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Após euforia com Nvidia, as bolsas mundiais tomam fôlego e as atenções se voltam para dados econômicos

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Bem-vindo à sua leitura matinal de cinco minutos de como os mercados estão reagindo ao redor do mundo nesta manhã.

ÁSIA: As bolsas na Ásia tiveram um dia misto na segunda-feira, com índice Nikkei do Japão renovando sua máxima no regresso de um fim de semana prolongado, enquanto os mercados da China interromperam uma sequência de nove dias de altas.

O Nikkei do Japão terminou 0,28% mais alto, em 39.208,50 pontos, confortavelmente acima de seu recorde de fechamento anterior de 39.098,68 pontos. O índice ultrapassou a máxima histórica de 1989, de 38.915,87 pontos na quinta-feira. Na base anual, o índice de preços ao produtor de serviços do Japão registrou um aumento de 2,1% em janeiro em relação ao ano anterior, de acordo com dados oficiais. A leitura foi menor do que o aumento de 2,4% registrado em dezembro. No entantao, o PPI dos serviços do Japão de janeiro caiu 0,5% em relação a Dezembro.

Em contraste, a recente recuperação das ações da China estagnou, com o Shanghai Composite caindo 0,93% e fechando em 2.977,02 pontos, enquanto o Shenzhen Component recuou 0,04%, para fechar em 9.066,09 pontos. O índice CSI 300, que agrupa as maiores empresas listadas em Shanghai e Shenzhen, caiu 1,04%, fechando em 3.453,36 pontos.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,54%, em 16.634,74 pontos.

O Kospi terminou em baixa de 0,77%, em 2.647,08 pontos. O órgão regulador financeiro da Coreia do Sul divulgou novas medidas para melhorar a governança corporativa na segunda-feira, seguindo o manual do Japão para ajudar a impulsionar os seus mercados subvalorizados e enfrentar o “desconto da Coreia”, mass as medidas pouco fizeram para impulsionar o seu principal índice no dia.

Na Austrália, o S&P/ASX 200 terminou 0,12% mais alto, em 7.652,80 pontos, com seis dos 11 setores negociados no vermelho. As mineradoras de lítio Pilbara Minerals e IGO, que subiram 5,7% e 3,9% e mineradores de ouro Newmont e Evolution Mining, que aumentaram 1,9% e 1,4%, respectivamente estavam entre os melhores desempenhos na bolsa local. Entre as gigantes da mineração, BHP caiu 1,2%, Fortescue Metals recuou 1,3% e Rio Tinto perdeu 1,7%. As empresas de energia caíram devido à queda nos preços do petróleo bruto Brent. Entre os piores desempenhos estavam Santos, que perdeu 5,3%, Yancoal, com queda de 2,7% e Woodside, que caiu 1,7%.

Os investidores aguardam uma série de dados econômicos esperados esta semana, incluindo o índice de gestores de compras da indústria da China e os dados do índice de preços de despesas de consumo pessoal dos EUA, que é o indicador de inflação preferido da Reserva Federal.

EUROPA: Os mercados europeus abriram em baixa na segunda-feira, enquanto os investidores globais aguardam mais dados de inflação nesta semana.

O índice Stoxx 600 caía 0,15% nas negociações matinais depois de terminar a semana passada em uma alta recorde. O setor de mineração cai e o de varejo sobe.

O alemão DAX 30 cai 0,1% e o francês CAC 40 recua 0,4%.

Em Londres, o FTSE 100 cai 0,3%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American tomba 2,5%, Antofagasta perde 0,6%, enquanto as gigantes BHP e Rio Tinto registram pesadas perdas de 2,1% e 2,5%, respectivamente. A petrolífera BP cai 0,5%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA negociam próximo do zero na manhã de segunda-feira, com os investidores aguardando a última leitura do indicador de inflação preferido do Federal Reserve, à medida que os mercados caminham para a última semana de fevereiro.

Os principais índices alcançaram novos marcos na sexta-feira e registraram uma semana de alta com a ajuda do balanço otimista da Nvidia. O Dow renovou a sua máxima histórica e fechou em 39.131,53 pontos, o S&P 500 chegou a cruzar acima de 5.100 pontos pela primeira vez em determinado momento da sessão, mas fechou em 5.088,80 pontos e o Nasdaq Composite atingiu 16.134,22 pontos, a máxima de 52 semanas, na sessão de sexta-feira, mas recuou e fechou em 15.996,82 pontos, queda de 0,28%.

Os investidores estão agora observando quanto tempo o impulso da Inteligência Artificial ​​pode durar enquanto os riscos econômicos e de inflação persistem. Com isso em mente, eles também estão olhando para o índice mensal de preços de despesas de consumo pessoal, o indicador de inflação preferido do Fed, que será divulgado na quinta-feira.

Um especialista de mercado apontou que “com o mercado subindo mais de 20% desde a mínima de outubro de 2023, espera-se que o mercado faça uma pausa em algum momento”. “Um relatório PCE mais quente do que o esperado esta semana pode ser um dado que pode diminuir o entusiasmo do mercado”.

Os investidores ignoraram o tom agressivo do Fed, já que os holofotes da IA ​​assumiu o centro das atenções na semana que passou, mas o mercado está apostando que o Fed conseguirá um pouso suave na economia e quanto mais o Fed esperar, maior será a probabilidadede um final feliz e acrescentou que “ainda assim, o Fed está bem ciente de que deseja evitar uma repetição do aperto intermitente das taxas de juros na década de 1970, quando não conseguiu controlar a inflação, por isso permanece paciente para ter certeza de que está confiante de que seu trabalho será feito”.

Nesta segunda-feira, os rendimentos do Tesouro dos EUA caem, enquanto os investidores aguardam dados econômicos relevantes previstos para serem publicados esta semana, os quais poderão fornecer pistas sobre as perspectivas para as taxas de juro e o estado da economia. Os rendimentos e os preços tem uma relação invertida.

Entre os dados econômicos relevantes desta semana, alguns dos quais poderão influenciar as decisões do Federal Reserve sobre a política de taxas de juros, inclui o indicador de inflação preferido do Fed, o índice de preços de despesas de consumo pessoal, que está previsto para quinta-feira.

As autoridades do Fed vem afirmando repetidamente nas últimas semanas que estão olhando para os dados econômicos em busca de mais provas de que a inflação está a movendo em direção à meta de 2% para tornarem mais confiantes quanto ao corte das taxas de juro.

Tanto as leituras mais recentes do índice de preços no consumidor como do índice de preços no produtor ficaram acima do esperado, suscitando preocupações sobre quanto tempo levará para a inflação diminuir e se isso significa que as taxas de juro poderão permanecer mais altas durante mais tempo do que o anteriormente esperado. Os mercados esperam amplamente que o primeiro corte nas taxas de juro ocorrerão em Junho.

Outros dados importantes desta semana incluem dados de pedidos duráveis ​​de janeiro na terça-feira, números atualizados do PIB e estoques no atacado de janeiro na quarta-feira. As dúvidas se a economia será capaz de evitar uma recessão, uma vez que as taxas permanecem elevadas, tem sido perguntas frequentes entre os investidores.

Na segunda-feira, serão divulgados os números das vendas de novas casas e das licenças de construção de janeiro, às 12h00.

A temporada de balanços das empresas está começando a diminuir, mas vários conglomerados de elevado interesse apresentarão relatórios na semana, o que dar aos investidores uma maior visão sobre o estado do mercado. Salesforce é o principal nome do setor de tecnologia esta semana, cujo relatório deve ser divulgado na quarta-feira. Várias grandes varejistas também estão presentes, junto com Norwegian Cruise, AMC Entertainment, JM Smucker, Hormel e Anheuser-Busch.

CRIPTOMOEDAS:
Bitcoin: -0,85% em US $ 51.204,00
Ethereum: +1,29% em US $ 3.064,14

ÍNDICES FUTUROS – 7h30:
Dow: -0,09%
S&P 500: +0,01%
NASDAQ: +0,08%

COMMODITIES:
MinFe: -3,21%
Bent: -0,28%
WTI: -0,27%
Soja: -0,05%
Ouro: -0,34%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, independente, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra, manutenção ou venda de ativos.

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