Maltarollo
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- 1043
- 28/03/2007
Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
112741 de 200491
balek
80 12/09/2007Mercado de ações explicado
=======================================
Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por $10 cada. Os aldeões sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos. O homem comprou centenas de macacos a $10 e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça. Aí, o homem anunciou que agora pagaria $20 por cada macaco e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.
Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para $25 e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça.
O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50!
Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente
cuidando da compra dos macacos.
Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: "Olhem todos estes macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vender por $35 a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por $50 cada."
Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram
todos os macacos do assistente.
Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente, somente macacos por todos os lados.
Agora você entendeu como funciona o mercado de ações
112742 de 200491
balek
80 12/09/2007Assunto: NEGÓCIOS
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Se você tivesse comprado, em janeiro/2000, R$ 1.000,00 em ações da NortelNetworks, um dos gigantes da área de telecomunicações, hoje teria R$59,00!!!
Se você tivesse comprado, em janeiro/2000, R$ 1.000,00 em ações da LucentTechnologys, outro gigante da área de telecomunicações, hoje teria R$79,00!!!
Agora, se você tivesse, em janeiro/2000, gasto R$1000,00 em Skol , entenda em Cerveja, não em ações, tivesse bebido tudo e vendido somente as latinhas vazias, hoje teria R$ 80,00!!!
Conclusão: No cenário econômico atual, você perde menos dinheiro ficando sentado e bebendo cerveja o dia inteiro!!
MAS É IMPORTANTE LEMBRAR QUE QUEM BEBE VIVE MENOS:
a) Menos triste;
b) Menos deprimido;
c) Menos tenso;
d) Menos p. da vida! (exceto por não ter vendido as latinhas...)
Pense nisso... e, se for dirigir, não beba; se for beber, me chama; se não me chamar, PELO MENOS ME MANDA AS LATINHAS.
112743 de 200491
balek
80 12/09/2007Assunto: LOUCO LOUCO - COMPLETAMENTE INSANO COITADO
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LULA COMPARA REUNIÃO À SANTA CEIA
É PREOCUPANTE O ESTADO DE SAÚDE MENTAL DO PRESIDENTE LULA
Toinho de Passira
Fontes: O Globo, Agência Brasil
Deixa de ser apenas uma idiotice habitual e passa ao estágio de delírio megalomaníaco móbido, o comportamento do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao abrir a primeira reunião ministerial do ano, e comparar o encontro com a Santa Ceia.
”- Eu fico imaginando que muitas vezes nesta mesa aqui parece a Santa Ceia, todo mundo reunido...” - afirmou o presidente, num êxtase divino.
Afora as questões religiosas, éticas e morais que envolvem a questão, destacamos o aspecto sanidade mental, do nosso supremo mandatário, pois não acreditamos no propósito de desrespeitar, mas vislumbramos a possibilidade de um ditúrbio de personalidade em avançada dominação.
Em um dos seus muitos dias inspirados, o jornalista Ricardo Noblat no seu Blog, disse que se Lula chamasse Jesus para “compor a chapa do partido, seria para vice”.
Vê-se agora que é mais que isso, o Presidente foi numa crescente auto valoração incorporando personagens históricos, começando por se comparar ao Presidente Getúlio Vargas, depois ao Presidente Juscelino Kubitschek, chegando agora ao auge da piração, ao sugerir está “presidindo a santa ceia”, assumindo a identidade do filho de Deus. Os hospícios estão cheios de gente assim.
Notamos que ele (ou seria Ele?) está queimando etapas, pois não passou pela incorporação de Napoleão Bonaparte.
Dentro do previsível, não se pode estranhar se em ocasião próxima, superada essa fase, resolva o nosso presidente revelar que na verdade é o Pai, criador do céu e da terra, continuado o previsto no manual progressivo freudiano.
Alguém precisa pedir uma avaliação psicológica do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antes que ele surta de vez.
Agora começamos a compreender porque na semana passada ele dava ordens a Bush, mandando consertar a economia americana, enquanto afirmava que não vai haver apagão pois iria providenciar chuvas em todo o país, e ainda prometia o milagre de Lobão se sair bem a frente do Ministério de Minas e Energia, e por fim, a erradicação divina do surto de febre amarela, apenas com o seu desejo dela não existir.
Vamos ficar observando: se nos próximos dias “ELE” substituir o tradicional, “nunca antes nesse país”, por “nunca antes nesse planeta”, constataremos ser um caso irreversível.
Que o Verdadeiro Criador nos proteja.
112744 de 200491
balek
80 12/09/2007Assunto: O mercado de capitais é cruel.
Revista Isto é dinheiro.
JOÃO PINHEIRO NOGUEIRA BATISTA
"O mercado de capitais é cruel"
POR MARCIO KROEHN
O espaço para amadores no mercado de capitais está cada dia menor, defende o economista João Pinheiro Nogueira Batista, presidente do conselho do Instituto Brasileiro de Relação com Investidores (Ibri). As empresas que correm demais para abrir o seu capital serão punidas no preço de seus ativos. Os investidores que compram papéis sem critério terão um nível alto de estresse quando o mercado acionário sacudir. E os executivos das empresas, dos bancos e das corretoras que saírem da linha, usando informações privilegiadas em benefício próprio, serão punidos pela Comissão de Valores Mobiliários. A decisão da CVM, na terça-feira 26, de inabilitar por cinco anos ex-executivos da Sadia, mostra que o xerife está mais atento do que nunca. “É uma demonstração de que a CVM vai agir para garantir um mercado sério”, afirma Nogueira.
DINHEIRO – O bom momento da bolsa passou?
JOÃO PINHEIRO NOGUEIRA BATISTA – Não, claro que não. O mercado de capitais veio para ficar. Não é porque está ocorrendo uma crise, muito mais internacional do que local, que o momento passou. Está ocorrendo uma barriga. É normal.
DINHEIRO – Qual é a lição da forte volatilidade do início de ano?
BATISTA – A estabilização macroeconômica, o balanço de pagamentos mais forte e as reservas internacionais mais elevadas permitem ao País passar por momentos de crise internacional sem grandes solavancos. A queda da bolsa não teve nenhum efeito maior sob o ponto de vista de balança de pagamentos e de inflação. Está tudo sob controle. O mercado de capitais se aproveitou da estabilização a partir do final de 2003.
“A punição (no caso Sadia) é importante para assegurar o conforto para os investidores”
Luiz Gonzaga Murat Jr., ex-diretor da Sadia
DINHEIRO – Está mais maduro?
BATISTA – O mercado de capitais cresceu muito, mas precisa crescer muito mais para se consolidar como uma fonte fundamental de financiamento para as empresas. A renda fixa ainda é incipiente, há pouca liquidez no mercado secundário. O crescimento do mercado faz parte da equação democrática. O setor privado tem que ficar cada vez mais independente do financiamento público. Então, o mercado de capitais vai assumir cada vez mais a sua função de reciclar recursos. Dos pólos excedentes para os que precisam. No Brasil de antigamente, só havia o setor público como fonte financiadora e os bancos, que têm limitações de prazo e de risco. Então, é fundamental que tenhamos um mercado de capitais atuante e que possa servir como fonte de financiamento sustentável para o crescimento da economia.
DINHEIRO – Os investidores já estão seguros com um mercado que exige correr mais riscos?
BATISTA – A educação para o investidor pessoa física melhorou muito. A bolsa continua fazendo projetos de divulgação, existem entidades atuantes, como o Instituto Nacional dos Investidores (INI). As corretoras, de um modo geral, estão atuando de forma mais responsável. O conforto principal que existe hoje para o investidor pessoa física é que a bolsa é de um tamanho importante, com uma movimentação diária de quase R$ 5 bilhões. Alguns anos atrás, tinha quatro ou cinco grandes que manipulavam a bolsa. Era arriscado, como pequeno investidor, entrar e ficar ao sabor desses poucos investidores.
DINHEIRO – O mercado acionário não se desenvolveu muito mais rápido que os órgãos reguladores? Nos Estados Unidos, a SEC age rápido nas punições aos infratores.
BATISTA – Acho que não. A CVM tem reagido muito bem e respondido às demandas do mercado. Nos últimos anos, não foi um obstáculo aos IPOs e ao mercado secundário. Ao contrário, foi um agente positivo. O mercado não tem do que reclamar da CVM.
DINHEIRO – O ex-diretor da Sadia Luiz Gonzaga Murat Jr. fez um acordo com a SEC há um ano e somente agora foi julgado pela CVM.
BATISTA – A CVM foi rápida em identificar o problema. Mas aqui o rito processual da Justiça é mais lento. Nos Estados Unidos, é mais rápido e permite acordos. Nesse ponto, o Brasil precisa avançar. É um fenômeno geral do Judiciário brasileiro.
DINHEIRO – Murat Jr. e Romano Ancelmo Fontana Filho ficarão cinco anos sem exercer cargos de administração ou de conselheiro fiscal em companhias abertas. O que isso significa?
BATISTA – A decisão é emblemática para o mercado. Mostra que o órgão fiscalizador está atento à nova fase e, ao perceber indícios de informação privilegiada, tomará as medidas necessárias. É uma demonstração de que a CVM vai agir para garantir um mercado sério. O resultado é importante para assegurar o conforto para investidores e empresas.
DINHEIRO – Na venda do Grupo Ipiranga para a Petrobras, Braskem e Ultra, no ano passado, foi identificado um vazamento de informação. A CVM segurou as negociações para apurar o vazamento?
BATISTA – Não é que segurou. Até onde eu sei, esse processo está em investigação. Mas eles não são simples. Não é fácil identificar o que é uma suposição de vazamento de informação e efetivamente comprovar que houve um vazamento. Não é das coisas mais óbvias.
DINHEIRO – Os departamentos de Relações com Investidores das empresas estão preparados para a nova fase da bolsa?
BATISTA – As empresas mais antigas do mercado de capitais estão mais preparadas. O processo educativo das companhias e de todas as pessoas envolvidas com informações sigilosas foge do espectro da área de RI. Isso requer educação e entendimento do que é o próprio mercado. Cabe à empresa estar em um estágio diferente. Existem companhias com um vínculo mais estratégico com o mercado de capitais. Mas, como é típico do capitalismo, existem as mais oportunistas. Nessas, o processo cultural é mais difícil.
DINHEIRO – O sr. concorda que muitas empresas tiveram mais pressa em cuidar da estréia na bolsa do que trabalhar a governança corporativa?
BATISTA – Isso de fato existe. Governança corporativa não é só copiar e fazer um estatuto que atenda aos requisitos do Novo Mercado e achar que resolveu o problema. Ao contrário, é todo um problema cultural interno. É assegurar que a governança funcione e atenda a um objetivo estratégico que foi predefinido. Essa dimensão estratégica falta a muitas empresas. E o mercado de capitais é cruel. Funciona como um termômetro muito eficiente da performance de uma empresa, seja ela operacional ou de governança. Identifica no preço. Se o investidor se irrita ou acha que a empresa está sendo incorreta, ele pune no preço.
DINHEIRO – O período de silêncio, imposto às empresas antes dos IPOs, não é rígido demais?
BATISTA – Existe muita falta de compreensão sobre o que a CVM quer com o período de silêncio. Como isso não foi bem explicado, os advogados interpretam a legislação da forma mais defensiva possível e passam a recomendar aos seus clientes, às empresas, que o silêncio deve ser absoluto. Alguns recomendam até a suspensão das reuniões regulares com os analistas na Apimec. Não é isso que a CVM quer. Se uma empresa tem um rito, um processo sistemático de relação com o mercado, isso tem que ser mantido no momento de uma operação. O que não pode é surgirem posicionamentos fora da rotina normal. Estamos trabalhando com a CVM para fazer um esclarecimento sobre como deve ser o comportamento durante as ofertas.
“Falta compreensão do mercado sobre o que a CVM quer com o período de silêncio”
Maria Helena Santana, presidente da CVM
DINHEIRO – Algumas empresas restringiram a participação dos flippers (investidores individuais que compram ações nos IPOs e vendem no dia da estréia) em suas ofertas. O que acha disso?
BATISTA – Sou contra pensar em punição aos flippers. A especulação faz parte do mercado. Uns vão ganhar, outros vão perder, isso é parte do processo. Cabe à empresa, quando vai fazer uma operação, ter uma estratégia sobre o tipo de investidor que quer acessar, se prefere a pulverização ou o investidor qualificado. Mas não cabe ficar olhando para o resultado do dia seguinte. É um processo que deve ser visto sempre no longo prazo.
DINHEIRO – Este ano haverá tantas aberturas de capital como em 2007?
BATISTA – O volume não será o mesmo do ano passado. É normal que o mercado pós-crise fique mais seletivo. Os investidores estrangeiros e locais vão começar a olhar com um pouco mais de critério onde vão colocar seu dinheiro.
DINHEIRO – Como avalia o comportamento do banco central americano, o Fed, nessa crise?
BATISTA – O Fed agiu certo ao cortar os juros (de 4,25% para 3% ao ano). É interessante observar como o Fed também pensa em crescimento. Se vê o risco de uma recessão mais profunda, corta o juro para estimular a economia. Aqui, até pela herança da inflação alta, o BC é focado exclusivamente no problema de controle inflacionário.
DINHEIRO – A crise do subprime ainda pode tirar cadáveres da geladeira?
BATISTA – Não sei, é difícil dizer. Ainda podem aparecer problemas residuais. Os resultados ruins já vieram à tona com a publicação dos balanços das grandes instituições. E se a redução dos juros mais o pacote fiscal ajudarem o mercado americano de hipotecas a retomar o seu rumo, deve haver uma acomodação.
DINHEIRO – A provável recessão nos Estados Unidos, somada à eleição presidencial, pode influenciar a economia brasileira?
BATISTA – Este ano o efeito será pequeno. A eleição será no final do ano, então ficaria para o início de 2009. A política externa americana vai ser diferente, independentemente de quem for eleito. Para o bem do mundo, vai ser diferente da era Bush. Na questão comercial, os democratas têm fama de ser mais protecionistas que os republicanos. Mas o processo de negociação multilateral avança de forma lenta e não vai ser interrompido.
POR MARCIO KROEHN
O espaço para amadores no mercado de capitais está cada dia menor, defende o economista João Pinheiro Nogueira Batista, presidente do conselho do Instituto Brasileiro de Relação com Investidores (Ibri). As empresas que correm demais para abrir o seu capital serão punidas no preço de seus ativos. Os investidores que compram papéis sem critério terão um nível alto de estresse quando o mercado acionário sacudir. E os executivos das empresas, dos bancos e das corretoras que saírem da linha, usando informações privilegiadas em benefício próprio, serão punidos pela Comissão de Valores Mobiliários. A decisão da CVM, na terça-feira 26, de inabilitar por cinco anos ex-executivos da Sadia, mostra que o xerife está mais atento do que nunca. “É uma demonstração de que a CVM vai agir para garantir um mercado sério”, afirma Nogueira.
DINHEIRO – O bom momento da bolsa passou?
JOÃO PINHEIRO NOGUEIRA BATISTA – Não, claro que não. O mercado de capitais veio para ficar. Não é porque está ocorrendo uma crise, muito mais internacional do que local, que o momento passou. Está ocorrendo uma barriga. É normal.
DINHEIRO – Qual é a lição da forte volatilidade do início de ano?
DINHEIRO – Está mais maduro?
BATISTA – O mercado de capitais cresceu muito, mas precisa crescer muito mais para se consolidar como uma fonte fundamental de financiamento para as empresas. A renda fixa ainda é incipiente, há pouca liquidez no mercado secundário. O crescimento do mercado faz parte da equação democrática. O setor privado tem que ficar cada vez mais independente do financiamento público. Então, o mercado de capitais vai assumir cada vez mais a sua função de reciclar recursos. Dos pólos excedentes para os que precisam. No Brasil de antigamente, só havia o setor público como fonte financiadora e os bancos, que têm limitações de prazo e de risco. Então, é fundamental que tenhamos um mercado de capitais atuante e que possa servir como fonte de financiamento sustentável para o crescimento da economia.
DINHEIRO – Os investidores já estão seguros com um mercado que exige correr mais riscos?
BATISTA – A educação para o investidor pessoa física melhorou muito. A bolsa continua fazendo projetos de divulgação, existem entidades atuantes, como o Instituto Nacional dos Investidores (INI). As corretoras, de um modo geral, estão atuando de forma mais responsável. O conforto principal que existe hoje para o investidor pessoa física é que a bolsa é de um tamanho importante, com uma movimentação diária de quase R$ 5 bilhões. Alguns anos atrás, tinha quatro ou cinco grandes que manipulavam a bolsa. Era arriscado, como pequeno investidor, entrar e ficar ao sabor desses poucos investidores.
DINHEIRO – O mercado acionário não se desenvolveu muito mais rápido que os órgãos reguladores? Nos Estados Unidos, a SEC age rápido nas punições aos infratores.
BATISTA – Acho que não. A CVM tem reagido muito bem e respondido às demandas do mercado. Nos últimos anos, não foi um obstáculo aos IPOs e ao mercado secundário. Ao contrário, foi um agente positivo. O mercado não tem do que reclamar da CVM.
DINHEIRO – O ex-diretor da Sadia Luiz Gonzaga Murat Jr. fez um acordo com a SEC há um ano e somente agora foi julgado pela CVM.
BATISTA – A CVM foi rápida em identificar o problema. Mas aqui o rito processual da Justiça é mais lento. Nos Estados Unidos, é mais rápido e permite acordos. Nesse ponto, o Brasil precisa avançar. É um fenômeno geral do Judiciário brasileiro.
DINHEIRO – Murat Jr. e Romano Ancelmo Fontana Filho ficarão cinco anos sem exercer cargos de administração ou de conselheiro fiscal em companhias abertas. O que isso significa?
BATISTA – A decisão é emblemática para o mercado. Mostra que o órgão fiscalizador está atento à nova fase e, ao perceber indícios de informação privilegiada, tomará as medidas necessárias. É uma demonstração de que a CVM vai agir para garantir um mercado sério. O resultado é importante para assegurar o conforto para investidores e empresas.
DINHEIRO – Na venda do Grupo Ipiranga para a Petrobras, Braskem e Ultra, no ano passado, foi identificado um vazamento de informação. A CVM segurou as negociações para apurar o vazamento?
BATISTA – Não é que segurou. Até onde eu sei, esse processo está em investigação. Mas eles não são simples. Não é fácil identificar o que é uma suposição de vazamento de informação e efetivamente comprovar que houve um vazamento. Não é das coisas mais óbvias.
DINHEIRO – Os departamentos de Relações com Investidores das empresas estão preparados para a nova fase da bolsa?
BATISTA – As empresas mais antigas do mercado de capitais estão mais preparadas. O processo educativo das companhias e de todas as pessoas envolvidas com informações sigilosas foge do espectro da área de RI. Isso requer educação e entendimento do que é o próprio mercado. Cabe à empresa estar em um estágio diferente. Existem companhias com um vínculo mais estratégico com o mercado de capitais. Mas, como é típico do capitalismo, existem as mais oportunistas. Nessas, o processo cultural é mais difícil.
DINHEIRO – O sr. concorda que muitas empresas tiveram mais pressa em cuidar da estréia na bolsa do que trabalhar a governança corporativa?
BATISTA – Isso de fato existe. Governança corporativa não é só copiar e fazer um estatuto que atenda aos requisitos do Novo Mercado e achar que resolveu o problema. Ao contrário, é todo um problema cultural interno. É assegurar que a governança funcione e atenda a um objetivo estratégico que foi predefinido. Essa dimensão estratégica falta a muitas empresas. E o mercado de capitais é cruel. Funciona como um termômetro muito eficiente da performance de uma empresa, seja ela operacional ou de governança. Identifica no preço. Se o investidor se irrita ou acha que a empresa está sendo incorreta, ele pune no preço.
DINHEIRO – O período de silêncio, imposto às empresas antes dos IPOs, não é rígido demais?
BATISTA – Existe muita falta de compreensão sobre o que a CVM quer com o período de silêncio. Como isso não foi bem explicado, os advogados interpretam a legislação da forma mais defensiva possível e passam a recomendar aos seus clientes, às empresas, que o silêncio deve ser absoluto. Alguns recomendam até a suspensão das reuniões regulares com os analistas na Apimec. Não é isso que a CVM quer. Se uma empresa tem um rito, um processo sistemático de relação com o mercado, isso tem que ser mantido no momento de uma operação. O que não pode é surgirem posicionamentos fora da rotina normal. Estamos trabalhando com a CVM para fazer um esclarecimento sobre como deve ser o comportamento durante as ofertas.
“Falta compreensão do mercado sobre o que a CVM quer com o período de silêncio”
Maria Helena Santana, presidente da CVM
DINHEIRO – Algumas empresas restringiram a participação dos flippers (investidores individuais que compram ações nos IPOs e vendem no dia da estréia) em suas ofertas. O que acha disso?
BATISTA – Sou contra pensar em punição aos flippers. A especulação faz parte do mercado. Uns vão ganhar, outros vão perder, isso é parte do processo. Cabe à empresa, quando vai fazer uma operação, ter uma estratégia sobre o tipo de investidor que quer acessar, se prefere a pulverização ou o investidor qualificado. Mas não cabe ficar olhando para o resultado do dia seguinte. É um processo que deve ser visto sempre no longo prazo.
DINHEIRO – Este ano haverá tantas aberturas de capital como em 2007?
BATISTA – O volume não será o mesmo do ano passado. É normal que o mercado pós-crise fique mais seletivo. Os investidores estrangeiros e locais vão começar a olhar com um pouco mais de critério onde vão colocar seu dinheiro.
DINHEIRO – Como avalia o comportamento do banco central americano, o Fed, nessa crise?
BATISTA – O Fed agiu certo ao cortar os juros (de 4,25% para 3% ao ano). É interessante observar como o Fed também pensa em crescimento. Se vê o risco de uma recessão mais profunda, corta o juro para estimular a economia. Aqui, até pela herança da inflação alta, o BC é focado exclusivamente no problema de controle inflacionário.
DINHEIRO – A crise do subprime ainda pode tirar cadáveres da geladeira?
BATISTA – Não sei, é difícil dizer. Ainda podem aparecer problemas residuais. Os resultados ruins já vieram à tona com a publicação dos balanços das grandes instituições. E se a redução dos juros mais o pacote fiscal ajudarem o mercado americano de hipotecas a retomar o seu rumo, deve haver uma acomodação.
DINHEIRO – A provável recessão nos Estados Unidos, somada à eleição presidencial, pode influenciar a economia brasileira?
BATISTA – Este ano o efeito será pequeno. A eleição será no final do ano, então ficaria para o início de 2009. A política externa americana vai ser diferente, independentemente de quem for eleito. Para o bem do mundo, vai ser diferente da era Bush. Na questão comercial, os democratas têm fama de ser mais protecionistas que os republicanos. Mas o processo de negociação multilateral avança de forma lenta e não vai ser interrompido.
112745 de 200491
jaldereti
1527 29/06/2007E não é que ele voltou ????????
He's back !!!!!!!
112746 de 200491
balek
80 12/09/2007ouvi um ruído por aqui,que animal será?
112747 de 200491
Precavido
19689 03/04/2007112748 de 200491
wagner moura
952 02/03/2007depois, de tanta merda postada!!!!!!!!
Baranga
Composição: Xande/Deca/Soneca/Paulão
Tropeçou na encruzilhada
Levara fora da namorada
Desempregado, vida sem sentido
Pensou ser veneno, mas era cachaça
Destrinchou o frango
Limpou a tigela
Acendeu o charuto
Apagando a vela
Com fome se fartou
Na encruzilhada
Comeu frango e farofa
E bebeu toda cachaça
Na sarjeta acordou
Com aquela água se lavou
Com apenas alguns trocados
Jogou no bicho, ficou milionário
Recheado de ouro
Ficou bacana
Rolex, carros
Charutos Havana
Recheado de ouro
Ficou bacana
Rolex, carros
Garotas de programa
112749 de 200491
wagner moura
952 02/03/2007Maverick
Baranga
Composição: Xande/Deca
Com um motor V8 canadense
meu Maverick fica mais potente
tomando multas em qualquer estrada
se eu for vender, não vale mais nada!!!
Meu Maverick, cor de prata.
Bebe mais que o dono.
Ninguém me ultrapassa.
Meu Maverick,(u huu!!) cor de prata.
Já não vale um centavo não.
Já não vale nada!!
Quando eu ligo o motor
Ai eu ligo de uma vez.
Som ensurdecedor.
No racha não tem pra ninguém
Meu Maverick, cor de prata.
Bebe mais que o dono.
Ninguém me ultrapassa.
Meu Maverick,(U huu!!!) cor de prata.
Já não vale um centavo não.
Já não vale nada!!
Velocímetro quebrado, por ter estourado.
Sempre tem uma gata para ser amada!!!!!
Meu Maverick, cor de prata.
Bebe mais que o dono.
Ninguém me ultrapassa.
Meu Maverick,(U huu!!!) cor de prata.
Já não vale um centavo não.
Já não vale nada!!
Meu Maverick, cor de prata.
Bebe mais que o dono.
Ninguém me ultrapassa.
Meu Maverick,(U huu!!!) rebaixado.
Foi pro pátio do DETRAN.
Está enferrujando!!!!!!
112750 de 200491
wagner moura
952 02/03/2007ESSE VAI FAZER O FÓRUM SUBIR!!!!!!!!!!!
PELAS PAREDES!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Pedala Robinho, Samba Tevez
Malha Funk
Composição: Indisponível
Pedala robinho!(toma)
Pedala robinho(toma)
O Coringa e o San Danado
Vem mandando um recado
Agora quem tá no baile vai zoa quem tá do lado
Não vale fica nervoso essa é pro baile todinho
Ou tu toma um samba tevez
Ou um pedala robinho
E você que tá de preto
Vai saindo de fininho
Agora geral no baile vai mandar pedala robinho!
Pedala robinho, vai mandar
Pedala robinho(toma)
Pedala robinho!pedala robinho!
(toma)pedala robinho, vai mandar, pedala robinho(toma)
Pedala robinho!
Se tu é gordinho ou gordinha
Mete o pé sai de fininho que agora geral no baile vai mandar, pedala robinho!(toma)
Pedala robinho,pedala robinho pedala robinho,pedala robinho(toma)pedala robinho, pedala robinho pedala robinho pedala robinho!
E você que tá de branco
Com atividade não se esquece
Não se mete, não se mete vai tomar um samba tevez
Vai,vai samba tevez vai,vai samba tevez vai,vai samba tevez! samba tevez!
Vai,vai samba tevez vai,vai samba tevez vai,vai samba tevez! samba tevez!
Se tu pensa que eu esqueci das magrinha e dos magrinho
Vai toma, vai toma, vai toma um pedala robinho!
Vai toma, vai toma, pedala robinho, vai toma, vai toma, um pedala robinho!
As mulheres descem e sobem depois quebram de ladinho
Não se esquecem quando sabem tomam um pedala robinho!
Pedala robinho vai manda pedala robinho vai,vai
Pedala robiniho pedala robinho!pedala robinho
Pedala robinho vai manda pedala robinho vai vai pedala robinho!
Agora é a vez do homens vem que vem num sobe e desce e a luz desaparece vai toma um samba tevez!(toma)
Vai,vai samba tevez, vai,vai samba tevez
Samba tevez vai samba tevez!
Samba tevez vai,vai samba tevez
Samba tevez vai samba tevez!
112751 de 200491
wagner moura
952 02/03/2007TOKI NO NAGARE NI MI WO MAKASE (TERESA TENG)
Moshimo anata to aezuni itara
Watashi wo nani o shiteta deshouka
Heibon dakedo dareka o aishi
Futsuu no kurashi shiteta deshouka
Toki no nagare ni mi o makase
Anata no iro ni somerare
Ichido no jinsei soresae
Suteru koto mo kamawanai
Dakara onegai soba ni oite ne
Ima wa anata shika aisenai
Moshimo anata ni kirawaretanara
Ashita to iu hi nakushiteshimau wa
Yakuso ku nanka iranai keredo
Omoi de dake jya ikite yukenai
Toki no nagare ni mi o makase
Anata no mune ni yori soi
Kirei ni nareta soredakede
Inoti sae mo iranai wa
Dakara onegai soba nii oite ne
Ima wa anata shika mienai no
Toki no nagare ni mi o makase
Anata no iro ni somerare
Ichido no jinsei soresae
Suteru koto mo kamawanai
Dakara onegai soba ni oite ne
Ima wa anata shika aisenai
112753 de 200491
suportecarlosnakano
26 28/08/2006112754 de 200491
wagner moura
952 02/03/2007E NÓS JUNTOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
I LOVE O MANDARIM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
China
China (Vídeo)
Bandeira da China
civilização Chinesa
Clima da China
Costumes Chineses
Cultura Chinesa
Culinária Chinesa
economia Chinesa
educação da China
fauna e flora da China
geografia da China
História do Sorvete
hino nacional da China
língua Chinesa
murallha da China
política da China
pontos turísticos da China
república POpular da China
tradições da China
Turismo na China
rELIGIÕES NA CHINA
religião na China
budismo
CAtolicimso
confucionismo
cristianismo
Islamismo
protestantismo
taoísmo
112755 de 200491
wagner moura
952 02/03/2007SÓ VAMOS VENDER MINÉRIO PARA ELES;
REAJUSTE 0,00000000000000000000000000000000000065%%%%%%%%%%%%
TÁ BOM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! A GRAMA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Língua Chinesa
A língua chinesa é um idioma (ou família de línguas) que pertence ao ramo sino-tibetano. Aproximadamente a quinta parte dos habitantes da Terra fala alguma forma de chinês como língua materna, tornando a língua chinesa a mais falada no planeta, embora não seja a mais difundida.
É uma língua tonal, isolante e, basicamente, monossilábica, tendendo ao monossilabismo principalmente na variante escrita, enquanto as variantes faladas (notoriamente o Mandarim) costumam fazer amplo uso de palavras dissilábicas e polissilábicas. As raízes lexicais são, no entanto, todas monossilábicas.
Escrita
A língua chinesa, em todas suas variantes, é escrita com logogramas. Com a complexidade e variedade de objetos a serem nomeados, muitos acabam sendo designados por mais de um logograma, de modo que os caracteres postos um ao lado do outro geram um novo significado. Os chineses usam este sistema com espírito e criatividade, como por exemplo representando o conceito de " inquietude" ou "inquieto" colocando juntos os ideogramas "cavalo" e "pulga".
A transliteração dos caracteres chineses para as línguas que usam o alfabeto latino pode ser feita pelo sistema Wade-Giles, criado por dois missionários estadunidenses. Após a Revolução Cultural em 1949, uma comissão de filólogos criou um novo sistema conhecido como Pinyin. Como um exemplo, no sistema Wade-Giles escreve-se "Mao Tsé Tung", enquanto que em Pinyin grafa-se "Mao Zedong". Para indicar os tons podem-se utilizar acentos sobre as vogais, ou ainda números ao final de cada sílaba.
Dialetos
A língua chinesa apresenta grande variedade de dialetos, sendo tamanha a diferença entre eles a ponto de muitos serem incompreensíveis entre si. O idioma mantém a unidade por causa da origem genética comum, e pelo fato de a escrita ser comum a todos eles, transcrevendo idéias (ou melhor, palavras), e não sons. Os principais dialetos do chinês são o mandarim, considerado oficial Beijing é teoricamente falado em toda China, incluindo Taiwan ou ilha da Formosa, o cantonês é falado em Hong Kong, Macau e Cantão; o sichuanês, falado no centro da China (região de Sichuan e Chongqing); e o hakka, falado na porção mais ocidental da China, próxima à fronteira com o Afeganistão.
Gramática
O idioma chinês é um idioma basicamente monossilábico: cada raiz é formada de apenas uma sílaba. As palavras, que podem ser formadas por uma, duas ou mais raízes, sendo, portando, mono-, di-, trissilábicas etc., não são flexionadas; as definições de singular, plural, superlativo, posse etc. são definidas, quando o são, por vários meios (partículas, advérbios, construções sintáticas especiais etc.). Não existe flexão de gênero, número, caso, tempo etc. Também não existem artigos.
Sistema de escrita
A escrita chinesa é caracterizada pela ausência de um alfabeto. No idioma chinês, os grafemas (símbolos ou ideogramas) não transcrevem fonemas, mas significados, e cada grafema pode ser pronunciado de uma forma completamente diferente de acordo com o dialeto. Cada grafema isolado é lido como uma sílaba diferente e, para formá-los, muitas vezes se utilizam elementos diferentes. Por exemplo: para se representar a idéia de "brilho", o grafema combina os das idéias "sol" e "lua". Para representar uma floresta, faz-se o desenho de duas árvores e assim por diante. Quando a palavra tem duas sílabas, cada idéia que a compõe é representada num grafema diferente. Por exemplo, a palavra "computador" é representada com as palavras "eletricidade" e "cérebro".
Existe também um sistema oficial de transcrição dos caracteres chineses para o alfabeto latino, chamado pinyin, mas a escrita tradicional ainda é predominante. Um outro sistema de transliteração é o Wade-Giles, amplamente usado na maior parte do século XX.
Estrutura fonológica
A estrutura fonológica chinesa, como das demais línguas sino-tibetanas, é caracterizada pela diferença na entonação de cada palavra. Assim, uma mesma sílaba pode ter significados completamente diversos, dependendo da entonação utilizada - conferindo certa musicalidade no discurso da fala. Devido a essa característica, não existe acento tônico. O número de tons possíveis varia de um dialeto para outro. No mandarim existem quatro tons e mais um quinto tom neutro. No hakka existem seis tons, no taiwanês, sete tons, e no cantonês, nove tons
112756 de 200491
wagner moura
952 02/03/2007PARA ANIMAR DJ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ooh, I'll be laughing when you're crying
Push me and you lose
Ooh, I'll be dancing when you're dying
Your paid dues
You got me out of indecision
You can slash me out of fear
Good intentions get me nowhere
It’s always nothing, all your love
Tell me about your overview,
And I'll, try to show you how it looks from here
I ain't goin' down
Ain't goin' down
Ain't goin' down no more
I ain't goin' down
Ain't goin' down
Ain't goin' down no more
No, no, no
No!
I can see your true colors
I see red
When you hide all of your lovers under the bed
Instigate a simple life
And who's to say what's black or white?
Just because, you're curious, I've earned another brought me near
Through all the dreams that I could use
Now I know there's nothing I could do
For you!
Ain't goin' down
Ain't goin' down
Ain't goin' down no more
I ain't goin' down
Ain't goin' down
Ain't goin' down no more
No, no, no
I ain't goin' down
Ain't goin' down no more
I ain't goin' down
Ain't goin' down
Ain't goin' down no more
No, no, no
[That'll change, don't worry about it]
I ain't goin' down
Ain't goin' down
Ain't goin' down no more
I ain't goin' down
Ain't goin' down
Ain't goin' down no more
I ain't goin' down
Ooh, ain't goin' down
Ain't goin' down
No, no, no
I think, you should, keep your mouth shut...???
I ain't goin' down
Ain't goin' down
Ain't goin' down no more
I ain't goin' down
Ain't goin' down
Ain't goin' down no more
I ain't goin' down
Ain't goin' down
Ain't goin' down no more
I ain't goin' down
Ain't goin' down
Ain't goin' down no more
Ain't goin' down
112757 de 200491
alessandrofernandes
9838 04/12/2007Cara, de onde vc baixou isssssssso???????
112758 de 200491
Quinha
2687 08/06/2007Essa tendência deve continuar pelos próximos dias e acredido que a Vale terá mesmo suporte aos 46/47,00. Aí poderá ser a hora da entrada.
Se a economia Americana não mostrar sinais de recuperação, mesmo que pequeníssima, aí, amigos, apertem os contis, a Vale pode voltar aos 44,00.
112759 de 200491
mcandretta
99 23/01/2008112760 de 200491
jpsilva22
155 25/09/2006Quando todos procuram, é hora de vender, (na alta)