Maltarollo
- Dono
- 1043
- 28/03/2007
Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
121921 de 200491
Jazz Guitar
1950 23/10/2007121922 de 200491
erzneves
1880 19/01/2007121923 de 200491
erzneves
1880 19/01/2007121924 de 200491
bellidotoni
139 13/08/2007121925 de 200491
luizflourenco
698 17/08/2007E esqueceram 5 dedos lá dentro......
121926 de 200491
ils11
619 16/02/2007121927 de 200491
RUWURM
342 17/12/2007Como assim, vai disparar mais ainda?
121928 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007EU TBM ACHO
121929 de 200491
GSant
1967 22/11/2007121930 de 200491
a20m
1837 03/09/2006121931 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007121932 de 200491
erzneves
1880 19/01/2007121933 de 200491
fernandobarreto
22 05/03/2007Adianta muito não, até chegar nos 78.00 que eu comprei vai demorar um poquinho ainda
121934 de 200491
luizflourenco
698 17/08/2007Vai se tornar Morgan Freegída Man.
121935 de 200491
erzneves
1880 19/01/2007Se eu tivesse dinheiro comprava tudo do Mr Morgan Freeman.
Deixava ele pelado...
heheheheheh
121936 de 200491
eplopes
15070 09/04/2007121937 de 200491
titancorp
2518 21/09/2006ÊEEEEEEPAAA! VEJA LÁ COMO FALA! DEDADA NÃO!
121938 de 200491
colorado76
2153 16/07/2007é foto do cara de tudo o que é jeito.
daqui a pouco vem um boiola colocar foto dele pelado.
puta merda.
121939 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007Compra da Xstrata é articulação à parte do mercado, diz Vale
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CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
O diretor executivo de finanças da Vale, Fábio Barbosa, disse nesta segunda-feira que a tentativa de compra da Xstrata é uma articulação à parte da crise do mercado norte-americano. Ele admitiu que o atual cenário torna o mercado mais "restrito" para negócios.
Em relação ao possível negócio com a mineradora suíça, acrescentou que "cada caso é um caso", e ressaltou que a empresa brasileira tem situação privilegiada de acesso ao crédito.
"Quando há projetos e aquisições específicas, isso é uma articulação à parte, não é uma coisa corriqueira de mercado. Nesse contexto, hoje em dia, para qualquer empresa, o mercado está menos favorável que no passado. Não estou dizendo que seja nossa situação, que não posso comentar", afirmou, depois de participar do seminário "Cenários da Economia Brasileira e Mundial em 2008", promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) no Rio.
Na avaliação de Barbosa, o mercado está mais seletivo e rigoroso para a concessão de crédito. Disse também que, no curto prazo, a situação não será alterada, mas ressaltou que o programa de investimentos da Vale, que contempla US$ 59,1 bilhões entre 2008 e 2012, permanece inalterado.
"Nossa visão é de longo prazo. Temos uma situação privilegiada de acesso a crédito, que nos permite tocar os investimentos, mesmo em uma situação um pouco mais turbulenta", destacou.
Mercados remotos
Fábio Barbosa informou que a Vale busca diversificar a base de investidores da empresa. Para isso, tem apresentado a mineradora a mercado remotos e com grande potencial de expansão econômica, como países da Ásia e do Oriente Médio.
O diretor explicou que vem fazendo contatos com fundos de investimentos oriundos de mercados "não usuais". Segundo ele, há o entendimento de que nesses locais há uma geração de riquezas que poderá ser usada em investimentos na Vale.
"Queremos aumentar nosso perfil em outras regiões, onde se observam o crescimento das economias. Temos uma empresa que representa uma excelente oportunidade de investimento. Então, é juntar as duas pontas. Por vezes, a impressão é que o grau de conhecimento sobre a Vale e o Brasil é menor do que se imagina", observou.
121940 de 200491
rafaelprete
7 19/12/2007Compra da Xstrata é articulação à parte do mercado, diz Vale
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CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
O diretor executivo de finanças da Vale, Fábio Barbosa, disse nesta segunda-feira que a tentativa de compra da Xstrata é uma articulação à parte da crise do mercado norte-americano. Ele admitiu que o atual cenário torna o mercado mais "restrito" para negócios.
Em relação ao possível negócio com a mineradora suíça, acrescentou que "cada caso é um caso", e ressaltou que a empresa brasileira tem situação privilegiada de acesso ao crédito.
"Quando há projetos e aquisições específicas, isso é uma articulação à parte, não é uma coisa corriqueira de mercado. Nesse contexto, hoje em dia, para qualquer empresa, o mercado está menos favorável que no passado. Não estou dizendo que seja nossa situação, que não posso comentar", afirmou, depois de participar do seminário "Cenários da Economia Brasileira e Mundial em 2008", promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) no Rio.
Na avaliação de Barbosa, o mercado está mais seletivo e rigoroso para a concessão de crédito. Disse também que, no curto prazo, a situação não será alterada, mas ressaltou que o programa de investimentos da Vale, que contempla US$ 59,1 bilhões entre 2008 e 2012, permanece inalterado.
"Nossa visão é de longo prazo. Temos uma situação privilegiada de acesso a crédito, que nos permite tocar os investimentos, mesmo em uma situação um pouco mais turbulenta", destacou.
Mercados remotos
Fábio Barbosa informou que a Vale busca diversificar a base de investidores da empresa. Para isso, tem apresentado a mineradora a mercado remotos e com grande potencial de expansão econômica, como países da Ásia e do Oriente Médio.
O diretor explicou que vem fazendo contatos com fundos de investimentos oriundos de mercados "não usuais". Segundo ele, há o entendimento de que nesses locais há uma geração de riquezas que poderá ser usada em investimentos na Vale.
"Queremos aumentar nosso perfil em outras regiões, onde se observam o crescimento das economias. Temos uma empresa que representa uma excelente oportunidade de investimento. Então, é juntar as duas pontas. Por vezes, a impressão é que o grau de conhecimento sobre a Vale e o Brasil é menor do que se imagina", observou.