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marcosmlcg
762 30/11/2007Dez anos depois do lançamento do Proes - programa de socorro financeiro aos bancos estaduais que consumiu R$ 62 bilhões dos cofres públicos para sanear essas instituições -, as recentes denúncias de desvio de dinheiro envolvendo o Banco de Brasília (BRB) e a Nossa Caixa mostram que a ingerência política não acabou e reacenderam na área econômica o movimento pela privatização desses bancos.
A tese, porém, esbarra no PT, que sempre foi contra a privatização. Na contramão dessa corrente, inclusive, o partido e as demais siglas aliadas ao governo têm conseguido aumentar o loteamento das instituições controladas diretamente pela União, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. A repolitização dos bancos federais gera insatisfações entre os servidores concursados.
No BB, um grupo de funcionários enviou uma carta anônima ao ministro Guido Mantega (Fazenda) pedindo que ele revisse a indicação de Milton Luciano dos Santos para a vice-presidência de Varejo e Distribuição - atribuída ao presidente do PT, Ricardo Berzoini.
Ele foi condenado a dois anos de prisão por uma operação de crédito feita em 1991 e considerada irregular, mas a pena foi substituída por trabalho comunitário e, em seguida, suspensa porque o crime já havia prescrito. Mantega não se manifestou sobre o assunto, e o BB considera o caso encerrado.
Na Caixa, a disputa política extrapolou as indicações dos nomes e chegou às atribuições de cada um para evitar fortalecimento de alguns aliados e enfraquecimento de outros.
Enquanto nos bancos federais a preocupação é que o loteamento político abra espaço para maior ingerência do controlador a ponto de comprometer o resultado da instituição ou, ainda, favorecer aliados, nos bancos estaduais a situação está mais avançada.
No BRB, graças às relações com o ex-presidente da instituição Tarcísio Franklin de Moura, o ex-governador Joaquim Roriz conseguiu descontar um cheque de R$ 2,23 milhões do BB. Um esquema desvendado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Distrito Federal desviava recursos do banco por meio de contratos sem licitação com a Asbace, a associação dos bancos. O Ministério Público investiga esquema parecido no paulista Nossa Caixa.
Depois do escândalo, o governador do DF, José Roberto Arruda, foi negociar com o Banco Central a venda do BRB. O banco é um dos seis que permaneceram sob controle estadual depois da onda de intervenções, liquidações e privatizações desencadeada com o Proes, a partir de 1997, e foi o único que, na época, não recebeu dinheiro do governo federal para ser saneado.
A proposta inicial do governador do DF era transformar o BRB num banco de fomento para financiar investimentos no Centro-Oeste. O BC, no entanto, não vê com simpatia essa idéia e prefere a venda. O tema é considerado delicado no governo porque mexe com bandeiras do PT. Na Fazenda, alguns secretários preferem a privatização dos bancos estaduais remanescentes, mas temem a repercussão negativa.
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marcosmlcg
762 30/11/2007opiniao@pstu.org.br
Edição nº 240 De 10 a 16 de novembro de 2005
Nacional
Parte do mensalão foi desviada do Banco do Brasil
Depois de elogios a Lula, oposição de direita recua de ataques ao governo
Diego Cruz
da redação
Outros textos deste(a) autor(a)
• Diante de farta evidência acumulada nesses 150 dias de crise, a CPI dos Correios foi obrigada a reconhecer o que todos já sabiam: os recursos utilizados para pagar o mensalão foram desviados dos cofres públicos. A denúncia, com tom de reconhecimento, partiu, no último 3 de novembro, do relator da Comissão de Inquérito, o deputado Osmar Serraglio (PMDB). Só após mais de cinco meses de investigação, com provas e evidências surgindo quase diariamente, a CPI resolveu evitar maior desmoralização e desmentiu a versão de que o caixa 2 do PT viria de empréstimos bancários contraídos por Marcos Valério.
Os documentos apresentados pela CPI desmontam a farsa articulada entre o Planalto, o PT e Marcos Valério, segundo a qual toda a crise política se resumiria no financiamento ilegal de campanhas eleitorais. De acordo com documentos bancários, pelo menos R$ 10 milhões dos recursos distribuídos pelo operador do mensalão, Marcos Valério, foram desviados do Banco do Brasil. A revelação joga uma pá de cal na tese dos empréstimos supostamente firmados por Valério junto ao BMG, argumento que nem mesmo a recém-falecida velhinha de Taubaté poderia acreditar.
BB: Nem parece Banco
O esquema do assalto petista ao dinheiro público era realizado por uma movimentação financeira envolvendo a empresa Visanet, o Banco do Brasil, o BMG e as empresas de Marcos Valério. De acordo com a CPI, a empresa de cartão de crédito Visanet, ligada ao BB, repassou R$ 35 milhões para a conta da DNA.
Um mês depois, a DNA repassa R$ 10 milhões para uma conta do BMG, cujo favorecido era o próprio banco. Quatro dias depois, o BMG realizava um empréstimo com a mesma cifra para uma empresa que tinha Marcos Valério como sócio. Esses são os recursos que, segundo o empresário, foram repassados ao PT. O responsável pela liberação deles teria sido o então diretor de marketing do banco, Henrique Pizzolato, ex-diretor da Previ e um dos principais arrecadadores da campanha eleitoral de Lula.
Em oito meses, o governo Lula repassou cerca de R$ 73 milhões do Banco do Brasil para a DNA, que seriam pagamentos adiantados de serviços. Essa é apenas a ponta do iceberg do mensalão. Além dos Correios, o envolvimento dos fundos de pensão e demais estatais no esquema de desvio continua nebuloso.
Farinha do mesmo saco
As investigações não se aprofundarão na descoberta de todas as fontes do mensalão. Até porque isso implicaria no envolvimento de praticamente todos os partidos de direita. Denúncia publicada pela revista Carta Capital atesta que o esquema de desvio de dinheiro público pelas agências do empresário mineiro não começou no governo Lula, mas já funcionava no governo tucano. Contratos fraudados no governo FHC teriam garantido à empresa de Marcos Valério, a SMPB, cerca de R$ 40 milhões (valores atualizados), entre pagamentos sem comprovação, fraudes e superfaturamento. Destes, pelo menos R$ 10 milhões teriam ido direto para a campanha do então candidato a governador pelo estado de Minas em 98, Eduardo Azeredo (ex-líder do PSDB).
Enquanto a oposição de direita insiste na denúncia estapafúrdia dos dólares supostamente enviados por Fidel em garrafas de rum à campanha do PT, o governo Lula, tendo à frente o Ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, barra qualquer tentativa de aprofundamento das investigações, como por exemplo sobre a origem dos recursos mandados para Duda Mendonça no exterior. Já na Câmara, o “comunista” Aldo Rebelo coordena a pizza e trabalha para que a crise se estabilize.
Direita: oposição para americano ver
Na semana em que Bush veio conferir de perto a performance de seu quintal, a oposição de direita tentou elevar o tom do discurso e cogitou até mesmo impeachment, palavra sempre utilizada com a máxima precaução. Mas, como desde o início da crise, o discurso de PSDB e PFL não passa de oposição para americano ver. Alegando ser vítima de grampos telefônicos e arapongagem do Planalto, o líder tucano Arthur Virgílio chegou a afirmar que daria uma “surra” em Lula. O deputado ACM Neto, cuja família entende muito bem de grampos, foi na onda e elevou os ataques ao governo.
No entanto, à medida que se agravam as denúncias, as provas aparecem e o governo se vê mais encurralado, nos bastidores do Congresso o acordão avança sem maiores problemas. O processo de cassação de José Dirceu, apesar da CPI ter aprovado o relatório sugerindo o fim do mandato, se arrasta há meses. Já o caso do deputado Sandro Mabel (PL) é ainda mais estarrecedor. O relatório aprovado por unanimidade pelo Conselho de Ética da Câmara defende simplesmente o arquivamento do caso. Os 14 integrantes do Conselho, parlamentares do PSDB, PFL, PMDB e até mesmo do P-SOL (Chico Alencar e Orlando Fantazzini) ignoraram as denúncias contra Mabel, que coordenou a distribuição do mensalão entre o PL e o PP, e votaram pela sua absolvição.
Portanto, a verborragia da direita pretende apenas desgastar Lula até 2006, sem sobressaltos. E, após Bush tecer rasgados elogios ao governo brasileiro, PSDB, PFL e até mesmo a Ordem dos Advogados do Brasil, recuaram no discurso e descartaram a possibilidade de impeachment. Na verdade, fazem o que o chefe mandou.
Fora todos!
Por isso, o PSTU defende o “Fora Todos”. As instituições da democracia burguesa desgastam-se a cada novo escândalo. É preciso, mais do que nunca, repetir e intensificar as mobilizações contra o governo e o Congresso corruptos, construindo nas ruas uma alternativa de poder a esse regime dos ricos.
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marcosmlcg
762 30/11/2007MP abre linha de investigação no caso Toninho do PT
por Claudio Julio Tognolli
O Ministério Público de São Paulo passou a buscar uma nova pista no assassinato do então prefeito de Campinas, Antonio da Costa Santos, o Toninho do PT. Ele foi morto em setembro de 2001 quando dirigia seu carro, perto de um shopping da cidade. Na última terça-feira (8/11), Roseana Morais Garcia, a viúva de Toninho, sustentou, em depoimento prestado na CPI dos Bingos, que o marido, quando estava à frente da prefeitura de Campinas "contrariou pelo menos 11 setores com negócios no município".
Agora o MP procura saber se é verdade ou não que dois empresários do setor de jogos teriam ameaçado de morte Toninho do PT por ele supostamente ter vetado as casas de jogos na cidade de Campinas. A ameaça teria sido ouvida por um garçom que confirmou a parlamentares a informação.
Os nomes desses dois empresários aparecem em conexões surgidas nas investigações que o MP promove a partir dos depoimentos prestados por Rogério Buratti, dentro de uma negociação para delação premiada. A revista IstoÉ Dinheiro, na edição deste final de semana, estabelece os laços de uma suposta conexão angolana revelada por Buratti. Buratti contou que quando era executivo da Leão Leão, concessionária de coleta de lixo de Ribeirão Preto na épcoa em que o ministro Antonio Palocci foi prefeito da cidade, viajou a Angola com o propósito de vender os serviços da empresa. Não deu certo.
Segundo a revista, Buratti se estendeu também em revelar as atividades dos portugueses “Caio” e “Vadinho”. Além de fabricar máquinas caça-níqueis no Brasil, seriam donos de mina de diamantes em Angola, teriam negócios no México e nos Estados Unidos e manteriam residência em Miami. Chegados ao Brasil há mais de 20 anos, a dupla possui luxos como jato executivo, iate e mansão em Angra dos Reis e companhia constante de belas mulheres. Segundo a revista "Caio e Vadim entraram no ramo dos jogos montando a primeira indústria de máquinas caça níqueis do País, a Fabama. A pedido da CPI dos Bingos, desde a terça-feira 8 a Polícia Federal procura os dois portugueses. No dia 12 de outubro, o senador Aelton Freitas (PL-MG) apresentou requerimento para que eles sejam ouvidos pela CPI".
A reportagem da IstoÉ segue com as revelações do ex-secretário de Buratti. Segundo a revista "em suas conversas ao telefone, grampeadas com autorização judicial, Buratti falava muito de negócios no governo com um certo Rodrigo. O promotor Aroldo quis saber de quem se tratava. Burati então revelou que era Rodrigo Cavallieri, dono da MC Consulting, com sede em Belo Horizonte. Eles se conheceram quando Rodrigo prestou consultoria para a Leão Leão, em julho de 2003, quando Buratti era diretor — e acabaram amigos. Ano passado começaram a trabalhar juntos para "acelerar" a liberação dos empréstimos, segundo o verbo usado por Burati.
Segundo a revista, "a MC fechou contratos com os Estados de Sergipe, Ceará e Distrito Federal. Também fechou com as prefeituras de Belo Horizonte, Recife, Joinville e Betim. Burati tentou convencer o promotor de que ele e Rodrigo não teriam praticado qualquer irregularidade, mas apenas feito lobby legal.
IstoÉ Dinheiro revela que “Burati apontou dois casos que deveriam ser investigados. Um diz respeito a um empréstimo de US$ 140 milhões para a prefeitura de Manaus. "Esse é do José Dirceu", disse Burati. Outro é um empréstimo de R$... para Goiânia. "Esse é do Palocci", disse. No governo Lula, a Cofiex já aprovou o aval federal para 169 empréstimos externos. Por coincidência, somente dois foram aprovados sem passar pelo exame (e voto) dos 10 conselheiros da Cofiex: Manaus e Goiânia".
A publicação revela que Burati também disse ao promotor quem seria um outro amigo, o Bill, que aparece muito nos grampos telefônicos. "Trata-se do executivo Jorge Iazigi, que foi diretor da Leão Leão, e que na reta final da campanha presidencial de 2002 passou a ocupar o cargo de vice-presidente de Relações com o Mercado da Visanet. Nesse posto, Bill era também responsável pelo marketing e pela publicidade da empresa. Foi para ele que o Banco do Brasil, em fevereiro de 2003, passou a ordem de adiantar R$ 35 milhões para a agência de Marcos Valério — a CPI dos Correios já provou que R$ 10 milhões desse total foram repassados para o PT. Burati contou também que em meados de 2004 Bill saiu da Visanet e começou a trabalhar com Rodrigo Cavalieri. Numa das gravações em poder do Ministério Público, Burati propõe a Rodrigo que os dois dividissem um escritório com Bill – uma sala para cada um. "Era só brincadeira", defende-se Rodrigo. "O Bill estava desempregado e lhe arrumei uma consultoria". Burati revelou também que Bill fazia parte do grupo de Palocci em Ribeirão Preto. A CPI dos Bingos tem em seus arquivos a agenda eletrônica da secretária pessoal que Palocci dividia com seu antigo chefe de gabinete na Fazenda, Juscelino Dourado. DINHEIRO teve acesso a essa agenda. Jorge Iazigi foi indexado três vezes. Como "Bill". Como "Jorge Iazigi (Bill), da Leão Leão". E como "Jorge Iazigi, da Visa". "Teremos que quebrar os sigilos telefônico, fiscal e bancário de Cavalieri e de Iazigi", diz o senador Efraim Morais, presidente da CPI".
A publicação revela também que o promotor perguntou também a Burati quem seria Carlos Eduardo Valente, outro personagem que aparece muito nos grampos telefônicos, principalmente nas conversas com Ralph Barquete e Vladimir Poleto. "Valente tem uma empresa de factoring que opera no Rio de Janeiro. Foi ele quem organizou a DTVM, corretora do Banco do Brasil. Segundo Burati, Valente está ligado às relações do grupo de Palocci com o Banco Prosper, instituição com sede no Rio que se especializou em operar com a Petrobrás e com as petroquímicas. Burati contou que o Prosper fez um empréstimo para a Ribeirão Preto quando Palocci era prefeito. A partir de então, Valente teria ficado muito próximo a Ralph, Poleto e Juscelino Dourado. Procurado por DINHEIRO, um membro da família Peixoto de Castro, que controla o Prosper informou que no início deste ano Valente teria levado uma proposta de compra, por R$ 20 milhões, de 33% das ações do Prosper. Mas o patriarca Antônio Peixoto de Castro, dono da Refinaria de Manguinhos, não aceitou".
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marcosmlcg
762 30/11/2007Bancos oficiais nacionais lideram ranking de ações no STJ
Os dois bancos oficiais nacionais são os campeões de processos no Superior Tribunal de Justiça. Juntos, a Caixa Econômica Federal (CEF) e o Banco do Brasil somam 23.030 ações em que figuram como réus e 364.187 como parte recorrente.
A CEF aparece como a parte que mais recorre: são 346.799 recursos. O Banco do Brasil vem em segundo lugar na lista das instituições bancárias, com 17.388 recursos.
Como réus, a CEF responde a 13.832 processos e o Banco do Brasil a 9.198. O ranking se refere aos 15 anos de existência do STJ e foi feito a pedido da revista Consultor Jurídico. Os dados foram computados até o mês de agosto.
Grande parte dos processos em que a CEF figura como ré, diz respeito a Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e revisão de valores de financiamento imobiliário. No caso do Banco do Brasil, há ações que vão desde pedido de indenização por devolução indevida de cheques até casos de financiamentos rurais.
Na lista dos mais processados, entre os bancos, o Bradesco ocupa o terceiro lugar (3.754) e o Itaú a quarta colocação (3.001). Como parte recorrente, as posições se invertem com o Itaú patrocinando 12.767 processos e o Bradesco 8.916.
No ranking dos bancos que mais recorrem de decisões desfavoráveis são apontados, ainda, o Unibanco, com 7.785, e o ABN Amro Real, com 3.018 recursos. Esses dois bancos não estão na lista dos 20 mais processados no STJ.
Cena repetida
No Tribunal Superior do Trabalho, os bancos também lideram a lista das 60 empresas estatais e privadas com maior número de processos em andamento, em 2004. Banco do Brasil, Itaú, Santander Meridional e Caixa Econômica Federal são partes em 30.364 dos litígios em andamento.
Entre os 12 primeiros da lista do TST, sete são instituições financeiras. O Unibanco está em sétimo lugar (é parte em 4.371 processos). O ABN Amro Real aparece em 11º (3.565) e o Bradesco, em 12º (3.319). Juntos, os sete bancos respondem por quase um quinto do total de processos em tramitação na Corte Trabalhista.
Veja o ranking dos bancos no STJ
Maior número de ações como réu
1 - Caixa Econômica Federal -- CEF -- 13.832
2 - Banco do Brasil S/A -- 9.198
3 - Banco Bradesco S/A --3.754
4 - Banco Itaú S/A -- 3.001
Maior número de ações como recorrente
1 - Caixa Econômica Federal -- CEF -- 346.799
2 - Banco do Brasil S/A -- 17.388
3 - Banco Itaú S/A -- 12.767
4 - Banco Bradesco S/A -- 8.916
Revista Consultor Jurídico, 13 de setembro de 2004
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Setor público e bancos são os maiores clientes do STJ
Total: 3Comentários
roberto rocha (Advogado Associado a Escritório - - ) 24/09/2004 - 19:24
O cidadão brasileiro vive um momento de crise. Todos querem tirar dele um ppouquinho , inclusive o próprio governo que só exite por causa das pessoas. Se a pessoas não exitirem não há por que govreno.
O Judiciário deve ser mais severo e não permitir que as instituições financeira confisquem os magros recursos da população. São os mais ricos, os que ganham mais, os que mais lucram.É horade alguém ter misericórdia da população.O Judiciário deve ser independente e ter coragem de agir contra o estado de coisas, Bancos e empresas estatais cada vez mais na justiça, contra os cidadãos.
O CDC veio calar um pouco a boca de muita gente voraz, agora querem rasgar a nossa Carta Maior. Vamos lutar.
Os governos e os bancos estão empobrecendo as pessoas.Só não vê aqueles que não militam no meio jurídico e universitário como nós. Passe uma semana em qualquer Forum do Pais e em qualquer umiversidade,nos cursos de direito e nos núcleos de prática jurídica e verão que as pessoas estão sofrendo muito e cada vez mais pobres. Nós lecionamos para uma elite da população, que são os estudantes de direito, porém é uma elite pobre.
roberto@rocha.adv.br
Rogério Lúcio Cardoso () 14/09/2004 - 08:49
O Banco do Brasil e a CEF são também os campeões em reclamações na Justiça do Trabalho.
Só contra o Banco do Brasil foram impetradas mais de 30 mil ações a partir de 1995 até o anos de 2001. É a empresa com maior número de processos trabalhistas contra si. Outrora conhecido como um excelente emprego, o BB vem sendo sistematicamente processado por ex-funcionários, sobretudo por não efetuar pagamentos de horas extras, e muitas outras causas.
É uma vergonha que isto ocorra, pois quem deveria dar um exemplo de honestidade para com os trabalhadores e agir dando a César o que é de César, além de não cumprir suas obrigações, ainda sobrecarrega o judiciário.
Basta lembrar que o BB tinha 122 mil funcionários em 1995, antes do PDV. Quatro anos depois, em 1999, o número de funcionários caiu para 73 mil . No mesmo período, o número de agências aumentou em cerca de 10%, além do que o número e a complexidade de novos produtos oferecidos ao público também aumentou consideravelmente. Com uma agressiva campanha para a conquista de novos mercados e a abertura de novas agências, houve um incremento significativo na base de clientes e, a participação do BB no mercado evoluiu substancialmente, principalmente no período 1995/2000. A implantação de terminais eletrônicos não acompanhou na mesma escala a saída de funcionários e, com isto o que se viu foi o volume de serviços por empregado aumentar drásticamente.
Devido a enchurrada de processos pela mesma causa não é possível se pensar que o BB cumpra suas obrigações trabalhistas, o que é lamentável.
MARCO AURÉLIO MOREIRA BORTOWSKI () 13/09/2004 - 21:11
É claro que há uma justificativa muito simples. Como as instituições financeiras foram liberadas pelo Superior Tribunal de Justiça para exigirem os juros que bem entendem , não interessa pagar o que é devido, porque os juros legais são bem pequenos.
A orientação do STJ no que toca ao ponto acima, apenas dá maior sustentação ao ato de recorrer, de jogar o processo " com a barriga".No pêndulo custo-benefício, é claro que o benefício de recorrer é bem maior.
Por outro lado, as indenizações a título de dano moral, também segundo a orientação do STJ, são pequenas, por volta de 50 salários mínimos, com correção a contar da fixação. Por isso, mais vale a prática do ato ilícito do que o cumprimento da lei. Saí mais barato...
Viva o enriquecimento sem causa das instituições financeiras. Afinal, elas podem tudo...
a) Marco Aurélio Moreira Bortowski
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762 30/11/2007Rosane da Silva é secretária de política sindical da CUT Nacional e Milton Rezende é vice-presidente da Contraf-CUT
Publicado: 10/05/2007 - 14:48
Por:
O novo pacote divulgado pela direção do Banco do Brasil (BB) é um choque frontal com as iniciativas deste segundo mandato do presidente Lula, que apontam no sentido do necessário crescimento econômico com desenvolvimento social. Trata-se de transformar o maior banco público do país em um banco de mercado. Um passo atrás em direção à recente história do neoliberalismo no Brasil – que, pensávamos, estava definhando.
O pacote do BB prevê aumento das terceirizações, a volta dos malditos planos de demissões voluntárias (PDV) e aposentadorias forçadas. É uma opção política que ameaça de morte o papel que defendemos para o BB, qual seja, contribuir para o desenvolvimento econômico nacional com distribuição de renda. Enquanto a CUT tem defendido o fim das terceirizações, inclusive nas empresas públicas para remontar o aparelho do Estado rumo ao desenvolvimento, o governo federal faz exatamente o contrário: amplia a política de terceirização.
A Contraf tomou uma posição extremamente acertada. A direção do BB convidou-a para apresentar essas propostas de mudança, dentre as quais, a terceirização das centrais de atendimento – já com proposta de contrato de uma empresa privada para eliminar o trabalho dos caixas executivos. A Contraf rejeitou o convite, por entender que "a CONTRAF não é homologadora de decisões patronais e não aceitamos a terceirização fraudulenta que a direção do BB quer implementar".
A Comissão de Empresa dos funcionários do BB e a Contraf-CUT têm exigido a abertura de um processo de negociação que garanta um novo PCC/PCS, fim do processo de terceirização, jornada de trabalho de 6 horas, isonomia, fim das metas, dentre outras reivindicações.
O mais preocupante é que isto ocorre exatamente no momento em que o conjunto da classe trabalhadora brasileira tem combatido ardorosamente a famigerada Emenda 3. De iniciativa da direita brasileira (direita partidária, empresariado e TV Globo), essa emenda leva à extinção dos direitos historicamente conquistados pelos trabalhadores, impedindo, inclusive a fiscalização sobre os abusos do empresariado sobre os trabalhadores. É uma ampliação da agenda da luta sindical que, como sabemos, somente será superada pela vitória nas ruas – com todo o incômodo que isto causa à imprensa burguesa.
As mobilizações dos bancários de todo o país já começam a ocorrer. Os trabalhadores e as trabalhadoras brasileiras que tiveram que escolher entre os dois projetos em disputa em 2006, optando pelo vitorioso projeto de desprivatizar o Estado brasileiro, não permitirão que se jogue a bacia de água suja com o BB dentro.
O Banco do Brasil é do Brasil e não do mercado. Isto reforça ainda mais a necessidade de ampliarmos ainda mais as paralisações nacionais contra a Emenda 3 e o PLP 01 (que engessa a possibilidade de remontar o Estado pelo menos nos próximos 10 anos). O dia 23 é a próxima data para as paralisações dos trabalhadores que almejam um outro modelo econômico, que gere crescimento, mas com distribuição de renda e valorização do trabalho.
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marcosmlcg
762 30/11/2007Sophia Camargo
Na próxima terça-feira, dia 11, encerra-se o prazo de reserva para um novo lote de ações oferecido pelo Banco do Brasil. A negociação na Bovespa está prevista para começar no dia 17 de dezembro.
Veja os prós e os contras do investimento, segundo analistas:
Vantagens
O Banco do Brasil desperta fortes emoções. É um "ame-o ou deixe-o" generalizado. Como pontos favoráveis, Flávio Lemos, diretor da Trader Brasil Escola de Investidores, cita o fato de o banco ser uma empresa sólida, que dá lucro. Para ele, a principal vantagem do Banco do Brasil é o fato de ser, atualmente, o mais barato entre os quatro grandes (Bradesco, Itaú e Unibanco). Já o professor Rafael Paschoarelli, da FEA-USP, credita como altamente positiva a nova atitude do banco, mais aguerrida, disputando mercados e clientes. "O banco abandonou a postura de tirador de pedidos e agora está partindo para uma segmentação mais forte, o que é positivo para o investidor, pois mostra que o banco está atrás do lucro."
Riscos
Os analistas concordam, porém, que o maior problema do Banco do Brasil é o fato de ele ser uma estatal. "Por este motivo, o banco tem políticos e não funcionários de carreira em algumas posições-chave", ressalta o professor Paschoarelli. Luiz Gustavo Medina, da M2 Investimentos, resume a situação: "O Banco do Brasil une o ótimo ao péssimo. A grande vantagem é que ele é um banco, o que é o melhor negócio do mundo. O pior problema é que é um banco estatal, sujeito a políticas que nada têm a ver com lucratividade.
O analista brinca que quem dorme sócio do BB, dorme sócio do governo. "Se, por pressões políticas, o governo decidir que deve perdoar toda a dívida rural, é um risco que se corre. Quando um banco perdoa dívidas é prejuízo na veia do acionista."
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marcosmlcg
762 30/11/2007A 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região condenou o Banco do Brasil a pagar mais de R$ 1 milhão de indenização por danos morais e materiais a uma ex-funcionária que teve um AVC (acidente vascular cerebral) durante o período de licença-maternidade por pressão do chefe.A decisão confirmou sentença do primeiro grau que condenou o Banco por negligência e imprudência ao permitir que funcionários importunassem a recente mãe ignorando assim a licença-maternidade que é legalmente garantida.De acordo com o tribunal, duas semanas após o nascimento da filha, a funcionária do banco passou a receber telefonemas do colega de trabalho que a substituiria durante a licença-maternidade e do chefe imediato. A empregada doméstica que trabalhava com ela, na época, afirmou que após os telefonemas ela chorava muito. Apesar de não ser obrigada, legalmente, a realizar trabalho de qualquer natureza para o banco durante o período de licença-maternidade, a ex-funcionária completou o preenchimento de fichas de avaliação que ficaram pendentes ao sair de licença e, no dia anterior ao AVC, se dirigiu a uma agência do Banco do Brasil para encaminhar os dados da avaliação pelo sistema intranet do banco. Como os dados enviados não estavam de acordo com a expectativa, o chefe imediato deu um último telefonema durante o qual discutiu com a funcionária, pedindo-lhe informações "mais consistentes e incisivas sobre a avalianda para subsidiar a já anunciada conclusão severa e prejudicial àquela empregada".Na madrugada desta mesma noite a ex-funcionária foi encontrada em sua cama, sem conseguir se levantar e com a filha recém-nascida “aos prantos”. “Não encontra justificativa razoável a prepotência do empregador ao impor a finalização de serviços que poderiam ser concluído pelo substituto ou superior imediato, quando sabia que naquele período não poderia encaminhar nada, absolutamente nenhum trabalho à empregada licenciada", concluiu a juíza relatora do processo, Maria Piedade Teixeira. Para ela, o chefe imediato da funcionária "usou de forma abusiva o poder e extrapolou a autoridade" ao pressioná-la para que concluísse o serviço. Em decorrência do AVC, a mulher ficou impedida de amamentar e segurar a filha de apenas 14 dias de vida durante seis meses. Ela perdeu agilidade de raciocínio e de movimentos, passando a necessitar de ajuda para atividades do dia a dia, inclusive higiene e alimentação pessoal.O Banco do Brasil alegou, na defesa, que não obrigou a funcionária a efetuar qualquer trabalho, mas admitiu ter solicitado a finalização da avaliação funcional pendente. "Ao não considerar o pós-parto da funcionária, o banco assumiu todos os riscos na produção de tão gravoso resultado", avaliou a juíza Maria Piedade Teixeira. A indenização a que foi condenado o banco, R$ 1,2 milhão, é referente a danos morais (R$ 200mil), e materiais (R$1 milhão) —remuneração que a funcionária deixará de receber em virtude da incapacidade gerada pelo incidente, uma vez que se aposentou por invalidez com apenas 33 anos de idade. (Proc. nº 00144-2006-010-10-00-2).
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marcosmlcg
762 30/11/2007Deus do céu.... tomem vergonha....passei 3 anos e meio trabalhando nesse banquinho de merda só para passar raiva. Vocês acreditam realmente que vão trabalhar 6 horas? Vocês imaginam o que é ter que ficar vendendo seguro de vida, Ourocap, Brasilprev e consórcio? É isso que vocês serão, vendedores sem comissão..... Vocês sabem o que é terrorismo para bater meta com risco de não receber bônus de PLR? Gerente falando antes do expediente que não vai liberar nada pra nenhum cliente se ele não comprar nenhum produto ? É gente.... BB é isso aí.....
Eu já fui escriturário, Caixa Executivo e Gerente de Relacionamento, quando tomei vergonha na cara e percebi a roubalheira que é o banco e a merda que eles te pagam... (Vão entrar ganhando 850 líquido + 530 de VR) passei a prestar concursos melhores e já passei em concursos que vão me pagar 2X o que o banco me pagava com 1/3 do stress.
Tentem isso: Prestar concurso de empresas mais honestas (Não saem 5000 do BB por ano à toa)
ESTAS SÃO AS PALAVRAS DE UM EX FUNCIONARIO DO BB, E EXISTEM MUITOS OUTROS TOMANDO A MESMA DIREÇÃO...
O BANCO NÃO SABE LIDAR COM OS SEUS TALENTOS, JA VI FUNCIONARIA RECEM ADMITIDA, COM CURSO SUPERIOR E FALANDO FLUENTEMENTE 3 LINGUAS SER COLOCADA EM AUTO ATENDIMENTO PARA VENDER OUROCAP, VE SE PODE.. ADVINHA O QUE ELA FEZ EM MENOS DE 3 MESES... PEDIU DEMISSÃO...
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marcosmlcg
762 30/11/2007Um dos mais lucrativos bancos europeus, o Société Générale, fundado há 140 anos, é a quarta maior instituição européia em ativos e o terceiro maior banco da França. O valor de US$ 7 bilhões fraudado por Kerviel é superior à soma dos lucros dos bancos Itaú e Bradesco nos nove primeiros meses de 2007.
De acordo com fontes judiciais, Kerviel está sendo interrogado na sede da Brigada Financeira da polícia francesa. Ele foi transferido neste sábado pouco antes das 11h (no horário de Brasília) para a sede desta polícia especializada, em meio a uma importante operação de segurança, segundo uma fonte envolvida na investigação.
JA IMAGINARAM SE ESTA ROUBALHEIRA ACONTECER NOS BANCOS BRASILEIROS... O ULTIMO A SAIR QUE FECHE AS PORTAS.....
NÃO ESQUEÇAM, A ADMINISTRAÇÃO DO BB É POLITICA.
290 de 9045
SOUSA2
1277 19/06/2007SÓ UMA PERGUNTA COLEGA !!!!!!
VC TRABALHA ONDE ????? E QUAL É A SUA AREA?
E QUAL A SUA MILITANCIA ??????
DEPOIS EXPRESSAREI A MINHA OPINIÃO.
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SOUSA2
1277 19/06/2007parece que hoje não é um dos melhores dia !!!!!!
mas não vamos desistir
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Daitoryo
7281 13/05/2007Se cair acho que a queda não será acentuada. Dependerá do comportamento do DJ, claro...
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marcosmlcg
762 30/11/2007Verdade: Os protocolos são manual de regras ditadas por um guia aos sionistas (judeus de descendência de Caifás, e seus asseclas que seriam corrompidos pelas promessas de dinheiro e poder, e que se desencadeariam como nunca contra o santíssimo nome de JESUS e Sua Igreja, na preparação do reinado do anticristo) para controlar as massas, por um governo secreto no mundo, iluministas e franco-maçons e por aí fora, o assunto é complexo.
Estes manuscritos são reais , existem mesmo, surgiram num congresso de associações sionistas reunidas em Bade (1897), tidos como documentos secretos até 1912 quando foram então revelados na Rússia.
Essa publicação deve-se a Sergio Nilu que em 1901 recebeu os originais de Alexis Nicolaievich Suchotin.
Mentira: Esse livro foi escrito pela policia secreta Russa, seria uma fraude.
Caro leitor você poderá conferir as passagens que irei mencionar abaixo e verificar que tudo o que fora planeado há 200 anos está acontecendo hoje, os Protocolos não são um documento falso.
Não são um documento racista contra os israelitas, sionistas. Assim como as críticas ao governo Bush não são críticas racistas ao povo americano, assim como as críticas á guerra não são críticas racistas.
" Imprensa, o seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo " ,
"Em política, é preciso saber tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar o poder."
"Os gentios são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros quando os lobos penetram no redil! "
Leia estas e mais coisas que falam os Protocolos! É chocante , é a realidade do nosso dia a dia !.
A nova ordem sempre existiu, a 3ª guerra há muito que está planejada, a maçonaria atua secretamente nos governos, algumas pistas estão bem visíveis diante dos nossos olhos!
George w Bush apoiou Ariel Sharon quando este cercou o quartel de Arafat, mas depois o conflito intensificou-se e Bush já dizia a Sharon para recuar.
Recentemente o chefe de Estado Maior Israelita (Moshe Yaalon ) confessou em Beersheva que eles tinham um plano para assassinar Yasser Arafat.
Israel é inimiga do Afeganistão, Bush bombardeou o Afeganistão com o pretexto de capturar Bin Laden, certo?
Errado, pois deixaram-no escapar mesmo debaixo dos olhos, e Bush mais tarde disse que já não queria saber do Bin laden inclusive ordenou ao Fbi que deixasse de investigar a família dele. Agora os EUA controlam Afeganistão e pretendem construir lá um oleoduto, o negócio do ópio fica entregue ás forças da Aliança do Norte.
Israel odeia também Irã, reparem como os Estados Unidos logo após bombardear o Iraque já estão ameaçando atacar o Irã.
Acho que são coincidências demais.
Israel tem diversas armas químicas e nucleares e ninguém vai lá inspecionar. (você já viu notícia de inspeção em Israel na mídia?)
Vários países criticaram os EUA por ocultar informação. Os EUA mentiram relativamente ás armas de destruição em massa no Iraque. O Pentágono admitiu dar informações falsas á mídia internacional em nome da segurança, etc.
Mentiras e mais mentiras, mas, tudo está de acordo com o que dizem os Protocolos !
"Imprensa, o seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo [...] E o público está muito longe de poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da imprensa. [...] "
"A imprensa nos será uma boa ferramenta para oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que eles perderão qualquer visão global e se perderão no labirinto das informações. [...]
[...] Assim, eles chegarão à conclusão que o melhor é não ter opinião (política). "
Acerca da manipulação de imprensa e opinião pública vejam o protocolo 7, veja como está sendo cumprido até hoje! :
"Devemos obrigar os governos cristãos a obrar de acordo com este plano, que amplamente concebemos e que já está chegando à sua meta. A opinião pública ajudar-nos-á, essa opinião pública que o 'grande poder', a imprensa, secretamente já pôs em nossas mãos. Com efeito, com poucas exceções, que não têm importância, a imprensa está toda em nossa dependência."
A 3ª guerra mundial já está planejada:
A guerra já está planejada, vejam o que disse o assessor do 1º Ministro de Ariel Sharon, em 27/04/2002 :
"A Terceira Guerra Mundial vai acontecer, gostemos ou não... onze de setembro foi apenas o começo..."
Ainda há mais, um dos maiores illuminati Albert Pike teria escrito numa carta a Mazzini que :
"A terceira guerra mundial explodiria no Oriente Médio devido a inimizade entre os árabes e os israelenses e que ela terminaria com a instauração de uma ditadura mundial."
Plano para invasão de sete Países :
Paul Richter em «Los Angeles times» diz que os Estados Unidos preparam ataques a 7 países :
Iraque, Irã, Coréia do Norte, Líbia, Síria, Rússia e China.
E é verdade.
Após bombardearem o Afeganistão dirigiram-se ao Iraque, sem motivo bombardearam o Iraque.
Ao mesmo tempo ameaçavam a Coréia do Norte, depois acusaram A Síria de apoiar o Iraque, agora ameaçam atacar o Irã caso eles avancem com o programa militar, enfim, dentro de poucos anos iremos constatar que tudo se vai compondo.
Os noticiários encarregar-se-ão de nos transmitir os fatos.
A Rússia mantêm laços militares e econômicos com vários países árabes, inimigos de Israel. Reparem que há pouco tempo os Eua acusaram Rússia de fornecer material bélico ao Irã e Iraque... Mais cedo ou mais tarde os EUA vão entrar em conflito com Rússia.
Líbia faz fronteira com o Egito, e ultimamente tem desenvolvido treinos militares.
Mais protocolos:
Vícios, endividamento, instabilidade financeira , pânico...
"Dominar as pessoas pelos seus vícios , distrair a atenção das massas pelas diversões populares, jogos, competições esportivas, etc; divertir o povo para impedi-lo de pensar.
Destruir toda estabilidade financeira: multiplicar as crises econômicas e preparar a bancarrota universal; parar as engrenagens da indústria; fazer ir por água abaixo todos os valores; concentrar todo o ouro do mundo em certas mãos; deixar capitais enormes em absoluta estagnação; em um momento dado, suspender todos os créditos e provocar o pânico."
Diga-me, não é exatamente isto que está acontecendo no seu país? No meu, no de todos?
"É necessário compreender que a força da multidão é cega, insensata, sem raciocínio, indo para a direita ou para a esquerda.."
Penso que aqui se referem á confusão política, o povo vota num partido de direita ,e este governa pessimamente o país, há crise, promessas não cumpridas, etc. O povo nos anos seguintes tenta votar noutro partido, esquerda por exemplo, as promessas eram outras, continua tudo na mesma. A dada altura o povo apercebe-se que votar é uma ilusão, os partidos parecem opostos mas prosseguem os planos do partido anterior, nada muda.
Toda a crise num País é manipulada pelo Governo.
É o cenário de uma situação de crise criada e as soluções para ela apresentada, que incluem aumento na segurança e perda de liberdades. Com uma crise manipulada, o governo pode manipular o povo obtendo a solução para a "crise", direcionando a população para um caminho já previamente escolhido.
Mais Protocolos...
"A violência deve ser um princípio ; a astúcia e a hipocrisia, uma regra para os governos que não queiram entregar sua coroa aos agentes de uma nova força."
"Por isso não nos devemos deter diante da corrupção, da velhacada e da traição, todas as vezes que possam servir as nossas finalidades. Em política, é preciso saber tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar o poder."
É precisamente o que os políticos cumprem à regra!
Vamos relacionar esse protocolo com uma profecia, repare como as profecias são também presságios acertados.
Siddarta Gautama dissera:
«Milhões de pessoas irão perder os seus tesouros, não pela mão de bandidos mas através daqueles que foram designados para cuidar delas.»
Repare, quem foi designado para cuidar do seu dinheiro? O governo, os Bancos, os bancos cobram mais juros do que deveriam, promovem o endividamento familiar. O governo aumenta cobra imensos impostos, hoje em dia tudo tem imposto. Quem nos tira a maior fatia do nosso salário?
Outro protocolo diz:
"Armamos todos os partidos e fizemos do poder o alvo de todas as ambições. Transformamos os Estados em arenas onde reinam os distúrbios... Dentro de pouco tempo, as desordens e bancarrotas surgirão por toda a parte."
Podemos ouvir na tv, crise econômica, crise européia, desemprego, milhares de empresas prestes a falir.
Máximo histórico do preço do petróleo, irá inflacionar o preço dos transportes, dos alimentos que são transportados, iremos sentir no orçamento familiar as despesas com o combustível, etc.
Portugal por exemplo, tem 3000 empresas em risco de falir, os portugueses têm no geral milhões de euros de endividamento (cerca de 9 milhões de euros), são um dos povos com maior endividamento para com o grupo Visa.
Outro protocolo diz:
"O nosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vontade, de modo que ele fique sem poder, força e energia de se opor a ela. A fome dá ao capital mais direitos sobre o operário do que a aristocracia recebia do poder real e legal."
Podemos ver a fome como o desemprego, milhares de empregados ficam na miséria, o resto do país ( milhões de empregados) temem perder os seus empregos, ficam passivos, obedientes, os patrões aproveitam-se da situação de medo, exploram os direitos dos funcionários, começam a pagar menos dinheiro ! Com receio de ficar sem emprego, as pessoas submetem-se.
Continua o protocolo a respeito do desemprego :
"Quando criarmos, graças aos meios ocultos de que dispomos por causa do ouro, que se acha totalmente em nossas mãos, uma crise econômica geral, lançaremos à rua multidões de operários, simultaneamente, em todos os países da Europa."
Deixe-me mostrar-lhe a gravidade de tudo isto, incrivelmente precisa esta profecia.
Haverá inflação, estamos atualmente passando por isto, em Portugal, Brasil, enfim todos os Países, inclusive EUA.
Em breve pretendem acabar com o dinheiro, papel (notas) e moedas, inclusive cartões de crédito, virá o implante digital para substituir tudo isso. (a marca da besta)
Este protocolo é bem sério :
"Os gentios são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros quando os lobos penetram no redil! Fecharão ainda os olhos sobre tudo o mais, porque nós lhes prometeremos restituir todas as liberdades confiscadas, quando se aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem reduzidos à impotência. É inútil dizer que esperarão muito tempo esse recuo ao passado..." [Protocolo 11 - O Estado Totalitário]
Reflete bem o que Bush prometeu, que o povo poderia perder algumas liberdades ,porque a prioridade máxima era a guerra após o 11 de Setembro, combater os países “inimigos da paz”, tal como Powell referiu recentemente que o Hammas também é inimigo da paz.
Não acha muita coincidência eles utilizarem o mesmo termo : "Inimigos da paz " !?
Autor: Silvio G.
(Enviado por Fernando Martins)
Fonte: www.realidadeoculta.com
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marcosmlcg
762 30/11/200723 de janeiro de 2008 às 00:06
G1-Economia e NegóciosA-A+
O atual movimento das bolsas de valores, que vêm despencando nos últimos dias, é resultado da crise nos mercados de crédito mundiais. A preocupação com a viabilidade das hipotecas de alto risco nos Estados Unidos - as chamadas subprimes - se espalhou pelo sistema financeiro, e os bancos centrais foram obrigados a investir bilhões de dólares para garantir que os bancos mantivessem a capacidade de emprestar.
Mas o que ocorreu em crises financeiras passadas, e quais lições podem ser aplicadas na atual?
Segundo o Fundo Monetário Internacional, houve uma série de crises financeiras no mundo. Entre as principais lições de crises passadas estão:
- A globalização aumentou a freqüência e o alcance das crises financeiras, mas não necessariamente sua severidade.
- A intervenção dos bancos centrais no início da crise é mais efetiva para limitar o alcance do que quando a crise já está em andamento.
- É difícil prever - em meio à crise financeira - se ela terá conseqüências econômicas mais amplas.
- Reguladores normalmente não conseguem acompanhar o ritmo das inovações financeiras que podem deflagrar a crise.
A crise das Ponto.Com, fim dos anos 90
No fim dos anos 90, os mercados foram iludidos pelo crescimento de empresas de internet como a Amazon e a AOL, que pareciam anunciar uma nova era para a economia.
O preço das ações destas empresas disparou quando foram lançadas na nova bolsa de valores Nasdaq, que compôs um índice especial formado apenas por indústrias de tecnologia, apesar de apenas poucas delas terem apresentado algum lucro.
O ápice ocorreu quando a AOL comprou a empresa de mídia Time Warner por quase US$ 200 bilhões em janeiro de 2000, mas em março do mesmo ano, a bolha estourou e em outubro o índice Nasdaq havia acumulado queda de 78%.
A queda teve ampla repercussão, com redução de investimentos e desaceleração da economia americana no ano seguinte - um processo exacerbado pelos atentados de 11 de setembro que levaram ao fechamento temporário dos mercados financeiros.
Mas o Federal Reserve, o banco central americano, cortou gradualmente as taxas de juros ao longo de 2001, baixando-as de 6,25% ao ano para 1%, para estimular o crescimento econômico.
Crise dos fundos, 1998
O colapso do fundo de investimentos Long-Term Capital Management (LTCM) ocorreu na fase final da crise financeira mundial que começou na Ásia, em 1997 e acabou atingindo a Rússia e o Brasil em 1998.
O LCTM era um dos maiores fundos de hedge do mundo, criado pelos vencedores do Prêmio Nobel de Economia, Myron Scholes e Robert Merton. Os economistas acreditavam que, a longo prazo, as diversas taxas de juros de títulos de governos de diferentes países iriam convergir e o fundo negociava na pequena diferença existente entre as taxas.
Mas quando a Rússia não honrou o pagamento de seus títulos em 1998, os investidores fugiram de outros papéis governamentais, procurando refúgio nos seguros títulos do governo americano, e a diferença entre as taxas de juros dos títulos aumentou rapidamente.
O LTCM, que havia pego muito dinheiro emprestado com outras empresas, estava prestes a perder bilhões de dólares - e para liquidar suas posições teria que vender títulos do tesouro dos Estados Unidos, derrubando os mercados de crédito americanos e forçando o aumento da taxa de juros.
Então, o Fed decidiu que era necessário intervir no mercado. A instituição convocou os principais bancos americanos, muitos dos quais haviam investido no LTCM, e convenceu-os a colocar US$ 3,65 bilhões para salvar a empresa do iminente colapso.
O próprio Fed fez um corte emergencial de juros em Outubro de 1998 e os mercados voltaram logo à estabilidade. O LTCM foi liquidado em 2000.
A queda de 1987
Os mercados americanos sofreram sua maior queda em um único dia em tempos de paz no dia 19 de Outubro de 1987, quando o índice Dow Jones da bolsa de Nova York, sofreu queda de 22%, arrastando os mercados da Europa e do Japão.
A disseminação da crença de que informações privilegiadas e a compra de empresas com dinheiro emprestado estavam dominando os mercados, enquanto a economia americana estava entrando em desaceleração, acabou provocando a crise e gerando grandes prejuízos.
Também havia preocupação quanto a cotação do dólar, que vinha caindo nos mercados internacionais.
Os temores aumentaram quando a Alemanha aumentou a taxa de juros, elevando o valor de sua moeda.
O sistema eletrônico de compra e venda de ações, recentemente introduzido, exacerbou ainda mais as quedas nos mercados, já que as ordens de compra e venda passaram a ser executadas imediatamente.
A preocupação de que os grandes bancos poderiam quebrar levou o Fed e outros bancos centrais a cortar radicalmente as taxas de juros.
Também foram introduzidos dispositivos de segurança que interrompiam automaticamente os pregões quando os mercados alcançavam determinado patamar de queda, permitindo as autoridades suspender o comércio de ações por curtos períodos.
A quebra pareceu ter pouco efeito direto sobre a economia e os mercados se recuperaram rapidamente. Mas, taxas de juros mais baixas, principalmente na Grã-Bretanha, podem ter contribuído para a bolha do mercado imobiliário de 1988-89 e para as pressões sobre a libra esterlina que levaram à desvalorização em 1992.
A quebra também mostrou que os mercados globais agora estão proximamente ligados, e que mudanças na política econômica de um país podem afetar outros. As leis sobre informação privilegiada também foram endurecidas nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha.
Escândalo americano no setor de poupança e empréstimos, 1985
Instituições de poupança e empréstimos eram bancos locais que emprestavam dinheiro com garantia de hipotecas e aceitavam depósitos de investidores, semelhantes às empresas de crédito imobiliário no Brasil.
Com a desregulamentação financeira dos anos 80, elas foram autorizadas a realizar transações financeiras mais complexas, competindo com os grandes bancos comerciais.
Em 1985, muitas dessas instituições estavam à beira da falência, e os consumidores começaram a retirar seu dinheiro.
O governo americano garantiu muitos dos depósitos individuais nas instituições de poupança e empréstimos, e por conta disso teve grande responsabilidade financeira quando elas quebraram.
O governo criou uma empresa para assumir o controle e vender o máximo possível de ativos desses pequenos bancos falidos, como imóveis de devedores, por exemplo.
O custo da operação-resgate chegou a US$ 150 bilhões, mas a crise, provavelmente, fortaleceu os grandes bancos ao diminuir a concorrência representada pelos pequenos, e abriu o caminho para a onda de fusões e consolidações no setor bancário dos anos 90.
A quebra de 1929
A quebra de Wall Street em 1929, a "quinta-feira negra", foi um evento que levou a economia americana e global a despencar, contribuindo para a Grande Depressão dos anos 30.
Depois de um imenso crescimento especulativo no fim dos anos 20, baseado parcialmente no surgimento de novas indústrias, como o rádio e a automobilística, as ações caíram 13% na quinta-feira, dia 24 de outubro.
Apesar dos esforços das autoridades do mercado de ações para estabilizar o mercado, os papéis caíram mais 11% na terça-feira seguinte, 29 de Outubro.
Quando o mercado chegou ao fundo do poço, em 1932, as ações tinham perdido 90% de seu valor. Foram necessários 25 anos para que o Dow Jones recuperasse o nível de 1929.
O efeito na economia formal foi severo, já que a aquisição ampla de ações entre a população fez com que o prejuízo atingisse um grande setor da classe média, que perdeu a capacidade de consumo.
Os consumidores deixaram de comprar carros e casas, enquanto as empresas adiaram seus investimentos e fecharam fábricas.
Em 1932, a economia americana tinha diminuído pela metade e um terço da força de trabalho estava desempregada.
Todo o sistema financeiro americano também entrou em colapso, com o fechamento do sistema bancário, em Março de 1933, quando o novo presidente Franklin Roosevelt assumiu o governo e lançou o New Deal - uma série de programas implementados para recuperar e reformar a economia e assistir os prejudicados pela crise.
Muitos economistas, de direita e de esquerda, criticaram as respostas das autoridades, considerando-as inadequadas.
O Banco Central americano aumentou a taxa de juros para proteger a cotação do dólar e preservar o valor do ouro, enquanto o governo elevou impostos o que gerou superávit orçamentário.
As medidas do New Deal aliviaram alguns dos piores problemas da Depressão, mas a economia americana só foi se recuperar totalmente na Segunda Guerra Mundial, quando os gastos militares maciços eliminaram o desemprego e impulsionaram o crescimento.
Overend and Guerney, 1866; Barings, 1890
A quebra de um importante banco de Londres, em 1866 levou a uma mudança chave no papel dos bancos centrais na administração de crises financeiras.
Overend and Guerney era um banco de descontos que oferecia empréstimos a bancos comerciais e bancos de correntistas em Londres, na época, o centro financeiro mundial. Quando a insituição teve a falência decretada em maio de 1866, muitos bancos menores não conseguiram obter recursos e acabaram quebrando, apesar de continuarem honrando seus compromissos.
Como resultado, reformadores como Walter Bagehot defenderam um novo papel para o Banco da Inglaterra como "emprestador de último recurso" para garantir a liquidez (dinheiro disponível) ao sistema financeiro durante crises, em uma tentativa de evitar que a quebra de um banco afetasse outros.
A nova doutrina foi implementada em 1890, quando um dos principais bancos britânicos - o Barings - teve os grandes prejuízos realizados em investimentos na Argentina cobertos pelo Banco da Inglaterra para evitar um colapso sistemático dos sistema bancário britânico.
Em novembro de 1890, negociações secretas entre o Banco da Inglaterra e financistas de Londres levaram à criação de um fundo de resgate de 18 milhões de libras esterlinas, antes que a extensão do prejuízo do Barings fosse conhecida publicamente.
Os banqueiros ainda organizaram um comitê para renegociar os grandes débitos da Argentina, mas a crise bancária se alastrou e os empréstimos para o país secaram por uma década.
295 de 9045
herbertlima
80 02/10/2007Aposto outra caixa de cerveja esse cara é mais um desses funcionários frustrados do bb.
296 de 9045
SOUSA2
1277 19/06/2007TB ACHO COLEGA POIS INDAGUEI O MESMO SOBRE DETALHES E ESTE NÃO RETORNOU.
E UMA COISA É CERTA COMEÇOU ERRADO MISTURAR RELIGIAO COM POLITICA E DINHEIRO JÁ COMEÇA FAZENDO BESTEIRA E NÃO TEM PESO QUAISQUER AFIRMAÇÃO.
SE NÃO FOR MENTIRA É FANATISMO E TODOS TEM PERNAS CURTAS.
A RELIGIAÕ DEVE ESTAR PREOCUPADA COM LADO ESPIRITUAL.QUALQUER OUTRA COISA NÃO É CORRETO,NÃO SE MISTURA.
297 de 9045
alextronbr
373 13/10/2007Veja abaixo as informações para as Teleconferências de Resultado:
Teleconferência em Português (27/02/2008)
10h00 (Horário de Brasília)
08h00 (Horário de Nova Iorque)
Dados para Conexão:
No Brasil: 55 (11) 4688-6301
Teleconferência em Inglês (27/02/2008)
11h30 (Horário de Brasília)
09h30 (Horário de Nova Iorque)
Dados para Conexão:
No Brasil: 55 (11) 4688-6301
EUA: (1-800) 860-2442
Outros países: (1-412) 858-4600
Video Teleconferência em Português (27/02/2008)
17h00 (Horário de Brasília)
Para mais informações contate a área de Relações com Investidores do Banco do Brasil (ri@bb.com.br)
298 de 9045
fontao
63 09/10/2007manipulando o preço de venda e de compra!!!!
este mesmo banco fez isso com os papeis da ecodiesel onde 8 reais caiu para 4, e nesta do banco do brasil, desde quando chegou a marca dos 30 reais antes do carnaval, está agora quase abaixo dos 28!!!
ou seja senhores, ela quer derrubar o preço para comprar mais provavelmente!!!!
manipulaçao deveria de ser crime!!!!!!!!
um abraço a todos vccs
299 de 9045
ruieduardo
47 05/10/2007300 de 9045
marcosmlcg
762 30/11/2007