angelicamuniz
- Dono
- 18
- 09/10/2008
| Gráfico Intraday: BOV:BEEF3 | Gráfico Longo-Prazo: BOV:BEEF3 |
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este papel veio de R$12,00 , e hoje esta R$2,14.a empresa me parece saudavel .
Gostaria de algumas opiniões.
obrigado
Minerva (BEEF3)angelicamuniz
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mpaulo_silva
24158 06/10/2019Minerva (BEEF3)
A Minerva paga na quarta-feira, 23, o dividendo anunciado em 9 de agosto, no valor de R$ 0,1942738257 por ação. As ações são negociadas “ex-dividendos” desde 15 de agosto.
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mpaulo_silva
24158 06/10/2019Minerva (BEEF3) tem posicionamento único em um momentum positivo do ciclo, aponta XP
Em relatório, analistas da XP reiteraram a Minerva (BEEF3) como a top pick do setor. As ações caem 13% no ano, underperformando o Ibov em ~18%, mesmo com a empresa desfrutando de um momento positivo no ciclo do gado, refletindo as preocupações dos investidores em relação aos preços de exportação, os quais atingiram o fundo do poço de acordo com nossos channel checks. A visão positiva é mantida pois (i) as perspectivas de oferta de gado são melhores do que o esperado, o que analistas esperam que dure pelo menos até 2025; (ii) embora longe do ATH, espera-se que os atuais preços de exportação e taxa de câmbio, juntamente com os preços menores do gado, se traduzam em margens fortes; e (iii) embora as estimativas sejam menores após incorporar os resultados do 1S23, analistas ainda veem a empresa negociando a uma valuation interessante de 4,0x EV/EBITDA e 12,6% FCF yield para 2024YE.
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mpaulo_silva
24158 06/10/2019T.Rowe Price eleva participação acionária na Minerva (BEEF3)
A companhia de gestão de investimentos T. Rowe Price Associates elevou a participação acionária na Minerva (BEEF3).
Em nome de suas afiliadas consultoras, a gestora informou que, em 21 de agosto de 2023, adquiriu, em nome de alguns de seus clientes, ações da Minerva. Após a operação, passou a deter 31.375.584 ações ordinárias, representativas de 5,17% das ações de emissão da Minerva.
“O objetivo das referidas participações societárias é estritamente de investimento e não objetiva a alteração do controle ou alteração da estrutura administrativa do Minerva”, afirmou a T. Rowe Price.
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mpaulo_silva
24158 06/10/2019Minerva (BEEF3)
A Minerva paga na quarta-feira, 23, o dividendo anunciado em 9 de agosto, no valor de R$ 0,1942738257 por ação. As ações são negociadas “ex-dividendos” desde 15 de agosto.
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3214 13/02/2012A Minerva S.A. (“Minerva Foods” ou “Companhia”), líder na América do Sul na exportação de carne bovina, em cumprimento ao disposto no § 4º do artigo 157 da Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada (“Lei das S.A.”), e na regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), em especial a Resolução CVM n.º 44, de 23 de agosto de 2021, informa aos acionistas e o mercado geral o quanto segue:
Nesta data, a Companhia e sua controlada Athn Foods Holdings S.A. (“Athn Foods”) firmaram contratos de compra e venda de ações e outras avenças com a Marfrig Global Foods S.A. (“Vendedora”) e sociedades controladas pela Vendedora (“Contratos”), por meio dos quais, a Companhia e a controlada Athn Foods irão adquirir determinados ativos da Vendedora, nos termos abaixo.
No caso da transação celebrada entre a Companhia e a Vendedora, a Companhia deverá comprar e adquirir determinados estabelecimentos industriais e comerciais de propriedade da Vendedora localizados no Brasil, Argentina e Chile (em conjunto, os “Negócios– América do Sul”) (“Operação – América do Sul”).
No caso da transação celebrada entre a Athn Foods e a Vendedora, por sua vez, a Athn Foods deverá comprar e adquirir a participação societária em controladas uruguaias da Vendedora, adquirindo indiretamente determinados estabelecimentos industriais e comerciais de propriedade de controladas da Vendedora localizados no Uruguai (em conjunto, os “Negócios – Uruguai” e, que em conjunto com os Negócios – América do Sul, contemplam os “Negócios”) (“Operação – Uruguai” e, que em conjunto com a Operação – América do Sul, contemplam as “Operações”).
Para acessar o Fato Relevante na íntegra, clique aqui.
Barretos, 28 de agosto de 2023
Minerva S.A.
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3214 13/02/2012Companhia Aberta
CNPJ n.º 67.620.377/0001-14
NIRE 35.300.344.022 – CVM n.º 02093-1
FATO RELEVANTE
A Minerva S.A. (“Minerva Foods” ou “Companhia”), líder na América do Sul na
exportação de carne bovina, em cumprimento ao disposto no § 4º do artigo 157 da
Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada (“Lei das S.A.”), e na
regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), em especial a
Resolução CVM n.º 44, de 23 de agosto de 2021, informa aos acionistas e o mercado
geral o quanto segue:
Nesta data, a Companhia e sua controlada Athn Foods Holdings S.A. (“Athn Foods”)
firmaram contratos de compra e venda de ações e outras avenças com a Marfrig
Global Foods S.A. (“Vendedora”) e sociedades controladas pela Vendedora
(“Contratos”), por meio dos quais, a Companhia e a controlada Athn Foods irão
adquirir determinados ativos da Vendedora, nos termos abaixo.
No caso da transação celebrada entre a Companhia e a Vendedora, a Companhia
deverá comprar e adquirir determinados estabelecimentos industriais e comerciais
de propriedade da Vendedora localizados no Brasil, Argentina e Chile (em conjunto,
os “Negócios– América do Sul”) (“Operação – América do Sul”).
No caso da transação celebrada entre a Athn Foods e a Vendedora, por sua vez, a
Athn Foods deverá comprar e adquirir a participação societária em controladas
uruguaias da Vendedora, adquirindo indiretamente determinados estabelecimentos
industriais e comerciais de propriedade de controladas da Vendedora localizados no
Uruguai (em conjunto, os “Negócios – Uruguai” e, que em conjunto com os
Negócios – América do Sul, contemplam os “Negócios”) (“Operação – Uruguai” e,
que em conjunto com a Operação – América do Sul, contemplam as “Operações”).
Ressalta-se que ambas as Operações estão sujeitas a determinadas condições
precedentes, incluindo aprovação das respectivas autoridades concorrenciais.
Adicionalmente, no caso da Operação – América do Sul, previamente ao seu
fechamento (e como condição para sua realização), a Vendedora constituirá uma
nova companhia brasileira, com o propósito exclusivo de receber e passar a deter os
respectivos Negócios – América do Sul (“NewCo”) sendo que, também
previamente ao fechamento, a Vendedora e suas controladas deverão implementar
os atos e procedimentos necessários ao aporte, cessão, transferência, entrega, e
atribuição da propriedade, posse e titularidade da totalidade dos respectivos
Negócios – América do Sul à NewCo criada.
Nos termos dos Contratos, como contraprestação pelas transferências diretas das
ações das controladas da Vendedora, a Companhia e sua controlada Athn Foods irão
pagar à Vendedora o montante total de R$ 7.500.000.000,00 (sete bilhões e
quinhentos milhões de reais). Nesta data, foi realizado pagamento de sinal à
Vendedora de montante de R$ 1.500.000.000,00 (um bilhão e quinhentos milhões
de reais) para a Operação – América do Sul e observado que as parcelas
remanescentes do preço de cada Contrato deverão ser pagas na data de fechamento.
Vale ressaltar que no âmbito das Operações, a Companhia conta com o compromisso
de financiamento firme por parte do banco JP Morgan quanto ao montante relativo
às parcelas remanescentes.
A Companhia ressalta ainda que os preços de compra configuram investimento
relevante, de modo que, em atendimento ao artigo 256 da Lei das S.A., as Operações
serão submetidas à ratificação dos seus acionistas em Assembleia Geral a ser
oportunamente convocada.
Adicionalmente, a Companhia nota que, em conjunto com seus assessores legais e
financeiros, avaliará se o preço de aquisição por ação da NewCo ultrapassa em uma
vez e meia o maior dos valores expressos no artigo 256, caput, II, da Lei das S.A.,
de modo a verificar se a ratificação das Operações pela Assembleia Geral conferirá
direito de retirada aos acionistas dissidentes, nos termos do artigo 256, §2º, da Lei
das S.A.
Uma vez finalizados os estudos e avaliações a esse respeito, a Companhia divulgará
ao mercado se a ratificação das Operações ensejará ou não direito de retirada aos
acionistas dissidentes.
Caso, nos termos do artigo 256, §2º, da Lei das S.A., seja aplicável o direito de
retirada aos acionistas da Companhia que não aprovarem a ratificação das Operações
na Assembleia Geral, seja por dissenção, abstenção ou não comparecimento, a
Companhia informará ao mercado, oportunamente, os procedimentos e prazos para
exercício do direito de retirada. Nota-se que, nos termos do artigo 48 do Estatuto
Social da Companhia, se aplicável o direito de retirada, o valor do reembolso das
ações dos acionistas dissidentes será determinado pela divisão do valor do patrimônio
líquido da Companhia, conforme apurado nas últimas demonstrações financeiras
individuais aprovadas em Assembleia Geral, pelo número total de ações de emissão
da Companhia, desconsideradas as ações em tesouraria. Esclarece-se, também, que,
independentemente do montante a ser pago a título de reembolso aos acionistas
dissidentes, caso aplicável o direito de recesso, não irá utilizar a faculdade prevista
no art. 137, §3º, da Lei das S.A., de maneira que a ratificação das Operações não
será objeto de posterior revisão ou ratificação.
A Companhia destaca ainda que os acionistas VDQ Holdings S.A. e SALIC
International Investment Company, partes de acordo de acionistas arquivado na sede
da Companhia, comprometeram-se a votar favoravelmente às matérias na
Assembleia Geral a ser realizada para os fins do artigo 256 da Lei das S.A.
Por fim, a Companhia nota que as aquisições dos Negócios constituem
oportunidades estratégicas na complementação das operações da Minerva Foods,
em mais uma iniciativa alinhada com a nossa estratégia de diversificação geográfica,
na medida em que contemplam ativos complementares às operações industriais e de
distribuição da Companhia no Brasil, no Uruguai, na Argentina e no Chile.
Depois da conclusão das Operações, a Minerva Foods passará a ter uma capacidade
total de abate de bovinos de 42.439 cabeças/dia distribuídas da seguinte forma:
(i) no Brasil, passará a ser de 22.336 cabeças/dia (52,6% da capacidade
total), distribuídas em 21 plantas;
(ii) no Uruguai, passará a ser de 4.550 cabeças/dia (10,7% da capacidade
total), distribuídas em 6 plantas;
(iii) na Argentina, passará a ser de 5.978 cabeças/dia (14,1% da
capacidade total), distribuídas em 6 plantas.
Quando somadas a capacidade de abate de 8.025 cabeças/dia no Paraguai e 1.550
cabeças/dia na Colômbia, a capacidade de abate de bovinos da Minerva Foods
alcança 42.439 cabeças/dia, uma expansão de 43,7%, e distribuídas por 40 plantas
na América do Sul. Adicionalmente, a operação de ovinos da Companhia passará a
ser de 25.716 cabeças/dia, distribuídas por 5 plantas localizadas na Austrália e no
Chile.
Com as aquisições, a Minerva Foods reforça a sua liderança como a maior
exportadora de carne bovina da América do Sul.
Essa iniciativa está em linha com a estratégia de negócios da Minerva Foods e
complementa de forma singular as operações na América do Sul, maximizando as
oportunidades comerciais e sinergias operacionais, reduzindo riscos e ampliando
assim a nossa capacidade de competir no mercado internacional de proteína animal,
sempre respeitando o compromisso da Companhia com a sustentabilidade e geração
de valor para os acionistas.
A Companhia reitera seu compromisso de manter os acionistas e o mercado em geral
informados acerca do andamento das Operações, bem como de qualquer outro
assunto relevante de interesse do mercado.
Barretos, 28 de agosto de 2023.
Edison Ticle de Andrade Melo e Souza Filho
Diretor de Finanças e Diretor de Relações com Investidores
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3214 13/02/2012Leia mais em https://braziljournal.com/breaking-minerva-paga-r-75-bilhoes-por-plantas-da-marfrig/?utm_source=Brazil+Journal&utm_campaign=18050dab07-news-280823-1-_COPY_03&utm_medium=email&utm_term=0_850f0f7afd-18050dab07-427719689 .
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anoter
3214 13/02/2012(Em Português com Tradução Simultânea para o Inglês)
Português
Terça-feira, 29 de agosto de 2023
09h00 (Brasília)
08h00 (US EDT)
Zoom Videoconferência: utilize o link abaixo:
Link para a videoconferência
Os participantes devem se conectar aproximadamente 10 minutos antes do início das teleconferências.
Slides e Webcast: Os slides da apresentação estão disponíveis para visualização e download no website de Relações com Investidores, no endereço: https://ri.minervafoods.com/. A videoconferência será transmitida ao vivo pela Internet.
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mpaulo_silva
24158 06/10/2019Marfrig (MRFG3) anuncia venda de unidades para Minerva (BEEF3) por R$ 7,5 bi
A Marfrig (MRFG3) vendeu para a Minerva (BEEF3) determinadas unidades de abate de bovinos e ovinos na Argentina, Brasil, Chile e Uruguai.
A informação foi divulgada em um fato relevante enviado ao mercado após o pregão desta segunda-feira, 28.
O preço de alienação dos ativos da operação é de R$ 7,5 bilhões, sendo um sinal de R$ 1,5 bilhão recebidos nesta data e o saldo de R$ 6 bilhões a ser pago no fechamento.
Os ativos objetos da transação são os seguintes:
-Brasil as seguintes unidades de abate de bovinos: Alegrete, no Rio Grande do Sul; Bagé, no Rio Grande do Sul; Bataguassu, no Mato Grosso do Sul; Chupinguaia, em Rondônia; Mineiros, em Goiás, Pontes e Lacerda, no Mato Grosso, São Gabriel, no Rio Grande do Sul, Tangará da Serra, no Mato Grosso e três unidades inativas;
-na Argentina a unidade de abate de bovinos de Villa Mercedes;
-no Chile a unidade de abate de ovinos Patagonia;
-e no Uruguai: as seguintes unidades de abate de bovinos Colônia, Salto e San José.
“Ademais de sua participação de controle na BRF, na National Beef e na Plant Plus, nos Estados Unidos, a Marfrig continua presente nos segmentos de bovinos e processados, no Brasil, e continua com a fábrica de industrializados Pampeano, a maior exportadora brasileira de enlatados para Europa, e com os complexos industriais de abate e processamento de produtos com marca e valor agregado de Várzea Grande e Promissão, assim como a fábrica de hambúrgueres de Bataguassu”, explicou a Marfrig destacando que, na Argentina, segue com o seu complexo industrial de San Jorge, produtor das marcas Quickfood, Paty e Vienissima!, assim como com a unidade de Campo del Tesoro, fornecedora das principais cadeias de fastfood globais, além das unidades de Baradero e Arroyo Seco.
Já a Minerva ressaltou que essa iniciativa está em linha com a estratégia de negócios e complementa de forma singular as operações na América do Sul, maximizando as oportunidades comerciais e sinergias operacionais, reduzindo riscos e ampliando a capacidade de competir no mercado internacional de proteína animal.
Quando somadas a capacidade de abate de 8.025 cabeças/dia no Paraguai e 1.550 cabeças/dia na Colômbia, a capacidade de abate de bovinos da Minerva Foods alcançará 42.439 cabeças/dia, uma expansão de 43,7%, e distribuídas por 40 plantas na América do Sul. Adicionalmente, a operação de ovinos da companhia passará a ser de 25.716 cabeças/dia, distribuídas por 5 plantas localizadas na Austrália e no Chile.
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NOSFERATUS
2440 24/10/2012betoputao sifu de novo
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24158 06/10/2019Marfrig (MRFG3) salta 10,70%, Minerva (BEEF3) desaba 18% após operação bilionária: o que esperar após reações extremas das ações?
Alavancagem é tema importante para a diferença de desempenho das duas companhias no curto prazo, enquanto parte do mercado olha mais à frente
Por Lara Rizério29 ago 2023 17h18-Atualizado 14 horas atrás
Na noite de segunda-feira (28), um anúncio entre duas grandes companhias do setor de proteínas chamou atenção do mercado, ainda que estivesse no radar do mercado.
A Minerva (BEEF3) anunciou a compra de 16 plantas da Marfrig (MRFG3) por R$ 7,5 bilhões, transação que levará a Minerva ao segundo lugar em abate de bovinos no Brasil, atrás apenas da JBS (JBSS3).
Das 16 plantas, 11 são no Brasil, 3 no Uruguai, 1 na Argentina e 1 no Chile. Nos últimos 12 meses, a receita líquida estimada das plantas adquiridas foi de R$ 18,0 bilhões, com lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 1,5 bilhão, representando uma margem Ebitda (Ebitda sobre receita) de 8,3%.
Conforme destacam várias casas de análise, o negócio é transformacional para as duas companhias em seus objetivos, mas a reação de curto prazo na Bolsa foi bastante diferente entre elas, como já era apontado em análises realizadas antes da abertura do mercado nesta terça.
As ações MRFG3 saltaram 10,70% (R$ 7,45), depois de uma alta máxima de 15,16% (R$ 7,65), enquanto BEEF3 despencou 18,26% (R$ 8,91). Uma questão principal ronda as duas empresas: a alavancagem. Enquanto Marfrig tem alívio nesses termos com a operação, a preocupação aumenta sobre a Minerva, o que justifica o desempenho, ainda que a visão seja positiva mais no longo prazo para as duas companhias.
A XP ressalta que a Minerva aumentará sua capacidade de abate em 12,9 mil cabeças de gado e 6,5 mil cabeças de cordeiro por dia, ou em 43%.
O pagamento da aquisição será feito 100% em dinheiro, com adiantamento de R$ 1,5 bilhão (23% do valor de mercado – já realizado), enquanto o valor restante de R$ 6,0 bilhões será pago somente mediante autorização dos órgãos reguladores. Para os R$ 6,0 bilhões restantes, a Minerva conta com o compromisso de um banco que financiará a aquisição.
A Eleven vê a transação como positiva e transformacional para a Minerva dada a expansão da capacidade atual o que proporciona benefícios de escala para a companhia. A Minerva ganha um poder de barganha ainda maior com fornecedores, reforçando o posicionamento de liderança na América Latina, além de aumento da exposição em mercados premium, aponta.
M&AOs opostos se atraem: Minerva e Marfrig pisam no acelerador em negócio de R$ 7,5 bilhõesAntes concorrentes, frigoríficos definem táticas diferentes para avançar – e ganham musculatura em disputa com a JBS
“Além da evolução das margens, esperamos também ganhos de sinergia com a unificação de estruturas de custos de vendas, gerais e administrativos das operações adquiridas, que devem permitir uma maior rentabilidade”, apontam os analistas da casa de research.
Atualmente, as plantas apresentaram margem Ebitda de 8,3%, 0,8 ponto percentual (p.p.) menor do que a da Minerva no mesmo período. Com a conclusão da transação, a companhia passará a operar a um nível de alavancagem de 3,7 vezes a dívida Líquida/Ebitda dos úlimos doze meses, indicador que a Minerva estima que deve chegar a 2,6 vezes em 2024 (abaixo da alavancagem atual de 2,7 vezes da Minerva), considerando os ganhos de sinergia e a geração de caixa da companhia consolidada.
“Reforçamos BEEF3 como a nossa top pick no setor de proteínas dado o reforço no seu footprint [presença] diversificada dentro da América do Sul, agora com a entrada do Chile, focando cada vez mais na exportação direta de carne in natura, onde a empresa já provou sua aptidão”, apontam os analistas.
Além disso, segue com a expectativa de um ciclo muito positivo para os frigoríficos no Brasil, com os preços da carcaça apresentando quedas que chegam a 29% na base anual.
O JPMorgan vê que o acordo de R$ 7,5 bilhões representa uma oportunidade estratégica para a Minerva complementar a sua atuação, estando a iniciativa bem alinhada com a estratégia de diversificação da empresa, uma vez que incorporam ativos complementares às suas operações existentes na América do Sul.
Já a Marfrig manterá as principais fábricas de hambúrgueres, processados e de maior valor agregado, decisão que sustenta os movimentos da gestão nos últimos anos, tendo como exemplo mais notório a aquisição da BRF (BRFS3), aponta a XP.
“Além de ficar mais leve e caminhar para negócios com margens maiores, o cheque de R$ 7,5 bilhões é uma notícia bem-vinda num momento em que liquidez e alavancagem se tornaram uma preocupação”, avaliam os analistas da XP.
No entanto, ponderam, mesmo com a entrada de caixa estimada da aquisição, preveem que a alavancagem ainda estará em um nível pouco convidativo ao final de 2023, com um risco negativo como resultado da diminuição das margens da National Beef.
A Eleven também entende que a aquisição é positiva para a Marfrig, pois a companhia passa a focar em produtos processados após a aquisição da BRF. Ainda, os R$ 7,5 bilhões que a Marfrig deverá receber da Minerva ajudará a Marfrig a reduzir a alavancagem atual, que se encontrava em 3,7 vezes a dívida Líquida /Ebitda e, com os juros elevados, pressionou a última linha do resultado nos trimestres recentes.
Considerando o cenário mais baixo da faixa divulgada pela Marfrig, os números-chave implícitos nas plantas adquiridas são: receita líquida de cerca de R$ 11,8 bilhões e Ebitda de R$ 738,4 milhões (margem de 10,0%), implicando em um múltiplo de saída de cerca de 10 vezes o EV/Ebitda (valor da firma sobre Ebitda).
Já no fato relevante de Minerva, a empresa espera que as plantas adquiridas adicionem um Ebitda potencial de até R$ 1,5 bilhão, ao mesmo tempo em que destaca que as sinergias de despesas gerais e administrativas poderiam aumentar ainda mais a margem Ebitda em 150-200 pontos-base no Ebitda consolidado em 18 meses. “Somos de opinião que a referida divergência pode advir das estimativas de margens e volumes”, avalia a XP.
Impacto no preço-alvo e reação de curto prazo na Bolsa
A Eleven entende que a transação poderá acrescentar até R$ 4 no preço alvo para a ação da Minerva, atualmente em R$ 13, ou potencial de valorização de 19% frente o fechamento da véspera. Porém, espera a aprovação da transação pelos órgãos competentes para incorporar os números em nossos modelos.
“Dito isso, mantemos nossa recomendação de compra em função do cenário favorável, alavancagem comportada e expectativa de margem de dois dígitos para os próximos trimestres e agora com mais sinergias para capturar, mantendo o preço-alvo”, aponta.
Já a XP já havia destacado em relatório antes da abertura do mercado esperar uma reação de curto prazo mais negativa para BEEF3 na Bolsa justamente por conta da visão de uma maior alavancagem para a Minerva.
“Temos pouca visibilidade sobre o que será a nova Marfrig, mas esperamos que as ações da Marfrig reajam positivamente refletindo o alívio da alavancagem e considerando o short interest [percentual de ações de uma empresa que estão alugadas e vendidas a descoberto] do papel de 20%, enquanto as ações da Minerva deverão ser afetadas negativamente com a visão negativa dos investidores sobre maior alavancagem”, avaliaram os analistas.
Na mesma linha, o Itaú BBA apontou que o acordo poderá desencadear uma reavaliação das ações da Marfrig, em termos de redução de risco do balanço e melhoria do mix.
As implicações do acordo para a tese de investimento da Marfrig são duplas, na visão da casa: i) o impacto imediato da desalavancagem poderia levar a uma menor percepção de risco para o balanço da empresa, diminuindo potencialmente o custo de capital próprio da Marfrig; e ii) seu potencial de conversão de Ebitda em fluxo de caixa livre para o acionista (FCFE, do inglês “Free Cash Flow to Equity”) poderá melhorar à medida que produtos de valor agregado ganhem espaço na estrutura da Marfrig.
Ambos os efeitos poderiam levar a uma percepção mais favorável dos múltiplos justos da Marfrig no futuro. “Após o acordo, veríamos a alavancagem da Marfrig diminuindo de 4,1 vezes para 3,1 vezes. Neste sentido, consideramos o momento do negócio ideal, dada a rápida deterioração das expectativas de rentabilidade para os EUA para carne bovina devido à desaceleração do ciclo pecuário na região”, aponta a casa.
Os analistas acreditam que a melhoria do balanço patrimonial da Marfrig provavelmente a deixará em melhor posição. “Não descartamos as incertezas e os desafios que a empresa enfrenta devido à ciclicidade negativa nos EUA, mas o acordo deve abordar os principais retrocessos na tese de investimento de curto prazo da empresa, que estão relacionados com os níveis de alavancagem”, avalia o BBA.
Já a Minerva parece estar redobrando sua aposta na retomada do ciclo pecuário brasileiro e em sua capacidade de execução.
Assim como fez com os ativos da JBS no Mercosul em 2017, a empresa voltou a aumentar sua capacidade de abate na América do Sul. Para a Minerva, os analistas veem o negócio como uma aposta na capacidade da empresa de melhorar a rentabilidade dos seus novos ativos para algo mais próximo do nível de suas operações consolidadas – ou seja, como uma aposta na sua capacidade de execução, que já foi testada antes.
Assim, enquanto para a Marfrig os analistas veem a transação como uma variável de redução de risco, para a Minerva ela é vista como uma aposta no risco da tendência positiva do ciclo pecuário brasileiro.
Se o crescimento esperado do Ebitda da Minerva for concretizado, veem a transação se materializando em um múltiplo EV/Ebitda de 5 vezes – justo para atingir metas de longo prazo. “No entanto, notamos que alguns investidores poderão observar um aumento do risco de execução no curtíssimo prazo”, aponta.
O Goldman Sachs vê mérito estratégico na proposta de aquisição de alguns ativos da Marfrig, pois consolidaria a Minerva como um dos maiores produtores de carne bovina do mundo (4,4% de participação global), ao mesmo tempo que reforçaria sua estratégia de diversificação. “Porém, estamos surpresos com a magnitude dessa transação. Acreditamos que parte da tese de investimento do BEEF3 é apoiada pelo seu pagamento de dividendos e esperamos uma reação negativa das ações às notícias”, aponta o banco.
https://www.infomoney.com.br/mercados/marfrig-mrfg...
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24158 06/10/2019Marfrig prega nova fase e aponta motivos da venda de operações à Minerva
Para o CEO da companhia, Rui Mendonça, mercado precisa enxergar que os ganhos com o deal de R$ 7,5 bilhões vão muito além do pagamento de dívidas
Por Rikardy Tooge30 ago 2023 07h02-Atualizado 9 horas atrás
Em uma transação deverá ser um divisor de águas para o setor de frigoríficos no país, a Marfrig (MRFG3) quer mostrar ao mercado que já está em uma nova fase. Mesmo que a conclusão da venda de seus ativos de abate na América do Sul para a concorrente Minerva (BEEF3) vá demorar ainda cerca de um ano, Rui Mendonça, CEO da Marfrig, deixa claro que o deal vai além do pagamento de dívidas. Ele enfatiza que a empresa se transformou em uma companhia de alimentos processados, com foco em valor agregado – e pede que os valuations do mercado passem a considerar essa nova realidade.
“Nós esperamos que o mercado reconheça isso e faça uma avaliação adequada a esse novo momento. Nosso foco é bem claro: complexos industriais, com maquinários modernos, e valor agregado. Este será o nosso norte”, disse, em conversa com o IM Business. Mendonça lembra que sua própria ascensão ao comando da Marfrig, em agosto do ano passado, com a ida de Miguel Gularte para a BRF (BRFS3), considerou sua experiência anterior como diretor de alimentos processados da companhia.
A entrada de R$ 7,5 bilhões para o caixa da empresa vem em um momento oportuno, admite. A alavancagem passava de 3,5 vezes a relação dívida líquida por Ebitda no segundo trimestre deste ano, sendo que 65% do endividamento bruto está em dólar. Com a venda de suas 16 plantas na região, a perspectiva da Marfrig, em números proforma do segundo trimestre, é que o indicador recue para 2,92 vezes. “Vai reduzir nossa alavancagem, diminuir nosso custo de dívida em um momento de alta de juros [nos EUA] e melhorar a estrutura de capital. Com certeza isso tudo vai acontecer, mas é um efeito secundário – importantíssimo, mas secundário. O negócio não ocorreu por este motivo, mas servirá para os nossos projetos de agregação de valor.”
Vender tantos ativos de uma só vez, diz ele, não é uma decisão simples, nem para se tomar nem para se explicar. Porém, o executivo avalia que o movimento foi necessário diante da estrutura operacional que o conselho da Marfrig considera ser adequada. “Nós conhecemos muito bem essas plantas e sabemos do potencial de cada uma delas, e elas já não tinham ‘fit’ com o nosso projeto”, explica. Além disso, a precificação das unidades foi vista como uma excelente oportunidade. “Nós estamos em um momento bom do ciclo do gado [com maior oferta e preços mais baixos] e teremos essa transição de alguns meses para conviver ainda com esse mercado favorável antes do fechamento do negócio”, acrescenta.
Uma eventual participação da Companhia Saudita de Investimento Agrícola e Pecuário (Salic, na sigla em inglês), um dos fundos soberanos da Arábia Saudita, no negócio, que chegou a ser especulada pelo mercado, foi descartada pelo CEO da Marfrig. Embora a Salic seja acionista tanto de Minerva quanto de BRF, os árabes não tiveram relação com o negócio, que foi costurado diretamente entre o chairman Marcos Molina e o comando da Minerva em menos de 60 dias – prazo relativamente curto para um M&A dessa monta. Agora, as empresas aguardam o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
O hambúrguer e a ‘nova Marfrig’
O raciocínio do executivo para a “nova Marfrig” remonta a abril de 2018, quando a companhia colocou os pés nos Estados Unidos ao comprar inicialmente metade da National Beef. Naquele momento, recorda o CEO, a companhia viu as vantagens de se trabalhar com produtos de maior valor agregado e rótulos mais fortes. “A National Beef foi um investimento marcante. Ele nos fez aprimorar a ideia de se trabalhar com complexos industriais, da originação do animal ao processamento”, explica Rui Mendonça.
Dos aprendizados com a operação americana, o hamburger simboliza a virada de chave. A Marfrig acelerou para se tornar a maior fabricante desse produto no mundo. Investiu ainda em outras marcas fortes na América do Sul, como as da QuickFood na Argentina, onde lidera o varejo de hambúrguer e salsicha. No Brasil, a entrada na BRF, dona das icônicas Sadia e Perdigão, e a ampliação de três complexos industriais para a produção de hambúrgueres também deram reforço à estratégia.
“A pandemia nos mostrou que o hambúrguer é um produto de crescimento muito grande. Ele realmente passou a ser uma refeição. O hambúrguer é indiscutivelmente um produto com grande potencial”, prossegue Rui Mendonça.
Por outro lado, a experiência americana já não é mais a mesma de um ano atrás. As famosas margens de dois dígitos da operação nos Estados Unidos secaram em um momento em que o país experimenta sua maior taxa de juros em mais de duas décadas. Com isso, a margem Ebitda da operação da Marfrig na América do Norte, em que 90% do consumo é no mercado interno, caiu de 13,2% para 5,2% no segundo trimestre deste ano – o faturamento se manteve na casa dos R$ 14,5 bilhões.
“Nós sempre performamos acima dos concorrentes nos Estados Unidos justamente pelo valor agregado, e isso nos permite navegar em cenários confortáveis e nos menos favoráveis. Evidentemente, nós sabemos que, talvez, leve mais um ano lá na National Beef [para as margens subirem], mas sabemos do potencial e da diferenciação que ela tem.”
Mas, se em momentos de inflação descontrolada e juros altos – cenário relativamente comum para a América do Sul – a margem caiu nos Estados Unidos, como se justifica a tese de apostar em valor agregado na região? O CEO da Marfrig responde que são justamente os alimentos de maior valor agregado que seguram o desempenho. Os produtos com rótulos fortes, diz ele, conseguem manter preços competitivos até em fases mais difíceis para o consumo. “Nós vimos na última crise [no Brasil] que foi possível manter os preços dos produtos de marca. Eles foram mais resilientes e mantivemos o volume de vendas. Isso mostrou que nossa aposta em produtos de marca estava correta”.
Mesmo com o enxugamento de seu parque industrial para abate e produção de carne “commodity”, a Marfrig diz que não abandonará as exportações de carne in natura para a China. A empresa manteve plantas responsáveis por 60% dos embarques ao país. Embora o volume de carne produzida na “nova Marfrig” recue para 35% da capacidade anterior, a companhia aposta na diminuição da ociosidade para que a operação alcance pelo menos 50% da quantidade que era produzida anteriormente.
Levando-se em conta a compra de carcaças de animais para fazer a desossa, o indicador pode chegar a 80% em um ano e meio. “O abate é importante, mas, para nós, a desossa se torna mais interessante. Isso permite otimizar a venda, escolher as melhores carcaças, trabalhar os melhores cortes. Vamos seguir fazendo carne commodity por um tempo, não vamos virar tudo só para processados”, acrescenta o executivo.
A despeito da estratégia principal da Marfrig, a perspectiva de menor endividamento foi o principal argumento citado por analistas para o desempenho da ação da companhia, que liderou as altas do Ibovespa nesta terça-feira (29), com uma valorização de 10,7% Já a Minerva recuou 18,3%, justamente em função da preocupação dos investidores com sua alavancagem a partir da compra das 16 plantas da Marfrig.
Para analistas e gestores, o recorte a curto prazo tende a ser positivo para a Marfrig por conta da alavancagem menor. Mas os profissionais ainda demonstram receio sobre o futuro da estratégia de valor agregado para a companhia. Do lado da Minerva, o investimento agressivo chamou a atenção, mas há dúvidas sobre o quanto será possível capturar todas as sinergias apresentadas a ponto de reduzir o custo da transação em menos de 18 meses, como foi apresentado durante a teleconferência sobre o negócio.
https://www.infomoney.com.br/business/marfrig-mrfg...
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gucaju40
4582 29/11/2014ESSA empresa é a que faz sabão em pó???
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andre_esper
7603 17/12/201411295 de 11382
mpaulo_silva
24158 06/10/2019Minerva (BEEF3) perde R$ 1,4 bi de valor de mercado após aquisição bilionária: companhia fez mau negócio?
A despeito de proporcionar benefícios em termos estratégicos no médio prazo, traz consigo algumas desvantagens e riscos, apontam analistas
Por Lara Rizério31 ago 2023 09h58
https://www.infomoney.com.br/mercados/minerva-beef...
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anoter
3214 13/02/201211297 de 11382
anoter
3214 13/02/2012Companhia Aberta
CNPJ nº 67.620.377/0001-14
NIRE 35.300.344.022 – CVM nº 02093-1
Comunicado ao Mercado
A Minerva S.A. ("Minerva" ou "Companhia"), líder na América do Sul na
exportação de carne bovina, informa aos seus acionistas e ao mercado em geral, em
continuidade ao Fato Relevante divulgado no dia 31 de janeiro de 2023 e ao
Comunicado ao Mercado do dia 16 de agosto de 2023, a finalização do processo de
aquisição da Breeders and Packers Uruguay S.A. (“BPU Meat”), uma subsidiária
da NH Foods Group (“NH Foods”).
A BPU Meat é um dos mais modernos frigoríficos de carne bovina da América
do Sul, localizada próxima a cidade de Durazno no Uruguai, com capacidade de abate
de 1200 cabeças/dia. A BPU utiliza alta tecnologia no processo industrial, produzindo
e exportando carne bovina do Uruguai com os mais altos índices de qualidade e
segurança sanitária, acessando os principais e mais restritivos mercados no mundo,
como o Japão, Coreia do Sul, China e Estados Unidos.
O investimento total será de US$ 40 milhões. Nos últimos dois anos, a
BPU Meat apresentou uma receita anual-média de US$ 235 milhões e uma
margem EBITDA de aproximadamente 6%. Atualmente, a unidade frigorífica destina
cerca de 85% de suas vendas para o mercado internacional, em especial para
destinos com alta capacidade de renda e demanda por produtos premium. Com a
aquisição a Minerva Foods passa ter uma capacidade total de abate de 3.700
cabeças/dia, distribuídas por 4 unidades frigoríficas: Pul, Carrasco, Canelones e,
agora, BPU. Desta forma, a partir de setembro a BPU Meat passa a ser consolidada
no balanço da Minerva Foods.
Essa é mais uma iniciativa da Minerva Foods em consonância com a sua
estratégia de ampliação da diversificação geográfica, com o objetivo de mitigar
riscos e maximizar as oportunidades no mercado global de proteína animal, sempre
respeitando o nosso compromisso com a disciplina financeira, sustentabilidade
e criação de valor para os acionistas.
A empresa manterá seus acionistas e o mercado em geral informados sobre
este e qualquer outro assunto relevante.
Barretos, 31 de agosto de 2023
Minerva S.A.
Edison Ticle de Andrade Melo e Souza Filho
Diretor de Finanças e Relações com Investidores
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mpaulo_silva
24158 06/10/2019Minerva (BEEF3) conclui aquisição da uruguaia BPU Meat por US$ 40 milhões
BPU Meat é um dos mais modernos frigoríficos de carne bovina da América do Sul, localizada próxima a cidade de Durazno no Uruguai
Por Felipe Moreira31 ago 2023 19h36
A Minerva (BEEF3) concluiu nesta quinta-feira (31) o processo de aquisição da Breeders and Packers Uruguay S.A. (BPU Meat), uma subsidiária da NH Foods. O investimento total será de US$ 40 milhões.
A BPU Meat é um dos mais modernos frigoríficos de carne bovina da América do Sul, localizada próxima a cidade de Durazno no Uruguai, com capacidade de abate de 1200 cabeças/dia.
https://www.infomoney.com.br/mercados/minerva-beef...
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mpaulo_silva
24158 06/10/2019Minerva (BEEF3) conclui aquisição da BPU Meat
A Minerva (BEEF) concluiu a aquisição da uruguaia BPU Meat por US$ 40 milhões.
A BPU Meat é um dos mais modernos frigoríficos de carne bovina da América do Sul, localizada próxima a cidade de Durazno no Uruguai, com capacidade de abate de 1200 cabeças/dia.
Segundo a Minerva, a BPU utiliza alta tecnologia no processo industrial, produzindo e exportando carne bovina do Uruguai com os mais altos índices de qualidade e segurança sanitária, acessando os principais e mais restritivos mercados no mundo, como o Japão, Coreia do Sul, China e Estados Unidos. O investimento total será de US$ 40 milhões.
Nos últimos dois anos, a BPU Meat apresentou uma receita anual-média de US$ 235 milhões e uma margem EBITDA de aproximadamente 6%.
Atualmente, a unidade frigorífica destina cerca de 85% de suas vendas para o mercado internacional, em especial para destinos com alta capacidade de renda e demanda por produtos premium. Com a aquisição a Minerva Foods passa ter uma capacidade total de abate de 3.700 cabeças/dia, distribuídas por 4 unidades frigoríficas: Pul, Carrasco, Canelones e, agora, BPU. Desta forma, a partir de setembro a BPU Meat passa a ser consolidada no balanço da Minerva Foods.
Também nesta quinta-feira a Minerva reportou que a Compass Group reduziu participação na companhia. A Compass detém agora 25.049.225.00 ações ordinárias emitidas pela Minerva, o que equivale a 4,125% dessa classe de ação.
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lincon silva27
1676 12/08/2021O aluguel do papiro disparou mais de 115% em 3 dias, junto com a tx de tomador, hoje o saldo alugado corresponde a quase 17% do float....ficando bem interessante a parada, se cair hoje começo as compras, além do preço atual interessante ainda tem a alternativa pra lançamento de opções bem gordas e com ótima liquidez
Data
Cotação
Saldo Termo
Saldo Alugado
Taxa %