para baixo, com Allkem, Pilbara Minerals e IGO recuando 3,3%, 2,1% e 2%, respectivamente. O peso-pesado Fortescue perdeu 1,3%, enquanto BHP caiu 0,5% e Rio Tinto perdeu 1%. As empresas financeiras, altamente ponderada no índice, também caíram, com os quatro grandes bancos negociando em baixa.

O Nikkei do Japão subiu 0,85%, fechando em 32.678,62 pontos e recuperando das perdas da semana passada.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 0,49%, fechando em 2.495,76 pontos, registrando uma sequência de sete dias de baixas.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,97%, em 17.728,00 pontos, enquanto os mercados da China continental também fecharam em território negativo. O Shenzhen Component caiu 0,57%, em 10.120,62 pontos, enquanto o Shanghai Composite recou 0,54%, em 3.115,61 pontos.

As ações da problemática imobiliária chinesa Evergrande caíram cerca de 20% depois que a empresa disse no fim de semana que adiaria uma reunião de reestruturação de dívida marcada para segunda-feira. Num documento apresentado à bolsa de Hong Kong, Evergrande disse que “as vendas do Grupo não foram as esperadas pela empresa” desde o anúncio de reestruturação da dívida em março. Assim sendo, Evergrande “considera necessário reavaliar os termos da reestruturação proposta para ir ao encontro da situação objetiva da empresa e da exigência dos credores”. No domingo, a empresa também revelou que, devido a uma investigação à subsidiária Hengda Real Estate, não foi capaz de emitir novas notas no âmbito do seu plano de reestruturação da dívida. A Reuters informou que a subsidiária da Evergrande estava sendo investigada pelo regulador de valores mobiliários chinês por suspeita de violação de divulgação de informações.

EUROPA: Os mercados europeus caem na segunda-feira, com os investidores refletindo sobre uma série de decisões de bancos centrais na semana passada e sobre a perspectiva de taxas de juro mais elevadas durante mais tempo.

O Banco de Inglaterra e o Banco Nacional Suíço optaram por interromper os seus ciclos de altas das taxas de juro na semana passada, em contraste com o “aumento pacifista” apresentado pelo Banco Central Europeu em 14 de Setembro. Segundo um analista, as últimas decisões sobre taxas de juro mostraram que “todos os bancos centrais estão lidando com o mesmo dilema: como equilibrar as economias em desaceleração, a inflação ainda demasiado elevada e o impacto retardado de subidas de taxas sem precedentes”.

O índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 0,6%. As ações de viagens e lazer lideraram as perdas, seguidas pelas ações de mineração.

O alemão DAX 30 cai 0,6%, enquanto o francês CAC 40 cai 0,5%.

Em Londres, o FTSE 100 cai 0,5%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American perde 3%, Antofagasta despenca 3,2%, enquanto as gigantes BHP e Rio Tinto caem 1,9% e 3,2%, respectivamente. A petrolífera BP sobe 0,3%.

EUA: Os futuros de ações caem na segunda-feira, enquanto os mercados devem entrar na última semana de negociações para o mês de setembro com perdas significativas.

As ações tiveram dificuldades este mês, com o Federal Reserve sinalizando taxas de juros mais altas por mais tempo, fazendo com que os rendimentos dos títulos subissem. O rendimento de referência do Tesouro de 10 anos subiu mais de 30 pontos base este mês, para 4,43%. O mercado também enfrentou uma recuperação do petróleo bruto e uma sequência de altas do dólar durante o mês comercial sazonalmente fraco.

O S&P 500 cai 4,2% em setembro, a caminho do segundo mês consecutivo de perdas e do pior desempenho mensal desde dezembro. O Nasdaq Composite cai 5,9% em setembro, à medida que as ações de crescimento suportam o peso da liquidação, também ruma à sua maior perda mensal desde dezembro. O Dow cai modestos 2,2% neste mês.

Nesta segunda-feira, os rendimentos do Tesouro dos EUA sobem, à medida que os investidores consideram o que está por vir para a economia e as taxas de juro depois que o Federal Reserve divulgou as suas expectativas para uma vasta gama de indicadores econômicos e de política monetária na semana passada.

O banco central espera aumentar as taxas mais uma vez este ano e implementar apenas dois cortes nas taxas em 2024, menos do que o esperado anteriormente. Os investidores esperam agora que as taxas permaneçam mais elevadas durante mais tempo e consideram se será anunciada outro aumento das taxas em Novembro ou Dezembro, data das duas reuniões da Fed que faltam para este ano.

Outro fator que pode pesar sobre o mercado é um potencial “shutdown” do governo dos EUA, que começaria em 1 de Outubro se o Congresso não conseguir resolver as negociações orçamentais federais em curso. A situação permanece tensa em Washington, já que pouco progresso parece ter sido feito no fim de semana.

Esta semana, os investidores estarão atentos aos dados do setor imobiliário, bem como ao indicador de inflação preferido da Fed, o índice das despesas de consumo pessoal, na sexta-feira.

Vários oradores do Fed também farão comentários e poderão fornecer novas dicas sobre as perspectivas da política monetária. Neel Kashkari, membro do FOMC, está programado para falar hoje às 19h00.

Não está prevista a divulgação de dados relevantes nos EUA.

CRIPTOMOEDAS:
Bitcoin: -1,97% em US $ 26.070,60
Ethereum: -1,27% em US $ 1.573,80

ÍNDICES FUTUROS – 7h20:
Dow: -0,02%
S&P 500: -0,02%
NASDAQ: -0,24%

COMMODITIES:
MinFe Dailan: -2,03%
Brent: +0,25%
WTI: +0,34%
Soja: -0,22%
Ouro: -0,15%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, independente, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra, manutenção ou venda de ativos.

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