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- 30892
- 14/12/2012
| Gráfico Intraday: Telec Brasileiras-Telebras | Gráfico Longo-Prazo: Telec Brasileiras-Telebras |
Telebras completa 51 anos e projeta crescimento. “O céu é o limite”, diz presidente da estatal
capitaldigital.com.br/telebras-completa-51-anos-e-projeta-crescimento-o-ceu-e-o-limite-diz-presidente-da-estatal/

NOVO ESPAÇO PARA DISCUSSÃO DO ATIVO, TENDO EM VISTA A NOVA PARCERIA ESTRATÉGICA (VIASAT)
+ REDE PRIVATIVA + VISIONA
+ SGDC (SATÉLITE GEOESTACIONÁRIO)
+ GESAC
+ INTERNET PARA TODOS
+ WI-FI BRASIL
+ GRANDES & MÉDIOS CONTRATOS COM INICIATIVA PÚBLICA
+ CRONOGRAMA PARA A PRIVATIZAÇÃO NA ESFERA FEDERAL
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A Telebras já é e será o maior instrumento de inclusão digital do país’, diz novo presidente
https://www.telesintese.com.br/a-telebras-ja-e-e-sera-o-maior-instrumento-de-inclusao-digital-do-pais-diz-novo-presidente/
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30892 14/12/201242 de 22365
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30892 14/12/2012Este é o melhor momento para a Bolsa em 25 anos, diz gestor que já ganhou mais de 70% num mês
Com os juros baixos, os investidores têm poucas opções fora da renda variável, diz Francisco Meirelles de Andrade, sócio da gestora Forpus Capital
(Shutterstock)
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SÃO PAULO - Junho foi mais um mês tenso. Na política brasileira, além dos vazamentos de mensagens do ministro Sergio Moro, três membros importantes do governo deixaram seus cargos (demitidos ou na iminência de) – entre eles, Joaquim Levy, que ocupava a presidência do BNDES.No exterior, a disputa comercial entre China e Estados Unidos está longe de ser resolvida. E, depois que o Irã derrubou um drone americano, uma nova crise em potencial entrou do radar.
Ainda assim, a Bolsa está subindo. Houve quedas pontuais, mas, no acumulado de junho até ontem, o Ibovespa tem uma alta de 5% e opera acima dos 100 mil pontos.
O motivo, na opinião de Francisco Meirelles de Andrade, sócio da gestora Forpus Capital, é o fato de os investidores terem poucas opções de investimento fora da Bolsa.
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30892 14/12/2012o site defesaNet tb publicou a materia
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30892 14/12/2012COBERTURA ESPECIAL - ESPECIAL ESPAÇO - TECNOLOGIA
25 de Junho, 2019 - 11:05 ( Brasília )
Satélite da Telebras estará todo ocupado em 2020, avisa o diretor
http://www.defesanet.com.br/space/noticia/33344/Satelite-da-Telebras-estara-todo-ocupado-em-2020--avisa-o-diretor/" class="fbshare">
A A A
O satélite da Telebras estará com toda a sua capacidade ocupada no final do próximo ano, afirma seu diretor comercial, Helcio Vieira. A diretoria defende um outro aparelho não só pela questão comercial – a vinda da 5G- como também pelo risco de não poder contar com um back up.
Miriam Aquino - TELE SÍNTESE (SP)
Via NotImp FAB
O diretor comercial da Telebras, Helcio Vieira Jr, afirma que o corpo técnico da estatal, juntamente com o Ministério da Ciência Tecnologia, começam a formular o projeto de lançamento do segundo satélite, que replicaria a banda KA (banda larga) e também a banda X (defesa), como é o atual SGDC.
É entendimento da diretoria da estatal, conforme Vieira, que é um risco muito grande para a empresa possuir apenas um satélite, sem qualquer back up, porque o ambiente onde ficam esses aparelhos “é o mais inóspito possível”. “A probabilidade é pequena, mas pode acontecer”, alerta o diretor, também militar de reserva.
Haverá também em pouco tempo necessidade real para a construção e lançamento de novo satélite devido à ocupação completa da atual capacidade. A previsão é que, no final de 2020, os 60 beans do SGDC estejam todos ocupados, sem a Telebras ter como expandir os serviços, se continuar apenas com um satélite.
Apesar de a empresa começar a comercializar a capacidade de seu satélite com quase dois anos de atraso, devido às disputas judiciais e, depois à intervenção do Tribunal de Contas da União (TCU), segundo Vieira, as obrigações do atendimento do Gesac (escolas, hospitais, pontos públicos) e o uso comercial por sua parceria Viasat, irão rapidamente ocupar todo a capacidade do satélite.
Quanto à privatização, Vieira observa que seu backhaul não é de fibra, mas de OPGW, dependente dos postes de energia elétrica, e que qualquer venda da Eletrobras os seus contratos estarão preservados.
A seguir, os principais trechos da entrevista:
Tele.Síntese: Como você vê o papel da Telebras no mercado brasileiro?
Helcio Vieira Jr: Há sete anos fomos “reinaugurados”, digamos assim, com a finalidade de fazer a banda larga. O que a gente percebeu nessa segunda fase da Telebras, é que, apesar de não ser a sua missão oficial, nós atuamos como líderes de mercado. O preço praticado em um lugar onde a Telebras não está, a partir do momento que a Telebras chega, o preço cai. A diretora da Telebras, apoiada pelo nosso ministro, enxerga que a nossa função continua basicamente sendo essa, de proporcionar que os brasileiros tenham acesso à comunicação com preços justos.
Tele.Síntese – E a saga do SGDC, acabou?
Vieira Jr: Falando especificamente de satélite, o governo brasileiro gastou uma quantidade considerável de recursos, teve o satélite de domínio nacional e infelizmente devido a vários fatos, tivemos problemas na justiça e no TCU e o satélite ficou parada mais de um ano, sem a gente poder prover esse serviço para os nossos brasileiros, mas mês passado tivemos uma posição do TCU, liberando o satélite. A gente inovou no mercado jurídico brasileiro, porque a lei 13.303, a lei das estatais, até então não tinha sido colocado à prova como nós fizemos. Como todo pioneiro há riscos. Mas a gente provou sucesso, mostramos que a gente fez o certo. Nós estamos 100% livre para poder atender. Nosso principal contrato hoje é o do GSAC, junto ao MCTIC, e eu tenho o maior orgulho em dizer que já atendemos um milhão e meio de alunos, que antes não tinham acesso à internet.
Tele.Síntese: Como é a oferta?
Vieira Jr: Nós fomos contratados pelo MCTIC, a menor velocidade que a Telebras oferece, que é 10MB de download e 1MB de upload, mas alguns pontos foram contratados com 20MB de download e 2MB de upload.
Tele.Síntese: E já são um milhão e meio de alunos e quantas escolas? São escolas rurais?
Vieira Jr: Para ser mais exato, já são mais de 4.500 escolas. A grande maioria são escolas rurais. Existem também escolas urbanas mas são aquelas que não são atendidas com fibra. Além de escolas, nós estamos levando conectividade também para postos de saúde, aldeias indígenas, postos de fronteiras. Para se ter uma ideia, o primeiro lugar que a gente instalou a antena foi em Pacaraima, na Venezuela, e graças a nossa conectividade lá, o Ministério das Relações Exteriores conseguiu montar um posto para poder fazer a triagem dos venezuelanos que estavam querendo vir para o nosso país.
Tele.Síntese: Essa nova diretoria lançou o Telebras Sat. Esse produto vai focar só nos provedores ou tem outros clientes de varejo?
Vieira Jr: O decreto que recriou a empresa só permite se faça algumas coisas. Para eu vender capacidade para um CNPJ [ uma empresa], precisa ter a licença de SCM [serviço de comunicação multimídia, ou banda larga]. Então, para o mercado privado, o nosso único cliente será o provedor.
Tele.Síntese: Você imagina que as grandes operadoras vão precisar de suas redes?
Vieira Jr: Aparentemente, nesse momento, não. Mas essas empresas estão muito preocupadas com a 5G, que vai demandar uma quantidade de banda muito grande.
Tele.Síntese: Tive acesso a uma projeção de que o satélite da Telebras ficaria “entupido” com toda essa capacidade vendida nos próximos dois ou três anos.
Vieira Jr: Se acontecer isso a Telebras quebra! Nossa previsão é que a gente o encha o satélite no ano que vem, 2020. E aí, quem tem um, não tem nenhum.
Tele.Síntese: E por que vocês estão contando que preencha no ano que vem?
Vieira Jr: Com o Gesac, ISPs e alguns projetos de governo, porque eu posso atender o governo diretamente.
Tele.Síntese: Em 2020, no início, no meio, no final? Os 60 beans?
Vieira Jr: No final de 2020. Quando eu falo que vai encher, provavelmente alguns beans eu não vou encher porque não tem densidade computacional suficiente para o momento, mas a gente sabe como é o nosso mercado, hoje quem consome 10MB e amanhã quer 20MB, depois quer 40MB, depois quer 100MB, então em algum momento no futuro, esses beans, que tem uma capacidade computacional muito pequena, que é região Norte do país, vão ser ocupados.
Tele.Síntese: E como vocês estão se preparando para isso?
Vieira Jr: Já começamos os estudos internos na Telebras, de qual seria a necessidade para o nosso segundo satélite.
Tele.Síntese: Necessidade, você fala, financeira?
Vieira Jr: De capacidade técnica. Uma das coisas que estamos levando muito em consideração,é que existe o advento do 5G e isso vai demandar para o nosso país em especial, devido às dimensões continentais dele, muita capacidade de satélite para eu conseguir colocar o 5G em certas cidades.
Tele.Síntese: Já há autorização do governo para o segundo satélite?
Vieira jr: Está sendo negociado em várias esferas. Não existe sinal verde, mas o MCTIC entende que é uma necessidade real. Mas o MCTIC tem que negociar com o Ministério da Economia, com o próprio Presidente, Casa Civil. Não foi feita ainda, mas está em discussão.
Tele.Síntese: Essa necessidade também estaria confirmada com a banda X ou só com a banda Ka?
Vieira Jr: A banda X também tem essa necessidade, porque quem tem um , não tem nenhum. O grande motivador desse satélite foi a defesa, porque em um momento de crise é preciso ter certeza de que os meios estão disponíveis.
Infelizmente o satélite está no ambiente mais inóspito possível, ele está em um lugar onde recebe uma quantidade de radiação enorme, tem o vento solar que o estraga, está em lugar que não tem pressão, o tal dos micrometeoritos, dos lixos espaciais. Se um momento para o outro, pode ter um satélite perdido.
Tivemos um exemplo recente agora com a Intelsat. A defesa, assim como a gente, tem uma preocupação muito grande é que o nosso satélite possa parar de
funcionar amanhã, por motivos mis. A probabilidade é pequena mas pode acontecer.
Tele.Síntese: A Telebras está contando a possibilidade de ser contratada sem licitação, por quê?
Vieira Jr: Bem, o 8135, o decreto que existia até o final do ano passado e foi cassado pelo ex-presidente Temer, falava que a Telebras deveria ser contratada sem
licitação toda vez que houvesse tráfego de dados sigilosos. Isso não acontecia. Vários órgãos de governo que tinham tráfegos de dados sigilosos não contratavam a Telebras. Quem quis contratar a gente pelo 8135, conseguiu contratar, e esse decreto caiu.
Tele.Síntese: Sem esse decreto, como a Telebras pode ser contratada sem licitação?
Vieira Jr: Há uma coisa muito maior que esse decreto, a Lei 8666, que cuida das licitações. A lei 8666 estabelece que nós podemos ser contratados diretamente, porque nós fomos criados antes de sua promulgação.
Tele.Síntese: A lei fala que a estatal criada antes pode ser contratada diretamente?
Vieira Jr: Exatamente. Nós éramos contratados pelo 8135 porque era mais fácil para o órgão que estava contratando a gente justificar. Hoje não temos problema nenhum em contratação sem licitação.
Tele.Síntese: Mas essa postura provoca uma reação grande entre as teles privadas, que disputam licitação do governo.
Vieira Jr: Essa é uma coisa que me espanta muito, porque, com a 8666, que sempre existiu ou com o 8135, nós não abocanhamos nem 2% do mercado brasileiro de telecomunicações. Se eu comparar com algumas teles, elas têm o mercado do governo brasileiro 10 vezes (x) o que eu tenho.
Tele.Síntese: Sim, mas à medida que vocês forem atrás dos seus clientes, vocês vão tirar delas, não?
Vieira Jr: Não necessariamente. O governo brasileiro, como o povo brasileiro, em geral, está crescendo o consumo, então, tem espaço para todos.
Tele.Síntese: Em relação à privatização, já há alguma definição do que vai ser feito? Tenho ouvido que há um estudo no Ministério da Economia, e que foi criado um grupo para definir uma possível privatização / venda de alguns ativos e um dos ativos seria o backhaul da Telebras.
Vieira Jr: O bakchaul da Telebras, em sua grande maioria, é baseado em OPGW do sistema da Eletrobras.
Tele.Síntese: Vocês não tem um backhaul de fibra?
Vieira Jr: Não. A grande maioria é baseado em OPGW do sistema da Eletrobras.
Tele.Síntese: Qual a extensão?
Vieira Jr: Não sei precisar, mas mais de 90% de nossa rede é baseada em OPGW, Esse é o grande diferencial da nossa rede. Pois são meios mais seguros, porque o OPGW está em cima de torres de alta tensão. Pode passar um furacão que não cai uma torre de alta tensão.
Tele.Síntese: O que vocês vão fazer com esse backhaul?
Vieira Jr: O backhaul é regido por contratos do sistema Eletrobras. Independente de a Eletrobras ser privatizada ou não, existem contratos que são regidos pela nossa lei e que devem ser cumpridos.
Tele.Síntese: Mas existe a possibilidade de se vender essa rede de vocês?
Vieira Jr: Não, o backhaul não é meu. Alugo as fibras do sistema Eletrobras e se a Eletrobras for privatizada, o que rege meu relacionamento com essa rede é o contrato.
Tele.Síntese: Esse backhaul está sendo usado para o quê?
Vieira Jr: A gente leva o sinal de internet para todas as capitais do Brasil e em vários pontos no meio do caminho a gente abre cidades pequenas para poder prover, para ISPs comprarem da gente.
Tele.Síntese: Mas isso foi um projeto que não se materializou. Quase ninguém usa o back haul de vocês.
Vieira Jr: Não usam porque não querem, porque estamos prontos para vender para todos. Essa é a grande vantagem de uma operadora neutra do mercado. Não posso me negar a vender para ninguém, pode ser o meu competidos, mas eu vou vender para ele.
Tele.Síntese: Mas há algum plano para mudar essa relação? Para saber o porquê os caras não estão contratando?
Vieira Jr: Eles não estão contratando da gente, porque nosso preço era muito caro. Assim que a gente assumiu a direção, fizemos uma revisão minuciosa na
precificação e posso dizer que os nossos preços estão muito competitivos no mercado.
Tele.Síntese: Você já tem alguma previsão de quando a Telebras deixaria de depender do orçamento do governo?
Vieira Jr: Ao final desse ano, a gente já tem um resultado positivo.
Tele.Síntese: E a relação de vocês com a Viasat, no caso do projeto de antena nas comunidades rurais, isso foi regulado pelo TCU e tem lá a remuneração. Fora isso, tem alguma outra parceria que vocês possam fazer com essa empresa, ou não?
Vieira Jr: Há o acordo que o TCU pediu que fosse revisitado, nós revisitamos e o TCU acordou 100% das negociações. Isso não impede que eu não possa negociar novas coisas com a Viasat. Para o satélite atual, nosso entendimento é que a gente conseguiu marcar tudo que é possível ser feito. Mas isso não impede que eventualmente surja uma nova tecnologia que a gente consiga utilizar no nosso satélite que vá precisar de uma nova renegociação.
Tele.Síntese: Em relação à questão do imposto das VSats? O TCU tinha questionado o fato de a Telebras assumir o pagamento do imposto, o TCU falou que não dava.. Como ficou esta questão?
Vieira Jr: Não posso abrir o contrato porque tem cláusula de confidencialidade com a Viasat, o que o TCU recomendou a respeito desse assunto, nós cumprimos.
Tele.Síntese: Uma vez, conversando com a Viasat, eles me falaram que havia também uma intenção de fabricação interna das antenas. Isso avançou?
Vieira Jr: Em algumas coisas eles estão pensando. O plano original é trazer tudo de fora: os roteadores WiFi, os amplificadores, e eles viram que no mercado brasileiro já tem tudo isso, então eles estão mudando o plano de aquisição.
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30892 14/12/2012Ibovespa: Onde os Fracos Não Têm Vez
Por Bruce BarbosaAções4 minutos atrás (25.06.2019 14:49)
Bruce Barbosa
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Desde 2016, o Ibovespa já acumula uma alta de mais de 135 por cento.
Na última quarta-feira, vimos pela primeira vez na história, nosso principal índice da bolsa fechar acima dos 100 mil pontos.
Na sexta, quando o mercado voltou do feriado, o movimento de alta persistiu e superamos os 102 mil.
Se vamos a 130 mil, 150 mil, 200 mil, ou até mesmo voltar a cair, ninguém sabe.
Mas se estamos realmente no bull market, o anúncio de quebra de recordes se tornará uma constante nos jornais brasileiros.
Com a aprovação da reforma cada vez mais próxima e posterior liberação da agenda Guedes, temos motivos para estar otimistas.
Podemos aprender algo interessante, analisando como chegamos até aqui.
O caminho das pedras
Como sabemos, os movimentos da bolsa não são lineares.
O gráfico da bolsa em alta se parece com uma montanha. Para chegar no topo, em alguns momentos é necessário descer para avançar. Em outros, andamos sem sair do lugar.
Como vemos no gráfico acima, em pelo menos 8 vezes durante a alta que teve início em 2016, tivemos quedas relevantes.
Pegando a pior delas como exemplo: quem se apavorou e saiu da bolsa em maio de 2018 - em plena greve dos caminhoneiros, quando o Ibovespa chegou a cair quase 20 por cento - ficou chupando dedo ao ver a bolsa subir mais de 46 por cento posteriormente.
O que quero mostrar aqui é que o investimento em bolsa não é para os fracos. Ou melhor, bolsa não é para aqueles que se colocam em uma situação de fraqueza.
Você se colocou em situação de fraqueza?
Está sobrealocado? Comprou empresas que não entende? Investiu em quem não confia?
Seu maior inimigo
Segundo Benjamin Graham, o inventor do Value Investing, o maior inimigo do investidor é ele mesmo.
Enquanto William Bonner anunciar recordes no Ibovespa, muitos investidores tentarão se autossabotar com excesso de confiança, mesmo que inconscientemente.
O excesso de confiança é algo congênito ao ser humano.
Você é um motorista, um profissional e até um amante (entre quatro paredes) acima da média. Todos nós somos.
O excesso de confiança é ainda maior no mercado financeiro. James Montier, expert em finanças comportamentais, perguntou a mais de 600 gestores de fundos profissionais se eles se julgavam acima da média em sua função.
Impressionantes 74 por cento responderam que sim. Muitos ainda escreveram comentários como “eu sei que todos pensam que são, mas eu realmente sou”.
Similarmente, 70 por cento dos analistas se acham melhores do que seus pares em relação a sua habilidade de escolher ações vencedoras.
A conta não fecha. Por definição, só 50 por cento das pessoas são acima da média.
Apetite vs Tolerância
Voltando ao ponto que quero defender hoje.
Em momentos de euforia, muitos investidores ficam tentados a aumentar exageradamente sua posição em bolsa.
A bolsa mais que dobrou. A autoconfiança é enorme.
Mas existem dois potenciais problemas:
1) Acreditar que o que está acontecendo continuará indefinidamente;
2) Ultrapassar o limite de risco que seu estômago impõe.
A combinação dos fatores acima coloca você em situação de fraqueza. Coloca seu precioso patrimônio em risco. Coloca sua capacidade de tolerância em xeque.
O maior risco é vender quando a bolsa cai. Ser obrigado a vender quando a bolsa cai.
Vender por medo da volatilidade. Vender por medo das perdas.
Foco no que importa
A mensagem final é: não se empolgue, não se deixe levar pelas emoções do momento.
Ignore todo o barulho e ruído a sua volta.
Seja como Cristiano Ronaldo antes da cobrança de uma falta. Ele não se importa com o placar do jogo, se está jogando dentro ou fora de casa ou se a torcida está contra ou a favor…
Foque no que realmente importa.
Para ele, a bola. Para nós, os fundamentos das empresas.
No fim das contas, o que importa é o gol.
O que importa são os lucros.
Manter o foco e não se deixar levar pelo calor do momento, te ajudarão a sair vencedor desse jogo.
Venda quando sobe, não quando cai
Está autoconfiante demais? Está com muito medo de uma reviravolta? Está fraco?
Reduza suas posições.
A hora de reduzir é com bolsa na máxima. Quando as ações sobem.
Coloque dinheiro no bolso. Reduza hoje. Reduza agora.
Pois não iremos daqui aos 200 mil pontos em linha reta.
O mercado irá te testar. Seu estômago irá te testar. A bolsa é onde os fracos não têm vez.
Venda o que você não entende direito ou não confia.
Torne-se forte perante o mercado.
Confiança ganha jogo. Confiança demais perde campeonatos.
Entender de onde viemos e para onde vamos. Mas o caminho será o mais importante. Será tortuoso, será incerto, será difícil, será desafiador.
Acompanhe muito mais no Twitter: @BruceBarbosa88, no FB: BruceBarbosaOficial e LinkedIn: BruceBarbosaOficial
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30892 14/12/2012Após adiamento, Segunda Turma do STF decide julgar nesta terça dois pedidos de liberdade de Lula
Os cinco ministros do colegiado acolheram pedido da defesa do ex-presidente para que análise dos habeas corpus do petista fosse priorizada. Ao final do julgamento, Lula pode ser solto.
Por Rosanne D'Agostino e Mariana Oliveira, G1 e TV Globo — Brasília
25/06/2019 15h02 Atualizado há 9 minutos
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu retomar nesta terça-feira (25) o julgamento de dois habeas corpus apresentados pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão foi tomada pelos cinco ministros que integram o colegiado no início da sessão a pedido da defesa do petista. Ao final da análise do caso, Lula pode ser libertado.
O julgamento estava agendado para ser retomado nesta terça, porém, havia sido adiado nesta segunda-feira (24) depois que o ministro Gilmar Mendes pediu a retirada de um dos pedidos de liberdade de pauta.
O advogado Cristiano Zanin Martins, responsável pela defesa de Lula, pede na tribuna da Segunda Turma do STF a liberdade do ex-presidente — Foto: Reprodução, STF
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30892 14/12/2012tinha forma melhor de começar o dia??
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30892 14/12/201249 de 22365
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30892 14/12/2012novos tempos
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30892 14/12/201252 de 22365
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30892 14/12/201254 de 22365
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30892 14/12/2012ta chegando a hora
Tentam bater em vão!
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xumta
10776 24/03/201356 de 22365
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30892 14/12/2012ohhhhh xumtaaaaaaa
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30892 14/12/2012Prepara q tem a tisunami do lucro amigao.
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DRIKAMAIA
5885 12/08/2008Qta notícia boa
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30892 14/12/2012mais uma então
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30892 14/12/2012parece ate piada.