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Bradespar (BRAP4)

MUSA4
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  • 701
  • 03/04/2007

Alô pessoal do FORUM ADVFN, abram o site www.bradespar.com.br.
Quando a página abrir clique em FATOS RELEVANTES.
Vai aparecer uma página cheia de fatos relevantes.
Clique na 1a. linha e vejam com atenção (Não é desdobramento e, sim, bonificação).
Eu já tomei minha decisão. Vendi toda a minha carteira de ações e entrei de corpo inteiro em BRAP4.
Lembrem-se que os Investidores Estrangeiros estão voltando e, com certeza, não perderão esta oportunidade.
Melhor do que está, somente se as ações subirem muito.
Se não subir o lucro será de cerca de 100% em 15 dias, subindo o lucro será de 100% mais a percentagem devida à alta.
AQUI FICA MINHA SUGESTÃO PARA 2a. feira(01/10/2007).
Abs e bons negócios
MUSA4

Comentários

Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
21/03 08:09 CMA (CMA) Nr. 1318310015
(EMP)
BRADESPAR: Lucro soma R$ 1,335 bi no 4T17, com alta de 25 vezes ante 4T16

São Paulo, 21 de março de 2018 - O lucro líquido do Bradespar aumentou 25
vezes no quarto trimestre de 2017, na comparação com o mesmo período de
2016, e somou R$ 1,335 bilhão. A receita operacional aumentou 15 vezes e somou
R$ 1,591 bilhão no trimestre.

Em 2017, o Bradespar lucrou R$ 2,328 bilhões, aumento de 3,6 vezes ante
2016, registrando o melhor resultado da sua história. A receita operacional
somou R$ 2,732 bilhões no ano, alta de 3,4 vezes ante 2016.

Como empresa de investimentos, a Bradespar tem sua receita operacional
originada do resultado de equivalência patrimonial, dividendos e juros sobre o
capital próprio da Vale e dividendos e juros sobre o capital próprio do
período em que detinha as ações da CPFL Energia.

Allan Ravagnani / Agência CMA

Edição: Eliane Leite (e.leite@cma.com.br)




Copyright 2016 - Grupo CMA
Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
BRAP3e4: Pagará dividendos complementares ($$$ maio?), devido resultado excepcional de 2017 (saída do capital CFLP). Aprox. R$ 433 milhões para 350 milhões ações (menos ações em tesouraria (?)). Uns R$1,23/ação SEM IMPOSTO. Dividendo é ISENTO DE RI (benesse para rico).
Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
Papel Último Preço Pivot Resistências Suportes Nível IFR 14 Status IFR 14 MACD Tendência
VALE3 42,21 42,23 42,73 43,24 43,76 41,72 41,22 40,71 49,35 Vendido Vendido Baixa (*)
OIBR4 3,52 3,49 3,68 3,83 3,99 3,34 3,15 3,00 42,46 Vendido Vendido Baixa
VIVT4 50,40 50,26 50,91 51,43 51,94 49,74 49,09 48,57 49,30 Vendido Comprado Neutra
TIMP3 14,40 14,23 14,63 14,87 15,10 13,99 13,59 13,35 53,86 Comprado Vendido Neutra
PETR4 21,41 21,40 21,57 21,73 21,89 21,24 21,07 20,91 51,89 Comprado Vendido Neutra

O Ibovespa iniciou uma reação a partir do apoio de sua média móvel de 60 dias tocada nos 83.200 e retornou para dentro da congestão triangular, onde a principal resistência, divisora de tendência para o curto prazo passa nos 86.400 pts. Este seria o nível que liberaria o índice novamente para alta até seu topo histórico marcado em 88.300, podendo estender o movimento até a região dos 89.200 pts. As linhas do Estocástico promoveram um cruzamento altista, reforçando um call mais positivo para os próximos dias.

O Fundo 4 vai sendo desenhado na região dos 82.900 e após sua finalização, o próximo movimento esperado para o Ibovespa seria de alta, rumo ao Topo 5, que costuma ser formado após a linha vermelha pontilhada do tempo.

Gráfico diário: A VALE3 rompeu a resistência de sua MME50 nos 41,90 e sobe em direção à próxima barreira marcada em 43,34. Do lado inferior, os suportes ficaram marcados em 40,84 e 39,54 (fundo). Gráfico mensal: No gráfico de médio prazo, a VALE3 tenta o rompimento da resistência do topo de 2011 marcada em 44,11 e na confirmação deste movimento (fechamento mensal), teria um objetivo mais longo projetado em 48,69 (topo histórico).

Gráfico diário: A PETR4 recuperou o suporte dos 21,30 e mantendo-se acima deste nível. Passaria a olhar novamente para a região de topo em 22,16 e 22,63. Do lado negativo, na eventual perda do suporte, o ativo poderia acelerar a queda até 20,62, nível que ainda ampara a estrutura de alta para o curto prazo. Gráfico mensal: Na ótica de médio prazo, a PETR4 entrou em tendência de alta após ter superado sua LTB nos 19,40 e mantendo-se acima deste nível, teria espaço buscar objetivo na região dos 24,86 (topo de 2014).

(*) Análise gráfica é uma visão do ativo pelo retrovisor.

Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
BRAP é 100% VALE com deságio atual de 24,5% e dando mais dividendo/jcp por causa da venda de ações CFLP.

Ultimo % PcoMedio QCompra Compra Venda QVenda Max Min Abert Fech Volume Hora %Mes %Ano %12Meses N.Neg Descrição Ranking

VALE3 43,25 2.46 43,03 1.200 43,25 43,26 300 43,36 42,32 42,32 42,21 356880367.00 12:19:54 -5,38 5,87 48,47 12.676 VALE ON NM (VST) 1
BRAP4 32,10 1.93 31,88 500 32,09 32,12 500 32,22 30,90 31,46 31,49 13442791.00 12:19:54 -7,84 9,64 51,76 1.294 BRADESPAR PN N1 (VST) 13
BRAP3 28,60 2.14 28,47 200 28,61 28,68 500 28,73 27,90 28,08 28,00 259147.00 12:15:45 -3,45 13,22 55,56 42 BRADESPAR ON N1 (VST) 35

pm subiu razoavelmente, indica que essa alta deve ter vindo para ficar. Investidor gosta de dividendo (isento de impostos). $$$$$ de gringo ficou novamente positivo.
  • 02 Abr 2018, 12:24
  • 02 Abr 2018, 12:24
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ldfv

ldfv

4464 07/07/2008

Amanhã o STF vai colaborar para a ALTA ou QUEDA da B.V!!!!!! Vamos ver como vai ser!!!!!!!!!!!!! LULA LÁ e agente aqui!!!!!!!!!!!!

Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
A alta de hoje já era esperada, visto o resultado do julgamento de ontem no STF. É uma das poucas coisas previsíveis da bolsa. Fácil de acertar.
Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
Citação: ldfv - Post #165 - 03/Abr/2018 22:59

Amanhã o STF vai colaborar para a ALTA ou QUEDA da B.V!!!!!! Vamos ver como vai ser!!!!!!!!!!!!! LULA LÁ e agente aqui!!!!!!!!!!!!




Parabéns. A sua presença valoriza este fórum. Para quem acha VALE um ativo de valor e não está operando OPÇ, BRAP é a maneira de inteligente de se situar na Bolsa.
Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
05/04 11:00 CMA (CMA) Nr. 1310510065
(MEC)
PALAVRA DO GESTOR: Guerra Fria

Por Raphael Juan, sócio-fundador da BBT Asset

Nos últimos dias testemunhamos decisões do governo americano em
estabelecer sobretaxas ao comércio chinês que já ultrapassam US$ 3 bilhões.
O principal objetivo é reduzir o déficit comercial entre Estados Unidos e
China. A resposta veio rápida, com o governo chinês retaliando em mais de 200
produtos americanos. Podemos estar presenciando o início de uma "guerra
fria" comercial entre as duas maiores potências. Este risco seria negativo
para a maioria dos ativos financeiros globais e afetaria tanto países
desenvolvidos como emergentes. Os mercados já reagiram de forma bastante
negativa, com o principal índice acionário americano caindo 2,70% apenas em
março - uma variação atípica para o mercado "bull market" que vem
ocorrendo desde 2012.

Ainda é muito cedo para decifrar qual é a real intenção americana.
Podemos estar presenciando apenas um "blefe" para os Estados Unidos terem
melhores margens de negociação, ou uma crença real do governo no
protecionismo como instrumento positivo para empresas e famílias do país. A
história do comércio mundial já tem uma resposta, em que o liberalismo é o
melhor modelo, gerando competitividade econômica e influência geopolítica.

Por agora mantemos nosso cenário de que estamos presenciando mais um
"blefe" do presidente Donald Trump para diminuir o déficit comercial, e de
que a imensa interdependência de comércio e investimento entre os países
fará maior sentido.

Em paralelo com a economia mundial, o cenário doméstico continua positivo,
com juros baixos por mais tempo do que o imaginado, crescimento do PIB e dos
lucros corporativos e ainda baixa alocação em bolsa pela indústria
financeira. Aspectos estes que justificam alocação em empresas brasileiras.
Uma prova disso foi a menor desvalorização das ações no Brasil na
comparação com outros mercados frente ao receio com a "guerra comercial"
internacional. Pela primeira vez desde a recuperação mundial, o Brasil teve
uma performance superior à dos principais mercados financeiros.

Dos riscos locais, permanecemos com os mesmos. A proximidade da eleição em
outubro fará com que o aumento de volatilidade continue. Continuamos otimistas
com a recuperação do mercado acionário local, a melhora do mercado
imobiliário e a diminuição do risco embutida na curva mais longa dos títulos
públicos, bem como com a nossa posição em dólar - que teve o melhor
rendimento de nossos ativos no mês de março dadas as incertezas do comércio
mundial, que geraram prejuízo em todos os ativos financeiros. Continuamos
atentos à inflação global, que poderá gerar um aperto monetário mais
intenso e prejudicar a liquidez global.

O quadro político brasileiro continua sendo a principal variável de
insegurança para investimentos nos ativos locais. O habeas corpus do
ex-presidente Lula gera insegurança para as eleições de outubro, porém não
altera o fundamento desta, porque segundo a Lei da Ficha Limpa o político não
poderia se candidatar mesmo sem ser preso. Continuamos trabalhando com um
cenário remoto da eleição do ex-presidente. A maior volatilidade de curto
prazo não fere nossas posições de médio/longo prazo.

AMBIENTE MACROECONÔMICO

INTERNACIONAL

O Fed elevou a taxa de juros em 0,25 pp, como era fortemente esperado pelo
mercado, levando-a para o intervalo de 1,50% a 1,75% ao ano. O destaque do
comunicado ficou nas revisões para cima do PIB americano e das taxas de juros.
O mercado ainda precifica três altas de juros em 2018, mas com a nova
sinalização o cenário de quatro altas não está descartado, o que poderá
gerar aumento de volatilidade no curto prazo.

O PIB europeu reforçou a tese de recuperação acelerada da zona do euro,
confirmando as expectativas do mercado com crescimento de 2,3% em 2017,
resultado superior ao de 2016. Os destaques vieram da expansão das
exportações e dos investimentos.

Dados recentes sugerem que a economia chinesa não trará surpresas
negativas em 2018. A balança comercial vem mostrando resultados acima das
previsões, assim como a produção industrial. Os investimentos em ativos fixos
aceleraram, com aumento dos investimentos em empreendimentos imobiliários.

A economia japonesa cresceu 1,7% em 2017, surpreendendo positivamente,
principalmente pelo melhor resultado do consumo privado e investimento em ativos
fixos.

NACIONAL

O Copom reduziu a taxa básica de juros em 0,25 pp, para 6,50% ao ano, menor
taxa histórica. A surpresa veio da sinalização de corte adicional de mesma
magnitude, que poderá ocorrer na reunião de maio. A sustentação do cenário
benigno da inflação foi a principal justificativa. O risco fica para o novo
cenário internacional, onde uma possível guerra comercial poderá elevar a
taxa de câmbio pressionando a inflação do mercado doméstico. Por agora
continuamos com o cenário de mais um corte na taxa de juros, terminando o ano
em 6,25%.

---------------------------------------------

A coluna Palavra do Gestor é publicada mensalmente pela Agência CMA e
escrita por Raphael Juan, sócio-fundador da BBT Asset Management, responsável
pela gestão de portfólios e corresponsável pela área de gestão de risco e
trading.

Para contato com a BBT Asset:
Tel: 3052 0621
Email: raphael.juan@bbtasset.com.br

Copyright 2016 - Grupo CMA
Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
Primeiro item da pauta da AGE da Bradespar dia 27/04/2018: cancelar as ações adquiridas por meio do programa de recompra de ações de emissão da
Sociedade, mantidas em tesouraria, sem redução do capital, com a consequente alteração do “caput” do Artigo 6o do Estatuto Social;

Aí tem-se Ações em tesouraria %ON 0,29 ou 355.316 %PN 0,51 ou 1.157.826

Então a sociedade tendo menos ações e sem redução do capital BINGO ações em circulação valerão mais. Assim BRAP remunerará com div/jcp + redução dos número de ações sem redução de capital.
Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
No mesmo dia/local haverá Assembleia Geral Ordinária (AGO):
1. tomar as contas dos administradores e examinar, discutir e votar as Demonstrações
Contábeis relativas ao exercício social findo em 31.12.2017;
2. deliberar sobre proposta do Conselho de Administração para destinação do lucro líquido
do exercício de 2017;

Sabendo que em 2017 BRAP auferiu lucro histórico, pois além do bom rendimento da VALE houve "venda" da participação na CPFL.
Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
Deságio boletim caiu para 24%. Uns 30 dias atrás estava em 24,68%.
No pregão agora BRAP3 -32,65 % e BRAP4 -25,65%
Distorção em cima de distorção, logo oportunidade das oportunidades.

https://www.bradespar.com.br/Bradespar/staticfiles/pdf/boletim_quinzenal/Boletim_02042018_pt.pdf
Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
AGE e AGO da Bradespar dia 27/04/2018: ATENÇÃO.
Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
VALE3.2 ou BRAP3/BRAP4, iguais a VALE3, mas mais baratas, com maior rentabilidade, porém não têm opç cp/vd negociadas com liquidez.
Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
BRAP3/4 ou VALE3.2:

10/04 16:21 CMA (CMA) Nr. 1311010133
(EMP)
MOODY'S: Agência afirma rating e perspectiva de Vale e Ambev

São Paulo, 10 de abril de 2018 - A agência de classificação de riscos
Moody's afirmou a nota de crédito e a perspectiva dos ratings da Vale e da
Ambev, seguindo a ação de elevar a perspectiva do rating soberano brasileiro
de negativo para estável. Tanto na Ambev quanto na Vale, as perspectivas das
notas de crédito já eram estáveis.

A nota de crédito da Vale foi afirmada em 'Ba1', um nível acima da nota
de crédito soberana brasileira, em 'Ba2'. A nota de crédito da Ambev foi
afirmada em 'Baa3'.

Camila de Lira / Agência CMA

Edição: Gustavo Nicoletta (g.nicoletta@cma.com.br)

[ VALE3 ]

[ ABEV3 ]

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Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
13/04 17:46 CMA (CMA) Nr. 1311300130
(MEC)
IBOVESPA: Bolsa cai c/desconfiança na economia e incerteza política (amplia

Acrescenta informações a partir do sexto parágrafo

São Paulo, 13 de abril de 2018 - O Ibovespa encerrou o último pregão da
semana em queda de 1,30%, aos 84.334,41 pontos, influenciado pela quase
estabilidade das receitas de serviço em fevereiro, que, junto da queda das
vendas no varejo, indica que a economia brasileira ainda não pegou tração,
puxando as ações de bancos para baixo. A indefinição do cenário eleitoral e
o cenário externo com maior aversão ao risco também pesam no índice.

Na semana, o índice caiu apenas 0,2%. O economista-chefe da Homebroker
Modalmais, Álvaro Bandeira, disse que desde o dia 16 de março o índice não
conseguiu romper a faixa de 85,5 mil pontos, nem cair abaixo de 83,3 mil pontos.
Segundo ele, essa é uma "zona de congestão" e mostra o como o mercado está
indefinido.

"O mercado dos Estados Unidos teve queda hoje, existem preocupações com
guerra comercial, com 'guerra fria' entre Estados Unidos e Rússia, por causa
da Síria. Aqui dentro, não dá para fugir do cenário político indefinido,
tudo isso é objeto de volatilidade do mercado", afirmou Bandeira.

De acordo com o estrategista-chefe da Levante Investimentos, Rafael
Bevilacqua, os dados mais fracos da economia brasileira publicados durante a
semana acabaram pesando hoje, com a adição da baixa da receita em serviços.
"A inflação abaixo do esperado, as vendas do varejo e a receita em serviço
ruim botam em xeque a retomada econômica de 2018. O mercado fica sem
convicção e sai vendendo".

No âmbito político, há espera do mercado pela publicação das primeiras
pesquisas eleitorais após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva. Bevilacqua aponta que o mercado viu como indigesta a indicação de que
Ciro Gomes - nome com alguma força nas últimas pesquisas eleitorais - estaria
se aproximando do PT.

Segundo Bevilacqua, as ações da BRF tiveram a maior queda do índice
(-4,57%), com mais um capítulo da "novela Abílio Diniz", após o pedido de
acionistas minoritários para mudar o tipo de votação no conselho de
administração seguido de um boato de que Diniz teria pedido uma reunião
extraordinária dos conselheiros.

As ações do setor financeiro caíram por ser um setor mais sensível à
atividade econômica. Os papéis do Itaú Unibanco perderam 2,32%, os do Banco
do Brasil tiveram queda de 3,36% e os do Bradesco caíram 2,18%; enquanto as
ações da Cielo caíram 3,89%. Nas maiores altas do Ibovespa estão os papéis
do Pão de Açúcar (+3,49%) e da Cesp# (+2,53%).

PERSPECTIVA

Para os analistas consultados, o resultado da pesquisa eleitoral Datafolha
neste domingo poderá mexer no Ibovespa na segunda-feira. Bandeira projeta queda
do índice, mas não descarta volatilidade alta e não vê força para o
índice sair da zona entre 83 mil e 85 mil pontos.

Camila de Lira / Agência CMA

Edição: Leandro Tavares (leandro.tavares@cma.com.br)

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ldfv

ldfv

4464 07/07/2008

hoje pode-se colher um pouco!!!!!!!!!!!!!!!

Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
Muito interessante tudo isso. Desde que Bradespar vendeu sua elétrica e se tornou 100% VALE, "surfo" tudo isso com mais quantidade, mais dividendo e com deságios com VALE3.2X.

Vai VALE, volte aos 59,XX da época do grau de investimento, época da grande crise no Brasil (2008, a partir do 2º semestre) visto que nos EUA começou em 2007, vai...

VALE3 = VALE
VALE3.21 = BRAP4
VALE3.22 = BRAP3
ldfv

ldfv

4464 07/07/2008

Saber esperar faz parte do plantar e colher!!

Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
Permita-me estas observações, eu estava lá. Máxima histórica, preço da época, VALE5 = 59,XX e VALE3 = R$ 68,XX em 22/maio/2008. Dai, aquele "ex-presidente da VALE amigo do aécio (Agnelli)" falou em NY que faria uma OPA. Feriado no Brasil. Recuo na NY, ao abrir aqui já veio VALE5 = 57,XX. Desceu, desceu até 15/jul (dia OPA) para VALE5=39,90 e VALE3=44,XX. Então vieram os "circuit breakers - CB" (6), a partir de 30/set, sendo que num único dia dois. Maravilha. Opções de Compra eram fontes inesgotáveis de $$$$$$. Vendia-se lá em cima, comprava-se lá embaixo depois do CB. Em nov/2008 VALE5=23,XX (?). Troca-se tudo por PETR4 lá nos $17/$18. PETR dispara a pagar JCP e sobe atingindo R$ 22 em fev/2009. Troca-se de novo PETR4 por VALE5, pois março era mês de VALE. Se num determinado momento VALE5/PETR4 valeu sempre entre 0,9 a 1,1. VALE dispara e vai a 1,7. Hoje VALE3/PETR3=1,99.

Em síntese, hoje VALE3.1 (administração, transparência e dividendos) é a bola da vez, mas VALE3.2 (BRAP3/BRAP4) é VALE com maximização do investimento. É bom ter ambas, para ter um preço médio menor ainda, maximizar mais ainda o retorno de investimento, assim tem-se a liquidez imediata de BRAP4 e a liquidez em conta gotas de BRAP3.

Dia 27/4 está chegando...

Boa sorte
Joo john

Joo john

1856 09/10/2014
25/04 19:14 CMA (CMA) Nr. 1312500272
(ITM,BAS,EMP)
VALE: Lucro líquido cai 36,1% no 1T18, para US$ 1,59 bi

São Paulo, 25 de abril de 2018 - O lucro líquido da Vale diminuiu 36,1% no
primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, para US$
1,59 bilhão. Analistas consultados pela Agência CMA previam, em média,
prejuízo líquido de US$ 2,013 bilhões. Na comparação com o quarto trimestre
de 2017, quando a empresa lucrou US$ 771 milhões, o lucro dobrou.

A receita operacional líquida aumentou 1% em base anual e encolheu 6,2% em
base trimestral, para US$ 8,603 bilhões, ficando abaixo da previsão do
mercado, de US$ 8,681 bilhões.

O ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da
Vale em termos ajustados, que inclui dividendos recebidos de coligadas e exclui
ganhos ou perdas na venda de ativos e despesas não recorrentes, recuou 7,8% no
primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, para US$
3,971 bilhões. No quarto trimestre de 2017, a companhia registrou ebitda de US$
4,109 bilhões. O mercado previa ebitda de US$ 4,060 bilhões.

O investimento da companhia atingiu US$ 890 milhões no quarto trimestre,
caindo 20% em termos anuais e ficando 8,9% abaixo do nível observado no quarto
trimestre de 2017.

A receita da área de minerais ferrosos aumentou 0,5% em base anual e
encolheu 2,6% em base trimestral, para US$ 6,527 bilhões. O preço médio
realizado do minério de ferro foi de US$ 66,41 por tonelada no primeiro
trimestre, ante US$ 63,10 por tonelada no quarto trimestre de 2017 e US$ 75,78
por tonelada no primeiro trimestre.

Edição: Gustavo Nicoletta (g.nicoletta@cma.com.br)

[ CSNA3 GGBR3 GGBR4 MMXM11 USIM3 USIM5 USIM6 VALE3 VALE5 MAGG3 ]

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Ativos Discutidos
BOV:BRAP4 22.09 -2.3%
Bradespar Sa
Bradespar Sa
Bradespar Sa
Índices Mundiais
Alemanha -0.9%
Austrália 0.2%
Brasil -0.5%
Canadá -0.4%
EUA (Dow Jones) 0.8%
EUA (NASDAQ) 0.5%
França 0.6%
Grécia 0.0%
Holanda 0.1%
Inglaterra 0.2%
Itália -0.8%
Portugal -1.1%
Maiores Altas (%)
BOV:RCSL3 0.46 24.3%
BOV:RCSL4 0.66 17.9%
BOV:AZUL99 7.30 11.8%
BOV:JFEN3 0.68 11.5%
BOV:AZEV4 0.10 11.1%
BOV:AZUL97 7.30 10.6%
BOV:CEAB3 10.43 6.3%
BOV:AZTE3 0.17 6.3%
BOV:IGTI4 10.62 5.7%
BOV:SNSY5 1.57 5.4%

Dado por: