angelicamuniz
- Dono
- 18
- 09/10/2008
| Gráfico Intraday: BOV:BEEF3 | Gráfico Longo-Prazo: BOV:BEEF3 |
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este papel veio de R$12,00 , e hoje esta R$2,14.a empresa me parece saudavel .
Gostaria de algumas opiniões.
obrigado
Minerva (BEEF3)angelicamuniz
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Comentários
2081 de 11382
lanhoso
859 16/04/20072082 de 11382
RodrigoSampaio
112 17/06/2009Vamo q vamos galera!!
Essa semana promete!
Link forçando a expansao do preço do nosso boi!
Valeu
2083 de 11382
franciscojnj
111 17/10/2008Chegamos neste momento, novamente, a barreira dos 4,00, a qual é muito psicológica.
Depois que passar, vira um bom suporte...
Stop básico de proteção em 3,90 garantindo lucro liq. de 13,4% em relação a minha entrada (3,42).
2084 de 11382
Sergio RJ
2985 09/04/2007Como diz o intérprete da minha escola de samba Salgueiro : "Vamu que vamu que vamu !"
2085 de 11382
lanhoso
859 16/04/20072086 de 11382
Sergio RJ
2985 09/04/200720 de Julho de 2009 - 09h49
Fazenda vai alterar tributos sobre a carne bovina
O Ministério da Fazenda vai alterar o modelo de tributação de PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidente sobre a carne bovina comercializada no mercado interno. A medida inclui os insumos para produção e alguns outros subprodutos do boi, como couro, sebo, osso e chifre. Segundo nota divulgada nesta sexta-feira pelo ministério, a contribuição será suspensa, mas a decisão será ainda avaliada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
De acordo com a nota, o anúncio foi feito pelo ministro Guido Mantega na última terça-feira a entidades representativas do setor, durante reunião em Brasília. "A incidência da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins nessas vendas de carne bovina, e também de outros derivados do boi, estarão suspensas (ou seja, sem tributação). Já os supermercados, dentre outros comerciantes desses produtos, poderão apropriar-se de um porcentual do crédito presumido, apurado com base no valor dessas aquisições, fornecidas pelos frigoríficos", informa o documento.
No novo modelo, segundo a Fazenda, a partir do momento das aquisições dos insumos, os frigoríficos exportadores poderão utilizar os créditos presumidos, relativos às aquisições com suspensão das contribuições e vinculados a operações de exportação. Esta seria uma forma de compensação com outros tributos e contribuições administradas pela Receita Federal. "Convém salientar que as alíquotas dos créditos presumidos foram calculadas de forma a não resultar nenhuma perda de arrecadação federal.
No modelo de tributação em vigor, explicou o documento, os frigoríficos adquirem o boi com suspensão da incidência dessas contribuições, independentemente se a aquisição provém de pessoas jurídicas ou de produtores rurais pessoas físicas, mas é permitido que os frigoríficos se apropriem de um crédito presumido incidente sobre o valor da aquisição dos insumos. "Isso ocorre tanto no caso de a carne bovina ser destinada ao mercado interno, quanto no caso de ter como fim a exportação.
O argumento é o de que, como uma parcela significativa do setor é composta por grandes exportadores, esses frigoríficos não encontram uma forma do aproveitamento desses créditos. "Essa situação resultou num acúmulo progressivo desses recursos em seus ativos, além de compelir o setor a ter que diversificar a sua atuação, levando-os a operar em outros ramos da economia." Tal situação está causando desequilíbrio do mercado, segundo a Fazenda, e consequente perda de eficiência das empresas. A crise mundial agravou estas distorções, tendo em conta a valorização cambial vigente e o mercado internacional ainda recessivo.
2087 de 11382
Sergio RJ
2985 09/04/200720 de Julho de 2009 - 09h44
Uma Argentina sem churrasco?
No próximo inverno, o brasileiro com vontade de saborear o melhor da Argentina terá de se contentar com vinhos e alfajores ou se dispor a pagar muito caro para experimentar um daqueles cortes suculentos que tanto orgulham nossos vizinhos. A carne vermelha por lá deverá ficar bem mais cara e rara e poderá até ser importada, por causa de uma crise de abastecimento antes esperada para 2012, agora prevista para 2010 e se aproximando. Os problemas que afligem a pecuária atrapalham também a produção de milho e trigo. No momento, a Argentina não tem como fornecer o necessário a clientes tradicionais, como o Brasil. Por isso, o pão que comemos requer cada vez mais trigo de outros países, como Canadá e Rússia. A situação tem duas causas principais. Uma delas, incontrolável, é a maior seca ocorrida em 50 anos, que afetou também o Uruguai e, em escala muito menor, áreas do Brasil. A fase de clima ruim chegou no início de 2008 e avançou por 2009. Em importantes áreas produtoras da Argentina, o volume de chuva recuou a 40% da média histórica, insuficiente para sustentar plantações e rebanhos. A seca teria produzido efeito devastador a qualquer momento em que houvesse chegado, mas atingiu o país vizinho exatamente num período em que o mercado agropecuário já era sacudido por outras forças essas, bem humanas: as políticas que, supostamente, deveriam proteger o consumidor, iniciadas em 2006 pelo então presidente, Néstor Kirchner, e seguidas por sua mulher e atual ocupante do cargo, Cristina Rodriguez Kirchner. A seca dá sinais de trégua neste início de segundo semestre. Já os próximos passos do governo permanecem um mistério. "Sob o ponto de vista climático, a próxima safra começa melhor. Sob o ponto de vista político, não sabemos", diz o economista argentino Eduardo Trigo, da consultoria CEO. Os Kirchners (Néstor continua ativo no governo da mulher) anunciam como metas conter os preços e garantir o abastecimento para os argentinos. Os objetivos, embora pareçam meritórios, despertam forte discordância entre especialistas. A preocupação do governo surgiu com a forte demanda internacional por alimentos, que vinha abocanhando nos últimos anos uma parcela crescente da produção. Em 2006, a venda de carne da Argentina ao exterior cresceu 22%, ao mesmo tempo que o consumo interno caiu 3%. A reação do governo, iniciada naquele ano e mantida até hoje, foi taxar e restringir as exportações. Atualmente, o produtor argentino de carne, milho ou trigo que queira vender para o exterior precisa pedir autorização. Se o empresário tiver sorte, a permissão pode sair em duas semanas. Se não tiver, pode receber uma recusa depois de amargar um mês de incerteza. A restrição às exportações derrubou a produção e pode prejudicar o consumidor argentino A estratégia do governo argentino tem defensores gabaritados, como o economista brasileiro Luiz Carlos Bresser-Pereira. Ele diz que o modelo de restrição das exportações agropecuárias estimula outros setores e reduz a dependência danosa do país em relação a alguns poucos produtos básicos. Falta à Argentina, afirma Bresser, uma legislação que dê maior flexibilidade ao Executivo para dosar as restrições. "Se o governo contasse com a lei, que foi lamentavelmente rejeitada, poderia corrigir o problema", diz. Outros especia-listas reservam críticas severas a essa estratégia. O economista Mauro Lopes, do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (GVAgro), é radicalmente contra impostos sobre exportações. "Seria preferível dar um subsídio direto ao consumidor, em vez de prejudicar o produtor rural", afirma. Enquanto o debate prossegue, pecuaristas argentinos tentam fazer dinheiro com urgência, abatendo vacas mais rapidamente do que elas dão cria um tipo de suicídio econômico que evidencia a falta de expectativas do setor.
2088 de 11382
Sergio RJ
2985 09/04/2007Vc está muiiiiiiiiiiito pessimista meu amigo...rs.
Faça uma revisão nos seus cálculos, e verá que podemos ultrapassar os 9,00 antes do final do ano.
2089 de 11382
Sergio RJ
2985 09/04/2007LSGA2, concorda ?
2090 de 11382
lanhoso
859 16/04/20072091 de 11382
Ed Carlos
1089 04/09/2007Lanhoso acredito que seja a péssima comunicação que a empresa tenha no mercado que leve o Arminio a escolher a Marfrig, até porque um cara desse entra (já deve até ter entrado em Marfrig e esta jogando a isca com essa reportagem, pois o mesmo não é trouxa de dizer antes a onde vai entrar)e mesmo porque o spred que o Armini teria que pagar seria enorme em BEEF3 qualquer sardinha com dinheiro faz estrago no book imagina um Arminio Fraga entrando com um 100 milhões???????
O Sérgio RJ iria amar que o Arminio entrasse no fundo dele,rsrsrsrs
2092 de 11382
Sergio RJ
2985 09/04/2007Esse cara é muito idiota mesmo...meu Deus !
2093 de 11382
paulofinardi
1174 28/10/2006A Rússia suspendeu a proibição para importar carne e subprodutos crus bovinos de todo o território do Brasil, com exceção de três municípios, informou nesta segunda-feira, em seu site, o Serviço de Controle Veterinário e Fitossanitário russo.
A suspensão da medida se deve à "melhora da situação quanto à estomatite vesicular no Brasil", segundo um comunicado da entidade de fiscalização russa.
A restrição continuará em vigor apenas para as empresas de carne bovina de três municípios do Tocantins: Paranã, Jaú e Pedro Afonso.
Apesar de certa diminuição de suas vendas à Rússia, o Brasil continua sendo o principal fornecedor de carne bovina daquele mercado. Em 2008, o País exportou 386,6 mil t, 50,3% das importações russas desse tipo de carne.
fonte: www.terra.com.br
2094 de 11382
Sergio RJ
2985 09/04/2007A Rússia suspendeu a proibição para importar carne e subprodutos crus bovinos de todo o território do Brasil, com exceção de três municípios, informou nesta segunda-feira, em seu site, o Serviço de Controle Veterinário e Fitossanitário russo.
A suspensão da medida se deve à "melhora da situação quanto à estomatite vesicular no Brasil", segundo um comunicado da entidade de fiscalização russa.
A restrição continuará em vigor apenas para as empresas de carne bovina de três municípios do Tocantins: Paranã, Jaú e Pedro Afonso.
Apesar de certa diminuição de suas vendas à Rússia, o Brasil continua sendo o principal fornecedor de carne bovina daquele mercado. Em 2008, o País exportou 386,6 mil t, 50,3% das importações russas desse tipo de carne.
fonte: www.terra.com.br
Pois é...Estávamos esperando essa notícia desde a semana passada.
UFA !
2095 de 11382
Sergio RJ
2985 09/04/20072096 de 11382
Ed Carlos
1089 04/09/20072097 de 11382
Ed Carlos
1089 04/09/2007Esse cara é muito idiota mesmo...meu Deus !
Pouca telha você não tira o meu santo nome da boca né!!!!!!
2098 de 11382
cpiao
308 03/06/20092099 de 11382
VitorTrigo
143 19/03/2009O financista Arminio Fraga , que já investiu em café e tem participação em empresas de etanol , agora namora frigorificos . Dias atrás , tecnicos da Gavea Investimentos visitaram a MARFRIG .
Esta noticia demonstra como o setor promete . Arminio Fraga sempre teve muito talento para investimento . Como os multiplos da MINERVA (BEEF3) são melhores que da MARFRIG ...............
Então pq o Armínio Fraga não se ineressou pela Minerva, Lanhoso???
2100 de 11382
Sergio RJ
2985 09/04/2007O financista Arminio Fraga , que já investiu em café e tem participação em empresas de etanol , agora namora frigorificos . Dias atrás , tecnicos da Gavea Investimentos visitaram a MARFRIG .
Esta noticia demonstra como o setor promete . Arminio Fraga sempre teve muito talento para investimento . Como os multiplos da MINERVA (BEEF3) são melhores que da MARFRIG ...............
Então pq o Armínio Fraga não se ineressou pela Minerva, Lanhoso???
O Minerva é o terceior maior...O Marfrig é simplesmente o MAIOR frigorífico do Brasil...talvez esse seja um dos motivos.