Bovespa corrige e recua 1,7%

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Ibovespa fechou o dia em queda, com os investidores aproveitando o cenário internacional negativo para embolsar os lucros recentes.

Histórico

O indicador recuou 1,7%, cotado a 84.041,34 pontos. As ações da Embraer (EMBR3) subiram 4,4%, as da Fibria (FIBR3) valorizaram 1,9% e da Usiminas (USIM5) cresceram 0,6%.

Por outro lado, os papéis da Ecorodovias (ECOR3) caíram 4%, os da Petrobras (PETR3e da Petrobras (PETR4desvalorizaram 2,6% cada, e os do Bradesco (BBDC4) recuaram 3,3%.

Após 2 pregões em fevereiro, o índice desvalorizou 1,03%. Já se foi 1 fechamento positivo contra 1 negativo. Em janeiro, o indicador fechou com 84.912,70 pontos.

Já no comparativo com 2017, após 23 pregões, o Ibovespa subiu 10%. Já foram 15 fechamentos positivos contra 8 negativos. Ano passado, o índice fechou com 76.402,08 pontos.

Influências

No exterior, os agentes financeiros desanimaram com resultados corporativos, como os do banco alemão Deutsche Bank, e com a alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos.

Já no Brasil, as atenções estão voltadas para as negociações da Reforma da Previdência. O presidente Michel Temer afirmou que já fez a “sua parte” pela medida e que agora era hora do Congresso refletir as vontades da população. Por outro lado, membros do governo, como o ministro da Casa Civil Eliseu Padilha, estão comentando o desgaste da pauta e das tentativas fracassadas de votação da matéria.

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