miqueiro
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- 18/07/2009
| Gráfico Intraday: BOV:BRSR6 | Gráfico Longo-Prazo: BOV:BRSR6 |
O Banrisul fechou o primeiro semestre de 2009 com um lucro líquido de R$ 210,8 milhões, cerca de 5% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado (R$ 222 milhões). Os números foram apresentados ontem pelo presidente do banco, Fernando Lemos. Entre as razões apontadas para a queda estão o aumento da reserva para cobertura de operações de crédito que não sejam quitadas, bem como a redução da taxa Selic.
Entretanto, Lemos considerou o resultado dos seis primeiros meses do ano positivo, devido às diferentes condições que o mercado apresentava no início de 2008 em relação ao período atual. "Estamos comparando o melhor semestre dos últimos anos (janeiro a junho de 2008) com o pior semestre da economia brasileira nos últimos tempos", destacou.
O secretário da Fazenda, Ricardo Englert, também enfatizou a forma positiva como o Banrisul reagiu durante o cenário de crise financeira internacional. "O fato de o banco ter realizado novas operações de crédito no valor de R$ 10 bilhões, sobre um saldo total da carteira de R$ 12 bilhões, mostra que a instituição está comprometida com a sociedade gaúcha, fomentando e irrigando a economia do Estado", disse.
O desempenho da instituição é explicado pelo aumento das receitas de crédito, face ao crescimento do volume da carteira, e de tesouraria. O volume de operações de crédito do Banrisul totalizou R$ 12,1 bilhões em junho de 2009, saldo que ultrapassa 21,3% a posição registrada em junho de 2008. O maior avanço se deu na expansão do crédito às pessoas físicas, que alcançou R$ 4,6 bilhões em junho de 2009, um crescimento de 30,9% sobre o mesmo mês de 2008. Já o crédito comercial atingiu um saldo de R$ 4,3 bilhões, com expansão de 10,3%. Em relação ao crédito imobiliário, a carteira registrou aumento de 16,5% com saldo de R$ 1 bilhão. No crédito rural, foram obtidos R$ 913,4 milhões, incremento de 36,9% sobre junho de 2008.
O patrimônio líquido atingiu R$ 3,2 bilhões, evolução de 10% em relação ao montante registrado em junho de 2008. Os ativos totais do Banrisul apresentaram, ao final de junho de 2009, um saldo de R$ 27,7 bilhões, com crescimento de 19,5% sobre junho de 2008. Já a rentabilidade anualizada sobre o Patrimônio Líquido Médio alcançou 13,9% no período.
O índice de inadimplência no primeiro semestre foi de 4,1% contra 3,2% de janeiro a junho do ano passado. Segundo Fernando Lemos, o mês de maio registrou o pico do período, com 4,3%, e a tendência até o final de 2009 é de baixa. O presidente do Banrisul também espera que os próximos meses marquem um processo de recuperação no mercado financeiro, e mantém a previsão de crescimento de 19% na carteira de crédito da instituição até dezembro.
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Comentários
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MARCOSPG
5323 18/04/2008462 de 1434
Hasbvs
6110 08/03/2007463 de 1434
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6110 08/03/2007Topos e fundos ascendentes
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6110 08/03/2007Show de bola
465 de 1434
Bicho_Papao
846 20/01/2016466 de 1434
pobre
3514 04/12/2007467 de 1434
Pac Man da Bolsa
6380 08/12/2010468 de 1434
pobre
3514 04/12/2007to melhorando...rsrsrs
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Bicho_Papao
846 20/01/2016Brasília - O plano de socorro aos Estados, que o governo vai enviar ao Congresso Nacional como parte das medidas de reforma fiscal para reequilibrar as contas do setor público, abrirá a possibilidade de federalização de empresas estatais estaduais. Elas serão aceitas pela União e depois privatizadas.
"Cada Estado vai apresentar a empresa que acreditar que é interessante se desfazer em troca de uma redução no fluxo de pagamento de dívidas", informou ao jornal O Estado de S. Paulo o secretário do Tesouro Nacional, Otavio Ladeira.
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Bicho_Papao
846 20/01/2016471 de 1434
Bicho_Papao
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Bicho_Papao
846 20/01/2016TA FAVORAVEL
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Bicho_Papao
846 20/01/2016Brasília - O plano de socorro aos Estados, que o governo vai enviar ao Congresso Nacional como parte das medidas de reforma fiscal para reequilibrar as contas do setor público, abrirá a possibilidade de federalização de empresas estatais estaduais. Elas serão aceitas pela União e depois privatizadas.
"Cada Estado vai apresentar a empresa que acreditar que é interessante se desfazer em troca de uma redução no fluxo de pagamento de dívidas", informou ao jornal O Estado de S. Paulo o secretário do Tesouro Nacional, Otavio Ladeira.
Na primeira grande renegociação das dívidas dos Estados, em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, também foram aceitas empresas estatais, como os bancos públicos, por exemplo.
Qual o estado mais quebrado do pais?
Além do desequilibrio nas finanças, o estado também está atolado em dívidas. Em junho, a dívida pública total chegou a R$ 61 bilhões, segundo o economista Liderau Marques Junior, da Fundação de Economia e Estatística (FEE). O valor é mais do que o dobro da receita líquida anual. Só a dívida com o governo federal é de mais de R$ 50 bilhões e consome 13% do orçamento todos os meses. O restante inclui precatórios (cerca de R$ 8 bilhões) e empréstimos.
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pobre
3514 04/12/2007475 de 1434
pobre
3514 04/12/2007476 de 1434
acarlos321
1338 05/03/2010477 de 1434
MARCOSPG
5323 18/04/2008Empresas de distribuição de gás são candidatas: as estatais serão aceitas pela União e depois privatizadas, como parte da renegociação das dívidas
Adriana Fernandes e Lorenna Rodrigues, do Estadão Conteúdo
Brasília - O plano de socorro aos Estados, que o governo vai enviar ao Congresso Nacional como parte das medidas de reforma fiscal para reequilibrar as contas do setor público, abrirá a possibilidade de federalização de empresas estatais estaduais. Elas serão aceitas pela União e depois privatizadas.
"Cada Estado vai apresentar a empresa que acreditar que é interessante se desfazer em troca de uma redução no fluxo de pagamento de dívidas", informou ao jornal O Estado de S. Paulo o secretário do Tesouro Nacional, Otavio Ladeira.
Segundo ele, as empresas de distribuição de gás são candidatas a entrar na lista. Também serão aceitas participações acionárias dos Estados em empresas.
O resultado obtido com a alienação dos ativos será aplicado, como redutor, nas prestações mensais da dívida que eles têm com a União ao longo dos cinco anos seguintes à venda.
Na primeira grande renegociação das dívidas dos Estados, em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, também foram aceitas empresas estatais, como os bancos públicos, por exemplo.
Para o secretário de Fazenda do Estado de São Paulo, Renato Villela, a possibilidade de a União aceitar as empresas como parte dos pagamentos é positiva, porque melhora o fluxo de caixa dos Estados.
"Mas é preciso conhecer os detalhes", disse. Segundo ele, o Estado tem interesse e está estudando alternativas. Mas preferiu não citar o nome de que empresa poderia ser envolvida.
"A ideia é boa, mas, infelizmente, não sei se há condições de se reproduzir a mesma estratégia de duas décadas atrás", disse o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas, José Roberto Afonso.
Para ele, pouca gente atentou para o fato de que a rolagem estadual de dívidas após o Plano Real foi um processo vinculado à desestatização, no âmbito estadual e nacional.
"É um processo que exige vontade política, competência técnica e condições econômicas diferenciadas. Não sinto que as mesmas condições estejam postas hoje", disse.
Prazos
No projeto atual, que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e será encaminhado ao Congresso no final do março, o governo se propõe a alongar o pagamento da dívida dos Estados com a União em mais 20 anos.
O prazo dos empréstimos contratados no BNDES pelos Estados poderá ser alongado em até 10 anos. A expectativa é de redução nos pagamentos que pode chegar a R$ 36 bilhões nos próximos três anos.
Ladeira disse que o plano é positivo porque vai ajudar a melhorar o fluxo de caixa dos governadores neste momento de crise econômica, sem que haja subsídio adicional do Tesouro Nacional na operação, já que as condições de juros dos contratos serão mantidas.
Segundo o secretário, o BNDES não receberá nenhum tipo de ajuda financeira do Tesouro para fazer essa renegociação com os governadores. Ele destacou ainda que a medida exige contrapartidas dos Estados que quiserem aderir à renegociação.
"Não há perdão da dívida", enfatizou o secretário em defesa do projeto, que foi recebido com desconfiança pelos analistas do mercado financeiro.
A maior preocupação dos economistas com a medida, que abre espaço para que os governadores aumentem seus gastos, é com o seu impacto negativo para o cumprimento na meta de superávit primário (a economia para pagamento dos juros da dívida pública) dos Estados e municípios em 2016 e nos próximos anos.
Para este ano, a meta para os governos regionais é de um superávit primário de R$ 6,5 bilhões. Dependendo da redução dos pagamentos dos Estados com a renegociação da dívida, a meta pode ficar comprometida e até mesmo o resultado ser deficitário.
banrisul já to dentro e tambem no banestes - banco do espirito santo (estadual) ambos são rentáveis, se isso se confirmar deverá ter um ágio bunito!!!
et. para complementar o problema é que o PT não é contra as privatizações? isso iria gerar mais desconforto no proprio partido.
479 de 1434
FLAHMER
473 30/05/2010480 de 1434
snovaess
277 18/12/2008Provavelmente sera divulgado na proxima semana