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Csn Renovação (CSNA3)

ycki
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  • 24/11/2007
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Gráfico 3 Anos Gráfico 3 Meses Gráfico 3 Meses
3 Anos: GGBR4 3 Meses: GGBR4 Intraday e Variação: GGBR4
Gráfico 3 Anos Gráfico 3 Meses Gráfico 3 Meses
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Gráfico 3 Anos Gráfico 3 Meses Gráfico 3 Meses

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  • 04 Set 2012, 21:08
  • 23 Abr 2015, 15:19
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Comentários

bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
CRISE GLOBAL E AUMENTO DE CUSTOS IMPACTAM BALANÇOS
SEGUNDO ANALISTA, AS EMPRESAS VOLTADAS AO MERCADO EXTERNO SOFRERAM MAIS NO TERCEIRO TRIMESTRE


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CRISE GLOBAL E ENDIVIDAMENTO AFETA O BALANÇO DAS EMPRESAS (FOTO: REPRODUÇÃO/INTERNET)
Baixos níveis globais de atividade econômica, queda de produção, aumento de custos e dificuldade de repasse de preços estão entre os motivos que afetaram parte dos resultados do terceiro trimestre de 2012 divulgados por companhias abertas até agora. Uma característica recorrente é o aumento do endividamento, que em alguns casos ficou na casa dos 30% na comparação com igual período do ano passado.

Analistas explicam que o principal motivo dessa alta no endividamento é que as empresas fizeram dívidas novas, com emissões de bônus e/ou debêntures, para fazer frente aos investimentos. A Petrobrás, por exemplo, emitiu em setembro três tranches de bônus em euros e em libras. A empresa vendeu 1,3 bilhão em notas para abril de 2019, 700 milhões em notas para outubro de 2023 e £ 400 milhões em notas para outubro de 2029. Também em setembro, a Vale emitiu US$ 1,5 bilhão em bônus com cupom de 5,625% ao ano e vencimento em 2042.


Commodities
"A crise internacional continua impactando as companhias ligadas a commodities", avalia o analista-chefe da corretora SLW, Pedro Galdi. "De uma maneira geral, podemos dizer que as empresas voltadas ao mercado externo sofreram mais no terceiro trimestre, enquanto as relacionadas ao mercado interno estão se saindo melhor, por conta de uma economia doméstica mais aquecida, dos juros mais baixos e das medidas de estímulo do governo."

Até agora, os resultados da Petrobrás e das siderúrgicas são os que ficaram mais abaixo das expectativas dos analistas. O lucro da estatal petrolífera, de R$ 5,567 bilhões de julho a setembro, ficou 12,1% abaixo do verificado em igual intervalo do ano passado e 31% inferior às projeções de analistas consultados pela Agência Estado. A dívida líquida da companhia subiu 30%, para R$ 133,936 bilhões. "É um aumento razoável, mas está dentro do limite de alavancagem da empresa", comenta Erick Scott, analista da SLW.

O cenário para o setor siderúrgico, de margens pressionadas com a dificuldade de aumento de preços do aço diante da crise no mercado internacional e da alta das importações, se confirmou nos três balanços apresentados, como o da CSN, que também viu sua dívida líquida crescer 30% em relação ao mesmo período de 2011. A siderúrgica registrou um lucro de R$ 159 milhões, queda de 85,5% na comparação anual e número 30,7% menor que as estimativas.

Quanto à Usiminas, o prejuízo de R$ 124,9 milhões veio pior que as expectativas do mercado. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 149,666 milhões veio abaixo das projeções do mercado, impactado por preços e volumes menores de vendas de minério de ferro e de aço.

Já a produção de aço bruto da Gerdau caiu 5% no terceiro trimestre do ano em relação ao mesmo período do ano passado, para 4,747 milhões de toneladas. As vendas de aço no intervalo entre julho e setembro ficaram em 4,774 milhões de toneladas, queda de 2% em relação ao mesmo período de 2011.

Minério
A Vale também registrou números piores no terceiro trimestre, tanto no lucro líquido quanto no Ebitda e na receita operacional. A dívida líquida avançou 33,4% na comparação anual. A queda contínua do preço internacional do minério de ferro, a partir do último trimestre do ano passado, foi o fator principal para a retração do lucro no intervalo entre julho e setembro passados, segundo reportou a própria companhia. Ainda assim, os preços e volumes de minério de ferro surpreenderam analistas positivamente - eles destacaram o Ebitda recorrente de US$ 4,2 bilhões registrado pela mineradora.

"Todos esses resultados mais fracos eram esperados, não está ocorrendo nenhum cataclismo", comenta Alexandre Espírito Santo, economista-chefe da Way Investimentos, também citando como pano de fundo a crise internacional. Ele ressalta que as empresas mais afetadas já estão fazendo ajustes para reverter a situação. No caso da Petrobrás, por exemplo, o economista trabalha com a possibilidade de reajuste dos preços dos combustíveis até o fim do ano.

Diante dos balanços do terceiro trimestre divulgados até agora, Espírito Santo crê que o quarto trimestre deverá ser melhor para as companhias como um todo. Uma recuperação maior, porém, só deve ocorrer a partir de 2013, com uma estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 4%.

(As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)

http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Visao/noticia/2012/11/crise-global-e-aumento-de-custos-impactam-balancos.html
vym99

vym99

4475 19/12/2009
Pessoal, bom dia!
Boa sorte para todos!
bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
Day Trade: ação da CSN afunila bandas de bollinger e aciona compras
Papel pode ter movimento altista se romper os R$ 11,59 em preço de fechamento, salienta Mario Saldanha

Por Felipe Moreno |7h10 | 05-11-2012 A A A
SÃO PAULO – No Day Trade desta segunda-feira (5), Mario Saldanha, analista técnico do Portal Sal Trade, traça uma operação de compra com as ações da CSN (CSNA3). Na última sessão, os papéis da empresa registraram alta de 2,40% terminando aos R$ 11,50, enquanto o Ibovespa fechou o dia com alta de 2,30%, aos 58.382 pontos.
Isso ocorre após o ativo afunilar as bandas de Bollinger, sinaliza Saldanha, o que para muitos traders significa que um movimento mais forte deverá ocorrer em breve - neste caso, para altas.

"Rompendo a máxima da semana, em R$ 11,59, em preço de fechamento, aciona compra com stop loss móvel em 3,5% e capital investido reduzido", avalia Saldanha.
Isso se deve ao fato de CSNA3 se movimentar em compasso com o Ibovespa, que por sua vez não reverteu tendência, mesmo com o disparo de 2,30% na quinta-feira.

http://www.infomoney.com.br/csn/noticia/2602471/Day-Trade-acao-CSN-afunila-bandas-bollinger-aciona-compras
felipezero

felipezero

4016 26/03/2007
CSN investe R$ 1 bilhão em produção de cimento
Companhia vai construir mais quatro fábricas em Minas Gerais; Cimentos Liz vai aplicar outros R$ 300 milhões em MG

Brasil Econômico - Ana Paula Machado | 05/11/2012 11:06:10

Os investimentos em infraestrutura nos próximos anos e a perspectiva de crescimento econômico fazem as empresas de cimento do país aumentarem os recursos na expansão dos negócios por aqui. E Minas Gerais que deve receber maior parte dos projetos. Isso porque o estado é responsável por cerca de 20% da produção nacional. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), por exemplo, vai investir R$ 1 bilhão para aumentar a sua capacidade de produção de 2,4 milhões de toneladas por ano para 5,4 milhões de toneladas/ano.

Outra que vai investir no estado é a Cimentos Liz. A companhia vai expandir a sua capacidade de produção em Vespasiano e Lagoa Santa de 2 milhões de toneladas por ano. A empresa vai investir R$ 300 milhões nesse projeto.

No caso da CSN, segundo a companhia, serão construídas mais três fábricas em Minas Gerais além de uma segunda unidade de clínquer, o principal insumo para a produção de cimentos. Hoje, a CSN tem uma unidade de clínquer, instalada na cidade de Arcos (MG). Lá a empresa iniciou operação em maio de 2011 e produz 2,5 mil toneladas diárias. Abastecendo 100% da moagem na Unidade Presidente Vargas, em Volta Redonda.

Segundo a empresa, a segunda fábrica será equipada com forno de tecnologia dinamarquesa, terá capacidade de produzir 6,5 mil toneladas de insumo/dia. Será o maior forno de clinquer da America Latina..

A Holcim também já prepara investimentos para a expansão. Dos recursos previstos para o país de 2012 a 2014, R$ 1,4 bilhão será aplicado na expansão da unidade produtiva da cidade de Barroso, no interior de Minas Gerais. A obra vai ampliar sua capacidade de produção de 1,2 milhão de toneladas de cimento por ano para 3,6 milhões de toneladas/ano.

E para ajudar nessa expansão da capacidade das cimenteiras em Minas Gerais, o Banco de Desenvolvimento do Minas Gerais (BDMG), vai desembolsar cerca de R$ 120 milhões para estes projetos este ano.

Um dos principais projetos do setor apoiado pelo BDMG em 2012 foi a expansão e a modernização da unidade da Holcim. O banco já desembolsou R$ 56 milhões até a primeira quinzena de outubro de 2012. Estão previstas novas liberações ainda neste ano, no valor adicional de R$ 50 milhões.

“É um setor que vem crescendo muito. Será o melhor ano para esse segmento em termos de financiamentos do banco”, disse o diretor executivo de negócios com o setor privado, Fernando Lage de Melo.

Segundo ele, outro projeto que terá participação do banco é o da Cimentos Liz. Para a empresa serão liberados R$ 150 milhões, a metade do investimento do grupo no estado.

“O volume de financiamento para o setor representa cerca de 7% do total de desembolso do BDMG para este ano, que será cerca de R$ 1,6 bilhão.

Esse percentual, porém, não deve aumentar nos próximos anos mesmo com elevação dos valores dos contratos”, disse Melo acrescentando que nos próximos anos o volume de empréstimo deve girar em R$ 80 milhões.

Leia mais notícias de economia, política e negócios no jornal Brasil Econômico
costinhadouglas

costinhadouglas

43 01/11/2012
JBS compra Agrovêneto por R$ 128 milhões

Ler mais: http://www.moneytrader.com.br/news/jbs-compra-agrov%c3%aaneto-por-r%24-128-milh%c3%b5es/
felipezero

felipezero

4016 26/03/2007
Esse investimento da CSN em cimento é muito bom. Diversifica, além da CSN possuir vantagens em relação aos concorrentes como a matéria prima e o transporte ferroviário que abaixa o custo. A Cimento TUPY em Volta Redonda fechou as portas pois não conseguiu competir com a CSN.
  • 05 Nov 2012, 12:06
  • 05 Nov 2012, 12:07
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robsondrocha

robsondrocha

3646 01/02/2012
Citação: bbb0607Day Trade: ação da CSN afunila bandas de bollinger e aciona compras
Papel pode ter movimento altista se romper os R$ 11,59 em preço de fechamento, salienta Mario Saldanha

Por Felipe Moreno |7h10 | 05-11-2012 A A A
SÃO PAULO – No Day Trade desta segunda-feira (5), Mario Saldanha, analista técnico do Portal Sal Trade, traça uma operação de compra com as ações da CSN (CSNA3). Na última sessão, os papéis da empresa registraram alta de 2,40% terminando aos R$ 11,50, enquanto o Ibovespa fechou o dia com alta de 2,30%, aos 58.382 pontos.
Isso ocorre após o ativo afunilar as bandas de Bollinger, sinaliza Saldanha, o que para muitos traders significa que um movimento mais forte deverá ocorrer em breve - neste caso, para altas.

"Rompendo a máxima da semana, em R$ 11,59, em preço de fechamento, aciona compra com stop loss móvel em 3,5% e capital investido reduzido", avalia Saldanha.
Isso se deve ao fato de CSNA3 se movimentar em compasso com o Ibovespa, que por sua vez não reverteu tendência, mesmo com o disparo de 2,30% na quinta-feira.
http://www.infomoney.com.br/csn/noticia/2602471/Day-Trade-acao-CSN-afunila-bandas-bollinger-aciona-compras




Mais um dia de indefinição, não gosto dessa formação de bandeira ou flâmula ou sei lá qual o nome!


p.php?pid=chartscreenshot&u=t1zO2NTQNIUq%2FEKQ42BEpBL%2FctWIoOHQo0VvzhWdjF0%3D
luizmv

luizmv

7072 26/01/2007
Que queda forte foi essa no afetar????
luizmv

luizmv

7072 26/01/2007
Alguém me diz se teve dividendos esse ano?
bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
Citação: luizmvAlguém me diz se teve dividendos esse ano?



sempre paga início de maio....esse ano 0,823 por ação...

bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
Citação: luizmvQue queda forte foi essa no afetar????



seguiu a queda nas adrs, fechando com -2,48%....
bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
05/11/2012 19h09 - Atualizado em 05/11/2012 19h09
MG deve publicar redução de taxa de mineração na terça-feira
Reuters



SÃO PAULO, 5 Nov (Reuters) - O governo de Minas Gerais deverá publicar na terça-feira uma norma que autoriza o Poder Executivo a reduzir em até 70 por cento o valor da Taxa de Fiscalização de Recursos Minerais, beneficiando mineradoras que atuam no importante produtor de minério de ferro do Brasil.
A expectativa é de que seja publicada a regulamentação da Lei nº 20.414, de 31 de outubro de 2012, que alterou a Lei nº 19.976, de 2011. Ela autoriza o governo a reduzir a cobrança, informou a assessoria de imprensa da Secretaria de Fazenda do Estado nesta segunda-feira.
O governo de Minas Gerais cobra desde o final de março 2,18 de reais por tonelada de minério de ferro bruto dos produtores --são isentos as microempresas e os produtores de bens minerais destinados à industrialização.
O Estado responde, por exemplo, por mais da metade da produção de minério de ferro da Vale, maior produtora global da commodity.
A redução ocorre após uma disputa judicial e pressão de mineradoras. Minas Gerais, com isso, deverá seguir o Pará, que reduziu no mês passado a cobrança de taxa semelhante em 66 por cento.
Outras empresas como a CSN, além da Vale, deverão ser beneficiadas pela medida do governo mineiro.
A secretaria de Minas Gerais informou que vai aguardar a publicação da medida para prestar mais esclarecimentos.
(Por Sabrina Lorenzi; texto de Roberto Samora)

http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/11/mg-deve-publicar-reducao-de-taxa-de-mineracao-na-terca-feira.html
luizmv

luizmv

7072 26/01/2007
Bbb0607, obrigado amigo sempre gentil com suas informações.
bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
Há 1 hora e 55 minutos
Siderúrgicas devem ficar em patamares baixos até 2014, diz analista
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Por Mitchel Diniz | Valor
SÃO PAULO - Estacionadas num patamar semelhante ao alcançado após o estouro da bolha mobiliária nos Estados Unidos em 2008, as ações das siderúrgicas não encontram impulso para recuperação. E a julgar pelos últimos resultados das companhias, há um longo caminho para que a situação seja revertida.

A opinião do analista da corretora Spinelli, Elad Victor Revi, reflete os balanços do terceiro trimestre apresentados por CSN, Gerdau — cujos lucros caíram 85% e 45%, respectivamente — e Usiminas, que divulgou prejuízo de R$ 143 milhões no período.

“Receitas, lucro operacional e geração de caixa ainda não estão nesses patamares antigos [pré-crise de 2008], logo não vejo embasamento para o preço das ações voltarem aos preços antigos, aos preços de antes da quebra do Lehman [Brothers]”, afirma Revi.

O analista acredita que a recuperação será lenta e que só a partir de 2014 “com Copa e Olimpíada deve começar gradativamente a retomar o caminho de antes”.

A situação de Usiminas e CSN é ainda pior do que quatro anos atrás. No fechamento desta segunda-feira, a ação PNA da siderúrgica mineira está 16,5% mais barata que o preço registrado no fim de dezembro de 2008. Na mesma base de comparação, o papel ordinário da CSN tem, hoje, valor 3,1% menor. A Gerdau, exceção entre as três companhias, acumulou alta de 27,8% no período, mas está longe do pico alcançado em 2010 e não tem mais espaço para subir.


“A gente não tem uma conjuntura muito fácil, e as siderúrgicas dependem dessa conjuntura, não só de projetos internos. Elas levam mais tempo e tudo é um pouco mais devagar”, explica o analista da Spinelli. Mas Revi diz que o discurso otimista dos executivos das companhias, após a divulgação dos resultados, tem fundamento. Ele acredita em retomada de equilíbrio nas contas das siderúrgicas já no próximo trimestre. “Devem ter um equilíbrio entre as despesas financeiras, receitas, custos gerais e administrativos. E talvez uma pressão minimizada nos preços praticados principalmente no mercado doméstico.”


http://www.valor.com.br/empresas/2892454/siderurgicas-devem-ficar-em-patamares-baixos-ate-2014-diz-analista
ycki

ycki

2836 24/11/2007
  • Dono
Boa noite a Todos!

... mas os gringos continuam comprando e vendendo GGBR4. Em CSNA3 compraram o correspondente a uns 15% de todo o movimento. Só não entendo a lógica de que eles compram e a cotação cai; vendem e a cotação sobe.


gringo0511.jpg
robsondrocha

robsondrocha

3646 01/02/2012
Outro hemisfério é tudo ao contrário mesmo!!!
:^P
pc40026

pc40026

375 25/02/2009
Citação: bbb0607Há 1 hora e 55 minutos
Siderúrgicas devem ficar em patamares baixos até 2014, diz analista
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Por Mitchel Diniz | Valor
SÃO PAULO - Estacionadas num patamar semelhante ao alcançado após o estouro da bolha mobiliária nos Estados Unidos em 2008, as ações das siderúrgicas não encontram impulso para recuperação. E a julgar pelos últimos resultados das companhias, há um longo caminho para que a situação seja revertida.

A opinião do analista da corretora Spinelli, Elad Victor Revi, reflete os balanços do terceiro trimestre apresentados por CSN, Gerdau — cujos lucros caíram 85% e 45%, respectivamente — e Usiminas, que divulgou prejuízo de R$ 143 milhões no período.

“Receitas, lucro operacional e geração de caixa ainda não estão nesses patamares antigos [pré-crise de 2008], logo não vejo embasamento para o preço das ações voltarem aos preços antigos, aos preços de antes da quebra do Lehman [Brothers]”, afirma Revi.

O analista acredita que a recuperação será lenta e que só a partir de 2014 “com Copa e Olimpíada deve começar gradativamente a retomar o caminho de antes”.

A situação de Usiminas e CSN é ainda pior do que quatro anos atrás. No fechamento desta segunda-feira, a ação PNA da siderúrgica mineira está 16,5% mais barata que o preço registrado no fim de dezembro de 2008. Na mesma base de comparação, o papel ordinário da CSN tem, hoje, valor 3,1% menor. A Gerdau, exceção entre as três companhias, acumulou alta de 27,8% no período, mas está longe do pico alcançado em 2010 e não tem mais espaço para subir.

“A gente não tem uma conjuntura muito fácil, e as siderúrgicas dependem dessa conjuntura, não só de projetos internos. Elas levam mais tempo e tudo é um pouco mais devagar”, explica o analista da Spinelli. Mas Revi diz que o discurso otimista dos executivos das companhias, após a divulgação dos resultados, tem fundamento. Ele acredita em retomada de equilíbrio nas contas das siderúrgicas já no próximo trimestre. “Devem ter um equilíbrio entre as despesas financeiras, receitas, custos gerais e administrativos. E talvez uma pressão minimizada nos preços praticados principalmente no mercado doméstico.”
http://www.valor.com.br/empresas/2892454/siderurgicas-devem-ficar-em-patamares-baixos-ate-2014-diz-analista




A crise de 2008 é uma pálida sombra dessa. A de 2008 foi uma crise de liquidez, essa não. É orgânica, mina as empresas por dentro. Mas como diz o ditado, depois da tempestade sempre vem a bonança. Se o barquinho aguentar, obviamente.
BrunoSBraga2

BrunoSBraga2

1032 21/07/2012
Bom dia investidores.

Hoje estou de olho em CSNA3 ... Vejam abaixo os aluguéis.
CSNA3.png?tempo=1352080800
felipezero

felipezero

4016 26/03/2007
Citação: pc40026
Citação: bbb0607Há 1 hora e 55 minutos
Siderúrgicas devem ficar em patamares baixos até 2014, diz analista
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Por Mitchel Diniz | Valor
SÃO PAULO - Estacionadas num patamar semelhante ao alcançado após o estouro da bolha mobiliária nos Estados Unidos em 2008, as ações das siderúrgicas não encontram impulso para recuperação. E a julgar pelos últimos resultados das companhias, há um longo caminho para que a situação seja revertida.

A opinião do analista da corretora Spinelli, Elad Victor Revi, reflete os balanços do terceiro trimestre apresentados por CSN, Gerdau — cujos lucros caíram 85% e 45%, respectivamente — e Usiminas, que divulgou prejuízo de R$ 143 milhões no período.

“Receitas, lucro operacional e geração de caixa ainda não estão nesses patamares antigos [pré-crise de 2008], logo não vejo embasamento para o preço das ações voltarem aos preços antigos, aos preços de antes da quebra do Lehman [Brothers]”, afirma Revi.

O analista acredita que a recuperação será lenta e que só a partir de 2014 “com Copa e Olimpíada deve começar gradativamente a retomar o caminho de antes”.

A situação de Usiminas e CSN é ainda pior do que quatro anos atrás. No fechamento desta segunda-feira, a ação PNA da siderúrgica mineira está 16,5% mais barata que o preço registrado no fim de dezembro de 2008. Na mesma base de comparação, o papel ordinário da CSN tem, hoje, valor 3,1% menor. A Gerdau, exceção entre as três companhias, acumulou alta de 27,8% no período, mas está longe do pico alcançado em 2010 e não tem mais espaço para subir.

“A gente não tem uma conjuntura muito fácil, e as siderúrgicas dependem dessa conjuntura, não só de projetos internos. Elas levam mais tempo e tudo é um pouco mais devagar”, explica o analista da Spinelli. Mas Revi diz que o discurso otimista dos executivos das companhias, após a divulgação dos resultados, tem fundamento. Ele acredita em retomada de equilíbrio nas contas das siderúrgicas já no próximo trimestre. “Devem ter um equilíbrio entre as despesas financeiras, receitas, custos gerais e administrativos. E talvez uma pressão minimizada nos preços praticados principalmente no mercado doméstico.”http://www.valor.com.br/empresas/2892454/siderurgicas-devem-ficar-em-patamares-baixos-ate-2014-diz-analista



A crise de 2008 é uma pálida sombra dessa. A de 2008 foi uma crise de liquidez, essa não. É orgânica, mina as empresas por dentro. Mas como diz o ditado, depois da tempestade sempre vem a bonança. Se o barquinho aguentar, obviamente.


É por isso que a CSN tá diversificando com cimento e infraestrutura.
bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
Venda de carros sobe 17,7% em outubro, aponta Fenabrave
Foram 326,9 mil unidades vendidas no mês passado; no ano, até outubro, emplacamentos aumentaram 7,27%
06 de novembro de 2012 | 10h 41
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Wladimir D'Andrade, da Agência Estado
SÃO PAULO - As vendas de automóveis e comerciais leves chegaram a 326.917 unidades em outubro, o que representa uma alta de 17,77% sobre setembro e avanço de 23,94% em relação ao mesmo mês de 2011, informou nesta terça-feira a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No ano, até outubro, os emplacamentos acumulam alta de 7,27% sobre os dez primeiros meses do ano passado.

Se consideradas as vendas de caminhões e ônibus, os emplacamentos de outubro somaram 341.663 unidades, avanço de 18,59% sobre setembro e aumento de 21,77% ante outubro de 2011. No acumulado dos dez primeiros meses desse ano, as vendas de veículos leves e pesados atingiram alta de 5,67% sobre o mesmo período de 2011.

A Fenabrave revisou para baixo as projeções de vendas de automóveis e comerciais leves para 2012, de alta de 4,80% para avanço de 4,00%. A revisão decorre da piora na projeção para as vendas de automóveis, de +5,39% para +4,58%, e também para as vendas de comerciais leves, cuja perspectiva de alta passou de 2,80% para 2,01%.

Em números absolutos, a Fenabrave espera que as concessionárias do País vendam um total de 3.562.571 veículos leves, ante estimativa anterior de 3.589.975 unidades. A projeção para as vendas de caminhões permanece em queda de 19,0%; a de ônibus, em alta de 8,0%; e os emplacamentos de motos, em baixa de 12,0%.

Somando todos os segmentos, a Fenabrave estima que a venda de veículos recue 2,26% no acumulado de 2012, ante previsão anterior de queda de 1,77% para o período.

Caminhões

Ainda de acordo com a Fenabrave, os licenciamentos de caminhões em outubro subiram 48,10% sobre setembro e tiveram queda de 9,55% sobre o mesmo mês do ano passado, para 12.543 unidades. As vendas de ônibus chegaram a 2.203 no mês, o que representa um aumento de 8,10% sobre setembro e uma queda de 25,04% sobre outubro de 2011.

Em relação a motos, os emplacamentos somaram 134.736 veículos no mês passado, alta de 16,89% sobre setembro e recuo de 7,79% ante o mesmo mês de 2011. As vendas de implementos rodoviários subiram 43,81% na comparação com o mês anterior e aumentaram 6,93% em relação a outubro do ano passado. Ao todo, foram vendidos 4.740 implementos.

Esses resultados somados à venda de automóveis, comerciais leves, máquinas agrícolas e outros veículos resultaram em um total de 496.580 emplacamentos em outubro, alta de 18,20% sobre setembro e avanço de 11,97% ante o mesmo mês de 2011.

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20geral,venda-de-carros-sobe-177-em-outubro-aponta-fenabrave,133677,0.htm

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Ativos Discutidos
BOV:CSNA3 4.83 3.4%
Cia Siderurgica Nacional
Cia Siderurgica Nacional
Maiores Altas (%)
BOV:AZTE3 1.21 764.3%
BOV:ABCB2 5.99 34.3%
BOV:AZTE11 0.08 33.3%
BOV:AZEV11 0.05 25.0%
BOV:PINE14 22.50 18.5%
BOV:SEQL3 0.07 16.7%
BOV:OIBR4 0.78 14.7%
BOV:HBOR3 2.02 12.2%
BOV:CTBA11B 1,000 12.0%
BOV:HBRE3 2.32 11.0%
Maiores Baixas (%)
BOV:PPLA11 51.00 -32.0%
BOV:TOKY11 0.42 -22.2%
BOV:ONCO3 0.92 -13.2%
BOV:HETA4 4.81 -12.4%
BOV:CRPG6 13.10 -9.6%
BOV:AZEV3 1.29 -9.2%
BOV:GFSA12 0.12 -7.7%
BOV:AZEV4 1.28 -6.6%
BOV:WEST3 3.39 -5.6%
BOV:SNSY3 9.13 -4.9%
Índices Mundiais
Alemanha -0.2%
Austrália 0.5%
Brasil 1.2%
Canadá 0.8%
EUA (Dow Jones) 0.3%
EUA (NASDAQ) 1.6%
França 0.0%
Grécia 0.0%
Holanda 0.0%
Inglaterra -0.2%
Itália 0.0%
Portugal 0.0%

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