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P&G: Aumento de preços de produtos de higiene ameaça lealdade à marca entre consumidores americanos

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A Procter & Gamble (NYSE:PG), gigante da indústria de produtos de consumo com sede em Cincinnati, enfrenta um dilema com o aumento contínuo dos preços de seus produtos de higiene pessoal. Apesar de ter aumentado os preços em mais de 1% nos últimos nove trimestres, resultando em um aumento de receitas de quase 16% nos últimos três anos fiscais, essa estratégia pode estar chegando ao seu limite. Segundo executivos da P&G, o crescimento futuro pode ser menos impulsionado por aumentos de preços.

A Procter & Gamble também é negociada na B3 através da BDR (BOV:PGCO34).

A empresa está preparando-se para apresentar seus lucros trimestrais nesta sexta-feira, um evento que definirá o tom para outras grandes marcas do setor, como Dove da Unilever (BOV:ULEV34) e Clorox (BOV:CLXC34). Os analistas estão particularmente interessados em ver se a P&G conseguirá manter o crescimento do volume de vendas, especialmente após lançar produtos inovadores como o detergente Tide para “telha de fibra” e fraldas Pampers com o personagem infantil Bluey.

Os investidores também estarão atentos às margens operacionais da empresa, que resistiram melhor do que o esperado no último trimestre. Este fator será crucial para entender a capacidade da P&G de gerenciar custos em um ambiente de inflação elevada. Com os preços ao consumidor nos EUA subindo 3,5% em março, e produtos de higiene pessoal, como pasta de dente e sabonete líquido, aumentando 3,4% em relação ao ano anterior, há uma preocupação crescente de que os consumidores possam migrar para marcas próprias ou reduzir suas compras.

A diretora de pesquisa do setor de consumo da Morningstar, Erin Lash, sugere que os fabricantes de bens de consumo, como a P&G, podem começar a oferecer mais descontos para impulsionar o volume de vendas, uma estratégia que pode afetar adversamente as margens de lucro. Esta é uma prática já observada em fabricantes de alimentos embalados, como a Conagra (BOV:C1AG34), que buscam atrair consumidores com menor poder aquisitivo.

A situação é complicada para a P&G, que tem sido reticente em oferecer descontos significativos, segundo Lash. Isso coloca a empresa em uma posição delicada, onde precisa equilibrar a manutenção da qualidade e a liderança de marca sem alienar consumidores sensíveis ao preço em um mercado cada vez mais competitivo.

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