costela20
- Dono
- 399
- 10/04/2007
Análise Banco Pine (PINE4)costela20
Alguém poderia analisar esta trajetória ridícula do Banco Pine em seu início na Bolsa?
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Comentários
1 de 2481
costela20
399 10/04/20072 de 2481
adrianozamoner
114 19/03/20073 de 2481
dgoulart
85 01/05/20074 de 2481
joecool_sp
33 04/04/2007sai no prejuizo mesmo para ganhar en outras.
5 de 2481
costela20
399 10/04/2007Muito estranho...
6 de 2481
lluner
44 01/06/20077 de 2481
KCA0606
1685 14/01/2007Agora penso entrar de novo.
Esse papel tem pouca liquidez, as grandes operadoras abandonaram o papel, entao a galera se desfaz mesmo e vai ra outra que ta lucrando, e a boiada vai junto.
o site da empresa é uma bosta, falta tansparencia. É um papel de risco.
Eles não perdem com a baixa do dolar.
Análise técnca ainda inconsistente. LOTERIA.
Fator positivo: baixo valor atual, abaixo da IPO, irá buscar os 19,00 em breve.
8 de 2481
KCA0606
1685 14/01/2007Álguem tem algum fundamento para a discussão!!??
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9 de 2481
DELTA9
745 05/02/200710 de 2481
costela20
399 10/04/200711 de 2481
Ronimendes
1036 02/03/2007Outro lance que deve ajudar o up da Pine 4 é o fato do Banco pine estar em vias de converter suas ações preferenciais em ações ordinárias, e adentrar no Novo Mercado, significando que haverá uma maior transparência de sua administração. Por último, tô comprado e acreditando.
12 de 2481
costela20
399 10/04/200713 de 2481
Ronimendes
1036 02/03/200714 de 2481
adrianozamoner
114 19/03/200715 de 2481
Observador2
3324 15/11/2006Entrevista: Banco Pine espera resultados recorde em 2007
Emilio Humberto Carazzai Sobrinho, diretor-presidente da instituição, espera dobrar o resultado alcançado em 2006
16 de 2481
mrivo
2836 15/03/200717 de 2481
costela20
399 10/04/2007Por: Gustavo Kahil
21/06/07 - 11h08
InfoMoney
SÃO PAULO - O ano de 2007 será o mais brilhante da história do Banco Pine (PINE4), afirmou o Presidente Executivo da instituição, Emilio Carazzai, em entrevista exclusiva concedida à InfoMoney.
O resultado deste ano será, segundo Carazzai, "o dobro do alcançado no ano passado, tanto no primeiro semestre, como o ano todo". O banco, que abriu o capital em abril, captou R$ 517 milhões com a emissão de ações preferenciais.
Focado nos segmentos de crédito às empresas de médio porte e consignado para as pessoas físicas, o banco busca novas alternativas para aumentar a rentabilidade. De acordo com o executivo, a instituição planeja lançar, ainda neste ano, novos produtos no segmento corporativo e pessoal.
Carazzai indica a entrada do banco no financiamento de automóveis, além do crédito consignado para empresas privadas. No âmbito corporativo, a novidade será a criação de uma plataforma de mercado de capitais.
Outros assuntos, como a captação de recursos, novas aquisições e estratégias também foram discutidos. Confira a seguir os principais trechos da entrevista:
InfoMoney - Quais são os principais objetivos do banco para este ano e para 2008?
Emilio Carazzai - O ano de 2007 será o mais brilhante da história do banco em termos de resultado, que será o dobro do alcançado no ano passado, tanto no primeiro semestre, como o ano todo.
Nós vamos estabelecer novas plataformas de negócios. No caso do mercado de crédito corporativo, vamos oferecer uma plataforma de mercado de capitais e no mercado de crédito pessoal, nós também devemos lançar produtos a serem distribuídos nesta rede.
Vamos iniciar o crédito consignado para empresas privadas, no segmento de autofinanciamento e algumas outras iniciativas que eu não gostaria de mencionar agora para não acirrar a nossa concorrência.
IM - Qual é o principal foco dos negócios do Banco Pine?
Carazzai - O Banco Pine tradicionalmente trabalha em dois segmentos de mercado. É um modelo de negócios que consideramos mais balanceado em comparação aos nossos concorrentes: o middle market, que é o crédito corporativo para empresas de médio porte, e o crédito à pessoa física, principalmente na modalidade do crédito consignado.
"O ano de 2007 será o mais brilhante da história do banco em termos de resultado"
Estes são os dois mercados em que o banco atua e que pretende continuar explorando no seu plano de negócios de cinco anos, que vai de 2007 até 2011.
IM - Este plano visualiza ainda um crescimento no crédito à pessoa física? Ainda existe espaço para crescimento neste segmento?
Carazzai - A resposta é definitivamente sim, tanto é que o banco dobrou duas vezes, recentemente, a sua capacidade de originação. Hoje, originamos o dobro do que no ano passado e a nossa previsão é continuar expandindo esta capacidade.
Este mercado, de acordo com as melhores projeções, ainda deve crescer, em termos nominais, cerca de 30% ao ano, pelos próximos anos. Hoje o mercado de crédito consignado tem um estoque de empréstimos acumulados da ordem de R$ 50 bilhões e a nossa estimativa é que este número chegue a um valor entre R$ 90 bilhões e R$ 100 bilhões no prazo de três a cinco anos.
Considerando a duração média desse tipo de empréstimo, que é relativamente curto, estes números significam um volume de aproximadamente R$ 30 bilhões por ano. Tem muito espaço para crescimento.
IM - Com queda dos juros, como o banco pretende fazer este crescimento de uma forma segura e rentável?
Carazzai - Este crédito é de elevada liquidez e de relativo baixo risco, que é muito inferior ao risco do crédito pessoal tradicional. Não há problema relevante com relação à segurança destas carteiras.
"O banco que opera neste mercado tem que ser suficientemente eficiente para obter resultados com spreads apertados"
O banco que opera neste mercado tem que ser suficientemente eficiente para obter resultados com spreads apertados. Neste sentido, eu chamo atenção para um segmento do mercado de crédito, que é considerado um paradigma do mercado, como o mais eficiente do nosso país, que é o financiamento de veículos.
E não por outra razão, os spreads são bastante apertados neste mercado, mas obviamente os operadores que estão lá, não estão neste mercado porque algum tenha raiva de dinheiro. Eles são atraídos pela oportunidade de gerar resultado, a despeito das taxas e dos spreads.
Com isso, o que eu quero dizer é que no crédito consignado, os segmentos mais eficientes, como é o caso do INSS, as taxas tendem a migrar na direção e em linha com o mercado de financiamento de veículos. E a gente já está vendo isso.
IM - Bancos médios, às vezes têm uma dificuldade de captação direta do público investidor, quais são as fontes de recursos mais utilizadas pelo banco?
Carazzai - Na realidade, os bancos de médio porte não têm tido problemas de acesso ao funding. O soluço do Banco Santos foi passageiro, os bancos médios, inclusive, demonstraram resiliência e superaram a dificuldade com recursos e dispositivos do próprio mercado.
No caso específico do Banco Pine, temos uma política que opera em duas direções, com base em dois princípios de política no que diz respeito ao nosso funding.
Primeiro, nós procuramos diversificação. Se olhar a nossa estrutura de funding irá encontrar todas as fontes acessáveis por um banco médio.
Uma fatia importante em depósitos a prazo, emissão de dívida nos mercados interno e internacional, fundos (FIDC) e também um mecanismo bastante interessante de liquidez, que é a operação de cessão das carteiras de crédito, particularmente do crédito consignado. Esta é uma fonte muito eficiente, atraente e competitiva para um banco de médio porte.
Eu diria que esta dificuldade que você aponta é apenas relativa. A rigor não existe uma dificuldade para um banco de médio porte, com boa gestão no Brasil , acessar fontes de funding de qualidade.
IM - O banco pretende analisar oportunidades de aquisições? Qual o perfil das instituições que podem chamar atenção do banco? Já existe alguma em vista?
"(...) os bancos de médio porte não têm tido problemas de acesso à funding. O soluço do Banco Santos foi passageiro"
Carazzai - No momento não estamos engajados em nenhuma negociação neste sentido.
IM - Com a possível aprovação da regra da portabilidade, como o banco pretende atuar para evitar a perda de clientes que buscam menores taxas?
Carazzai - No momento em que oferecemos um empréstimo à pessoa física, ela tem a possibilidade de escolher entre vários bancos que se apresentam naquele momento. Eu acho que um desafio muito maior do que a portabilidade é a concorrência franca que você enfrenta no momento de fechar o contrato.
Quando se adquire um automóvel, por exemplo, você tem a sua escolha uma série de bancos. A mesma coisa com uma corretora. Quando você vai fazer o seguro de um ativo, normalmente o operador oferece várias alternativas.
Nós não estamos preocupados com a portabilidade e julgamos que seremos capazes de continuar concorrentes e competidores críveis neste mercado.
IM - Como é feita a distribuição de serviços e produtos do banco? No caso dos correspondentes bancários, eles são exclusivos?
Carazzai - Eles não são exclusivos e nós não desejamos que eles o sejam. Da mesma maneira como as companhias de seguro convivem com corretoras que são multimarcas, nós também operamos confortavelmente com correspondentes bancários que não são exclusivos.
O que nós procuramos fazer é que eles tenham uma relação satisfatória e estável conosco.
IM - Existe alguma estratégia para a abertura de novas agências?
"Eu acredito que as empresas de porte médio passarão a demandar serviços e produtos que hoje consideramos típicos de grandes corporações"
Carazzai - O banco abre agências constantemente, expandindo a sua cobertura pela geografia economicamente mais atrativa na nossa economia. Neste momento nós temos 14 agências, mas continuamos analisando outras praças que podem ser atrativas para o banco, como é o caso do Distrito Federal, do Mato Grosso e do norte do Paraná.
Na pessoa física, a nossa estratégia de distribuição de produtos e serviços é exclusiva por meio de correspondentes bancários. E nós queremos manter assim.
IM - O Banco Pine teme que o alto número de bancos médios que espera aval da CVM para abrir capital crie um excesso de papéis no mercado, pressionando as ações do Banco Pine?
Carazzai - Muito pelo contrário. O que nós vimos no mercado imobiliário, por exemplo, é que a maioria das empresas teve um desempenho positivo mesmo meses após o seu lançamento, e ainda continuam a chegar novas empresas no mercado.
IM - Como a empresa avalia a atual situação da economia?
Carazzai - Este é um momento único e extremamente favorável para o Banco Pine. O mercado atual mostra estabilidade macroeconômica, permitindo a previsibilidade para o empresário o que possibilitou uma graduação das empresas médias brasileiras em termos de valor econômico.
Elas passaram nos últimos três ou quatro anos por uma apreciação substancial no seu valor econômico, adquirindo múltiplos que alguns segmentos nunca chegaram a sonhar antes. Por conta disso, existe uma onda de consolidação e reperfilamento das dívidas, o que é muito favorável aos bancos.
Eu acredito também que estas empresas de porte médio passarão a demandar serviços e produtos que hoje nós consideramos típicos de grandes corporações, inclusive transações societárias.
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=730844&path=/investimentos/
18 de 2481
mrivo
2836 15/03/200719 de 2481
dalmes
178 14/06/2007Se romper os R$18,00, tem tudo para disparar e voltar aos R$19,00.
20 de 2481
costela20
399 10/04/2007