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2444 09/11/2008"Afastado do cargo de presidente do PanAmericano há três dias, Rafael Palladino, 59, não tem o perfil de executivo do mercado financeiro nem costuma circular entre banqueiros.
Formado em educação física pela Universidade de São Paulo, Palladino trabalhou como personal trainer e foi professor durante 12 anos. Aos 32 anos, deixou as salas de aula para se dedicar às academias de ginástica.
Foi nessa época que o executivo começou a ter contato com a área comercial -cuidou dos negócios de oito academias e, com isso, diz ter ganhado experiência em vendas e marketing.
O empresário foi diversificando os negócios e montou uma rede de postos de gasolina em São Paulo e no Rio. Atualmente, ainda é sócio de três postos em São Paulo, segundo levantamento feito ontem na Junta Comercial.
No levantamento, Palladino aparece como sócio em 20 empresas, incluindo também as ligadas ao grupo Silvio Santos, como o PanAmericano, o Bau Distribuidora de Títulos e Valores Imobiliários, a Liderança Capitalização S.A. e a TV Studios Anhanguera. "
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/829625-ex-numero-1-do-banco-panamericano-e-socio-em-20-empresas.shtml
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2444 09/11/2008RIO - A Petrobras aprovou a assinatura de um termo de compromisso de associação com a Camargo Correa Óleo e Gás; a Copersucar; a Cosan; a Odebrecht Transport Participações (OTP); e a Uniduto Logística para estabelecer uma associação, formando uma empresa fechada de capital autorizado para o desenvolvimento, construção e operação de um sistema logístico multimodal para transporte e armazenagem de líquidos, com ênfase em etanol.
O acordo é resultado de estudos preliminares conjuntos da PMCC Soluções Logísticas de Etanol, que tem como acionistas a Petrobras e a Camargo Correa; Uniduto e OTP, visando à implementação de um único projeto de transporte e armazenagem de etanol.
O capital social da nova companhia será, inicialmente, de R$ 100 milhões, composto exclusivamente por ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. Copersucar, Cosan, OTP e Petrobras terão 20% de participação, cada, enquanto Camargo Correa e a Uniduto terão fatias de 10%.
“As partes estudarão o modelo societário e fiscal mais adequado e definirão em 60 dias a forma mais eficiente de associação, garantindo a continuidade dos projetos que estão sendo conduzidos pela PMCC. A associação será efetuada através de uma nova sociedade ou através da PMCC com a incorporação dos novos sócios”, diz a nota divulgada pela Petrobras.
(Rafael Rosas | Valor)
Fonte: http://www.valoronline.com.br/online/camargo-correa/6367/336285/petrobras-camargo-cosan-e-odebrecht-se-unem-para-transportar-etano
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2444 09/11/2008SÃO PAULO - A Eletrobras fechou o terceiro trimestre de 2010 com lucro líquido de R$ 799,8 milhões, uma alta de 76,2% perante o mesmo período do ano passado (R$ 453,8 milhões). No acumulado dos nove primeiros meses de 2010, o ganho da estatal atingiu R$ 2,533 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 1,535 bilhão em igual intervalo de 2009.
O menor impacto da desvalorização do dólar sobre as contas da maior empresa do setor elétrico brasileiro ajuda a explicar a melhora de desempenho entre este ano e o ano passado. A Eletrobras comercializa a energia da usina de Itaipu e mantém grande parte de seus recebíveis em moeda estrangeira.
Neste ano, a variação cambial gerou para a empresa uma despesa líquida de R$ 638,4 milhões no terceiro trimestre e de R$ 280,4 milhões no acumulado de nove meses. Em 2009, esse gasto foi muito maior: de R$ 1,256 bilhão no terceiro trimestre e de R$ 4,364 bilhões de janeiro a setembro.
As receitas operacionais avançaram 8,8% na comparação trimestral, para R$ 8,47 bilhões. Já as despesas, contudo, subiram em ritmo mais acelerado, de 15%, totalizando R$ 6,91 bilhões. O lucro antes do resultado financeiro caiu de R$ 1,77 bilhão para R$ 1,559 bilhão entre os dois trimestres. O resultado financeiro líquido no terceiro trimestre foi negativo em R$ 325,5 milhões, ante perda líquida de R$ 1,585 bilhão um ano antes.
De janeiro a setembro de 2010, a receita operacional consolidada subiu 11,7%, para R$ 21,76 bilhões, puxada pelas operações com energia elétrica (compra e venda). O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) consolidado aumentou 31,5% no acumulado de nove meses, somando R$ 5,559 bilhões.
Entre as controladas, o Ebitda de Furnas cresceu 21,1% nos nove meses, para R$ 1,215 bilhão. Na Chesf, a alta foi de 48,4%, para R$ 2,076 bilhões, e, na Eletronorte, de 56,7%, para R$ 1,079 bilhão. A Eletrosul viu seu Ebitda recuar 14,9% perante os nove primeiros meses de 2009, para R$ 271 milhões.
(Paula Cleto | Valor)
Fonte: http://www.valoronline.com.br/online/eletrobras/4602/336309/lucro-da-eletrobras-cresce-762-no-trimestre
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2444 09/11/2008(Acompanhe BBAS3 / ITAU4)
Os brasileiros Itaú e Banco do Brasil estiveram no grupo de seis bancos que geriram a emissão de um empréstimo obrigacionista de 300 milhões de euros.
Da Redação
Lisboa - A Galp Energia, petrolífera portuguesa parceira da Petrobras, contratou um financiamento de 300 milhões de euros, através de um empréstimo obrigacionista que vence no prazo de quatro anos.
O empréstimo terá um primeiro reembolso de 50% no final do terceiro ano e os outros 50% são entregues no final do quarto ano. Neste financiamento, a Galp Energia pagará no primeiro cupão uma taxa de juro de 3,774%.
A emissão foi participada por um conjunto de seis bancos internacionais na qualidade de "managers", nomeadamente Citibank International, ING Belgium, Caixa D'Estalvis y Pensiones de Barcelona (La Caixa), Banco Español de Credito (Banesto), Banco Itaú Europa e BB Securities Limited (Banco do Brasil).
"O empréstimo obrigacionista enquadra‐se na estratégia de financiamento da Galp Energia e insere‐se no programa de financiamento do seu plano de investimentos", informou a petrolífera portuguesa em comunicado ao mercado.
Fonte: http://www.africa21digital.com/noticia.kmf?cod=10943737&canal=402
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2444 09/11/2008No Top 10 dos países a visitar em 2011, logo a seguir a Cabo Verde, aparecem ainda Panamá, Bulgária, Vanuatu, Itália, Tanzânia, Síria e Japão.
Praia - Cabo Verde e Brasil estão na lista dos 10 países a serem visitados em 2011. Na primeira indicação figura a Albânia. A relação está em uma reportagem publicada no Daily Telegraph. Nela, são ainda indicadas as 10 melhores regiões para visitar e as 10 melhores cidades do mundo para se conhecer.
Relativamente a Cabo Verde, a revista Lonely Planet´s escreve que “os cabo-verdianos há muito que conhecem o mundo, mas parece que só agora o mundo abre os olhos para Cabo Verde. O país parece ser nada mais do que um pedaço de terra, flutuando ao largo da costa de África, mas as ilhas começaram recentemente a captar a atenção de turistas europeus à busca de sol no inverno. Este crescente interesse internacional está a provocar mudanças no arquipélago".
O guia, lançado na terça-feira, chama ainda atenção para a região egípcia do Sinai como a melhor para viajar. Quando à escolha da Albânia como o primeiro país para visitar, o site justifica esta opção pelo facto do país ser uma das “últimas fronteiras inexploradas” embora o país corra o risco de sair desta condição rapidamente.
No Top 10 dos países a visitar em 2011, logo a seguir a Cabo Verde, aparecem ainda Panamá, Bulgária, Vanuatu, Itália, Tanzânia, Síria e Japão. As informações são do site ASemana.
Fonte: http://www.africa21digital.com/noticia.kmf?cod=10900063&indice=0&canal=406
Missão empresarial cearense vai buscar negócios na Feira Internacional de Cabo Verde
A FIC, considerada o maior evento do país africano, será realizada de 17 a 21 de novembro, na cidade da Praia.
Brasília - A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) estão organizando uma missão empresarial à 14ª Feira Internacional de Cabo Verde (FIC), que será realizada de 17 a 21 de novembro, na cidade da Praia.
O encontro é considerado o maior evento comercial internacional daquele país, segundo a Fiec. Com caráter multissetorial, congrega expositores de várias nacionalidades africanas e de Portugal, abrindo a possibilidade para a divulgação de produtos e serviços no sentido de estimular negócios, transferência de conhecimento e promoção de intercâmbio comercial.
A programação da missão marca a chegada para o dia 15. No dia seguinte, estão previstas visitas a empresas, lojas e supermercados da Praia. Na quarta-feira pela manhã, os interessados poderão acompanhar as atividades de preparação do espaço da missão na feira. A abertura oficial ocorre no período da tarde. O retorno ao Brasil será no dia 21.
Fonte: http://www.africa21digital.com/noticia.kmf?cod=10900063&indice=0&canal=406
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2444 09/11/2008Postado em 11/11/2010 às 01:56
O Elo chega com o plano de conquistar 15% do mercado- estimado em 100 milhões de cartões- em três anos. O HiperCard tem atualmente cerca de 14 milhões de plásticos e, segundo sinalizou recentemente o presidente da empresa, Ivo Vieitas, pode ser uma bandeira aberta a outros emissores. Com a parceria com a RedeCard, saltou de uma rede de aceitação de 470 mil estabelecimentos credenciados para a casa de um milhão de estabelecimentos, habilitando-se a ser uma bandeira de alcance nacional. De acordo com Vieitas, 50% do faturamento da bandeira já se dá fora do nordeste, onde nasceu e ganhou musculatura. Das cerca de sete bilhões de transações realizadas anualmente com cartões emitidos no Brasil, aproximadamente 95% são feitas dentro do país, estima o consultor Edson Santos (FOTO), da Co-Link, o que quer dizer que os plásticos não precisam ter, necessariamente, um selo internacional estampado. A cada operação realizada com cartões, os bancos pagam, em média, uma comissão de 0,12% às bandeiras, a título de royalty e é esse o custo que deixarão de ter com suas próprias bandeiras. Apesar disso, nenhum dos bancos envolvidos no projeto Elo demonstra intenção de trocar as bandeiras dos cartões que já estão com seus clientes. Pretendem atingir quem está fora do sistema bancário formal. Quando houver vencimento dos cartões, aí o Elo aparecerá como alternativa para o cliente. O diretor de uma instituição concorrente explica que a lógica de um desenho desses é ter dentro do negócio de cartões, um pedaço com rentabilidade diferenciada. A sua percepção é que o Elo terá, no mercado, o tamanho que seus emissores quiserem e que ele encontrará um público já com o aprendizado de crédito junto às redes de varejo, pelos carnês e private label.
Fonte: http://www.blogdopco.com.br/artigos.php?id=6854
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2444 09/11/2008A segurança do sistema financeiro vai aumentar. Os bancos, com a Bolsa de Valores e a Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos (Cetip), estão criando mais um sistema, desta vez voltado para o risco de mercado. Trata-se da Central de Exposição a Derivativos (CED), uma empresa privada sem fins lucrativos, na qual as instituições financeiras poderão consultar a posição total dos seus clientes nessa área, registrada na BM&FBovespa e na Cetip. A cerimônia oficial de lançamento acontecerá nesta quarta-feira, dia 17, mas a nova central de risco só deverá estar funcionando a todo vapor em dezembro.
Para Marcelo Maziero, diretor da Comissão de Tesouraria da Febraban e responsável pelo setor de derivativos do Itaú Unibanco, a ideia da criação da entidade surgiu a partir da crise financeira internacional. Foram operações com derivativos que levaram o mundo ao colapso a partir de 15 de setembro de 2008, quando o banco norte-americano Lehman Brothers quebrou.
Embora o Brasil não tenha sofrido como os demais países, ocorreram problemas isolados, de empresas que ficaram superexpostas e, por isso, enfrentaram grandes dificuldades. Os casos mais emblemáticos foram os da Sadia, que acabou sendo engolida pela Perdigão, e da Aracruz, absorvida pela Votorantim Celulose. “A Central contribuirá para minimizar os riscos das empresas que, ao fazerem um conjunto de operações com várias instituições, podem acabar se inviabilizando no futuro”, explica.
Rigidez
A nova entidade segue o modelo da Central de Risco de Crédito do Banco Central. Os bancos só poderão consultar a posição em derivativos dos seus clientes se forem autorizados por eles. As informações individualizadas, ou seja, que cada instituição financeira faz com seu cliente, já estão devidamente registradas na Bolsa e na Cetip. A diferença, com a CED, é que, quando o cliente permitir, o banco acessará no novo sistema a posição total, com todo o sistema financeiro. A análise de risco, portanto, será feita com base na exposição que as empresas têm no mercado e não de operações individualizadas.
Maziero diz que não são só os bancos que fazem operações de derivativos que se interessarão pela nova central. A expectativa é de que as instituições que ofertam crédito no mercado também façam a adesão necessária à nova entidade. Elas têm interesse em saber como está a saúde do caixa das empresas que pegam empréstimos. O regulamento da Febraban é bastante rígido quanto às normas de segurança. Quem aderir à CED tem que cumprir uma série de compromissos para garantir o sigilo bancário das operações e evitar vazamentos.
Benefícios
As empresas, segundo Maziero, também serão beneficiadas com a nova central de risco, principalmente as médias e pequenas que exportam, mas não possuem escala para ter uma equipe de gestão de risco. “As companhias vão se beneficiar da experiência dos bancos nessa área, pois passarão a contar com uma gestão financeira na análise dessas operações”, observa.
As operações de derivativos não são novidades no mercado brasileiro. Os contratos com esses ativos são amplamente negociadas aqui e têm como objetivo principal a proteção das empresas ao risco cambial. Na crise de 2008, informa a Febraban, ficou clara a necessidade de maior transparência nessas operações.
No entender de Maziero, a CED é um passo a mais, uma vez que o Brasil possui um mercado de derivativos com um nível de transparência bem maior do que o observado no mercado internacional. “Os derivativos negociados no mercado doméstico são registrados na bolsa e na Cetip, o que permite às autoridades acesso direto às posições consolidadas de cada um”, explica.
O efeito colateral da nova central de risco, no entanto, pode ir na contramão do que quer o governo com relação ao ingresso de moeda estrangeira no país. Para Maziero, a nova central aumentará a transparência e a segurança das operações, o investidor estrangeiro ficará mais tranquilo para ampliar as aplicações no país, ajudando a empurrar os preços do dólar ladeira abaixo.
Fonte:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2010/11/14/internas_economia,223066/bancos-e-bolsa-lancam-central-para-transparencia-a-operacoes-com-derivativo.shtml
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2444 09/11/2008Jorge Freitas - Especial para o Correio
Ainda falta um mês e meio para o Natal, mas os comerciantes já refazem as contas e preveem o melhor fim de ano em pelo menos uma década. Na avaliação dos empresários, com o aumento do poder de compra da população, devido aos ganhos salariais, à maior oferta de emprego e à expansão do crédito, é possível apostar em vendas recordes. Na média, os projeções apontam para faturamento 12% maior do que o registrado no Natal de 2009. Há, porém, os que projetam um salto de até 20%.
Tais expectativas foram consolidadas ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O comércio registrou, em setembro, avanço de 0,4% sobre agosto deste ano e de 11,8% ante o mesmo período de 2009 — o maior aumento nessa comparação desde 2001. Foi o quinto mês consecutivo de crescimento nas vendas. O momento está tão favorável para o varejo, que os consumidores mais precavidos já estão antecipando as suas compras de fim de ano para garantir preços menores e maior variedade de produtos.
Que o diga a servidora pública Antonia Silva, 36 anos. Ela já está formando o estoque natalino, pesquisando preços em vários shopping centers. A ordem é arrematar os presentes da família com antecedência para não gastar demais. “Procuro os produtos com o melhor valor e adoro as promoções. Meu filho já sabe o que quer”, disse. Com cinco anos de idade, Antonio Silva, pediu à mãe um notebook.
A demanda está diversificada: calçados, roupas, aparelhos de televisão, computadores e telefone celular. Esses produtos, por sinal, deverão liderar a relação dos mais vendidos, segundo a estimativa do diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Allshhop), Luiz Augusto Ildefonso da Silva.
Kadu Santana, gerente de uma loja de roupas, prevê crescimento de 15% nas vendas e prepara promoções com até 70% de desconto. Para tanto, deverá dobrar o número de vendedores. “Temos 10 pessoas na nossa equipe hoje. Na semana do Natal, precisaremos de pelo menos mais 10”, afirmou.
Inflação
Segundo Reinaldo Silva, economista do IBGE, em setembro, as vendas do varejos foram puxadas, sobretudo, pelos setores de informática e comunicação. “Com os preços corrigidos abaixo da inflação, os computadores e os celulares serão destaque no Natal, porque estão incorporados à rotina da população brasileira”, afirmou. “Os dados do IBGE confiram o que estamos vendo em nossas lojas”, acrescentou João Marcos Mesquita, gerente de Marketing do Conjunto Nacional. “Temos um polo de eletroeletrônicos que responde por 50 % das vendas desses produtos no Distrito Federal”, frisou.
Para o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas Gomes, a animação dos consumidores neste ano reproduzirá, com mais entusiasmo, natais emblemáticos, como os de 1994 e 1995, quando a forte queda da inflação e o dólar cotado a menos de R$ 1 inundaram a casa dos brasileiros de importados e de produtos antes impensáveis na cesta da classe média. “Vemos, neste momento, uma conjunção de fatores favoráveis que farão deste Natal uma festa de preços baixos”, disse.
Fonte:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2010/11/13/internas_economia,222979/comercio-registra-em-setembro-o-quinto-mes-seguido-de-alta-nas-vendas.shtml
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2444 09/11/2008Empresa de Eike Batista pode vender participação na Bacia de Campos e impulsionar os papéis em bolsa
São Paulo – Em relatório divulgado nesta sexta-feira (12), o Santander relaciona cinco motivos para acreditar no potencial das ações da OGX (OGXP3) e nos benefícios da venda de parte da unidade de Campos. Para o analista Christian Audi, não há motivos para a recente desvalorização dos papéis após o pico de 23,10 reais ter sido atingido no dia 15 de outubro.
De lá pra cá, as ações ordinárias da OGX perdem para o Ibovespa (-10%) e para a Petrobras (-14%). As ações ordinárias da empresa de petróleo de Eike Batista acumulam uma queda de aproximadamente 8% nesta semana, vendidos próximos a 21 reais. O banco está confiante nas perspectivas para as ações e indica a compra, com um preço-alvo de 33 reais.
Confira a seguir os 5 motivos listados pelo Santander que justificam a oportunidade:
1 – Não preste atenção aos rumores de atraso na venda
Para o Santander, as preocupações do mercado sobre a demora em alienar entre 20% e 30% das áreas na bacia de Campos são infundadas. Audi lembra que o processo iniciado em abril deste ano poderia demorar entre 9 a 12 meses até a conclusão, conforme prometido pela empresa. Desta forma, a venda poderia ocorrer até o final do primeiro trimestre. “Dado que a companhia não tem uma necessidade urgente de capital e nem pressão financeira, caso a venda demore entre 1 e 3 meses a mais do que março de 2011 para segurar um preço mais alto, a administração estaria tomando a melhor decisão em esperar”, diz o analista.
2 – Preço da venda ainda não está na ação
Christian Audi também destaca que o valor da venda de parte da OGX Campos não está totalmente refletido na cotação das ações. A atual cotação dos papéis reflete apenas um valor entre 4 e 6 dólares o barril de óleo equivalente, explica o banco.
3 – Oportunidade na diferença com o valor de venda
O relatório destaca que a perspectiva de negociação da participação da OGX deve proporcionar uma forte valorização para as ações caso ela seja feita acima do refletido atualmente nos preços. “Considerando a alta qualidade dos ativos da OGX Campos e o crescente interesse no petróleo e gás do Brasil, e o valuation recente das transações de petróleo e gás, acreditamos que a companhia possa vender sua área de Campos por um preço maior que o precificado hoje”. Segundo ele, caso leve-se em consideração a metade do intervalo de preços (10 dólares) das fusões e aquisições recentes no Brasil (entre 6 e 15 dólares), o potencial de alta para as ações entre 42% e 107%.
4 – Os chineses estão famintos
Para Audi, apesar de muitas empresas terem mostrado interesse nos ativos da OGX Campos, os chineses estão entre os mais capazes de ter um acesso significante de capital, e os que mais desejam assegurar o acesso às reservas de petróleo e gás, como o ilustrado pelas suas recentes aquisições ao redor do mundo.
5 – Atraso no início da produção
Por fim, o anúncio de que a empresa agora só irá anunciar a produção em meados de 2011 contra a expectativa anterior de iniciar a retirada de óleo no começo do ano, não é um problema para a OGX. De acordo com o Santander, a prorrogação do prazo para meados do ano que vem já estava no modelo de avaliação do banco e, além disso, como a quantia de óleo extraída será bastante limitada (7 mil barris de óleo equivalente por dia, em média) o impacto para a projeção de fluxo de caixa da empresa é limitado.
Fonte: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/santander-5-razoes-para-comprar-as-acoes-da-ogx-petroleo
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2444 09/11/2008"Como o apresentador Silvio Santos soube que o empresário financeiro Silvio Santos estava em apuros?
Era o dia 11 de setembro, um sábado de gravação como outro qualquer. Em um dos intervalos me entregaram um telefone celular e disseram que era urgente. Pensei nas minhas filhas. Elas estavam viajando, e fiquei preocupado. Não eram elas. Era o presidente da holding. Ah não...! Em sábado de gravação não falo sobre questões empresariais. Mandei-o ligar depois. Bem, era a questão do PanAmericano. Disseram-me que o Banco Central já estava trabalhando lá dentro fazia três semanas e que tinha sido encontrado um rombo contábil bilionário. Foi um baita susto. Como o Banco Central estava havia três semanas em meu banco e não me informam de nada? E as auditorias que davam tudo como perfeito? A Deloitte, a KPMG e os analistas do Banco Fator, que fizeram uma avaliação do PanAmericano, nada encontraram. Como acionista, eu recebo relatório mensal sobre o banco, o RGA, e não havia o menor sinalde irregularidade."
Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/silvio-santos-vou-adiar-o-plano-de-aposentadoria
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siriaco
2444 09/11/2008Receita Bruta de 18,3%, EBITDA Recorrente de R$ 39 milhões
(crescimento de 88%) e Margem EBITDA de 20%. (Acompanhe EUCA4)
Destaques
» A Receita Líquida atingiu R$ 198,9 milhões no 3T10, crescimento de 18% em relação ao 3T09;
» EBITDA RECORRENTE de R$ 39,4 milhões contra, R$ 20,9 milhões no
3T09, crescimento de 89%. Margem EBITDA de 19,8% no 3T10 contra, 12,4% no 3T09 aumento de 7,5 p.p.;
» No 3T10, crescimento nos volumes de Pisos Laminados e Tintas Imobiliárias,
de 29% e 13%, respectivamente. Já no acumulado, esses percentuais foram 41% em Pisos, 13% em Tintas e 10% em Chapas de Fibra;
» Margem Bruta de 37,7% no 3T10, aumento de 7 p.p. com relação à igual período de 2009; e
» Início da produção da nova linha de T-HDF/MDF em outubro/2010.
Fonte: http://www.mzcenter.com.br/Arquivos/324381.pdf
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danilorz
73 29/06/2010Convido vocês a participarem do tópico Operações e Dúvidas com Forex http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb_id=11&id=973511&from=601#first_article_divider afim de discutirmos assuntos Econômicos Nacionais e Internacionais e estratégias operacionais. Ao menos dêem uma olhada e opinem
(Peço à vocês que não usem tópicos ofencivos)
Muito obrigado,
Danilo.
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siriaco
2444 09/11/2008SÃO PAULO (Reuters) - A Brasil Foods, maior exportadora global de carne de aves, negocia com clientes no exterior aumentos nos preços de entre 10% e 15% em dólar, disse o presidente executivo, José Antonio do Prado Fay.
A empresa busca repassar para os preços os aumentos nos custos de produção, principalmente devido à elevação nos valores internacionais dos grãos, matéria-prima para a ração animal.
Fay afirmou a jornalistas, analistas e investidores, durante reunião nesta terça-feira, que a situação de abastecimento de frango em importantes países consumidores é favorável à empresa no momento.
"Os países não estão estocados em frango. Isso é bom para o repasse de preços", disse.
A companhia, principal processadora de aves e suínos no Brasil, vê uma demanda firme no mercado exportador apesar das elevações de preços.
A Brasil Foods divulgou na última sexta-feira resultados financeiros do terceiro trimestre, tendo registrado lucro líquido de R$ 189,7 milhões, queda de 10% em relação a igual período em 2009.
O diretor financeiro Leopoldo Saboya afirmou que os preços dos grãos têm subido em maior ritmo fora do Brasil do que localmente, o que acaba sendo um fator postivo para a companhia, que ganha competitividade.
Após as quedas nos preços das commodities seguindo a crise econômica iniciada em 2008, os valores dos principais produtos subiram muito nas últimas semanas e estão praticamente nos mesmos níveis de há dois anos.
A situação começa a preocupar alguns países, do ponto de vista de inflação, e suscita novos debates sobre uma eventual crise de alimentos.
Fonte: Reuters/Brasil Online
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/11/16/brasil-foods-negocia-aumentos-de-10-15-com-clientes-923029357.asp
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2444 09/11/2008Valor Econômico - 16/11/2010
A Petrobras anunciou que aprovou a assinatura de um termo de compromisso de associação com Camargo Correa Óleo e Gás, Copersucar, Cosan, Odebrecht Transport Participações (OTP) e Uniduto Logística para formar uma empresa fechada de capital autorizado para o desenvolvimento, construção e operação de um sistema logístico multimodal para transporte e armazenagem de líquidos, sobretudo etanol.
O acordo é resultado de estudos preliminares da PMCC Soluções Logísticas de Etanol, que tem como acionistas Petrobras, Camargo Correa, Uniduto e OTP, visando à implementação de um único projeto de transporte e armazenagem de etanol. O capital social inicial da nova companhia será de R$ 100 milhões, composto exclusivamente por ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal. Copersucar, Cosan, OTP e Petrobras terão 20% de participação cada, enquanto Camargo Correa e Uniduto terão fatias de 10%.
"As partes estudarão o modelo societário e fiscal mais adequado e definirão em 60 dias a forma mais eficiente de associação, garantindo a continuidade dos projetos que estão sendo conduzidos pela PMCC. A associação será efetuada através de uma nova sociedade ou através da PMCC com a incorporação dos novos sócios", diz nota da Petrobras.
Fonte:
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/11/16/uniao-de-forcas-para-alcoolduto-e-confirmada
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2444 09/11/2008Valor Econômico - 16/11/2010
De forma semelhante ao setor metalúrgico, segmentos como o de eletroeletrônicos e o de produtos químicos estão entre os que mais têm contribuído para o déficit da balança comercial da indústria. Os dois segmentos ampliaram este ano o saldo negativo já apresentado em 2009.
Com um déficit ampliado dos US$ 7,2 bilhões de janeiro a setembro do ano passado para US$ 12,9 bilhões nos nove primeiros meses deste ano, o setor elétrico, eletrônico e de comunicações tem desembarcado predominantes insumos e bens intermediários. Segundo levantamento da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), os principais produtos importados são circuitos impressos, partes para aparelhos receptores de radiodifusão e televisão, microprocessadores montados e partes para aparelhos de telefonia. A importação de partes para aparelhos de televisão mais do que triplicaram, com aumento de US$ 592,3 milhões de janeiro a setembro de 2009 para US$ 2 bilhões nos primeiros três trimestres deste ano. No mesmo período os desembarques de circuitos impressos aumentaram 35,7% e a de microprocessadores montados, 43,3%.
Além do crescimento das importações, a estagnação das exportações do setor ajuda a elevar o déficit da balança comercial. As vendas ao exterior do segmento chegaram a cair 1,5% de janeiro a setembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Uma das maiores quedas nas exportações fica por conta dos aparelhos de celular. Com a concorrência dos asiáticos, fabricantes brasileiros chegam a perder a disputa em mercados da América Latina. A redução nos embarques de celular foi de 26,6%.
O setor químico foi outro que ampliou seu saldo negativo comercial, com déficit de US$ 8,04 bilhões de janeiro a setembro deste ano. No mesmo período do ano passado foram US$ 7,2 bilhões.
Em parte do setor, porém, as possibilidades abertas de expansão do mercado fizeram algumas empresas investir em aumento de capacidade, o que melhorou a competitividade com os importados. Anibal do Vale, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor), conta que em 2008 e 2009 a indústria de soda cáustica teve ampliação de capacidade equivalente a 150 mil toneladas ao ano, o que significa aumento de 14%. Hoje, diz ele, o setor está com 89% de nível de utilização da capacidade, a mesma taxa de 2008. Naquele ano, porém, o setor ainda não contava com a ampliação recente.
A ampliação de capacidade, diz Vale, tem dado competitividade ao setor. Segundo a Abiclor, as importações de soda cáustica aumentaram 14,6% de janeiro a setembro de 2010, na comparação com os primeiros nove meses do ano passado. No mesmo período, o crescimento da produção nacional foi de 3,4%. O nível de importações, porém, não preocupa o setor, diz Vale.
Fonte:
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/11/16/setores-eletroeletronico-e-quimico-ampliam-compras
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2444 09/11/2008Para jornal, reservas do pré-sal levaram a 'ascensão meteórica'
A Petrobras quer se tornar a maior produtora mundial de petróleo de capital aberto até 2015, segundo afirma o diretor financeiro da companhia em uma entrevista publicada pelo diário britânico The Guardian nesta terça-feira.
Segundo Almir Guilherme Barbassa, a companhia pretende mais do que dobrar sua produção na próxima década, para 5,4 milhões de barris de petróleo e gás por dia.
Na reportagem de página inteira, intitulada "Petroleiros do Brasil destinados a dominar", o jornal observa que a série de descobertas de reservas de petróleo na camada pré-sal "transformaram a sorte da companhia e catapultaram o Brasil em um dos líderes em energia e um dos motores econômicos mundiais".
Segundo afirma Barbassa ao jornal, a Petrobras será uma das maiores beneficiárias da legislação brasileira que dá à empresa uma parcela mínima de 30% sobre cada nova reserva descoberta, além do controle sobre os novos projetos.
O Guardian observa que isso significa que as grandes petroleiras privadas mundiais, como BP, Shell e ExxonMobil, "terão que ficar em segundo plano atrás da Petrobras pelo acesso às vastas reservas brasileiras".
Fonte:
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2010/11/16/petrobras-esta-destinada-a-dominar-setor-afirma-the-guardian.jhtm
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2444 09/11/2008RIO - A MMX e a Usiminas fecharam um acordo para a exploração da mina de minério de ferro Pau de Vinho, na região de Itaúna, em Minas Gerais. A mineradora de Eike Batista vai realizar a exploração da mina e pagar trimestralmente à Usiminas, com 13,5% da produção, pelo leasing do local. O acordo prevê ainda a utilização do Porto Sudeste, de outra subsidiária de Eike Batista, a LLX, para o escoamento da produção.
A MMX vai ser responsável, portanto, pelo licenciamento, pelo investimento financeiro e pela operação. No entanto, não haverá pagamento em dinheiro pela exploração, apenas com parte da produção. A meta de produção é de 8 milhões de toneladas anuais.
De acordo com o diretor de Relações com Investidores da MMX, Roger Downey, não é possível prever ainda qual será o investimento da companhia na área. Mas ele acredita que não será muito grande, já que a mina fica em região vizinha a uma área explorada pela MMX, que poderá utilizar-se de parte da frota existente. Ambas as minas ficam na região de Serra Azul, no Quadrilátero Ferrífero, em Minas.
"Estamos muito no início com Pau de Vinho, mas, em termos de investimento, imaginamos que ele está realmente vizinho à operação atual da MMX. Vamos trabalhar para uma nova planta de 24 milhões de toneladas. Podemos comprar parte, desafogar a região para expandirmos a produção. O investimento certamente será mais baixo do que se fôssemos começar uma operação do zero", explicou.
O diretor disse que não será preciso duplicar a frota, nem as plantas, apenas adaptá-las a partir do plano original de expansão. A frota será administrada como uma só para toda a operação.
A Mina Pau de Vinho tem recursos minerais suficientes para produção de 8 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. Os recursos totais estimados na mina são de 800 milhões de toneladas.
A região está conectada ao Superporto Sudeste através da MRS Logística. O porto já está licenciado para 50 milhões de toneladas por ano e, segundo Downey, sua capacidade poderá ser elevada para 100 milhões.
O acordo firmado na segunda-feira deverá ter contrato assinado somente no início do próximo ano. A expectativa é de que os embarques de minério comecem no primeiro trimestre de 2012. No primeiro ano, deverão ser embarcadas 3 milhões de toneladas, que crescerão constantemente até chegar aos 12 milhões de toneladas em 2016.
O acordo será fechado até o ano de 2016, podendo ser renovado, contanto que respeitado um prazo de 24 meses para a renovação.
O diretor de RI da MMX afirmou que a Unidade Serra Azul precisa ser operada em primeiro lugar, mas isso poderá ser feito de forma integrada. "A possibilidade de expansão do Super Porto faz com que possamos pensar em Serra Azul, em parceria com outras mineradoras, ou através de aquisições, vamos levar Serra Azul a 100 milhões de toneladas por ano", disse, em teleconferência a analistas.
Os direitos minerários da mina de Pau de Vinho pertencem à Mineração Usiminas, criada há menos de um ano. A holding anunciou, na última sexta-feira que a empresa receberá investimentos de R$ 550 milhões na primeira fase da elevação da capacidade produtiva.
(Juliana Ennes | Valor)
Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2010/11/16/usiminas-e-mmx-fecham-parceria-para-explorar-mina-de-ferro.jhtm
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2444 09/11/2008SÃO PAULO – Depois de divulgar seus resultados trimestrais na última sexta-feira, as ações do frigorífico Minerva (BEEF3) operam com alta de 0,80%, cotadas a R$ 6,30, e são um dos destaques do pregão desta terça-feira (16).
No terceiro trimestre de 2010, a empresa teve receita líquida recorde de R$ 909,9 milhões, Ebitda (geração operacional de caixa) de R$ 60,9 milhões e lucro líquido de R$ 19,8 milhões.
Resultados superam expectativas
Para o analista Rafael Cintra, da Link Invstimentos, o resultado é positivo, com destaque para o “excelente desempenho da Divisão Carnes no mercado interno”. Esse fator teria contribuído para que o Minerva obtivesse o resultado recorde da receita líquida. A recomendação foi mantida outperform – performance acima da média do mercado.
Na mesma linha, para as analistas Juliana Rozenbaum e Francine Martins, do Itaú BBA, os resultados foram positivos e superaram as expectativas, “graças à redução menor que a esperada da margem Ebitda”. Entretanto, nenhuma alteração foi promovida na recomendação – market-perform, desempenho em linha com o mercado – e no preço-alvo, que é de R$ 8,50, upside (potencial teórico de valorização) de 36% em relação ao último fechamento.
Impactos do câmbio e do ciclo do gado
Já na visão dos analistas Carlos Albano e Marcio Kawassaki, do Citigroup, os resultados foram impactados pela apreciação do real frente ao dólar, que afetou negativamente as receitas de exportações, aliado ao contínuo aumento dos preços do gado no Brasil.
Segundo os analistas do Citi, esses fatores devem continuar pressionando as margens nos próximos trimestres. Não vendo nenhum ponto que possa alterar essa situação no curto prazo, a recomendação permanece como "manutenção", com preço-alvo de R$ 9,30, upside de 48,8% em relação ao último fechamento.
Fonte:
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1986149&path=/investimentos/
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2444 09/11/2008Resumo dos Dados da Companhia Recebidos
Legislacao Societaria
Descricao Notas
Nome de Pregao PETTENATI ( 1 )
Periodo 3M Data Encerramento 30/09/2010
Patrimonio Liquido 98.372.617 Receita Liquida 61.944.584 Resultado Bruto 10.281.776 Receita (Despesa) Financeira Liquida 457.579 Resultado da Equivalencia Patrimonial (2.206.403) Resultado Operacional 651.859 Lucro (Prejuizo) Liquido (361.997) Numero de Acoes, Ex-Tesouraria ( Unidad 12.011.622
Lucro (Prejuizo) por Acao - LPA (0,03014) Valor Patrimonial da Acao - VPA 8,18979
Notas (1) Valores expressos em R$
Fonte: http://br.advfn.com/noticias/Pettenati-ptnt-Demonstracao-Financeira-30-09-20_45258527.html
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2444 09/11/2008Resumo dos Dados Consolidados Recebidos
R$ Mil Legislacao Societaria
Descricao Notas
Nome de Pregao COPASA ( 1 )
Periodo 9M
Data Encerramento 30/09/2010
Patrimonio Liquido 3.927.316
Receita Liquida 2.406.669
Resultado Bruto 910.411
Receita (Despesa) Financeira Liquida (174.130)
Resultado da Equivalencia Patrimonial
Resultado Operacional 354.172
Lucro (Prejuizo) Liquido 353.250
Numero de Acoes, Ex-Tesouraria ( Mil ) 114.929
Lucro (Prejuizo) por Acao - LPA 3,07364
Valor Patrimonial da Acao - VPA 34,17167
Fonte: Bovespa