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Investidores Braskem Vamos Postar S/Aqui (BRKM5)

faivel
  • Dono
  • 281
  • 28/11/2006



Olá colegas investidores Braskem,boa noite !

Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..

Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.

sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!




Comentários

fdadias

fdadias

4376 23/08/2007

Citação: fdadias - Post #5165 - 25/Jun/2025 20:48

Citação: lurickma - Post #5161 - 25/Jun/2025 18:28

Citação: fdadias - Post #5160 - 25/Jun/2025 13:21

Citação: mbsilva - Post #5149 - 20/Jun/2025 14:00Menos de dois dígitos! Como batem no papel.

E fácil bater ...pois o papel está com os fundamentos muito ruim...

Ninguem bate em papel com fundamentos solidos...simples assim


qual preco eh interessante para vc ?


Dependendo do resultado do 2T

De 2,00 a 2,50 ( se o resultado vim semelhante aos ultimos)

Mais caso ve queira arriscar ...4,XX pode valer o risco...vai que aparece um louco para comprar a empresa..



gucaju40

gucaju40

4578 29/11/2014
TANURE VAI OFERCER R$ 30.00.
Mesmo valor oferecido pela unipar e jbss.


Muito gente vai conseguir sair do prejuízo com tag along de R$ 30.00 por ação.


Depois, tanure va pegar toda grana de volta fazendo inúmeras subscrições.

No final, quem vai pagar a conta toda é a Petrobrás
fdadias

fdadias

4376 23/08/2007

Citação: gucaju40 - Post #5242 - 17/Jul/2025 22:50TANURE VAI OFERCER R$ 30.00.

Mesmo valor oferecido pela unipar e jbss.

Muito gente vai conseguir sair do prejuízo com tag along de R$ 30.00 por ação.

Depois, tanure va pegar toda grana de volta fazendo inúmeras subscrições.

No final, quem vai pagar a conta toda é a Petrobrás



Entendi....

fdadias

fdadias

4376 23/08/2007

Vou avisar o pessoal que compra sucata.. que em breve terá grandes ofertas

fdadias

fdadias

4376 23/08/2007

Citação: gucaju40 - Post #5242 - 17/Jul/2025 22:50TANURE VAI OFERCER R$ 30.00.

Mesmo valor oferecido pela unipar e jbss.

Muito gente vai conseguir sair do prejuízo com tag along de R$ 30.00 por ação.

Depois, tanure va pegar toda grana de volta fazendo inúmeras subscrições.

No final, quem vai pagar a conta toda é a Petrobrás



Não conta para ninguem...compra agora e vende por 30.

fdadias

fdadias

4376 23/08/2007

Citação: fdadias - Post #5014 - 13/Mai/2025 14:42

A caminho dos 7,50 ( preço justo) após balanço do 1T 2025.

Joga como nunca e perde como sempre...rsrsrsr se não mudar no comando nada irá acontecer...simples assim.

Segue o jogo



Quando sair o resultado do 2T deve ir para de 5,00 reais ...pois a velocidade que está queimando caixa é assustador

gucaju40

gucaju40

4578 29/11/2014
A bolsa inteira por R$ 3,00 é caro......


Chuva de GOLPES na B3...



Fujam para as montanhas....
fdadias

fdadias

4376 23/08/2007

Citação: gucaju40 - Post #5249 - 18/Jul/2025 21:15A bolsa inteira por R$ 3,00 é caro......

Chuva de GOLPES na B3...

Fujam para as montanhas....



Vc não ia vender por 30,00?

gucaju40

gucaju40

4578 29/11/2014
A R$ 30,00 EU NÃO VENDO. SÓ VENDO A R$ 80,00


AMBIPAR COMPREI A 17,00, CAIU PARA 8,20. vENDI A R$ 50,00. FIQUEI FELIZ DA VIDA.

PAPEL FOI PARA R$ 268,00 DIRETO.



BOLSA É SIMPLES ASSIM. NÃO TEM SEGREDO.

COMPRAR EMPRESAS ESTRATÉGICAS QUANDO NINGUÉM QUER, E DEPOIS VENDER QUADO TODO MUNDO QUER.




fdadias

fdadias

4376 23/08/2007

Citação: gucaju40 - Post #5251 - 21/Jul/2025 20:27A R$ 30,00 EU NÃO VENDO. SÓ VENDO A R$ 80,00

AMBIPAR COMPREI A 17,00, CAIU PARA 8,20. vENDI A R$ 50,00. FIQUEI FELIZ DA VIDA.

PAPEL FOI PARA R$ 268,00 DIRETO.

BOLSA É SIMPLES ASSIM. NÃO TEM SEGREDO.

COMPRAR EMPRESAS ESTRATÉGICAS QUANDO NINGUÉM QUER, E DEPOIS VENDER QUADO TODO MUNDO QUER.



Concordo em comprar empresa estrategicas.... mais aqui ainda está caro..

Pois a queima do caixa está muito rapida..e pode colocar a empresa em uma situação mais complicada que já está.

AW100DINDIN

AW100DINDIN

7078 30/04/2016

Petrobras (PETR4) não aceita ficar de fora das negociações de Nelson Tanure sobre o controle da Braskem (BRKM5) — e vai ao Cade questionar

Uma das maiores acionistas da petroquímica, a Petrobras recorreu ao Cade para garantir sua participação ativa nas negociações, segundo informações do InvestNews

Camille Lima

24 de julho de 2025

9:18 - atualizado às 9:19

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Ninguém sabe ao certo o que Nelson Tanure colocou na mesa na proposta pelo controle da Braskem (BRKM5) — e, ao que tudo indica, até a Petrobras (PETR4) ficou no escuro. Uma das maiores acionistas da petroquímica, a estatal recorreu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para garantir sua participação ativa nas negociações. As informações são do InvestNews.

De acordo com o site, a estatal não foi formalmente informada sobre a operação e sequer teve acesso aos documentos do negócio.

Aliás, a petroleira só teria tomado conhecimento da proposta de Tanure após a divulgação do fato relevante enviado pela Braskem à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em meio aos rumores que circulavam no mercado.

Agora, a Petrobras pede ao Cade que seja reconhecida como "parte interessada", garantindo o direito de participar ativamente do processo, acessar os documentos e se manifestar oficialmente sobre os termos da transação.

Atualmente, a Petrobras detém 36,1% do capital total da Braskem e cerca de 47% das ações com direito a voto.

Além disso, a estatal tem um rigoroso acordo de acionistas que lhe confere o direito de preferência sobre qualquer proposta para a fatia da Novonor (ex-Odebrecht) na petroquímica.


A movimentação da Petrobras no Cade ocorre menos de uma semana após a aprovação da proposta de Tanure pelo regulador antitruste, sem impor restrições.

No entanto, o regulador deixou claro que o negócio só poderá avançar se Tanure cumprir as obrigações da Novonor no acordo de acionistas com a Petrobras e obter êxito nas negociações com os bancos credores da antiga Odebrecht, que detêm ações da Braskem como garantias a dívidas de cerca de R$ 15 bilhões.


O que diz a Petrobras (PETR4) sobre a proposta de Tanure pelo controle da Braskem (BRKM5)

No documento enviado ao Cade, segundo o InvestNews, a Petrobras (PETR4) afirma que é inegável que o objetivo do empresário é a transferência de controle da própria Braskem.

Ao que se sabe até agora, Tanure pretende adquirir, de forma indireta, a participação da Novonor na Braskem — que detém 50,1% do capital votante e 38,3% do capital total da empresa.

Em vez de comprar diretamente as ações da Braskem no mercado, Tanure planeja adquirir as ações da NSP Investimentos, a holding que detém a participação da Novonor, por meio do seu fundo Petroquímica Verde.

Na prática, a mudança de controle ocorreria na camada superior, afetando a controladora da Braskem, e não a própria petroquímica. Isso explicaria a falta de intenção de Tanure de oferecer o benefício do tag along ou de realizar uma oferta pública de aquisição (OPA) aos acionistas minoritários.

“Trata-se de operação cujo objeto é claramente o controle da Braskem, ainda que formalmente se declare como aquisição da NSP”, afirmou a petroleira, na petição.

Além disso, a Petrobras argumenta que a proposta de Tanure não apresenta elementos vinculantes, o que também contraria as determinações do acordo de acionistas na Braskem.

A petroleira também solicitou ao Cade a reabertura do prazo legal para apresentação de recursos, uma vez que não teve acesso à proposta de Tanure antes da aprovação do regulador.

Isso porque a aprovação do Cade se torna definitiva após 15 dias, caso não haja manifestação pelo tribunal do Cade ou recursos por terceiros interessados.

O objetivo da Petrobras é garantir o direito de se manifestar caso o negócio viole o acordo societário com a Novonor, especialmente considerando o impacto que a transação pode ter sobre os termos do acordo e a futura governança da Braskem.


https://www.seudinheiro.com/2025/empresas/petrobras-petr4-nao-acei-ta-ficar-de-fora-das-negociacoes-de-nelson-tanure-sobre-o-controle-da-braskem-brkm5-e-vai-ao-cade-questionar-miql/

Lapupa

Lapupa

3865 29/11/2007
Do me a favor!

o assunto 'rolando' desde maio e só agora dando uma de "pessoa" traída?!
Lapupa

Lapupa

3865 29/11/2007
Exclusivo: Enquanto Tanure negocia controle da Braskem, bancos e gestora fortalecem plano alternativo
Por Rikardy Tooge e Lucinda Pinto
29 jul. 2025
|
17h34
|
6 min
Atualizado: 18h48


Enquanto os movimentos de Nelson Tanure concentram as atenções do mercado sobre o futuro da Braskem, um plano alternativo segue amadurecendo em silêncio — com apoio dos bancos credores da Novonor (a antiga Odebrecht), novos elementos de governança e conhecimento da Petrobras, que acompanha de perto as discussões.

A proposta, desenhada pela gestora IG4, do empresário Paulo Mattos, em conjunto com os bancos credores — Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e BNDES — ganhou tração nas últimas semanas. E prevê não apenas a reestruturação da dívida e um aporte de capital, mas também a migração da Braskem para o Novo Mercado da B3, com reforço nos mecanismos de governança e maior influência da Petrobras na indicação de executivos.

“A ideia não é só resolver a dívida, mas destravar valor com uma nova governança e reposicionar a companhia em áreas estratégicas”, diz ao InvestNews uma das fontes a par do assunto, citando a produção de polímeros verdes como um exemplo. A Braskem é pioneira na produção de plásticos feitos a partir de etanol e mantém uma planta dedicada a esses biopolímeros em Triunfo (RS).

O avanço, ponderam fontes ouvidas pelo InvestNews, esbarra em uma trava formal: o contrato de exclusividade firmado entre Tanure e a Novonor em 23 de maio, com duração de 90 dias. A expectativa é que, tão logo esse prazo se encerre — em 21 de agosto — os credores retomem as conversas sobre a estrutura alternativa. Ainda assim, não está descartada a possibilidade de renovação do acordo entre Tanure e os Odebrecht.

O que parece claro neste momento é que, independentemente do cenário, a Petrobras quer ampliar sua ingerência na Braskem. Não necessariamente ampliando a participação, mas assegurando o direto de indicar mais nomes para as diretorias executivas.

Esse movimento parece natural — e até desejável, na visão de especialistas do setor –, dada a complementariedade entre o setor de petróleo e o petroquímico. Tanto é que atualmente grandes petroleiras no mundo têm investido pesado nessa indústria.

A Petrobras mantém diálogo com os bancos e foi informada da estrutura proposta por eles. A estatal também mantém diálogo com o grupo de Tanure. Para formalizar essas negociações, a companhia acionou, na semana passada, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Braskem em disputa
No centro da disputa está o poder de barganha desses cinco bancos, que acumulam quase R$ 19 bilhões em dívidas da Novonor, garantidas por ações da Braskem. No plano em discussão, a família Odebrecht pretende manter uma participação de cerca de 3,5% na petroquímica — condição considerada essencial para viabilizar o processo de recuperação judicial do grupo.

A proposta da IG4 — gestora que liderou reestruturações bem-sucedidas em companhias como a Iguá Saneamento e a CLI (Corredor Logística e Infraestrutura) — é vista com bons olhos pelos credores, por representar uma alternativa de maior recuperação financeira. Hoje, o valor de mercado da Braskem não cobre nem um terço do montante devido pela Novonor aos bancos. A empresa vale menos de R$ 8 bilhões em bolsa.

Entre os bancos, a principal resistência recai sobre o histórico de Tanure em negociações com credores — nas quais costuma buscar descontos agressivos. O receio é que, sob sua gestão, a reestruturação da Braskem preserve os interesses da Novonor, em detrimento da recuperação dos valores devidos. A proposta da IG4, por outro lado, não prevê haircuts obrigatórios e aposta na valorização das ações como via de compensação.

Atualmente, a Novonor detém 50,1% das ações com direito a voto na Braskem, por meio da holding NSP Investimentos, enquanto a Petrobras possui 47% do capital votante. O restante está pulverizado entre minoritários.

As duas empresas compartilham o controle da companhia com base em um acordo de acionistas que exige consenso para decisões estratégicas. Além disso, a Petrobras possui direito de preferência sobre a fatia da Novonor, o que significa que qualquer proposta de mudança de controle só pode avançar com seu aval, seja por venda direta, seja via reestruturação.

A ampliação do papel da Petrobras na Braskem, inclusive, é um raro ponto de convergência entre todos os envolvidos — Novonor, Tanure, bancos e IG4. Outra avaliação consensual é que o impasse precisa ser resolvido com urgência, para que a Braskem encontre um novo rumo e a Novonor consiga avançar com seu plano de reestruturação.

Fator Alagoas
A Braskem está à venda há sete anos e teve diversas negociações interrompidas, cada uma delas por uma razão diferente. Agora, todas as partes parecem correr contra o tempo para evitar um dos riscos mais latentes nesse processo: o político. É que, paralelamente à disputa societária, a Braskem carrega um passivo bilionário relacionado ao afundamento do solo em bairros de Maceió. E esse pode ser um trunfo a ser usado na campanha eleitoral que acontecerá em 2026.

Segundo o balanço do primeiro trimestre, a companhia estima uma exposição remanescente de R$ 8,4 bilhões, além dos R$ 14,8 bilhões já desembolsados ou provisionados desde o início da crise.

Em Alagoas, o senador Renan Calheiros (MDB) — um dos nomes mais influentes da política local e pai do ex-governador Renan Filho — voltou a defender recentemente que a venda da Braskem represente uma “reparação histórica” à população afetada, com reforço nas indenizações e eventual retirada da planta do bairro Pontal da Barra.

Para qualquer candidato ao controle da empresa, o passivo ambiental de Alagoas não é apenas uma questão contábil — mas um risco jurídico, regulatório e político, especialmente em um ano pré-eleitoral.

Nos bastidores, o grupo de Tanure contratou a Aecom, empresa americana que auxiliou a Vale no caso de Mariana, para lidar com os desdobramentos técnicos do caso. Já a IG4 e os bancos trabalham para costurar um acordo com o Ministério Público e também buscar uma solução para o processo movido contra a Braskem na Holanda, relacionado ao mesmo episódio.


Apesar do caixa robusto — com cerca de US$ 2 bilhões disponíveis —, a situação financeira da Braskem gera apreensão. A alavancagem está em 7,9 vezes o Ebitda, segundo dados do primeiro trimestre, e a maior parte dos vencimentos se concentra a partir de 2028.

Procurados pelo InvestNews, IG4, bancos, Tanure e Petrobras não comentaram.





https://investnews.com.br/negocios/braskem-plano-alternativo-brkm5-petr4/
fdadias

fdadias

4376 23/08/2007

Citação: lapupa - Post #5255 - 04/Ago/2025 19:15Exclusivo: Enquanto Tanure negocia controle da Braskem, bancos e gestora fortalecem plano alternativo

Por Rikardy Tooge e Lucinda Pinto

29 jul. 2025

|

17h34

|

6 min

Atualizado: 18h48

Enquanto os movimentos de Nelson Tanure concentram as atenções do mercado sobre o futuro da Braskem, um plano alternativo segue amadurecendo em silêncio — com apoio dos bancos credores da Novonor (a antiga Odebrecht), novos elementos de governança e conhecimento da Petrobras, que acompanha de perto as discussões.

A proposta, desenhada pela gestora IG4, do empresário Paulo Mattos, em conjunto com os bancos credores — Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e BNDES — ganhou tração nas últimas semanas. E prevê não apenas a reestruturação da dívida e um aporte de capital, mas também a migração da Braskem para o Novo Mercado da B3, com reforço nos mecanismos de governança e maior influência da Petrobras na indicação de executivos.

“A ideia não é só resolver a dívida, mas destravar valor com uma nova governança e reposicionar a companhia em áreas estratégicas”, diz ao InvestNews uma das fontes a par do assunto, citando a produção de polímeros verdes como um exemplo. A Braskem é pioneira na produção de plásticos feitos a partir de etanol e mantém uma planta dedicada a esses biopolímeros em Triunfo (RS).

O avanço, ponderam fontes ouvidas pelo InvestNews, esbarra em uma trava formal: o contrato de exclusividade firmado entre Tanure e a Novonor em 23 de maio, com duração de 90 dias. A expectativa é que, tão logo esse prazo se encerre — em 21 de agosto — os credores retomem as conversas sobre a estrutura alternativa. Ainda assim, não está descartada a possibilidade de renovação do acordo entre Tanure e os Odebrecht.

O que parece claro neste momento é que, independentemente do cenário, a Petrobras quer ampliar sua ingerência na Braskem. Não necessariamente ampliando a participação, mas assegurando o direto de indicar mais nomes para as diretorias executivas.

Esse movimento parece natural — e até desejável, na visão de especialistas do setor –, dada a complementariedade entre o setor de petróleo e o petroquímico. Tanto é que atualmente grandes petroleiras no mundo têm investido pesado nessa indústria.

A Petrobras mantém diálogo com os bancos e foi informada da estrutura proposta por eles. A estatal também mantém diálogo com o grupo de Tanure. Para formalizar essas negociações, a companhia acionou, na semana passada, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Braskem em disputa

No centro da disputa está o poder de barganha desses cinco bancos, que acumulam quase R$ 19 bilhões em dívidas da Novonor, garantidas por ações da Braskem. No plano em discussão, a família Odebrecht pretende manter uma participação de cerca de 3,5% na petroquímica — condição considerada essencial para viabilizar o processo de recuperação judicial do grupo.

A proposta da IG4 — gestora que liderou reestruturações bem-sucedidas em companhias como a Iguá Saneamento e a CLI (Corredor Logística e Infraestrutura) — é vista com bons olhos pelos credores, por representar uma alternativa de maior recuperação financeira. Hoje, o valor de mercado da Braskem não cobre nem um terço do montante devido pela Novonor aos bancos. A empresa vale menos de R$ 8 bilhões em bolsa.

Entre os bancos, a principal resistência recai sobre o histórico de Tanure em negociações com credores — nas quais costuma buscar descontos agressivos. O receio é que, sob sua gestão, a reestruturação da Braskem preserve os interesses da Novonor, em detrimento da recuperação dos valores devidos. A proposta da IG4, por outro lado, não prevê haircuts obrigatórios e aposta na valorização das ações como via de compensação.

Atualmente, a Novonor detém 50,1% das ações com direito a voto na Braskem, por meio da holding NSP Investimentos, enquanto a Petrobras possui 47% do capital votante. O restante está pulverizado entre minoritários.

As duas empresas compartilham o controle da companhia com base em um acordo de acionistas que exige consenso para decisões estratégicas. Além disso, a Petrobras possui direito de preferência sobre a fatia da Novonor, o que significa que qualquer proposta de mudança de controle só pode avançar com seu aval, seja por venda direta, seja via reestruturação.

A ampliação do papel da Petrobras na Braskem, inclusive, é um raro ponto de convergência entre todos os envolvidos — Novonor, Tanure, bancos e IG4. Outra avaliação consensual é que o impasse precisa ser resolvido com urgência, para que a Braskem encontre um novo rumo e a Novonor consiga avançar com seu plano de reestruturação.

Fator Alagoas

A Braskem está à venda há sete anos e teve diversas negociações interrompidas, cada uma delas por uma razão diferente. Agora, todas as partes parecem correr contra o tempo para evitar um dos riscos mais latentes nesse processo: o político. É que, paralelamente à disputa societária, a Braskem carrega um passivo bilionário relacionado ao afundamento do solo em bairros de Maceió. E esse pode ser um trunfo a ser usado na campanha eleitoral que acontecerá em 2026.

Segundo o balanço do primeiro trimestre, a companhia estima uma exposição remanescente de R$ 8,4 bilhões, além dos R$ 14,8 bilhões já desembolsados ou provisionados desde o início da crise.

Em Alagoas, o senador Renan Calheiros (MDB) — um dos nomes mais influentes da política local e pai do ex-governador Renan Filho — voltou a defender recentemente que a venda da Braskem represente uma “reparação histórica” à população afetada, com reforço nas indenizações e eventual retirada da planta do bairro Pontal da Barra.

Para qualquer candidato ao controle da empresa, o passivo ambiental de Alagoas não é apenas uma questão contábil — mas um risco jurídico, regulatório e político, especialmente em um ano pré-eleitoral.

Nos bastidores, o grupo de Tanure contratou a Aecom, empresa americana que auxiliou a Vale no caso de Mariana, para lidar com os desdobramentos técnicos do caso. Já a IG4 e os bancos trabalham para costurar um acordo com o Ministério Público e também buscar uma solução para o processo movido contra a Braskem na Holanda, relacionado ao mesmo episódio.

Apesar do caixa robusto — com cerca de US$ 2 bilhões disponíveis —, a situação financeira da Braskem gera apreensão. A alavancagem está em 7,9 vezes o Ebitda, segundo dados do primeiro trimestre, e a maior parte dos vencimentos se concentra a partir de 2028.

Procurados pelo InvestNews, IG4, bancos, Tanure e Petrobras não comentaram.

https://investnews.com.br/negocios/braskem-plano-alternativo-brkm5-petr4/



Enquanto isso o caixa da empresa é consumida a uma velocidade assustadora....

fdadias

fdadias

4376 23/08/2007

SE vc acharam o resultado do 2T ruim...

Espera o do 3T... para verificar o que vais acontecer com o caixa...

Quando nada muda. .o final todos já sabem...

E ficar vendido e assistindo o final triste..


fdadias

fdadias

4376 23/08/2007

Citação: fdadias - Post #5257 - 11/Ago/2025 13:35

SE vc acharam o resultado do 2T ruim...

Espera o do 3T... para verificar o que vais acontecer com o caixa...

Quando nada muda. .o final todos já sabem...

É ficar vendido e assistindo o final triste..


AW100DINDIN

AW100DINDIN

7078 30/04/2016

Sem acordo em Alagoas, Tanure pode desistir da Braskem

Entretanto, o período de exclusividade previsto no atual acordo termina em 21 de agosto e até agora a questão da investigação ambiental continua pendente

Reuters

11/08/2025 18h53 • Atualizado 20 horas atrás

O empresário Nelson Tanure pode desistir de comprar o controle da Braskem, a maior petroquímica da América Latina, se não conseguir um amplo acordo com autoridades relacionado ao afundamento do solo na capital de Alagoas.

Em maio, Tanure assinou um documento de exclusividade de 90 dias para discutir os termos de uma oferta para adquirir a participação da Novonor, antiga Odebrecht, na Braskem. A Petrobras divide o controle da petroquímica com a Novonor e tem direito de preferência.

Desde então, o empresário tem trabalhado para resolver questões legais decorrentes do afundamento do solo em Maceió, onde a Braskem operava minas de sal-gema. A companhia já teve de desembolsar cerca de R$13 bilhões ao longo dos últimos anos em meio a milhares de reclamações de famílias deslocadas pelo fenômeno na capital alagoana.

Entretanto, o período de exclusividade previsto no atual acordo termina em 21 de agosto e até agora a questão da investigação ambiental continua pendente.

Em uma resposta por escrito à Reuters nesta segunda-feira, Tanure disse que a resolução deste caso é condição inegociável para o futuro de sua oferta pela Braskem.

“Um acordo com todas as entidades envolvidas no desastre de Alagoas é sine qua non. Sobretudo da não transferência da responsabilidade penal e de equacionamento financeiro para os novos acionistas”, disse o empresário, sem elaborar sobre seus próximos passos.

O afundamento foi atribuído por autoridades às atividades de extração de sal-gema da Braskem, que começaram na década de 1970 e foram interrompidas em 2019 após o registro de rachaduras em edifícios e ruas de Maceió.

Enquanto Tanure decide sua estratégia, a gestora de private equity IG4 Capital aguarda para lançar uma oferta rival quando o acordo de exclusividade entre o empresário e a Novonor deixar de existir. A estratégia da IG4 é consolidar a dívida bancária da Novonor e trocá-la por ações da Braskem, segundo pessoas próximas ao plano.

Braskem, Novonor e IG4 não comentaram.

As discussões sobre o futuro do controle da Braskem coincidem com a tentativa da empresa química Unipar de comprar fábricas de polipropileno da Braskem nos EUA por cerca de US$1 bilhão, segundo informações publicadas nos últimos dias pela mídia e confirmadas pela Reuters. Divulgada na semana passada, a tentativa não conta com a aprovação de partes-chave, incluindo Tanure e IG4, de acordo com fontes.

https://www.infomoney.com.br/mercados/sem-acordo-em-alagoas-tanure-pode-desistir-da-braskem/

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Ativos Discutidos
BOV:BRKM5 9.43 0.0%
Braskem Sa
Braskem Sa
Braskem Sa
Índices Mundiais
Alemanha 0.3%
Austrália -0.9%
Brasil 0.0%
Canadá 0.0%
EUA (Dow Jones) 0.0%
EUA (NASDAQ) -1.1%
França 0.6%
Grécia 0.0%
Holanda -0.4%
Inglaterra 0.5%
Itália 0.2%
Portugal 0.7%
Maiores Altas (%)
BOV:BPAC5 16.00 19.3%
BOV:PSVM11 8.00 14.3%
BOV:CSMG3 58.89 11.2%
BOV:AZUL18 16.99 10.5%
BOV:OSXB3 1.49 6.4%
BOV:BEEF11 0.68 6.3%
BOV:BDLL4 3.98 5.9%
BOV:RPMG3 1.47 5.0%
BOV:EALT3 13.49 4.6%
BOV:TPIS3 9.49 4.5%

Dado por: