Dizonei
- Dono
- 12765
- 04/12/2010
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Post #311284 - 06/Nov/2016 23:28]Post #311204 - 09/Jul/2015 21:19]Post #18 - 19/Dez/2011 14:31]
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Comentários
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Dizonei
12765 04/12/201014802 de 15497
dommodal
346 11/04/201214803 de 15497
Dizonei
12765 04/12/201014804 de 15497
king of the memphis
1073 17/07/201014806 de 15497
Dizonei
12765 04/12/201014807 de 15497
RogerCeltic
470 25/05/2010Nao sonha em esperar algo de bom dessa midia... A empresa parece que é do grupo marinho. Já era perdemos, mas ainda há tempo kk
14808 de 15497
eemoraes
6663 08/07/2011premapgs!!!!
14809 de 15497
eemoraes
6663 08/07/2011Sumiu Dizoney kkkk
14810 de 15497
Dizonei
12765 04/12/201014811 de 15497
Dizonei
12765 04/12/201014812 de 15497
Dizonei
12765 04/12/201014813 de 15497
Dizonei
12765 04/12/2010Tal vez digam que a confiança está v0lando, mercado, acredita no governo kkkkkkkk
14814 de 15497
Dizonei
12765 04/12/201014815 de 15497
Dizonei
12765 04/12/201014816 de 15497
Dizonei
12765 04/12/201014817 de 15497
Dizonei
12765 04/12/2010Meus amigos, quem tem condições, tem que tentar uma nova vida em outro país, já estou quase esquecendo o brasil, não se surpreendam com a minha a ausência nos fóruns.
O brasil está condenada nas mãos de bandidos corruptos políticos incompetentes.
E não tem essa de que alguém vai salvar a nação. Os políticos mais capacitados, também são ladrão do dinheiro publico e não querem se expor. Eu tentei comparara o brasil com algum outro país para escrever aqui, mas não encontrei nada comparável, é isso aí mesmo que estamos vendo, alias, acho que sempre foi e sempre será, apenas, agora, devido ao grande acesso à informação, sabemos sabemos das coisa, e por isso sofremos mais com essa situação, talvez fosse melhor ser ignorantes!!!
14818 de 15497
Dizonei
12765 04/12/201014819 de 15497
mauricioat
33768 04/12/201316 Dezembro 2015 20h 04
O Estado de São Paulo
http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,lula-presta-depoimento-secreto-em-brasilia,10000005042
14820 de 15497
mauricioat
33768 04/12/201316 de dezembro de 2015
O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), concordou, nesta quarta-feira (16), com todos os procedimentos adotados pela Câmara dos Deputados e defendeu que o Senado seja obrigado a instaurar o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff caso a Câmara autorize, por 2/3 de seus membros (342 dos 513 deputados), a abertura do processo. O ministro considerou legítima a votação secreta na eleição dos membros para formação da comissão especial na Câmara, disse ser a favor do afastamento de Dilma quando o processo for instaurado na Casa e rejeitou a ausência de defesa prévia da petista.
Relator da ação que questiona as regras do impeachment, Fachin foi o primeiro dos 11 ministros a votar numa ação impetrada pelo PCdoB para anular a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em ter aceito a denúncia por crime de responsabilidade contra Dilma no último dia 2 de dezembro. Após o voto do ministro, a sessão foi encerrada e o julgamento deverá ser retomado nesta quinta-feira (17). Até a decisão final do STF, permanece suspenso o processo de impeachment no Legislativo.
“Ficou bastante claro que esse julgamento foi um banho de água fria na presidente Dilma, porque ela tentava a todo momento judicializar o assunto, tentava trazer para a sede do Supremo a análise, que é política sobre o impeachment dentro do Congresso Nacional. O ministro Fachin pôs um fim às dúvidas, definiu o rito de acordo com a lei que já existe”, declarou o líder do PSDB na Câmara, deputado federal Carlos Sampaio (SP), que acompanhou o julgamento na sede do STF, em Brasília.
Segundo o tucano, o relator deixou claro que a votação na Câmara deve ser secreta para evitar ingerência do Poder Executivo, pode haver disputas de chapas e seus membros não tem que, necessariamente, serem indicados pelos seus líderes. “Ele validou todo o procedimento da Câmara e, por fim, tomou outras duas decisões importantes. Primeiro, afastou também a tese do PT e do PCdoB que não poderia iniciar o processo de impeachment na Câmara antes da presidente Dilma ter uma prévia defesa, que deverá ser feita na Casa e ela terá dez sessões ordinárias para fazê-la. E finalizando a sua decisão, foi categórico ao afirmar que, a partir do momento, que o juízo de admissimibilidade do impeachment for aprovado por dois terços da Câmara, o Senado, como queria o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), não tem o direito de arquivar essa pretensão. Ele tem a obrigação de instalar o processo e julgar a presidente Dilma”.
Tanto Sampaio quanto o líder da Oposição na Câmara, o deputado federal Bruno Araújo (PSDB-PE), acreditam que a posição de Fachin deverá ser seguida e confirmada pelos demais ministros e o processo de impeachment vai ser mais tranquilo, sem possibilidade de judicialização e ser iniciado em meados de fevereiro na Câmara – já que a decisão do Supremo deve ser publicado apenas após o recesso do Judiciário.
“O voto do ministro Fachin é consistente, repete praticamente o modelo assegurado pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor em 92. Estamos muito confiantes que o os parlamentares e a sociedade, que defendem o impeachment da presidente Dilma Rousseff, saem vitoriosos com esse julgamento, não só no mérito, mas sobretudo, na questão temporal com a presidente tendo que aguardar até meados de fevereiro para se iniciar o procedimento de seu afastamento”, completou Araújo.
“É um julgamento eminentemente político e o fundamento jurídico é o crime de responsabilidade e, a partir daí vale tudo, como por exemplo, a constatação que a presidente Dilma só tem aprovação de 9% da população brasileira, não tem mais o apoio de seu vice-presidente e de sua base no Congresso Nacional e a petista não tem mais condições de governar e trazer segurança ao país”, apontou Sampaio.
Voto
Segundo o site G1, o ministro Fachin disse que “inexiste competência do Senado para rejeitar autorização expedida pela Câmara dos Deputados” para instaurar o processo. “O comando constitucional é claro ao indicar, no art. 86, que ‘admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento’, não havendo faculdade da Mesa do Senado, pois, quando recebe a autorização, deve ela instaurar o processo”, afirmou ao fazer a leitura de seu voto durante 2h14.
Para o relator, Cunha não precisa ouvir Dilma antes de aceitar impeachment e defendeu eleição secreta de chapa avulsa para comissão especial. Fachin reconheceu que a regra geral é de votação aberta para qualquer decisão. No entanto, a formação de comissões é regida pelos regimentos da Câmara e do Senado e, no primeiro, diz que “eleições no âmbito da Casa, como para a Mesa Diretora, devem ocorrer por votação secreta”.
Conforme a Constituição, o presidente da República deve ser afastado do cargo, por até 180 dias, somente após a instauração do processo pelo Senado e até o julgamento final sobre o impeachment, também a cargo dos senadores. Segundo Fachin, a suspensão ocorre depois da leitura da decisão da Câmara no plenário do Senado. O Palácio do Planalto defendia que a decisão fosse tomada pelo Senado (onde possui maioria e parlamentares mais ‘obedientes’) e a possibilidade da Casa recusar a instauração do processo – na tentativa de evitar o afastamento da president – foi um dos principais pedidos do PCdoB na ação em julgamento no STF para definir o rito do impeachment a ser seguido pelo Legislativo.
A Câmara defendeu que a decisão dos deputados determina a abertura do processo, mas o Senado afirmou que a Casa não precisava seguir a decisão dos deputados, entendimento também manifestado pela Presidência e pela Procuradoria Geral da República. A decisão final será dada pela maioria dos 11 ministros do Supremo. Ainda faltam votar os ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski.
http://www.psdb.org.br/ficou-bastante-claro-que-esse-julgamento-foi-um-banho-de-agua-fria-na-presidente-dilma-diz-lider-apos-fachin-definir-que-senado-nao-pode-rejeitar-impeachment-se-camara-autorizar/