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Tecnisa Vai Subir!!! (TCSA3)

nagre
  • Dono
  • 175
  • 10/12/2006

UBS Pactual comprou muito na sexta, mais da metade do volume.
Ação defasada, vai buscar R$13,00 logo.....

Comentários

pioneto

pioneto

22587 22/01/2008
Rompeu resistência dos 3 reais com mega volume.

Agora vai embora.

A bola da vez!
pioneto

pioneto

22587 22/01/2008
Amanhã começa ULTRA MEGA MAXI RALY

SEGUREM A PERUCA

http://oglobo.globo.com/economia/temer-anuncia-meta-de-600-mil-moradias-com-novas-regras-do-minha-casa-minha-vida-20877563

Citação: Modo de Leitura

Temer anuncia nesta segunda-feira meta de 600 mil moradias do Minha Casa Minha Vida Faixa mais alta do programa pode ser ampliada para até R$ 9 mil Geralda Doca Condomínio do “Minha Casa Minha Vida”, no Anil, em Jacarepaguá. Foto: Márcio Alves / Agência O Globo - Márcio Alves / Agência O Globo BRASÍLIA - Na tentativa de estimular o setor da construção civil e criar uma agenda positiva, o presidente Michel Temer anuncia nesta segunda-feira ajustes nas regras do Minha Casa Minha Vida, com meta de contratar 600 mil unidades em 2017. A terceira faixa do programa, que tem renda familiar limitada atualmente a R$ 6.500, será ampliada para R$ 9 mil. O valor máximo de venda do imóvel passará dos atuais R$ 225 mil para R$ 240 mil. Leia também: Valor de imóvel financiado por FGTS poderá subir para R$ 1,5 milhão Há expectativa dos empresários que o governo edite também uma Medida Provisória para restringir a ocorrência de distratos (quando o cliente desiste da compra do imóvel). A ideia é permitir que a construtora possa reter 80% do valor pago pelo comprador. O percentual hoje varia entre 10% e 15% - quantia insuficiente para cobrir os custos. Os empresários defendem que o valor de referência nesses casos passe a ser o do contrato e não o desembolsado pelo comprador para evitar descasamentos e assegurar a continuidade do empreendimento. Aguardada pelo setor, a mudança nas regras do Minha Casa tem por objetivo ampliar o número de famílias atendidas pelo programa. A ampliação da terceira faixa para R$ 9 mil vai permitir, por exemplo, financiar um imóvel de R$ 300 mil com juros de 9,16% ao ano, abaixo do mercado. As taxas oferecidas pelo Minha Casa, que conta com recursos do FGTS e do orçamento da União, variam entre 5% ao ano e 8,16% ao ano, de acordo com a renda familiar. Os limites de faixa de renda familiar também serão corrigidos pela inflação: a faixa intermediária, de R$ 2,3 mil subirá para R$ 2,6 mil; a de R$ 3,6 mil chegará a R$ 4 mil e a de R$ 6.500 a R$ 7 mil. — A vantagem é que você vai incluir mais gente no programa - disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins. As mudanças no programa serão apresentadas ao Conselho Curador do FGTS na segunda pela manhã, antes do anúncio do Palácio do Planalto. A solenidade está marcada para 15h30, com a presença de vários empresários do setor. Os empresários defendem também aperfeiçoamentos na lei que instituiu o patrimônio de afetação (cada empreendimento tem que ter contabilidade separada para evitar contaminação de eventuais dificuldades de caixa) e alienação fiduciária (o imóvel só passa para o nome do mutuário depois da quitação do empréstimo). Estes temas fazem parte das discussões sobre a medida para inibir os distratos. Outra medida que deverá ser anunciada em breve é ampliação do valor do imóvel dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) - que tem juros limitados a 12% ao ano - dos atuais R$ 950 mil para R$ 1,5 milhão, nas capitais como Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. O SFH é formado por recursos do FGTS e da poupança. Newsletter As principais notícias do dia no seu e-mail.


pioneto

pioneto

22587 22/01/2008
É bom correr mesmo mané, vagas limitadas.
pioneto

pioneto

22587 22/01/2008
É HOJE

MEDIDAS DE ESTÍMULO A CONSTRUÇÃO CIVIL

EM TODOS OS JORNAIS

TALVEZ SAIA MEDIDA PROVISÓRIA SOBRE DISTRATOS

AÍ VAI FICAR IRRACIONAL

BOTA LEILÃO
DroDente

DroDente

8905 20/02/2007

pioneto...entrei aqui no rompimento dos 3,00...uso gráfico...não entendo de análise fundamentalista...O que vc acha desta empresa Tecnisa? Sei que seu TH é de 10,00...poderemos triplicar neste ano....mas minha queridinha é a Rsid...pois o potencial é muito maior de multiplicarmos o $$....claro que se a Rossi não quebrar...

pioneto

pioneto

22587 22/01/2008
Citação: drodente - Post #89 - 06/Fev/2017 10:48

pioneto...entrei aqui no rompimento dos 3,00...uso gráfico...não entendo de análise fundamentalista...O que vc acha desta empresa Tecnisa? Sei que seu TH é de 10,00...poderemos triplicar neste ano....mas minha queridinha é a Rsid...pois o potencial é muito maior de multiplicarmos o $$....claro que se a Rossi não quebrar...




empresa muito bem gerida, sofreu como todas , principalmente questão dos distratos, que deve ser resolvido hoje.

entrou no ramo MCMV , devendo tb ser muito beneficiada pelas medidas de hoje tb.

valendo metade do vpa.

de graça

vqv
pioneto

pioneto

22587 22/01/2008
outra;

cyrela detém 13,xx das ações. o que é ótimo sinal.
bovespa2008

bovespa2008

318 12/03/2008

Alguém te novidade das MP's dos distratos?

pioneto

pioneto

22587 22/01/2008
AVISO AOS QUE ESTAM FORA E NÃO QUEREM PERDER O BONDE:

MATÉRIA DE O GLOBO DE HOJE:

REGRAS PARA CANCELAMENTO

DIZ QUE RESOLVEM AINDA ESTA SEMANA ESTA QUESTÃO DOS DISTRATOS

SEGUREM A PERUCA
pioneto

pioneto

22587 22/01/2008
Inflação de janeiro fica em 0,38%, abaixo do esperado pelo mercado
bovespa2008

bovespa2008

318 12/03/2008

Citação: pioneto - Post #94 - 08/Fev/2017 11:01AVISO AOS QUE ESTAM FORA E NÃO QUEREM PERDER O BONDE:

MATÉRIA DE O GLOBO DE HOJE:

REGRAS PARA CANCELAMENTO

DIZ QUE RESOLVEM AINDA ESTA SEMANA ESTA QUESTÃO DOS DISTRATOS

SEGUREM A PERUCA



BOA

pioneto

pioneto

22587 22/01/2008
Credit .suisse virou a mão

Passando o rodo

Começando a faltar papel
casalbertomelo

casalbertomelo

254 23/06/2009

MATÉRIA DE O GLOBO DE HOJE

http://oglobo.globo.com/economia/avanco-de-distrat...


Citação: Modo de Leitura

Avanço de distratos de imóveis pressiona regulamentação do governo Índice de cancelamentos chega a 43,4% em 2016; governo estuda fixar multa de 25% sobre valor Ana Paula Ribeiro / Geralda Doca Valor retido. Prédio em construção no Rio: hoje, o comprador quita entre 25% e 30% do imóvel até a entrega das chaves, e a Justiça determina multa de 10% a 15% do montante pago - O Globo / Ana Branco/20-11-2015 BRASÍLIA e SÃO PAULO - O avanço do número de distratos nas operações de compra de imóveis novos em todo o país fez aumentar a pressão do setor da construção para que o governo regulamente direitos e obrigações (penalidades) para os casos de desistência do comprador antes da entrega das chaves. O índice de cancelamentos, que não chegava a 20% até o início de 2014, começou a crescer de forma expressiva desde então e chegou a 43,4% no ano passado, concentrado principalmente nas compras de imóveis com valores entre R$ 300 mil e R$ 800 mil. A justificativa das incorporadoras para a urgência da regulação é que, com os cancelamentos em níveis elevados e as vendas fracas, as empresas ficam sem garantias suficientes para tomar crédito, o que acarreta atrasos em obras de novos empreendimentos. No esforço de impulsionar o setor da construção, a equipe econômica trabalha para anunciar ainda esta semana uma solução para o problema dos distratos. Os detalhes ainda sendo negociados com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça, mas a ideia é fixar um percentual entre 20% e 25% do total pago pelo comprador, que poderá ser retido pela construtora, mais a taxa da corretagem. Já a Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e outras entidades do setor, que desde o início do ano passado discutem com os ministérios do Planejamento e da Justiça a regulamentação de regras para esses casos, têm outra proposta: multas de 10% para os imóveis da faixa do Minha Casa Minha Vida (de até R$ 240 mil); de 12% para as unidades habitacionais que se encaixam nas regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), ou seja, até R$ 950 mil; e de 14% para os de alto padrão. Esses percentuais seriam aplicados sobre o valor total do imóvel. Veja quanto custa o distrato em outros países No ano passado até novembro, cerca de 40,9 mil contratos de venda foram cancelados por distrato, o que equivale a 43,4% do total de imóveis vendidos no período. Na prática, a cada cem imóveis comercializados na planta, em quase 44 os consumidores não tiveram condições ou não quiseram levar os contratos de compra adiante. A elevação do índice de distratos já era esperada em razão do aumento do desemprego, mas essa disparada, segundo executivos do setor da construção, foi desencadeada principalmente por investidores que compraram imóveis pensando em sua valorização e, como o mercado deu uma estagnada, desistiram do negócio temendo perder dinheiro. PAGAMENTO TAMBÉM POR ATRASO NA OBRA Hoje, o comprador geralmente paga entre 25% e 30% do valor do imóvel novo até a entrega das chaves. Os distratos ocorrem justamente antes de o comprador receber as chaves. Por isso, na maior parte dos casos, as incorporadoras estabelecem multas contratuais de 50% a 60% do valor já pago pelo comprador, diz Marcelo Tapai, advogado especialista em direito imobiliário. Alegando tratar-se de cláusula abusiva, os compradores recorrem à Justiça, cujos juízes de primeira instância geralmente estabelecem multas menores, entre 10% e 15% do valor já pago. A proposta do governo prevê duas travas para a definição da quantia que as empresas poderão reter do cliente: o valor não pode exceder 10% do valor do contrato, nem 80% do valor pago pelo cliente. Em contrapartida, as empresas que atrasarem a entrega da obra em mais de 180 dias poderão ser multadas em 0,25% do valor contratado. Acima desse prazo, a multa dobra para 0,50%. Para se ter uma ideia do impacto dessas novas regras, num contrato de R$ 500 mil, por exemplo, e taxa de corretagem de 6%, se o cliente pagou R$ 50 mil e desistiu da compra, ele terá de deixar nas mãos da empresa R$ 30 mil só de comissão para o vendedor; sobre os R$ 20 mil restantes, seria aplicado o percentual fixado. Desse forma, a empresa poderá ficar com R$ 35 mil, e o comprador receberá de volta R$ 15 mil. O valor retido está abaixo dos 10% do valor do imóvel e dos 80% do valor desembolsado. Os clientes do Minha Casa Minha Vida não deverão ser afetados. A proposta de regulamentação prevê tratamento diferenciado por tipo de imóvel, se é residencial ou comercial. Para as incorporadoras, a regulamentação dará maior previsibilidade às empresas do setor e evitará disputas na Justiça, que são recorrentes. Claudio Carvalho, vice-presidente da Abrainc, explica que esses cancelamentos reduzem a previsão de fluxo de recursos para as construtoras, o que torna mais difícil o acesso ao crédito. — Se as vendas não estão dentro do cronograma, os bancos começam a parar com o crédito à produção. A concessão de crédito está muito mais restrita, e isso pode causar paralisação de obra nas construtoras que não têm caixa próprio disponível — diz. Flavio Amary, presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), afirma que os distratos causam um desequilíbrio no mercado, pois, além dos gastos que as incorporadoras já tiveram, como os de corretagem, o fluxo de caixa do projeto é afetado, o que pode prejudicar as outras pessoas que compraram unidades no mesmo empreendimento. — Muitos investidores desistem do imóvel porque não ocorreu a valorização esperada. Isso não é justo e não acontece em outros setores. É uma decisão unilateral do comprador, tomada quando ele percebe que o negócio deixou de ser bom para ele — disse. Na visão das incorporadoras, deve ser considerado o valor total porque os custos de venda, como corretagem e divulgação do empreendimento, incorrem sobre esse valor. Eles argumentam ainda que a prática em outros países é uma multa de 100% do valor já pago. O acordo estava próximo, mas os órgãos de defesa do consumidor começaram a questionar a proposta, temendo que a nova regra seja muito desfavorável ao mutuário. Para o promotor Sidney Rosa, do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), o grande problema de uma regra que fixe como multa um percentual do valor do imóvel é que, em alguns casos, isso pode representar até 100% do que já foi pago pelo comprador. — A crise econômica não atinge apenas as empresas, mas especialmente os consumidores. Não se pode pretender transferir a eles, cuja situação financeira já chegou ao ponto de devolver o imóvel, todo o risco do negócio e os ônus correspondentes. Especialista em direito imobiliário, o advogado Hamilton Quirino lembra que uma lei nova não poderá retroagir aos contratos anteriores, sendo válida, apenas, a partir do início de sua vigência. Apesar das dificuldades e da falta de acordo, o setor da construção espera um aquecimento a partir do segundo semestre deste ano. Por essa razão, as incorporadoras já começam a apresentar projetos de novos empreendimentos ao bancos, para avaliar as condições de crédito para a produção. Ter uma regra mais clara de distratos também vai ajudar nesse ponto, segundo Fabrizio Ianelli, superintendente de crédito imobiliário do Santander. A venda das unidades e o andamento da obra são essenciais para o acesso ao crédito e a liberação de recursos — que é feita gradualmente, de acordo com o ritmo da construção e do ritmo de vendas líquidas — já descontando os distratos do empreendimento. — Quando o distrato sobe, o nível de comercialização não sobe. Então, isso interfere nas aprovações — comentou Ianelli, afirmando que o ano passado foi o mais crítico em distratos, afetando as liberações para as construtoras, que agora tentam reduzir seus estoques. Para o vice-presidente do Sinduscon, Odair Senra, a redução dos juros, que teve início no fim do ano passado, e a estabilização do índice de desemprego, a partir de meados do ano, devem dar impulso ao mercado imobiliário. Com mais vendas, o nível de distratos pode cair, mas o dirigente defende que alguma regulamentação é necessária para evitar desequilíbrios para o incorporador e para o empreendimento. Newsletter As principais notícias do dia no seu e-mail.


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Ativos Discutidos
BOV:TCSA3 0.84 2.4%
Tecnisa Sa
Tecnisa Sa
Tecnisa Sa
Índices Mundiais
Alemanha 0.0%
Austrália 1.2%
Brasil 0.7%
Canadá 0.9%
EUA (Dow Jones) 1.1%
EUA (NASDAQ) -1.5%
França 0.4%
Grécia 0.0%
Holanda 1.0%
Inglaterra 0.3%
Itália 0.8%
Portugal 1.4%
Maiores Altas (%)
BOV:GFSA12 0.17 30.8%
BOV:TOKY11 0.34 30.8%
BOV:TOKY3 0.37 23.3%
BOV:ONCO3 1.21 11.0%
BOV:PCAR3 2.63 10.0%
BOV:ABCB2 4.54 9.9%
BOV:OIBR3 0.12 9.1%
BOV:LUXM4 3.22 7.3%
BOV:AFLT3 7.52 7.3%
BOV:MXRF12 0.15 7.1%

Dado por: