Dólar sem refresco, rumo aos R$ 4,20

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Se a pesquisa Datafolha não mostrou crescimento de Fernando Haddad, do PT, também não mostrou reação alguma de Geraldo Alckmin, do PSDB. Mais que isso, ainda mostra Lula na liderança isolada, com 39% e Jair Bolsonaro com 19%.

O candidato do PT subiu de 29% para 39% de julho para agosto, enquanto os outros candidatos ficaram na margem de erro. No cenário sem Lula, nem Haddad nem Alckmin se beneficiam e Marina Silva continua levando a maior parte dos votos, chegando ao segundo turno com Bolsonaro.

O dólar futuro está saindo a R$ 4,075, com alta de 0,5% (21 pontos) e o Ibovespa está oscilando, com o índice saindo do vermelho para azul, sem uma direção firme. É provável que os agentes continuem a buscar posições mais cautelosas diante das incertezas para o segundo turno.

No exterior o dólar está caindo e as bolsas estão em leve alta, à espera da ata do FMOC, que deverá dar sinais em relação ao processo de normalização da política monetária.

Como reflexo dessa corrida contra o real e os ativos brasileiros, as ações da Suzano sobem mais de 2% hoje, sendo negociadas a R$ 48,15. No ano elas acumulam mais de 150% de alta, puxadas pela fusão com a Fibria e com a alta do dólar. No mês, em função da alta do dólar, as ações subiram mais de 20% e lideram o ranking de valorização das grandes empresas.

Sem atuação pesada do BC, o dólar pode buscar o patamar de R$ 4,20, a menos que a candidatura de Alckmin esboce uma evolução convincente.

Comentários

  1. Alfredo conceição diz:

    Bobagem o presidiário não é candidato a nada…o dollar devera bater até as eleições acima dos R$ 6,00…e pesquisa é comprada, ainda mais do IBOP…

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