faivel
- Dono
- 281
- 28/11/2006
Olá colegas investidores Braskem,boa noite !
Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..
Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.
sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!
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Comentários
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flylaa
4498 17/09/2009Cobra criada não vai cuspir no prato que come. Inocentes daqueles que acham que não é possível manipular um ativo específico. A interferência chega a ser escancarada. Só não vê quem não quer. Nossa memória é muito curta: não entrando no mérito de quem era o culpado, basta lembrar do caso Naji Nahas.
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flylaa
4498 17/09/2009Conheço essa tática e que é a do L&S.
Não estou analisando o ativo só pelo gráfico: meu intuito é compreender os movimentos. Para isso analiso não só os aluguéis como os empréstimos registrados, contratos a termo e notícias também. É lógico que se deve ver o volume do ativo, existe uma regra de mercado que diz: quando o volume e os contratos em aberto estão caindo (aluguéis) e o preço está subindo é sinal de mercado fraco. Se você sabe quem está vendendo e quem está comprando, você têm um parâmetro a mais para confirmar esse sinal de fraqueza, além de descobrir quem é o algoz ou o herói da ação: aquele que puxa o movimento.
Ficarei na análise restrita do ativo e sem entrar no mérito das notícias que abalaram as bolsas ao redor do mundo.
Como postei há vários dias atrás, a queda desse ativo se deu principalmente pelo elevado número de contratos a termo vendidos e no exagerado número de ações alugadas no mesmo período e que serviu para municiar a ponta vendedora. Como não há por trás de braskem fundos de pensão, é claro que um grande investidor ajudou no aluguel das ações e, muito provavelmente, é o mesmo que vendeu os contratos a termo. A estratégia adotada foi a de vender tudo o que podia e fazer o preço do ativo ir caindo. Nisso o formador de mercado foi crucial: sem ele a estratégia não teria dado certo, isso para ficar restrito apenas ao ativo. O ativo caiu e os que compraram os contratos a termo foram forçados a vender as ações para o prejuízo não aumentar. O que disparou essa decisão, como já dito, não está sendo analisado. Por isso você vê o exagerado volume nos gráficos (pico de 13M de ações, quando o normal é por volta de 1.5M a 2.0M de ações por pregão).
Quando em 17/05 e 18/05 eu postei a "marmelada" que estava ocorrendo, fui até irônico ao prever a que nível chegaria a queda (R$9,00/R$9,60), com base em movimento semelhante ao de 2004 e que você percebeu agora no dia 29/05. Infelizmente não tenho dados daquela época sobre aluguéis e contratos a termo, porém, tenho quase certeza que a motivação foi a mesma. Esta é a principal explicação para a "explosão para baixo".
Caso o panorama mundial fosse diferente, os investidores estrangeiros não teriam fugido da Bovespa a partir de 09/04 e, muito provavelmente, a "explosão para cima" teria ocorrido conforme indicava o OCO invertido que predominava até o rompimento do congestionamento em forma de retângulo e que estava ocorrendo até final de abril. Esse movimento ainda é possível de ser completado em mais 26 semanas, lá pelo final de novembro deste ano, concluindo o movimento que se iniciou na primeira semana de julho de 2007. Por isso a previsão de poder atingir somente o primeiro objetivo que é de R17,00, pois a própria braskem teme as consequências que o início das atividades das petroquimicas asiáticas e que deve ocorrer a partir do 2S2010, com clara influência no objetivo de expansão mundial dela.
As informações e o conhecimento de um ativo são úteis para entender os movimentos e explicar poque se têm que adotar o stop em táticas como a de L&S. As vezes, aquilo que você está vendo nos gráficos não reflete a realidade. Nesse mercado existe muito o zé x zé, o que distorce completamente o volume apresentado, os indicadores e leva o aplicador de curto prazo ao erro. Para mim, até prova em contrário, o grande ganhador em bolsa é aquele que aplica o seu dinheiro a longo prazo e conhece o ativo em que aplica. Tática são táticas, um mês você ganha, outro mês você perde. Muita gente, no balanço final, ou sai no zero a zero ou sai perdendo.
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flylaa
4498 17/09/2009O maior comprador foi novamente Bradesco com 380K (agora comprado em 4.7M). Só para comparação o segundo maior comprador não passou dos 40K.
O maior vendedor foi Ágora com 120K (vendido em 840K).
Fora o grupinho manjado, somente 5 outras corretoras tiveram a coragem de comprar o ativo, mostrando a total falta de novos compradores.
O ativo está desacreditado devido a manipulação dos controladores que fizeram o ativo ter seu valor desvalorizado até 9,xx no final de maio, causando enorme prejuízo em corretoras que apostavam na alta desde fevereiro e que estavam compradas em ações a termo. Olhe que o prejuízo foi grande pois tratava-se de mais 10M de ações. O resultado é o agora observado: ativo sem credibilidade e sem compradores novos, tendo a sua alta alimentada pelos próprios comprados que estão, por enquanto, com um mico na mão.
Alta artificial e forçada. Como venho dizendo há tempos, desde os 10,xx, é difícil confiar no que você acha que está vendo e somente com compradores novos e com volume ter-se-ia uma alta consistente. A compra ou não do ativo é decisão particular de cada um, porém, não venha dizer depois que não foi avisado.
Comprado há meses em 13,45, sofri muito com o ativo e hoje, finalmente, saí sem prejuízo. Nunca mais retorno, enquanto perdurar essa palhaçada. Irei acompanhar o ativo e continuar alertando, através deste fórum, os possíveis pretendentes à compra.
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Mario Eduardo
2077 13/12/2008muito cuidado com indicações de corretoras, muito cuidado. A BRKM5 e PETR4, VALE, LIGT3, CNFB4, ESSA ULTIMA ESTEVE com indicação de chegar a 7,30 no ano passado e veja como esta hoje, absurdos, cuidado com indicações de corretoras.
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paulofab
2934 16/08/2007Podemos citar inúmeras razões para essa subida sem volume, mas não vou perder meu tempo teclando isso. Acho que amanhã ou depois o ativo pode dar um salto e vc já desceu do trem. Os donos da empresa subscreveram pacas a 14,40 e compraram todo o resíduo, vc acha que eles não sabem o que tem na mão.....
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flylaa
4498 17/09/2009Concordo com você, porém perdi a confiança no ativo e vou procurar outros papéis menos discarados. Só fiquei até hoje porque houve aquelas puladas de stop quando ela caiu e eu não ia dar esse gostinho para esse grupinho. Quanto a subscrição, fizeram de propósito para somente eles exercerem o direito: o pessoal da Odbrecht e da atual diretoria da Petrobrás não dão ponto sem nó. Agora que eles voltaram ao patamar da subscrição, acredito que ficarão esperando o balanço para dar o salto pretendido às custas dos novos compradores. De qualquer forma continuarei postando e acompanhando o ativo.
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flylaa
4498 17/09/2009Caro Mario Eduardo, realmente é tudo o que você escreveu. Quem conhece um pouquinho desse mercado, percebe muito rapidamente dos interesses por trás dos analistas das corretoras: indicam um coisa e, em geral, fazem completamente ao contrário. Portanto, conhecer como um ativo se comporta é primordial para entrar e sair dele. Para isso é que servem os fóruns: para cada um postar suas convicções para aquele que procura poder tirar as suas próprias conclusões quanto a entrar ou não em um ativo.
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paulofab
2934 16/08/2007São Paulo, 15 - Uma pesquisa realizada pela Financial Investor Relations (Firb), consultoria de Relações com Investidores, aponta que as ações das empresas brasileiras têm potencial de valorização superior a 35% neste ano caso atinjam o preço-alvo estimado pelos analistas de mercado. Os setores que têm maior potencial de impulsionar o índice são: petroquímica e gás, finanças e seguros, mineração, siderurgia e metalurgia, considerando não apenas a expectativa de valorização, mas também o peso de cada um dentro do índice.
O levantamento, divulgado com exclusividade para a Agência Estado, analisou mais de 600 relatórios de 21 instituições financeiras com os preços esperados para as principais empresas brasileiras. Segundo esta estimativa, o Ibovespa teria potencial de chegar a 86 mil pontos até o final de 2010, valorização de 26% em comparação com o ano passado, quando foram registrados 68 mil pontos.
Como o Ibovespa já caiu cerca de 8% neste ano, para os atuais 63 mil pontos, o índice teria de subir mais de 35% até o final do ano para atingir o preço considerado justo pelo mercado.
Segundo o presidente da Firb, Arleu Anhalt, a pesquisa aponta a tendência para os principais setores e por isso reflete a expectativa de valor considerado justo para as empresas, mas o Ibovespa pode não atingir este valor a depender de outros fatores de mercado. "A previsão mostra o que os analistas consideram em termos de fundamento, mas outros fatores macroeconômicos podem influenciar o mercado", destacou.
De acordo com os analistas considerados no estudo da Firb, o setor com perspectivas mais positivas é o petroquímico e gás, que inclui Petrobras, Braskem, Ultrapar e Ecodiesel, cujos papéis tiveram depreciação média de 20,7% no primeiro semestre. Segundo a Firb, a projeção de crescimento para este setor em 2010 é de 64,7%, considerando os preços-alvo. O setor tem participação de 17,2% no índice, e apresentou uma queda de 20,7% no primeiro semestre deste ano. De acordo com Anhalt, este setor, assim como os demais, foi penalizado pela crise europeia, que trouxe muitas incertezas.
No caso da Petrobras, o acidente na BP também ajudou a derrubar as ações da empresa porque trouxe dúvidas em relação aos riscos no futuro. Nos próximos meses, um fator decisivo para a estatal será sua capitalização, prevista para setembro. "Com a entrada dos recursos, a produção vai crescer e a companhia poderá explorar o pré-sal", afirmou.
Setor financeiro
O segundo setor com melhor avaliação dos analistas é o de finanças e seguros, que tem potencial de valorização de 39,1% em 2010, segundo as projeções. De acordo com um analista contemplado na pesquisa, o setor foi penalizado pela crise na Europa e pelo processo de reforma na regulação bancária nos Estados Unidos, o que justifica a perspectiva de recuperação dos papéis.
O analista, que não quis ter o nome divulgado, destacou que as ações das instituições financeiras são muito líquidas e foram impactadas pela saída de capital da bolsa. "Depois de commodities como petróleo e minério, as ações dos bancos são as mais líquidas do índice", afirmou. No primeiro semestre, os papéis do setor tiveram queda de 8,9%. Sua participação no Ibovespa é de 17,5%.
De acordo com o profissional, a expectativa para o segundo semestre é mais positiva para os bancos porque o crescimento econômico deve aumentar a demanda por crédito, enquanto a inadimplência deve cair. Outro fator positivo é o menor risco País, segundo o analista.
Mineração e siderurgia
As ações dos setores de mineração e siderurgia também estão entre os destaques das projeções do mercado. No caso da mineração, representada pela Vale, a projeção de crescimento chega a 49,2% no ano, ante queda de 8,3% no primeiro semestre. O setor minerador tem peso de 14,4% no Ibovespa.
De acordo com um analista do setor, que não quis divulgar seu nome, os papéis de mineração sofreram com os temores sobre a crise na Europa, que poderia desacelerar o crescimento mundial, e também com as perspectivas de crescimento da China, principal locomotiva da demanda por minério de ferro.
Segundo ele, a economia chinesa continua a crescer a taxas elevadas, mas a um ritmo um pouco mais moderado do que o previsto pelo mercado, o que gerou a queda nas ações. O preço do minério de ferro no mercado à vista na China caiu recentemente para US$ 117 por tonelada, ante um recorde de US$ 195 por tonelada em abril deste ano. Mesmo assim, o preço ainda é duas vezes maior do que o registrado no ano passado.
O analista explicou que as perspectivas ainda são favoráveis para a Vale, uma vez que a relação mundial entre oferta e demanda de minério segue muito apertada, o deve sustentar os bons resultados da mineradora nos próximos meses. "Esperamos uma retomada da demanda industrial na China para o segundo semestre", afirmou.
No caso do setor siderúrgico, que inclui empresas como Gerdau, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e Usiminas, os analistas esperam valorização média de 35,8% para o ano. No primeiro semestre, a queda foi de 9,2%. Segundo um dos especialistas do setor consultados pela Firb, este segmento da economia também foi prejudicado pelo cenário externo, que gerou temor sobre queda de preços do aço e maior risco de importações no Brasil. "A demanda interna está aquecida, mas foi o cenário externo que mais afetou os papéis", disse.
Em sua avaliação, este setor também depende de uma recuperação externa para apresentar valorização nas ações. "Tem muita gente achando que os papéis destas empresas estão baratos", disse, o que justifica a perspectiva de alta apontada pelo levantamento. O setor tem participação de 9,5% no Ibovespa.
Outros setores destacados pelo estudo da Firb como os mais positivos são construção (previsão de alta de 38,7% no ano), energia elétrica (19,6%), telecomunicações (41,7%), varejo (20,1%), transporte (39%), alimentos e bebidas (22,9%), logística (41,1%), papel e celulose (29%), sucroalcooleiro (27,9%), veículos e peças (21%) e saneamento (8,5%). O único setor que apresenta tendência de queda das ações é o de tabaco, com previsão de recuo de 8% no ano. No primeiro semestre, o setor apresentou alta de 21,5%. Seu peso no índice é de 0,5%. Confira a seguir a íntegra das projeções:
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riboliva
14420 27/08/20093290 de 5325
flylaa
4498 17/09/20093291 de 5325
webmazieri
251 04/11/2008Caso deseje estar ao lado dos que ganham dinheiro, você precisa conhecer nosso site!
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flylaa
4498 17/09/2009Cara, para de ser incoveniente colocando propaganda nos fóruns. Você espera realmente que alguém que frequenta este tipo de espaço vai perder tempo acessando dados de pessoas que não se tocam fazendo propaganda chata como a sua.
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flylaa
4498 17/09/2009Como destaque hoje somente dois comprados do grupinho já manjado: Morgan Stanley que teve um saldo vendedor de -213.800 ações e Itau que teve um saldo comprador de 228.900 ações.
Novos compradores foram poucos e em geral com aquisições abaixo de 10.0000 ações.
A conversão das ADR daria uma equivalência de 12,97 para BRKM5 contra um fechamento de 13,17 por aqui, ou seja, sobreavaliada em 1,5%.
O panoram é o mesmo de há muito tempo: ativo sem novos compradores e, em geral, com baixo volume. A alta ocorrida desde o fundo do final de maio é fruto de compras efetuadas pelo grupinho dos comprados, não havendo, como já dito, compradores novos dispostos a entrar no ativo.
Somente a entrada de compradores novos e com volume poderá dar confiabilidade em uma alta sustentada.
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Mario Eduardo
2077 13/12/20083295 de 5325
paulofab
2934 16/08/20073296 de 5325
flylaa
4498 17/09/2009Maiores saldos compradores foram Itaú com 128K (comprado em 2.4M), Socopa com 75K (vendido em 158K) e Agora com 57K (vendido em 771k).
Maiores saldos vendedores foram Citigroup com 192K (vendido em mais de 2.5M), Hendging-Griffo com 147K (comprado em 387K) e Banespa com 135K (comprado em mais de 1.6M).
O panorama que se perpetua não mudou, ou seja, fora do grupinho que causou a queda brutal do papel no final de maio, poucos compradores novos se apresentaram e em geral com volume baixo, tratando-se, possivelmente, de sardinhas desavidas.
Somente a entrada de compradores novos e com volume, indicará uma força do papel e com possível alta consistente.
ADR fecharam a 14,59 que quando convertida daria um valor de 12,87 para BRKM5 contra um fechamento de 12,96, ou seja, sobreavalida em 0,68%.
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paulofab
2934 16/08/20073299 de 5325
flylaa
4498 17/09/2009Quatro comprados se dispuseram a vender hoje e fortemente: Banespa, Itaú, Bradesco e Merril Lynch. Um único vendido foi o maior saldo vendedor: Citigroup..
Os maiores compradores foram um comprado, Socopa, e um vendido Goldman Sachs.
Apareceram mais compradores novos, porém, com volume muito baixo, tratando-se possivelmente de sardinhas, que na soma final, pouco afetaram as cotações.
Ao que parece a paciência dos comprados foi testada hoje, que se apressaram nas vendas. Caso continuem desovando, o ativo deverá continuar caindo.
As ADR's fecharam a 14,68 que quando devidamente convertidas dariam o valor de 12,82 para cada BRKM5, quase em linha com o fechamento por aqui a 12,86.
Ativo engata o terceiro dia seguido em queda e chegou a romper o nível de suporte de 12,86. A falta de compradores novos com volume pode ser o motivo da queda, que a princípio, deve continuar, já que está havendo forte realizações por parte dos comprados.
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flylaa
4498 17/09/2009Os principais saldos vendedores foram ICAP com -65.300 ações e Banespa com com -78.100 ações.
O maior saldo comprador foi Itau com 144.100 ações.
Tanto vendedores como comprador são do grupinho manjado e fortemente comprados.
O panoram é o mesmo de há muito tempo: ativo sem novos compradores e, em geral, com baixo volume.