As ações que estão na contramão do Ibovespa

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O otimismo com a entrada de capital externo no país somado a possível reforma da Previdência Social tem animado os investidores. Desde janeiro, o Ibovespa (BOV:IBOV) acumula ganhos de 13%. Nesta semana, o índice alcançou a casa dos 68 mil pontos.

Mas nem todos os papéis da Bolsa acompanham o otimismo do mercado. As exportadoras, por exemplo, têm sofrido o impacto da desvalorização do dólar. É o caso da Fibria, que apesar de ter reajustado o preço da celulose, acumula perdas de 13,70%.

Outro setor que se destaca como negativo na Bolsa é o educacional. As suspeitas de fraude no Fundo de Financiamento Estudantil do Governo Federal (Fies) e a não aprovação pelo Cade sobre a fusão da Kroton e Estácio tem desanimado os investidores. Somente a Estácio, acumula perdas de 6%.

As ações da Braskem também operam no negativo desde começo de janeiro. No ano, os papéis acumulam perdas de 3,24%. Vale lembrar que a companhia terá que pagar uma multa de 632,6 milhões de dólares por um caso de suborno que estava tramitando na Justiça dos Estados Unidos.

Veja abaixo a lista das ações que estão na contramão do Ibovespa:

Nome Código da ação Desempenho em 2017
Nova Óleo (BOV:OGSA3) -30,18%
Klabin (BOV:KLBN3) -20,31%
Paranapanema (BOV:PMAM3) -19,74%
Alupar (BOV:ALUP3) -13,79%
Fibria (BOV:FIBR3) -13,70%
Klabin (BOV:KLBN11) -10%
BRF (BOV:BRFS3) -9,02%
Odontoprev (BOV:ODPV3) -7,54%
OGX Petróleo (BOV:OGXP3) 6,82%
Estácio (BOV:ESTC3) -6,01%
Suzano Papel Celulose (BOV:SUZB5) -5,49%
Lojas Americanas (BOV:LAME4) 3,98%
Braskem (BOV:BRKM5) -3,24%
Eletrobras (BOV:ELET3) -2,89%

*Com informações do portal Exame.com

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