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Picciani: PMDB poderá trocar de líder a qualquer momento com a volta das listas

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O ex-líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani (RJ), que foi substituído hoje (9) no cargo pelo deputado Leonardo Quintão (MG), disse que a prática de trocar líder da bancada com assinaturas em listas, que vigorou há cerca de dez anos pelo período de mais ou menos dois anos, foi reaberta e, a qualquer momento, a bancada poderá novamente trocar de líder.

“Há muito o PMDB tinha encerrado a prática da feitura de lista e essa prática foi reaberta hoje. Então está reaberta a temporada de lista. Pode ser que, a qualquer momento, surjam outras listas [de troca de líder]”, disse Picciani.

A substituição de Picciani por Quintão ocorreu com a coleta de assinaturas de mais da metade dos deputados da bancada. Insatisfeitos com a decisão de Picciani de indicar para a chapa oficial da comissão do impeachment deputados contrários ao procedimento, pemedebistas recolheram as assinaturas de 35 dos 66 deputados da bancada e fizeram de Quintão o novo líder.

Picciani negou que tenha indicado só deputados contrários ao impeachment para a comissão. Ele disse que a grande maioria dos indicados não tem posição definida e que não pediu compromisso de nenhum deles para votarem contra o processo.

Em relação a sua substituição na liderança, Picciani disse que recebia a decisão com toda tranquilidade. “Não me cabe tentar voltar ao posto de líder. Se for a vontade da maioria da bancada em um determinado momento, ela se expressará”, disse. Picciani disse que, se a bancada achar que ele deve retornar à função de líder, ele retornará ao cargo.

O ex-líder informou que em função das listas que ocorreram no passado, vários deputados chegaram a ocupar a liderança do PMDB por um dia, por dois dias, por três dias ou uma semana e que isso acabou quando o ex-deputado Henrique Eduardo Alves assumiu a liderança do partido. Picciani disse que, com a volta das listas, “a partir desse momento, a qualquer momento, a qualquer hora, a qualquer dia, pode vir uma lista e trocar o líder da bancada”.

Editor Fábio Massalli

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