Maltarollo
- Dono
- 1043
- 28/03/2007
Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
198521 de 200491
agarrett
4859 31/05/2007198522 de 200491
agarrett
4859 31/05/2007198523 de 200491
israel007
32557 21/05/2009Garotas hahaha
198525 de 200491
1 2 3 de Oliveira 4
1731 13/07/2009198526 de 200491
agarrett
4859 31/05/2007Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
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BFS !!!
198527 de 200491
1 2 3 de Oliveira 4
1731 13/07/2009198528 de 200491
1 2 3 de Oliveira 4
1731 13/07/2009198529 de 200491
1 2 3 de Oliveira 4
1731 13/07/2009198532 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007Após pré-sal, Vale é "alvo" de ação de Lula
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KENNEDY ALENCAR
Colunista da Folha Online
Ao anunciar a sua proposta de nova Lei do Petróleo no final do mês, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializará uma inflexão no papel do Estado brasileiro: o governo passará a ter maior ação na economia.
Nos seis anos e oito meses de governo, Lula aumentou a influência do Palácio do Planalto sobre a Petrobras. Concluída a proposta de novo marco regulatório para o petróleo, Lula deverá aumentar a pressão sobre a Companhia Vale do Rio Doce.
A Petrobras é uma estatal de capital misto na qual o governo tem a maioria das ações com direito a voto. O governo indicar, portanto, o seu presidente. No entanto, do capital total, 60% estão em mãos privadas.
A Vale, a maior empresa brasileira depois da Petrobras, é uma companhia de capital misto também, mas um pouco diferente. O governo não interfere diretamente na gestão da Vale como faz na Petrobras, mas tem feito pressões para influenciar os rumos da administração da empresa.
Do capital com direito a voto, a Valepar tem 53% das ações da Vale. Na Valepar, um consórcio de fundos de pensão detém 49% das ações. A BNDESPar tem 11,5%. O Bradesco, 21%. E o Mitsui, 18%.
Ou seja, o Bradesco comanda a empresa por meio de um acordo de acionistas. O banco indicou Roger Agnelli para presidir a Vale. Mas uma eventual aliança entre a Previ e o BNDESpar, que é o braço do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para participar de empresas, poderia indicar um novo presidente. O governo tem enorme influência sobre os fundos de pensão das estatais.
Nos bastidores, o governo Lula ameaçou interferir no comando administrativo da Vale a fim de levar a empresa a fazer investimentos considerados estratégicos pelo Planalto - sobretudo na área de siderurgia. Lula mandou um recado ao Bradesco. Insatisfeito com a ação da Vale durante a fase mais aguda da crise global, o presidente deseja que a companhia ouça mais o governo.
Agnelli e o Bradesco não gostam da revelação pública da pressão de Lula, mas ela existe e tem sido sentida pelo executivo e pelo banco. Em conversa reservada recentemente, Agnelli procurou selar a paz com Lula, sendo bastante cordato ao usar as palavras a fim de explicar ao presidente decisões da empresa.
Lula considera que a Vale "amarelou" no começo da crise, cortando investimentos e demitindo trabalhadores numa hora em que o governo, que sempre atendera aos pedidos da empresa, insistia na manutenção de expectativas positivas. A Vale frustrou parte desse plano, levando outras empresas a adotar o mesmo caminho, dizem auxiliares do presidente.
Na visão do governo, a Vale e os bancos erraram. A lucratividade do Banco do Brasil, a diminuição do desemprego e o aumento da renda evidenciariam um pessimismo desnecessário do setor privado brasileiro.
Ora, se as empresas gostam de recorrer ao Estado para tomar recursos públicos ou se aliar a fundos de pensão que sofrem influência do governo, deveriam tratar como normal algum nível de intervenção estatal. Pegar dinheiro público e tratar como se fosse privado é fácil. É capitalismo sem risco.
Nesse sentido, Lula está certo ao pressionar a Vale e ao recuperar a influência política sobre as ações estratégicas da Petrobras. O presidente avalia que as ações dos governos na crise global reforçaram seus argumentos. E ele pegou gosto pela coisa.
As grandes empresas privadas que têm o governo como sócio serão mais pressionadas por Lula daqui em diante.
Kennedy Alencar, 41, colunista da Folha Online e repórter especial da Folha em Brasília. Escreve para Pensata às sextas e para a coluna Brasília Online, sobre bastidores do poder, aos domingos. É comentarista do telejornal "RedeTVNews", de segunda a sábado às 21h10, e apresentador do programa de entrevistas "É Notícia", aos domingos à meia-noite.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/brasiliaonline/ult2307u613664.shtml
198533 de 200491
1 2 3 de Oliveira 4
1731 13/07/2009198534 de 200491
ecotraderbr
1362 12/03/2009MADEIRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!
198535 de 200491
AJAA
590 28/01/2007198536 de 200491
jvarela
20996 06/05/2009Por favor, estamos em casa olhando o forum e nossos filhos e filhas passam do lado do computador e troco de pagina e vejo PORNOGRAFIA...isso é baixo nivel e lamentável...não pode ser que homens de honra e que estão aqui para ganhar dinheiro fiquem com BAIXARIAS de mulheres seminuas...tudo tem o seu lugar. Sou casado e é absurdo o que esta acontecendo nesse forum. E o pior não é uma simples fotografia, é direto saindo essa baixaria.
Peço suas providencias, banindo esse usuario. Um abraço.Obrigado.
obs: sou usuario Premium, e se não for tomada providencias, falarei com o administrador do ADVFN...
198537 de 200491
jvarela
20996 06/05/2009198538 de 200491
jvarela
20996 06/05/2009É um absurdo ter que ler uma nota dessa, de uma pessoa de familia.
Sr. Moderador, quero banimento imediato dessa pessoa que está colocando PORNOGRAFIA nesse forum de negocios da VALE. Um abraço.
198539 de 200491
MEDRADO2
9212 18/04/2007198540 de 200491
cblcteixeira
216 24/10/200728/08 - 15:43 - Valor Online
ImprimirEnviarCorrigirFale ConoscoSÃO PAULO - Os analistas do banco Santander elevaram hoje a recomendação para os papéis preferenciais da Vale de "manutenção" para "compra", diante da perspectiva de recuperação da demanda e de elevação dos preços do minério de ferro em 25% em 2010. O relatório, assinado por Felipe Reis, Alex Sciacio e Victoria Santaella, eleva o preço alvo da ação da mineradora, para o fim de 2010, de R$ 42,00 para R$ 50,00. Levando em conta a cotação da ação hoje, em R$ 33,36 há pouco, isso significa um potencial de alta de 49,9% para o papel.
Além de prever um aumento de preços de 25% para o minério de ferro no ano que vem, os analistas do Santander trabalham com a expectativa de reajuste adicional de 10% em 2011. Na previsão anterior, o banco considerava preço do ferro estável em 2010, com redução de 5% no ano seguinte. Para o níquel, a estimativa é de um preço médio de US$ 20,75 por tonelada em 2010, valor 73% maior que o estimado anteriormente.
Desta forma, o Santander calcula que a Vale terá um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 15,2 bilhões em 2010, com crescimento anual de 58%.
Conforme o relatório, a mudança de perspectiva está baseada na recente melhora de performance e no início da recuperação de demanda na Europa e na América do Norte. Os analistas citam ainda como positiva para a competitividade da empresa no médio e longo prazo, a estratégia de investir no segmento de transporte de minério para a Ásia.
Os analistas dizem ainda que a ação da Vale está sendo negociada com um múltiplo de 6,9 vezes o Ebitda projetado de 2010, 31% abaixo do recorde de 10 vezes já atingido.