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Bate Papo para quem acredita que investir mais tempo na família, amigos e vida social vale mais que ficar acompanhando o mercado de capitais 8h por dia.

 

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  • 13 Nov 2010, 19:16
  • 22 Ago 2013, 22:58
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2444 09/11/2008
  • Dono
Empresas de tecnologia lideram movimento de fusões e aquisições
Levantamento da Price mostra que 53 negócios foram fechados de janeiro a setembro na área de TI, crescimento de 25% em relação a 2009
05 de novembro de 2010 | 22h 30

Alexandre Rodrigues, de O Estado de S. Paulo

RIO - O ambiente de negócios favorável e o interesse crescente de fundos de investimentos está aquecendo a consolidação na área de tecnologia da informação (TI). Um levantamento da PricewaterhouseCoopers feito para o Estado mostra que o setor contou 53 operações de fusão ou aquisição de participação societária até setembro, 25% a mais do que no mesmo período de 2009.

Segundo a consultoria, o segmento de TI continua liderando o movimento de fusões e aquisições no País, concentrando quase 10% dos negócios desse tipo este ano. Entre 2007 e 2010, o número de transações no setor dobrou, num crescimento contínuo que não foi afetado pela crise. Para Alexandre Pierantoni, sócio da Price, a consolidação no setor foi impulsionada pelos fundos de private equity (de investimento em empresas), muitos deles estrangeiros.

A participação dos fundos nas operações de consolidação vem crescendo em vários segmentos, chegando a 43% do total este ano, mas Pierantoni destaca o apetite mais visível pela tecnologia. O potencial de crescimento é a grande aposta. O mercado de TI no País movimentou quase R$ 20 bilhões em 2009. Projeções indicam que a cifra deve chegar a R$ 29 bilhões em 2013.

"Este é um setor ainda fragmentado, com muitas oportunidades de consolidação, e que tradicionalmente precisa de aportes de recursos para a expansão. O Brasil tem demonstrado capacidade nessa área, com empresas que já atingiram padrões internacionais e que também compram outras. Como há muitas operações de pequeno e médio porte, o setor se destaca", diz.

Atração

Além do potencial do setor, o aumento do investimento das empresas em tecnologia, políticas como o Plano Nacional de Banda Larga e linhas de crédito especiais do BNDES têm chamado a atenção de fundos estrangeiros. O Silver Lake Partners, por exemplo, um gigante de US$ 14 bilhões, deu seu primeiro passo no Brasil ao comprar, em setembro, uma participação na Locaweb. A empresa hospeda 23% dos sites brasileiros e se destaca na computação em nuvem.

Numa operação bem mais ambiciosa, o grupo Apax Partners também escolheu uma empresa de TI para seu primeiro investimento no Brasil. Em maio, comprou 54,25% do capital e o controle da Tivit, líder em serviços integrados no País, por R$ 873 milhões. Fruto da fusão de empresas, a Tivit cresceu rapidamente sob a liderança do ex-tenista Luiz Mattar. Ele manteve 2,2% das ações e a presidência após o negócio, que levará ao fechamento do capital.

Edson Matsubayashi, diretor de Relações com Investidores da Tivit, diz que a manutenção da liderança de Mattar é mais um sinal de que a estratégia da companhia não mudou. "Nossa atuação diversificada, que não é muito comum fora do Brasil, foi um dos aspectos que atraiu o Apax. A ideia é manter o crescimento orgânico e com aquisições que nos tragam novas competências", diz o executivo.

Outra brasileira que cresce com aquisições, a Totvs consolidou a liderança na área de software com a compra da Datasul há dois anos. Desde então, a receita líquida cresceu 36,4%, atingindo R$ 833,7 milhões no terceiro trimestre deste ano. A empresa fez quatro aquisições este ano.

Para também ir às compras, a Cyberlynxx recebeu, em julho, um aporte do fundo mineiro FIR Capital em troca de uma fatia de 25%. Segundo o sócio fundador da empresa, Marcelo Astrachan (ex-Accenture), a entrada do fundo deu à pequena empresa voltada para integração de soluções e segurança de sistemas a capacidade de investir até R$ 35 milhões nos próximos três anos.

"Ser escolhido por um fundo do porte da FIR é um upgrade, nos dá visibilidade. Passamos a ser procurados por outros fundos, inclusive estrangeiros. Mudou até mesmo a receptividade na abordagem das empresas alvo, que sentem que temos estrutura para discutir concretamente uma compra", diz Astrachan, que contratou consultorias para garimpar aquisições. "Há excelentes oportunidades, temos processos em andamento."


Fonte: Estadão

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,empresas-de-tecnologia-lideram -movimento-de-fusoes-e-aquisicoes,not_42208,0.htm
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2444 09/11/2008
  • Dono
Comércio da amazônia pulsante com o aumento do poder aquisitivo dos brasileiros (Analise ações BAZA3 e TOYB4)

Eletroeletrônico em destaque no Codam


Redação . portal@d24am.com
Governo do Amazonas analisa hoje pedidos de incentivos fiscais.

Manaus - Os segmentos eletroeletrônico, duas rodas e de componentes foram os que mais apresentaram projetos com pedido de incentivo fiscal ao Governo do Amazonas na penúltima reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento do Amazonas (Codam), marcada para esta quinta-feira.

A pauta da 229ª Reunião do Codam é uma das menores deste ano. O Estado analisará pedido de redução do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para 11 projetos de implantação (novas fábricas), 11 de diversificação (de linhas de produção) e três de atualização. Juntos, os projetos anunciam investimentos totais de R$ 648 milhões e promessa de 1.305 novos empregos.

Um dos maiores aportes está no projeto apresentado pela Digibrás/CCE Info. A empresa pretende investir R$ 220 milhões em sua unidade produtora de disco rígido (HD).

Entre os projetos industriais de implantação, os investimentos previstos somam R$ 81 milhões, com geração de 713 vagas diretas e indiretas de trabalho.

Os destaques são os projetos da CR Zongshen Componentes da Amazônia, empresa proprietária da marca Kasinski, que planeja destinar R$ 14 milhões a uma nova unidade para a fabricação de componentes para motocicletas, e o projeto da IntelCav, empresa fabricante de cartões de crédito. A IntelCav projeta investir R$ 8 milhões na unidade fabril. Juntas, as duas empresas projetam criar 157 postos de trabalho.

Diversificação

Em relação aos projetos industriais de diversificação, a pauta do Codam de hoje prevê R$ 431 milhões em investimentos. Os principais projetos foram apresentados por empresas do segmento de informática, pelas empresas Digibrás/CCE Info e Positivo.

A Positivo anuncia que investirá R$ 21 milhões na fabricação de monitores com tela de cristal líquido (LCD) para uso em informática, projeto que prevê 120 novos postos de trabalho. Já a fabricante Tec Toy, que também apresentou projeto de diversificação, pretende abrir 152 vagas.

Apenas três projetos de atualização serão discutidos na pauta desta quinta. Entre eles, o destaque fica por conta do projeto da Continental Indústria Automotiva, que planeja investir R$ 94 milhões na atualização de sua linha de produção de rastreadores e bloqueadores automotivos, com criação de 170 novas vagas de emprego.
Este ano a Codam já aprovou 166 projetos, com investimentos totais de R$ 4,170 bilhões, com promessa de criação de 9.129 novos postos de trabalho.

http://www.d24am.com/noticias/economia/eletroeletronico-em-destaque-no-codam-desta-quintafeira/9587
Analista Trader

Analista Trader

1032 01/05/2010
CEDRO PN - CEDO4 ( ANUALIZADO)

FATURAMENTO BRUTO = 544 MILHÕES
EBITDA = 66,1 MILHÕES
LUCRO LIQUIDO = 39,5 MILHÕES
DIVIDA LIQ./EBITDA= 1,5

VALOR DE MERCADO = 179 MILHÕES

EMPRESA VALE APOSTA MUITO BARATA VAI SUBIR FORTE NO MÉDIO PRAZO.
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2444 09/11/2008
  • Dono

Lucro da Júlio Simões mais do que dobra no terceiro trimestre




SÃO PAULO - A empresa provedora de serviços logísticos Júlio Simões encerrou o terceiro trimestre do ano com lucro líquido de R$ 58,4 milhões, quase o dobro do apurado no mesmo período do ano passado (R$ 27,3 milhões).

O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (lajida) cresceu 62%, totalizando R$ 133,9 milhões, enquanto a receita líquida avançou 70% para R$ 652,8 milhões, na mesma base de comparação. A margem lajida, no entanto, recuou de 21,5% para 20,5% de um ano antes.

A companhia destacou o desempenho da receita bruta de serviços, que foi recorde para o período, de R$ 491,3 milhões. Isso representa um avanço de 23% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

(Ana Luísa Westphalen | Valor)

Fonte: http://br.rss.news.yahoo.com/s/12112010/87/economia-lucro-da-julio-simoes-dobra.html
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2444 09/11/2008
  • Dono

Destaques do 3T10 x 3T09(JSLG3):



* Receita bruta total de R$ 717,2 milhões (+67,5%);
* Recorde trimestral de receita bruta de Serviços: R$ 491,3 milhões (+22,9%), com destaque para:
o +30,6% com Serviços Dedicados;
o +18,8% com Gestão e Terceirização;
* Receita bruta de Venda de Ativos de R$ 225,9 milhões (+690,6%);
* Lucro líquido de R$ 58,4 milhões (+113,9%);
* EBITDA-A¹ de R$ 272,0 milhões (+187,9%) e margem EBITDA-A de 41,7% (+17,1 p.p.). O EBITDA tradicional totalizou R$ 133,9 milhões (+62,0%);
* Expansão da rede de revendas de seminovos: lançamento de 2 novas lojas, sendo 1 de veículos leves, passando de 5 ao final do 2T10 para 7 até outubro;
* Vencedora do Prêmio Logística Brasil, concedido pela Revista Brasil Comex, como a melhor empresa de transporte rodoviário;
* Líder em logística baseada no modal rodoviário no ranking das 1.000 Melhores e Maiores Empresas do Brasil da Revista Exame e no ranking da Revista Valor 1.000, do jornal Valor Econômico, ambas em termos de receita.


Fonte: http://www.juliosimoeslogistica.com.br/ri/
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2444 09/11/2008
  • Dono
Divulgação de resultado:

(12/11) JULIO SIMOES LOGISTICA S.A. 30/09/2010 LS

Resumo dos Dados Consolidados Recebidos

R$ Mil Legislacao Societaria



Descricao

Nome de Pregao JULIO SIMOES

Periodo 9M
Data Encerramento 30/09/2010

Patrimonio Liquido 805.855
Receita Liquida 1.460.605
Resultado Bruto 266.091
Receita (Despesa) Financeira Liquida (64.833)
Resultado da Equivalencia Patrimonial
Resultado Operacional 114.137
Lucro (Prejuizo) Liquido 67.384
Numero de Acoes, Ex-Tesouraria ( Mil ) 198.890

Lucro (Prejuizo) por Acao - LPA 0,33880
Valor Patrimonial da Acao - VPA 4,05176

Fonte: Bovespa
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2444 09/11/2008
  • Dono
Notícias de interesse para quem investe em Marfrig(MRFG3) e Minupar (MNPR3)


Exportação de frango cresceu 16% no ano



Embarques de janeiro a outubro renderam US$ 5,56 bi. Foram vendidas quase 3,2 mi de toneladas de carne de ave

As exportações brasileiras de frango renderam US$ 5,56 bilhões de janeiro a outubro, um aumento de 15,96% sobre o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados hoje (10) pela União Brasileira de Avicultura (Ubabef). Foram embarcadas quase 3,2 milhões de toneladas, um crescimento de 4,36% na mesma comparação.

Apenas em outubro, as vendas externas somaram US$ 605 milhões, um avanço de 7,16% em relação ao mesmo mês de 2009. Foram exportadas 333 mil toneladas, 0,73% a menos do que em outubro de 2009.

De acordo com a Ubabef, a valorização do real frente ao dólar afeta negativamente os preços internacionais e o volume exportado, mas, mesmo assim, o volume de embarques este ano deverá ser recorde.

FONTES: Informações da Agência de Notícias Brasil Árabe.


frango-exporta%C3%A7%C3%A3o.jpg
Foto: Arquivo/OP
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2444 09/11/2008
  • Dono

Preocupações com a boa governança (JSLG3).




Trecho da proposta de assembléia da companhia para 11/2010:

1.2. Inclusão dos incisos XXIX e XXX no artigo 21º do Estatuto Social:

A inclusão dos incisos XXIX e XXX no artigo 21º do Estatuto Social da Companhia, referente às
atribuições do Conselho de Administração, tem como objetivo aumentar o controle e a
fiscalização das operações de crédito a serem realizadas pela Companhia, sobretudo aquelas
envolvendo qualquer tipo de instrumento financeiro derivativo, bem como linhas de crédito,
financiamentos ou empréstimos atrelados ou de qualquer outra forma baseados em moeda
estrangeira. Dessa forma, em um esforço para aprimorar as práticas de governança da
Companhia, tais operações passam a ser duplamente analisadas, tanto previamente pelo
Conselho de Administração, como também pela Diretoria, minimizando, assim, os riscos
operacionais e financeiros da Companhia.

Fonte: Bovespa
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2444 09/11/2008
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Mercado de ações para o ramo de logística ainda tem muito a apresentar. Além de Login, Tegma e outras ban-ban-ban do mercado, as ações Júlio Simões, Santos Brasil(porto de Santos) e Battistela (BTTL3/4) ainda têm muito a MOSTRAR. A primeira que acompanho desde o ano passado (STBP11), já subiu bem.

Veja em
http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb_id=11&id=3379093&from=1 01#110
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2444 09/11/2008
  • Dono
RPMG3/4:

Em entrevista exclusiva à InfoMoney, Paulo Henrique Menezes, superintendente-executivo da Refinaria de Manguinhos, falou sobre os projetos da empresa, além de ter negado as especulações sobre sua potencial venda. "O mercado, nossas ações e nossos números demonstram que estamos atingindo o sucesso desejado", afirmou. Confira uma parte da conversa:

A empresa entrou com pedido de homologação de plano de recuperação extrajudicial ao final de 2008. Há novidades em relação a isso?

Estamos com mais de 80% de acordos assinados e prestes a concluir o processo.

Fonte: http://www.manguinhosrefinaria.com.br/conteudo/noticia.php?cod=0000000388
  • 13 Nov 2010, 19:49
  • 13 Nov 2010, 20:34
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2444 09/11/2008
  • Dono
São Paulo Alpargatas S.A.
Companhia Aberta
CNPJ.MF. 61.079.117/0001-05 - NIRE 35 3000 25 270

Aviso aos Acionistas

Pagamento de Juros Sobre o Capital Próprio

Comunicamos aos Senhores Acionistas que o Conselho de Administração, em reunião
realizada no dia 12 de novembro de 2010, deliberou a distribuição de juros a título de
remuneração sobre capital próprio, observadas as disposições legais e estatutárias
aplicáveis, com retenção de Imposto de Renda na Fonte para pessoas físicas e jurídicas
conforme legislação vigente. O benefício contempla todas as 353.455.880 ações
escriturais emitidas em que se divide o capital social, excetuando-se as 5.093.220 ações
que se encontram em tesouraria. Perfaz o montante bruto de até R$ 16.400.000,00 sendo
R$ 0,04492578 por ação ordinária e R$ 0,04941836 por ação preferencial. Fazem jus ao
recebimento dos juros os acionistas inscritos em 20 de novembro de 2010, sendo as
ações negociadas “ex direito” aos juros sobre capital próprio a partir de 22 de novembro
de 2010. O pagamento será efetuado no dia 21 de dezembro de 2010 pelo Banco Itaú
S.A.. Esse valor será imputado ao dividendo anual obrigatório que vier a ser aprovado na
Assembléia Geral Ordinária de 2011.
São Paulo, 12 de novembro de 2010
José Roberto Lettiere
Diretor de Relações com Investidores
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2444 09/11/2008
  • Dono

Battistella transforma bioenergia em realidade (BTTL3/4)



As empresas Battistella apresentam no 3º. Congresso Internacional de Bioenergia e na Bio Tech Fair – Feira Internacional de Tecnologia em Bioenergia e Biodiese, que acontece entre hoje e sexta-feira, em Pinhais, equipamentos que utilizam fontes de energia, já comercializados pelo grupo para todo o país. Duas das empresas – Battistella Distribuidora e Battistella Florestal – desenvolveram produtos e equipamentos em parcerias com institutos de pesquisas e outras empresas que trabalham com recursos renováveis.

Entre os produtos que estarão expostos na Bio Tech Fair, estão o Maquigeral B100, primeiro grupo motor gerador movido 100% a biodiesel puro, a célula à combustível de hidrogênio, a biomassa florestal e os pellets. “Ao mesmo tempo que o fórum discutirá soluções e tecnologias disponíveis, as empresas Battistella colocam à disposição equipamentos que já funcionam a partir de recursos renováveis, uma tendência mundial antecipada por um grupo genuinamente brasileiro”, afirma o diretor-presidente da Battistella, Gérson Schmitt.

As parcerias e pesquisas com tecnologias inovadoras que contribuem para a disseminação de energia limpa começaram há vários anos com o Instituto Tecnológico do Paraná (Tecpar). O primeiro resultado concreto foi o desenvolvimento do grupo motor gerador Maquigeral B100, com combustível produzido principalmente a partir de óleos vegetais como soja, dendê, milho, beterraba, entre outros, que reduz consideravelmente a emissão de gases poluentes em relação ao diesel comercial: 25% menos emissões de CO (monóxido de carbono) e 14% de hidrocarbonetos, além da diminuição de 88% da fuligem na atmosfera. O Maquigeral B100 já é utilizado por empresas como fonte de energia auxiliar e também por usinas produtoras de biocombustível, como a BS Bios, de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, que utiliza seu próprio produto como combustível para produzir energia.

A segunda parceria, com a empresa Lineage Power, resultou na comercialização inédita da célula a combustível de hidrogênio, tecnologia que utiliza a combinação química entre os gases Oxigênio e Hidrogênio para gerar energia elétrica. No caso da célula de hidrogênio, a energia é obtida por meio uma reação eletroquímica, que provoca uma separação entre os prótons e os elétrons do átomo de Hidrogênio onde os elétrons ficam retidos na membrana polimérica e circulando através da carga a ser alimentada, enquanto os prótons que atravessam a membrana polimérica recombinado com os elétrons que circularam pela carga e o oxigênio retirado da atmosfera formando água pura deionizada e um pouco de calor. As membranas empilhadas e interligadas formam uma pilha. A tecnologia já está em funcionamento algumas empresas de telefonia móvel e bancos e há dois anos é utilizada pelo Grupo Villares

Na área da Biomassa, a Battistella também oferece aos seus clientes o pellet, composto 100% natural (produzido a partir das partículas remanescentes dos processos produtivos das indústrias de madeiras, serrarias e carpintarias), com alto poder calórico devido a baixa umidade. A biomassa é um recurso renovável utilizado na geração de energia a partir de processos como a combustão de material orgânico.

“As empresas Battistella têm em todas as suas unidades de negócio iniciativas próprias ou parcerias comprometidas com soluções para produção de energia a partir de recursos renováveis. Esse segmento está alinhado com a estratégia do grupo de manter foco nos negócios de recursos renováveis, onde a Battistella já tem 40 mil hectares de florestas e logística”, comenta Schmitt. Segundo ele, o próximo passo é ampliar o portifólio de equipamentos e de novas parcerias para desenvolvimento de outras tecnologias.

Todas essas soluções serão apresentadas pela diretora de unidade de Energia Auxiliar da Battistella Distribuidora, Sandra Battistella, no 3º. Congresso Internacional de Biotecnologia. Ela participará no painel que discutirá Fontes de Energias Renováveis no dia 27, as 9h00.

Carro movido a hidrogênio – Uma das grandes atrações do estande da Battistella na Bio Tech será o protótipo de carro movido a hidrogênio, uma realidade que já pode ser conferida em algumas cidades nos Estados Unidos e no Canadá, onde existem postos de combustíveis de hidrogênio. Além disso, as células de hidrogênio que substituem os bancos de bateria serão apresentadas aos participantes do Congresso como uma solução avançada e com inúmeras vantagens como a durabilidade e os ganhos no custo de manutenção e resistência.

Sobre o grupo de empresas Battistella

A Battistella, que acaba de entrar nas comemorações de seus 60 anos de atuação no mercado, atua em quatro setores, com oito unidades de negócios: Battistella Veículos Pesados (antigas Cotrasa e Ediba), Battistella Florestal (Mobasa/Flobasa/BIC), Battistella Distribuidora (Abadir/Maquigeral) e Battistella Logística. As empresas do Grupo têm sede no Paraná, Santa Catarina e São Paulo. O grupo de empresas Battistella comercializa produtos e serviços em todo o território nacional, sendo que parte de seu portfólio também é exportado, com negócios da ordem de R$ 800 milhões por ano. A Battistella ainda está lançando o projeto do porto de contêineres de Itapoá, que deverá operar a partir de 2009, contemplando a sua atuação no setor de logística.


Fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=cursos&id=20610

Observações do forista quanto ao mercado foco da matéria acima: Nos últimos dias, temos visto uma grande variação nas ações das empresas ligadas a biomassa (BTTL4 / SNSY5). Ainda nesse ramo, temos a notícia oferta pública de ações da empresa Desenvix, do grupo Engevix. Acredito em uma maior exposição das ações desse setor junto ao mercado. Vou acompanhar as notícias para ver no "quê" dá.

Fonte da notícia sobre a IPO: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/desenvix-energias-renovaveis-entra-com-pedido-de-ipo
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2444 09/11/2008
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À espera de prosperidade na região Norte (acompanhe ações BAZA3 / TOYB4 / JSLG3 e também algumas empresas citadas na matéria!)

Obras de infraestrutura, fábricas, shopping centers. Depois de décadas de letargia, a Região Norte recebe um volume recorde de investimentos

"Quase 4 000 quilõmetros separam a sede da construtora e incorporadora Direcional, em Belo Horizonte, daquele que é hoje seu mercado mais promissor, a cidade de Manaus. De seu escritório na capital mineira, Ricardo Ribeiro, diretor comercial da empresa, lidera um grupo de 400 funcionários responsáveis por 16 projetos em andamento na maior cidade da Região Norte do país, com 1,8 milhão de habitantes. Por causa da distância, das chuvas e das dificuldades de transporte de materiais, cada um desses empreendimentos custa, em média, 20% mais que os projetos executados no Sudeste. Mas os executivos da Direcional garantem que as despesas extras têm valido a pena. A estreia em Manaus, em 2005, representou uma guinada na trajetória de 29 anos da companhia. Ao centrar fogo em projetos não só na capital do Amazonas mas também em outras cidades da Região Norte, como Belém, Marabá e Porto Velho, a construtora multiplicou por 10 seu faturamento nos últimos cinco anos - a previsão é que as receitas alcancem 700 milhões de reais em 2010. Quase 60% dos 650 milhões de reais lançados pela Direcional neste ano foram de projetos localizados nessas cidades. "Não imaginávamos todo esse potencial no Norte. Mas as oportunidades são tantas que recentemente ganhamos a companhia de grandes concorrentes, como Cyrela, Agre e Tecnisa", diz Ribeiro, que acaba de iniciar as obras de um shopping em parceria com a paulista JHSF....."

Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0980/noticias/a-espera-de-prosperidade
siriaco

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2444 09/11/2008
  • Dono
Açúcar registra máximas históricas nos mercados (Acompanhem CSAN3 / ECOD3 / RPMG4 / TERI3 / ALLL3)

12/11/10 - Nos últimos dias os preços do açúcar têm registrado fortes, conforme apontou levantamento realizado pelo Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. No Brasil, as cotações nominais do cristal têm batido recordes diários, considerando a série do Cepea - desde 1997.

Ainda de acordo com o Centro, nos últimos dias, a demanda teve um ligeiro aumento em relação à semana passada. Ontem (12), a saca de 50 kg, nas usinas paulistas, fechou em R$ 76,14, registrando variação positiva de 0,45% perante a véspera. Em Goiás, a saca foi cotada a R$ 71,50, valorização de 1,06%.

Na CSCE, em Nova York, a commodity foi comercializada ontem em baixa, após ter atingido a máxima dos últimos 30 anos. O motivo da queda foi o anúncio de que a produção de açúcar na Índia deverá superar em 3,5 milhões de toneladas o consumo do produto no país. Os papéis para março fecharam em 29,15 centavos de dólar por libra-peso.

Em Londres, na LIFFE, os papéis para dezembro foram comercializados, com valorização, a US$ 801,40/ton.


Etanol

O contrato diário de etanol hidratado, posto Paulínia/SP, pelo indicador Esalq/BVMF fechou nesta quinta-feira em R$ 1.044,00/m³, alta de 0,10%.

Rafaela Giomo
Fonte: Agência UDOP de Notícias

Fonte: http://www.udop.com.br/index.php?item=noticias&cod=1070854
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2444 09/11/2008
  • Dono
Propriedades rurais de município do PR começam a receber energia do biogás (Acompanhem SNSY5 / BTTL4)

12/11/10 - A Itaipu começou ontem (11) a implantar um sistema de geração de energia a partir de biogás no município de Marechal Cândido Rondon, no oeste do Paraná. O biogás é produzido com os dejetos da produção de suínos e bovinos de propriedades rurais da região.

De acordo com a Itaipu, o projeto, desenvolvido em conjunto com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a prefeitura da cidade, vai englobar 41 propriedades rurais e cada uma terá um biodigestor, que vai transformar os dejetos em biogás. Depois, o biogás será transportado por gasodutos para a usina termoelétrica, que vai transformar o biogás em energia elétrica.

A energia será usada nas próprias propriedades rurais e o excedente vai ser vendido para a Companhia Paranaense de Energia (Copel). "Esse tipo de energia proveniente do biogás tem um grande potencial, mas tem sido esquecida no país", disse o superintendente de Energias Renováveis da Itaipu, Cícero Bley.

Segundo o diretor de Meio Ambiente da Itaipu, Nelton Friedrsch, o sistema dá ainda uma destinação adequada aos dejetos dos animais, evitando a poluição dos rios da região. "Ele gera energia elétrica resolvendo um problema ambiental", afirmou.

O sistema de geração de energia foi acionado ontem em duas propriedades rurais. De acordo com Cícero Bley, nenhum problema foi detectado nos testes. "Tudo está 100% funcionando e as duas propriedades já estão gerando energia". A previsão é que o sistema esteja implantado em todas as propriedades em março do ano que vem.


Fonte: Agência Brasil - ABr

Fonte:http://www.udop.com.br/index.php?item=noticias&cod=1070857
  • 13 Nov 2010, 20:36
  • 13 Nov 2010, 20:37
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siriaco

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2444 09/11/2008
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Leste Europeu está nos planos da Kepler Weber (Acompanhe KEPL3)

Noticiário cotidiano - Portos e Logística
Sex, 12 de Novembro de 2010 07:55

Animada com a recuperação dos negócios no mercado interno no período pós-crise econômica, a Kepler Weber começa a se preparar para internacionalizar as operações. A maior fabricante de silos e equipamentos para armazenagem de grãos do Brasil está estudando a implantação de uma fábrica no Leste Europeu para aproveitar as oportunidades de mercado nos países com "potencial de consumo e produção" de produtos agrícolas da região, disse ontem o diretor-presidente da companhia, Anastácio Fernandes Filho, durante apresentação dos resultados do terceiro trimestre.

O executivo não informou detalhes sobre a localização nem sobre o prazo de implantação da futura unidade, mas deu a entender que a Kepler cogita formar uma associação com uma empresa local. "Estamos estudando e temos que ver com quem vamos nos aproximar", explicou. De acordo com ele, o projeto de internacionalização faz parte do planejamento estratégico da companhia para o ciclo 2008-2018, mas a intenção é colocá-lo na prática "de imediato".

O avanço para o Leste da Europa tem a ver com a sazonalidade dos negócios e com os custos para transporte das matérias-primas e dos equipamentos prontos. No Brasil e nos países para os quais a empresa exporta com regularidade, na América do Sul e no sul da África, as vendas concentram-se no segundo semestre, quando as lavouras são cultivadas e os agricultores, cooperativas e tradings encomendam os silos para recebê-los antes da colheita, no início do ano seguinte. No hemisfério Norte o ciclo agrícola é invertido e as vendas também.

A Kepler ainda importa boa parte do aço que consome da China, da Coreia, da Austrália e da Europa e não faria sentido transportar a matéria-prima desses países para o Brasil e daqui para o Leste Europeu, acrescentou Fernandes Filho. Segundo ele, com o real valorizado e a oferta abundante de aço no mercado internacional, o produto importado chega às fábricas da empresa no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso do Sul 20% mais barato do que o nacional, após o pagamento do Imposto de Importação.

No terceiro trimestre, a receita líquida consolidada foi de R$ 98,2 milhões, com alta de 78,4% sobre o mesmo período de 2009. No mercado interno o faturamento bruto avançou 99,7%, para R$ 103,6 milhões, enquanto as exportações recuaram 7,4%, para R$ 11,9 milhões. Com o aumento da escala de produção (de 10,5 mil para 15,9 mil toneladas de aço processado no trimestre) e a recuperação dos preços, a margem bruta praticamente triplicou de julho a setembro, para 24,25%, e contribuiu para o aumento do lucro líquido de R$ 1,2 milhão para R$ 6,6 milhões.

Conforme Fernandes Filho, o preço médio de venda dos equipamentos fabricados pela empresa, tomando como base o quilo da tonelada de aço processado, passou de cerca de R$ 6 no terceiro trimestre de 2009 para R$ 7 a R$ 8 no mesmo período deste ano. Apesar da alta, o valor ainda está levemente inferior ao praticado no segundo trimestre de 2008, antes de crise econômica. O pico histórico foi R$ 10, registrado em 2004.

Em outubro a companhia negociou os ativos da controlada Kepler Weber Inox, fabricante de ordenhadeiras e tanques para leite, que no terceiro trimestre gerou 0,4% da receita bruta consolidadas.

Fonte: Valor Econômico/Sérgio Bueno | De Porto Alegre

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http://portosenavios.com.br/site/noticiario/portos-e-logistica/6458-leste-europeu-esta-nos-planos-da-kepler-weber
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2444 09/11/2008
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Ultracargo investe R$ 62 mi em Santos (Acompanhem STBP11)
Noticiário cotidiano - Portos e Logística
Qua, 10 de Novembro de 2010 07:33

A Ultracargo, empresa de logística do grupo Ultra, aprovou investimentos de R$ 62 milhões para aumentar a capacidade de tancagem de seu terminal no porto de Santos (SP). As obras deverão ser concluídas no início de 2012, acrescentando 18% à atual estrutura (ou mais 46 mil m3), para 301 mil m3, afirmou ao Valor Ricardo Catran, diretor-superintendente da companhia.

Líder em armazenagem de granéis líquidos no país, a Ultracargo já tem aportes em curso para ampliação nos terminais de Suape (PE) e Aratu (BA). Em Pernambuco, a capacidade saltará de 132 mil m3 para 158 mil m3, com previsão de final das obras em junho de 2011, e em Aratu, dos atuais 237 mil m3 para 259 mil m3.

Com participação estratégica nos principais portos do país - a empresa também está presente no Rio de Janeiro (capacidade de 17 mil m3) e Paranaguá (PR), 56 mil m3, e terminais no interior de São Paulo e Minas Gerais, nas cidades de Paulínia (SP) e Montes Claros (MG), que, juntas, somam 13 mil m3 - a Ultracargo é especializada em produtos que exigem manuseio especial, nos segmentos químico, etanol, combustíveis, óleos vegetais e lubrificantes.

"Nos últimos cinco anos, crescemos a uma taxa de 18% ao ano, mesmo durante a crise financeira global, enquanto o setor apresentou aumento de 10% ao ano no país. O setor de infraestrutura portuária tem registrado grandes saltos, reflexo da demanda global", disse Catran. O Brasil, segundo o executivo, registrou crescimento de importação em produtos químicos e óleo diesel.

A expectativa é que em um ano a empresa tenha capacidade de tancagem em operação de cerca de 800 mil m3.

O etanol, que tem sido considerado a grande aposta do governo e usineiros para exportações, teve forte redução de embarques este ano, mas a expectativa é que os embarques cresçam consideravelmente nos próximos anos. A companhia tem acompanhado o movimento do setor sucroalcooleiro, que deverá fazer fortes investimentos em parceria com a Petrobras para a construção de alcooldutos. A empresa diz que estuda esse mercado com interesse, mas não há nada engatilhado no momento.

Atualmente, a Ultracargo opera dutos de pequeno porte voltados para produtos químicos. "São dutos próprios, que atendem a clientes específicos. As operações ocorrem em Suape (com um duto) e em Aratu, com dois", afirmou Catran.

Neste ano, a Ultracargo optou como estratégia focar seus negócios em granéis líquidos. A companhia vendeu seus negócios de transporte e armazenagem de sólidos e de transporte rodoviário para a Aqces Logística Internacional por R$ 82 milhões, controlada pelo Fundo de Investimentos em Participação Green Capital I, gerido pela Green Capital Investimentos.

Nos últimos quatro anos, a empresa realizou importantes aquisições - uma delas é a União Terminais, em 2008, no valor de R$ 500 milhões, e em Suape, no total de R$ 40 milhões, destacou Catran.

Fonte: valor Econômico/Mônica Scaramuzzo | De São Paulo

Fonte: http://portosenavios.com.br/site/noticiario/portos-e-logistica/6398-ultracargo-investe-r-62-mi-em-santos
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Portos do País recebem recursos (Acompanhem STBP11 / BTTL4 / JSLG3)

Noticiário cotidiano - Portos e Logística


Investimento A Secretaria dos Portos investe na dragagem e modernização dos portos brasileiros, entre eles o Porto do Mucuripe, para montar logística mais barata no escoamento da produção

Para dar vazão ao crescimento econômico brasileiro, o Governo Federal e a iniciativa privada (principalmente) têm investido na recuperação e modernização dos portos brasileiros. Pelo menos é o que afirmou o ministro da Secretaria dos Portos, Pedro Britto, ontem, durante lançamento do V Seminário SEP de Logística do Norte e Nordeste, no Marina Park Hotel.

Nos últimos oitos anos, a soma das exportações e importações brasileiras aumentou quase 500%, saltando de US$ 100 bilhões para US$ 460 bilhões. Nesta ano, a previsão da Agência Nacional de Transportes (Antaq) é que os portos e terminais brasileiros deverão movimentar 760 milhões de toneladas de cargas. O volume é 3,8% maior que o do ano passado.

Portanto, a ideia é tornar aptos os portos estratégicos de cada região para atender ao escoamento da produção de todo o País e integrá-los através de conexão logística eficiente. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), José Roberto Serra, é essa inclusive a função maior dos portos do Norte e Nordeste: a cabotagem, que é o transporte entre portos do mesmo país.

Modernização

A “missão” da Secretaria dos Portos tem sido os processos de dragagem e modernização desses portos. No Ceará, o Porto do Mucuripe está recebendo investimentos totais da ordem de R$ 220,5 milhões para dragagem e construção do terminal de passageiros e do de contêineres.

O ministro chama a atenção para a deficiência dos acessos ao porto: ferrovias e estradas precisam ser recuperadas. “Há várias construções residenciais nas margens da ferrovia Transnordestina. Esse tipo de estrutura está aquém das necessidades de um porto moderno”, avalia.

Apesar disso, Pedro Britto elogia a construção da Ponte Sabiaguaba para escoamento pela BR. Segundo o presidente da Companhia Docas do Ceara (CDC), Paulo Holanda, a estrada que liga a ponte às BR está em obras. “Mas logo estarão prontas para acompanhar os crescimentos da movimentação no Porto do Mucuripe”, diz. Neste ano, as exportações devem ser 25% maiores que as do ano passado, superando quatro milhões de toneladas de cargas entre importações e exportações.

E agora

ENTENDA A NOTÍCIA
Com a construção do terminal, a expectativa é dobrar o número de passageiros no Porto do Mucuripe. Na temporada passada, quase 100 mil pessoas chegaram à Fortaleza pelo porto.

NÚMEROS
3,8%

É O AUMENTO esperado para este ano no volume de cargas nos portos e terminais do País

SAIBA MAIS

Obras e valores

Para a dragagem do Porto, a obra de R$ 54, 6 milhões vai aumentar a profundidade do canal de 10m para 14m, além de alargar o canal de 100m para 160m. A operação vai duplicar a capacidade do Porto e deve ficar pronta até o final de janeiro de 2011. Já no Terminal de Contêineres, que possui R$ 60 milhões garantidos pelo Pac 2, está sendo construído um armazém de carga geral, implantado novo sistema de combate a incêndio e comprado armazém estruturado removível, além de outras mudanças. A obra completa deve ficar pronta no segundo semestre de 2011. O Terminal de Passageiros tem licitação marcada para março e os recursos já estão garantidos pelo Pac 2, na ordem de R$ 105,9 milhões. O cais de atracagem terá cumprimento de 350m e toda uma estrutura receptiva de turistas, com Polícia Federal na alfândega, restaurantes e aluguel de ônibus e carros. O terminal terá 50 m². Durante a época de alta temporada, o terminal poderá receber até dois navios por dia. Fora temporada poderá ser usado para carga. A instalação ficará pronta em junho de 2013. Segundo o ministro dos Portos, Pedro Britto, o terminal também poderá ser utilizado como alternativa hoteleira. “Ancorados no porto, os transatlânticos, que podem ter até 3 mil quartos, poderão hospedar interessados”, afirma.

Fonte: O Povo (CE)/Luar Maria Brandão

Fonte:
http://portosenavios.com.br/site/noticiario/portos-e-logistica/6348-portos-do-pais-recebem-recursos
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2444 09/11/2008
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Mercado de luxo cresce com emergentes (Acompanhe LLIS3)

Trecho da matéria:

"O luxo está em alta, e a periferia tem tudo a ver com isso. Com o aumento do consumo especialmente da China, mas também de emergentes como o Brasil e a Índia, as ações das empresas de luxo subiram mais que as das companhias dos setores, diga-se, mais modestos.

O principal retrato disso é que o Dow Jones, principal índice da Bolsa de Nova York e referência para as Bolsas de Valores globais, subiu 7,3% neste ano, bem atrás dos 32,7% do seu primo empolado, o Dow Jones Luxo, que reúne apenas empresas globais do segmento. "

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/830480-mercado-de-luxo-cresce-com-emergentes.shtml

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Ativos Discutidos
BOV:IBOV 171,259 0.5%
BOV:BBAS3 19.82 1.2%
BOV:CSMG3 59.05 -0.5%
BOV:BRAP4 22.63 -0.5%
DBI:DAX 24,894 -1.0%
BOV:VIVR3 1.77 -1.7%
BOV:ALUP11 32.23 1.4%

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