ycki
- Dono
- 2836
- 24/11/2007
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2. Respeito, comedimento e cordialidade;
3. Notícias devem ter data, fonte, link e respeitar o limite de 500 palavras na contagem do Winword. Acima desse limite deverão ser acessadas pelo link;
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Comentários
661 de 7417
ycki
2836 24/11/2007Aluguéis caindo:
662 de 7417
vym99
4475 19/12/2009CSNA : hoje só ela ( entre as sids. ) Muito bom!
Inté!
663 de 7417
SCHABATURA
6611 28/11/2007A BICHINHA TÁ LINDA, PUXANDO O IBOV HOJE. :)
664 de 7417
slf17
9936 08/11/2009Caros socios
Hoje , os 6 maiores compradores LIQUIDOS de CSNA 3 sâo GRINGOS .
665 de 7417
vym99
4475 19/12/2009CSNA3 - diário
Ontem confirmou compra pelas "médias". A MM26 começou a ficar plana e caso confirme creio que os preços poderão ultrapassar essa linha, já que lá será o ponto de equilíbrio. A frente, MM52 com fundo plano reforça essa possibilidade.
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
666 de 7417
ycki
2836 24/11/2007Já tinha positivado antes, mas acho que você merecem mais positivações. Parabéns!
Para quem só lê: tá na hora de dar essa força nas positivações, pelo menos isso, né!?
Taí o gráfico que resumeo acerto dos seus posts: gringos comprando e a destacando entre as SIDs.
667 de 7417
vym99
4475 19/12/2009Vlw!
Vou nessa. Inté!
668 de 7417
ycki
2836 24/11/2007- papel se firmando acima da Fibo38(inverti de novo);
- volume na M15;
- MACD cruzou para alta;
- MM144,embaixo, e MM200 distantes, em amplitude similar à que precedeu altas anteriores (não mostrei no gráfico);
- gringos enchendo os carrinhos.
Vamos acompanhando, gostei muito do fechamento e o after, até agora, confirmando o bom momento.
Bom descanso a Todos!
669 de 7417
vym99
4475 19/12/2009Boa sorte p/ todos!
670 de 7417
vym99
4475 19/12/2009Com essa tempestade que veio de fora...
Mas, em ativos em bom momento gráfico estão resistindo bravamene.
Vez ou outra coloco gráfico neste forum, experimentem visitar se houver interesse.
Abs.
http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb=fbb&id=450082&bb_id=11&detect=np&ptm=1350659275%23post12528707#post12528707
http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb=fbb&id=450082&bb_id=11&detect=np&ptm=1350659275%23post12528707#post12528707
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vym99
4475 19/12/2009Queda foi forte, mas, o gráfico não se alterou, pelo menos por enquanto. No "Diário" e nos "60 minutos" ficaram nos suportes.
DJI futuro vai perdendo LTA(13248). Tem suporte em 13200, um pouquinho abaixo, e se não segurar o próximo está em 13k ou mais ou menos -1,6%.
Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
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672 de 7417
vym99
4475 19/12/2009um ótimo final de semana p todos!
673 de 7417
ycki
2836 24/11/2007Hoje me enrolei por aqui, mas não perdi nada.
Bom final de semana a Todos!
674 de 7417
jparthur
19029 09/03/2007675 de 7417
felipezero
4016 26/03/2007é mais fácil acredita em Papai Noel que dividendos da CSN esse ano.
676 de 7417
ivangav
26 11/01/2012rsrsrsrrssr infelizmente tenho que concordar!
677 de 7417
robsondrocha
3646 01/02/2012As bandas estão estreitando e MACD no 0x0.
Só estocástico que está feio.
Pode testar esse suporte aí, mas sem força.
Abraços e bom final de semana!
678 de 7417
ycki
2836 24/11/2007Horários bovespa a partir de 22/10/2012:
Mercados de Ações
Pregão regular:
- das 9h45 às 10h - leilão de pré-abertura - registro de ofertas para a
formação do preço teórico de abertura;
- das 10h às 17h - sessão contínua de negociação - para todos os ativos
em todos os mercados;
- das 16h55 às 17h - call de fechamento para:
- ativos negociados no mercado a vista que fazem palie da carteira de qualquer um dos índices da Bolsa;
- séries de opções de ativos-objeto que fazem parte da carteira teórica do IBrX-100; e
- ETFs.
O período do call de fechamento para ETFs será estendido em 2 minutos a partir do encerramento do último call de ação.
a partir das 16h50 - call de fechamento para opções de Índice Bovespa, com encerramento estendido em 2 minutos a partir do encerramento do último call de ação.
After-market:
das 17h30 às 17h45 - fase de pré-abertura e cancelamento de ofertas;
das 17h45 às 19h - fase de negociação.
Notícia completa em:
http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/noticias/2012/BMFBOVESPA-divulga-horarios-de-negociacao-2012-10-09.aspx?tipoNoticia=1&idioma=pt-br
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bbb0607
4315 08/10/2007Cenário externo adverso e queda nos preço dos produtos no mercado internacional explicam pé no freio
DANIELLE NOGUEIRA
Publicado:
21/10/12 - 22h17
Atualizado:
21/10/12 - 22h25
Envios por mail: 2
Obras em curso. Após anos, siderúrgica de Pecém, no Ceará, enfim começou a ser construída. Com investimento de R$ 2,6 bilhões, a usina que tem as sul-coreanas Dongkuk e Posco como sócias e a previsão é que comece a operar em 2015
DIVULGAÇÃO
RIO — O impasse que ronda a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), cujo controle está à venda desde maio e permanece sem comprador definido, é apenas um dos problemas que a Vale está enfrentando para tocar seus projetos de siderurgia. Diante da crise mundial e do excesso de aço no mundo, a mineradora — que tem 37% de participação na CSA — ainda não conseguiu convencer parceiros a investir em suas usinas no Pará e no Espírito Santo, avaliadas em US$ 9,4 bilhões. E não está disposta a arcar com os custos sozinha num momento em que o preço do minério de ferro, sua principal fonte de receita, está em baixa. Mas a Vale não é a única: Usiminas e ArcelorMittal Brasil suspenderam projetos de US$ 6,9 bilhões por tempo indeterminado, elevando os investimentos em banho-maria ou cancelados a US$ 16,3 bilhões.
A Vale, que enfrenta ainda morosidade no processo de licenciamento e problemas na infraestrutura logística dos empreendimentos, não chegou a retirar as usinas de seu portfólio, mas já comunicou às autoridades que eles já não figuram entre suas prioridades.
Ao pôr o pé no freio nos dois projetos, a Vale se une a outras empresas que cancelaram ou suspenderam ampliações ou construções de siderúrgicas no Brasil por causa do cenário externo adverso. A Usiminas foi a primeira vítima da crise, ao anunciar o cancelamento de sua usina de placas em Santana do Paraíso (MG), de US$ 5,7 bilhões. No ano seguinte, a ArcelorMittal Brasil suspendeu, por tempo indeterminado, a duplicação de sua usina em João Monlevade (MG), de US$ 1,2 bilhão. Ao todo, a conta sobe a U$ 17,3 bilhões.
Obstáculos para usinas
No caso da Vale, o ritmo mais lento dos projetos na gestão de Murilo Ferreira, que assumiu a presidência em maio de 2011, vai de encontro ao que se esperava do executivo. Uma das razões para o embate entre seu antecessor, Roger Agnelli, e o governo federal foi o desejo do ex-presidente Lula de que a empresa investisse em siderurgia.
Os quatro projetos da Vale — além da CSA, no Rio, e das usinas em Pará e Espírito Santo, há uma siderúrgica no Ceará — foram desenhados na gestão Agnelli, quando o cenário era mais favorável à indústria do aço, e a pressão oficial era maior. O governo Dilma Rousseff continua a monitorar de perto o andamento dos projetos, mas fontes afirmam que ela está mais compreensiva diante da conjuntura internacional.
O conselho de administração, no qual o governo tem forte influência, ainda não aprovou as usinas nem demonstra pressa em fazê-lo. A participação de fundos de pensão patrocinados por estatais e do BNDES nas ações ordinárias (com voto) na Valepar, holding que controla a Vale, soma 60,5%.
— Tem que prevalecer o bom senso. O governo parece ter entendido que, para preservar o balanço, a Vale tem que focar em mineração — disse Rafael Weber, analista da Geração Futuro para mineração.
A Vale divulga o resultado financeiro do terceiro trimestre na quarta-feira. Analistas esperam queda de até 65% no lucro líquido, para algo entre R$ 2,8 bilhões e R$ 4 bilhões. Ironicamente, empecilhos para que as usinas saiam do papel também vêm do próprio governo federal. Além da falta de sócios, a Vale enfrenta um impasse na infraestrutura logística da Aços Laminados do Pará (Alpa). Uma hidrovia que ligaria o porto de Vila do Conde, no litoral paraense, à cidade de Marabá, onde está a usina, teve as obras suspensas há oito meses, após ser retirada do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ela é crucial para levar para a Alpa o carvão importado, sem o qual os altos-fornos da siderúrgica não funcionam. É pela hidrovia também que será escoada parte dos produtos siderúrgicos, o que viabilizaria a construção de um polo metal-mecânico na região. A industrialização é o anseio do governo do Pará, que, por décadas, vive a contraditória situação de abrigar a maior reserva de minério da Vale, Carajás, e ver quase toda a produção ser exportada.
— A hidrovia é o principal gargalo hoje para o projeto. Sem ela, a usina não sai. O pior é que o projeto criou expectativa no empresariado local, que investiu em hotéis e restaurantes e, agora, teme que o dinheiro investido não tenha o retorno esperado — disse o secretário de Indústria, Comércio e Mineração do Pará, Davi Leal.
Segundo o Ministério dos Transportes, a hidrovia Tocantins, avaliada em R$ 693 milhões, foi retirada do PAC por problemas na licitação, e não há prazo para que seja reincorporada. A Vale informou que, a pedido do ministério, está apoiando estudos para o esclarecimento de dúvidas técnicas que surgiram na licitação e que, assim que as obras da hidrovia forem retomadas, dará início à construção da usina. Hoje, a Alpa está em fase de terraplenagem.
A mineradora disse que o projeto depende da desapropriação, conduzida pelo governo estadual. A Alpa tinha previsão de entrar em operação em 2013 e investimento de US$ 3,2 bilhões. Tanto neste caso quanto na Companhia Siderúrgica de Ubu (CSU), no Espírito Santo, a Vale admite que os cronogramas terão de ser revistos. A usina capixaba está mais atrasada. Ela nasceu de conversas com a chinesa Baosteel em 2007. O projeto seria no Maranhão, mas foi cancelado, e o Espírito Santo surgiu como alternativa. Problemas ambientais e a crise levaram a Baosteel a desistir. A Vale, então, redesenhou o projeto e decidiu tocá-lo até conseguir outro parceiro, o que não aconteceu.
— Em função da menor demanda internacional por aço, a empresa avisou que os projetos siderúrgicos estão fora de suas prioridades e que está reduzindo a velocidade de implementação — diz o secretário de Integração Econômica Regional de Anchieta, Marcelo Pompermayer. — A ideia é fazer o licenciamento ambiental sem pressa, até que ela consiga um parceiro.
A CSU tem apenas a licença prévia e já foram impostas 69 condicionantes para a obtenção da licença de instalação. Ao GLOBO, a Vale reiterou a intenção de ser minoritária na usina e disse que “neste momento, aguardamos a definição de um sócio, que será responsável pelas definições finais, bem como pela construção e operação da planta”. Para analistas, encontrar um parceiro não será tarefa fácil.
— Se a Thyssen tem dificuldades de vender sua fatia na CSA (a alemã tem 73% na unidade e a Vale os 27% restantes), imagine atrair duas empresas para um mesmo país. Não há tanta gente assim disposta a investir — afirma Weber.
Pecém, uma exceção
A Companhia Siderúrgica de Pecém, no Ceará, parece ter alcançado algum sucesso, após anos de imbróglio entre os sócios. Orçada em US$ 2,6 bilhões, a unidade tem como sócios as sul-coreanas Dongkuk e Posco, já começou as obras e tem previsão de operação em 2015. Hoje, há uma sobra de aço no mundo de 500 milhões de toneladas, o equivalente a cerca de 15 vezes a produção nacional. E os efeitos da conjuntura internacional já aparecem nas previsões do Instituto Aço Brasil, que reúne as empresas do setor. Em junho, a projeção de produção siderúrgica para 2012 foi revisada de 37,5 milhões para 36 milhões de toneladas.
— Estamos em crise, e a tendência é fechar os altos-fornos das usinas menos rentáveis e desovar estoques — diz Pedro Galdi, da corretora SLW.
Mas algumas siderúrgicas decidiram manter seus projetos. Casos de CSN e Gerdau, que estão diversificando os negócios. A primeira, que atua mais em aços planos (com aplicação na indústria automotiva e de eletrodomésticos), está a todo vapor com seu projeto de longos (usados na construção civil e obras de infraestrutura). A usina está sendo erguida em Volta Redonda, com investimento de R$ 1,2 bilhão e vendas previstas para 2013. Já a Gerdau, com tradição em longos, investe R$ 2,4 bilhões na instalação de uma linha de produção de aços planos em Ouro Branco (MG).
http://oglobo.globo.com/economia/vale-usiminas-arcelormittal-brasil-tem-us-163-bi-de-investimentos-siderurgicos-em-banho-maria-6473949
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vym99
4475 19/12/2009Boa sorte p/ todos!