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Ibovespa fecha com queda, com pressão negativa de Eletrobras e Petrobras contrapondo o movimento de alta em Wall Street

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O Ibovespa fechou em baixa nesta quinta-feira, com pressão negativa de Eletrobras e Petrobras contrapondo o movimento de alta em Wall Street, ainda com cautela em relação ao momento do primeiro corte de juros pelo Federal Reserve.

O Índice Bovespa (Ibovespa), que reflete o desempenho médio das cotações das principais ações de empresas negociadas na BM&FBOVESPA, é formado pelas ações com maior volume negociado nos últimos meses.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,47%, a 127.446,78 pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 128.051,34 pontos. Na mínima, a 127.069,43 pontos. O volume financeiro somava R$ 16,9 bilhões antes dos ajustes finais.

Mais cedo, no Brasil, o destaque ficou com a divulgação dos dados de vendas no varejo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que avançaram 1,0% em fevereiro na comparação com o mês anterior e subiram 8,2% na comparação anual. A expectativa do mercado era de queda de 1,0% na comparação mensal e de avanço de 3,30% anual.

De acordo com o Itaú Unibanco, os resultados acima do esperados no varejo corroboram para uma alta mais forte do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. O banco projeta um crescimento do PIB de 2,0% neste ano, com contribuição importante do comércio e do consumo das famílias.

Por outro lado, o BTG Pactual ressaltou que os dados mais fortes do setor varejista alimentam as expectativas de que o Banco Central possa reduzir a magnitude dos cortes de juros já na reunião de junho, visto que a economia segue em um ritmo resiliente.

Entre as ações que compõem o Ibovespa, as maiores detratoras do índice foram as ON da Eletrobras e as PN e ON da Petrobras, que recuaram 4,62%, 0,73% e 0,90%, na sequência.

As ações da Eletrobras puxaram a queda entre as elétricas, com notícias de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou especialistas do setor para discutir possíveis medidas adicionais para reduzir as tarifas de energia, após uma Medida Provisória já publicada nesta semana com esse objetivo.

Também pesava sobre o setor a recente fraqueza dos preços de contratos de longo prazo no mercado de energia, que recuaram quase 9% na última semana, completando um mês de retração após uma escalada das cotações entre o final de 2022 e o início deste ano.

Vale (VALE3) foi a incógnita do dia, oscilando muito, até ganhar tração e subir 0,42%, com o minério de ferro mais uma vez avançando. A mineradora vinha de duas quedas seguidas. Enquanto isso, a Petrobras (PETR4), que vem de uma forte alta ontem (+2,22%), caiu 0,73%, com o petróleo internacional tropeçando, diante das incertezas sobre as taxas de juros norte-americana – embora venha de altas consecutivas, com as tensões no Oriente Médio ainda quentes.

A surpresa positiva do dia veio com Multiplan (MULT3), que subiu 1,32%, após BBA reiterar o nome como escolha principal no segmento. Analistas consideram que 2024 talvez não seja um ano positivo para o setor, mas investidores podem encontrar bons pontos de entrada mesmo assim. O BBI teve a mesma escolha como principal, diante de sólida qualidade de ganhos.

Depois do forte avanço da véspera, o dólar encontrou certo alívio nesta quinta-feira no anúncio de uma inflação ao produtor mais fraca que o esperado nos EUA, mas ainda assim a divisa se recuperou ante o real durante a sessão e fechou novamente em alta, em meio a apostas de que o Federal Reserve adiará o início do corte de juros para julho ou setembro.

Os principais índices acionários de Wall Street encerraram em alta, recuperando parte das perdas registradas ontem devido às preocupações com a inflação persistentemente alta nos Estados Unidos. No cenário corporativo, destaque para as ações de tecnologia, que apresentaram um bom desempenho na sessão de hoje.

Os índices S&P500 e o Nasdaq 100 avançaram 0,74% e 1,68%, respectivamente, enquanto o Dow Jones teve um leve recuo de 0,01%. Ao fim do dia, os rendimentos das Treasuries de dez anos subiam 1,8 pontos-base, a 4,578%, e as de dois anos recuavam 2,3 pbs, a 4,946%.

Durante a manhã nos EUA, foram divulgados os dados do Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) que subiu 0,2% em março, desacelerando ante o mês anterior e levemente abaixo das expectativas do mercado. Em termos anuais, a inflação cresceu 2,1%, o maior avanço registrado desde abril de 2023.

Além dos dados de inflação, foram divulgados os pedidos semanais de seguro desemprego nos EUA, que vieram abaixo do consenso e abaixo do número da semana passada, reiterando a força e resiliência do mercado de trabalho americano.

Ao longo do dia, diversos membros do Federal Reserve falaram sobre política monetária. Em discursos parecidos, as autoridades disseram que os dados recentes de inflação não “assustaram” o Fed, pois já é esperado que a desinflação no país siga em um ritmo “acidentado”.

Membros da autarquia ressaltaram que não há necessidade de uma mudança de política monetária no curto prazo e que não enxergam um corte de juros tão rapidamente.

Em relatório, analistas do Bank of America adotaram um tom mais duro, projetando que os cortes de juros nos EUA poderiam começar só em dezembro, ao invés de junho, como se pensava antes, e sem descartar um adiamento para 2025 no caso de surpresas altistas na inflação.

No âmbito corporativo, destaque para as ações de tecnologia, que impulsionaram o S&P500 e o Nasdaq, com os investidores voltando para a ponta compradora após um movimento de correção no início da semana. As ações da Nvidia avançaram mais de 3%, as da Amazon e Alphabet ganharam cerca de 2%, e as ações da Apple saltaram quase 4%.

Investidores também calibram expectativas para os resultados trimestrais de grandes bancos, como JPMorgan, Wells Fargo e Citigroup, que estão programados para serem divulgados na manhã de sexta-feira.

Data Variação Pontuação Volume Financeiro
01/04/2024 -0,87%  126.990,45 R$ 19,8 bilhões
02/04/2024 0,44% 127.548,52 R$ 21,2 bilhões
03/04/2024 -0,18%  127.318,39 R$ 21,9 bilhões
04/04/2024 0,09% 127.427,53  R$ 31,1 bilhões
05/04/2024 -0,50%  126.795,41  R$ 20,7 bilhões
06/04/2024 1,63%  128.857,16  R$ 19,2 bilhões
 09/04/2024 0,80%  129.890,37 R$ 20 bilhões
10/04/2024 -1,41% 128.053,74 R$ 23,2 bilhões
11/04/2024 -0,51% 127.396,35 R$ 19,4 bilhões

DESTAQUES DO IBOVESPA – (pregão à vista)

  • ALTAS IBOVESPA

RRRP3: +3,08% a R$ 36,43
BHIA4: +2,46% a R$ 7,07
ALPA4: +2,29% a R$ 9,38
EZTC3: +2,07% a R$ 15,28
HAPV3: +1,79% a R$ 3,99

  • BAIXAS IBOVESPA

CVCB3: -7,08% a R$ 2,35
ELET3: −5,94% a R$ 38,80
ELET6: −5,89% a R$ 43,62
CSAN3: −5,38% a R$ 15,06
SLCE3: −5,15% a R$ 18,96

Confira o ranking completo de todos os papéis negociados na B3.

  1. 💥 Confira os destaques corporativos de hoje 💥

    Alper (APER3)

    A acionista controladora da Alper, a WP Itacaré Holdco, protocolou pedido de registro de uma oferta pública de aquisição de ações da Alper visando o cancelamento de seu registro como emissora de valores mobiliários na categoria A na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O objetivo é a retirada da companhia do segmento básico de listagem da B3. Saiba mais…

    Americanas (AMER3)

    Valendo atualmente centavos e em recuperação judicial, a Americanas vai propor aos seus acionistas, em assembleia geral extraordinária (AGE), a agrupamento de suas ações na proporção de 100 ações ordinárias para 1 ação. Saiba mais…

    Azevedo & Travassos (AZEV3/AZEV4)

    O consórcio liderado pela Azevedo & Travassos foi desqualificado do leilão de um trecho da BR-040 que será realizado amanhã. O grupo foi um dos quatro proponentes que apresentaram oferta pela concessão rodoviária entre Belo Horizonte e Juiz de Fora, em Minas Gerais. Saiba mais…

    Boa Safra (SOJA3)

    A Boa Safra protocolou perante a CVM, pedido de registro de oferta pública de distribuição primária de, inicialmente, 11.494.250 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, a serem emitidas pela Companhia. Saiba mais…

    Cury (CURY3)

    As vendas líquidas da Cury totalizaram R$ 1,55 bilhão no primeiro trimestre de 2024 (1T24), atingindo recorde histórico, representando um aumento de 43,9% em relação ao 1T23 e um aumento de 71,6% em comparação ao 4T23, informou a construtora. Saiba mais…

    Embraer (EMBR3)

    A Embraer anunciou a assinatura de dois acordos de cooperação industrial e de serviços com a Empresa Nacional Aeronáutica do Chile (Enaer), que envolvem as aeronaves de defesa A-29 Super Tucano e o C-390 Millennium, além dos aviões comerciais da companhia. Saiba mais…

    Gol (GOLL4)

    A Gol deve chegar a um acordo com arrendadores de aeronaves nas próximas semanas, em meio ao processo de recuperação judicial que se desenrola nos EUA. Saiba mais…

    Light (LIGT3)

    Em recuperação judicial há um ano, a Light assinou um acordo com os bancos Santander, Citibank, Itau e Bradesco, que detêm cerca de R$ 1 bilhão em dívidas da companhia, informa Lauro Jardim/O Globo. Saiba mais…

    Natura & Co (NTCO3)

    O conselho de administração da Natura&Co aprovou o encerramento do programa de American depositary receipts (ADRs) da companhia e a rescisão do contrato de depósito, firmado em 1° de novembro de 2019 com o The Bank of New York Mellon, depositário das American depositary shares. Saiba mais…

    Neoenergia (NEOE3)

    O volume de energia injetada na rede da Neoenergia aumentou 8,2% no 1º trimestre deste ano, ante igual período do ano anterior, para 22.102 GWh. Saiba mais…

    Sabesp (SBSP3)

    A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) recebeu carta de renúncia de Mario Engler Pinto Junior ao cargo de membro do Conselho de Administração. Saiba mais…

    Telefônica Brasil (VIVT3)

    A Telefônica Brasil confirmou o valor por ação a ser pago em decorrência da redução de capital de social. Saiba mais…

    Unipar (UNIP3/UNIP5/UNIP6)

    A Unipar Carbocloro concluiu a reorganização interna das empresas do grupo, mediante a conclusão, na presente data, da cisão parcial da Unipar Indupa S.A.I.C., subsidiária direta da companhia e com sede na Argentina, aprovada pela autoridade competente “Inspección General de Justicia”. Saiba mais…

    Wilson Sons (PORT3)

    A Wilson Sons fechou uma parceria com a empresa de navegação sul-coreana Hyundai Merchant Marine (HMM) para transformar o terminal de Rio Grande (RS) em um “hub” logístico do Cone Sul, ou seja, um terminal concentrador de carga. Saiba mais…

    (Com informações da TC Mover e Momento B3)

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