INCC-M registra variação de 0,79% em Março de 2016

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O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M) registrou elevação de 0,79% em março de 2016, acelerando ante a alta de 0,52% aferida em fevereiro. O INCC-M é calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base nos preços de materiais, equipamentos, serviços e mão de obra utilizados no setor de construção civil, coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,38%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,53%. O índice correspondente a Materiais e Equipamentos também registrou variação de 0,38%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,39%. Dos quatro subgrupos componentes, apenas materiais para instalação apresentou decréscimo, cuja taxa passou de 1,40% para 0,79%. Os outros três subgrupos registraram aceleração de fevereiro para março: materiais para estrutura (de -0,01% para 0,02%), materiais para transporte de pessoas (de 0,22% para 0,70%), e materiais para acabamento (de 0,67% para 0,74%).

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 1,06%, em fevereiro, para 0,38%, em março. Vale destacar que todas as taxas de seus subgrupos registraram desaceleração: Aluguéis e taxas (de 1,43% para 0,83%); Serviços pessoais (de 1,90% para 0,58%) e Serviços Técnicos (de -0,12% para -0,32%). O FGV destaca a variação de Vale transporte, cuja taxa passou de 3,89% para 0,15%; 

Já o grupo relativo à Mão de Obra registrou elevação de 1,16%, contra 0,51% no mês anterior. Os subgrupos auxiliar (de 0,66% para 1,06%), técnico (de 0,41% para 1,34%) e especializado (de 0,34% para 0,91%), registraram todos aceleração devido aos reajustes salariais registrados em Belo Horizonte e Recife e, ainda, pela antecipação salarial em Porto Alegre.

INCC-M nas capitais

Duas capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Brasília e Belo Horizonte. Em contrapartida, Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo registraram desaceleração. Das sete metrópoles aferidas pelo índice, Belo Horizonte foi a que apresentou a maior alta entre fevereiro de 2016 e março de 2016. Confira abaixo as variações percentuais do Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado nas sete capitais aferidas pelo indicador:

– O índice de custo de construção aferido em Belo Horizonte registrou alta de 0,37% em fevereiro e alta de 4,72% em março (diferença de variação de 4,35%)

– O índice de custo de construção aferido em Porto Alegre registrou alta de 1,42% em fevereiro e alta de 0,33% em março (diferença de variação de -1,09%).

– O índice de custo de construção aferido em Rio de Janeiro registrou alta de 0,41% em fevereiro e alta de 0,29% em março (diferença de variação de -0,12%)

– O índice de custo de construção aferido em Salvador não havia variado 0,72% em fevereiro mas teve alta de 0,32% em março (diferença de variação de -0,50%).

– O índice de custo de construção aferido em Brasília registrou baixa de -0,01% em fevereiro  e registrou alta de 0,30% em março (diferença de variação de 0,31%).

– O índice de custo de construção aferido em São Paulo registrou alta de 0,22% em fevereiro e alta de 0,08% em março (diferença de variação de -0,14%).

– O índice de custo de construção aferido em Recife registrou 2,34% em fevereiro e alta de 2,03% em março (diferença de variação de -0,31%).

 

INCC-M acumulado

O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M), que afere a evolução dos preços de materiais, equipamentos, serviços e mão de obra utilizados no setor de construção civil brasileiro, fechou o terceiro mês do ano em 658,149 pontos, consolidando uma valorização acumulada no ano de 1,65%. Já na comparação com anualizada, o índice acumula uma valorização de 7,30%.

O grupo formado por materiais, equipamentos e serviços que registrou variação 0,38% em março, fechou o mês com 512,560 pontos. No acumulado dos últimos doze meses, o grupo materiais, equipamentos e serviços acumula alta de 6,27%.

O subgrupo relativo a materiais e equipamentos acumula valorização de 6,20% nos últimos 12 meses. Esse subgrupo é composto por quatro itens: materiais para estrutura, que acumulam alta de 2,35% nos últimos doze meses; materiais para instalação, que acumulam alta de 11,07%; materiais para acabamento, que acumulam alta de 8,35%; e equipamentos para transporte de pessoas, que acumulam alta de 14,35%.

O subgrupo referente a serviços, por sua vez, registra elevação de 6,51% acumuladas nos últimos 12 meses. Esse subgrupo é composto por três itens: aluguéis e taxas, que acumulam alta de 2,63%; serviços pessoais, que acumulam alta de 11,15%; e serviços técnicos, que acumulam alta de 7,22%.

Já o grupo relativo à mão de obra utilizada na construção civil acumulou nos últimos doze meses 8,24%. Esse grupo é composto por três itens: mão de obra auxiliar, que acumula valorização de 8,39%; mão de obra técnica, 8,44%; e mão de obra especializada, 7,06%.

O INCC-M é calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base nos preços de materiais, equipamentos, serviços e mão de obra utilizados no setor de construção civil, coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

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