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Datafolha mostra Bolsonaro com pequena alta e Haddad empatando com Alckmin

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Pesquisa feita pelo Datafolha divulgada na noite desta segunda-feira (10) mostra que o impacto do atentado contra o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, não provocou a reação inicialmente esperada pelos correligionários do deputado, que falavam em vitória já no primeiro turno por conta da comoção provocada pelo ataque. Mas Bolsonaro melhorou e passou de 22% das intenções de voto na pesquisa estimulada (em que o eleitor escolhe em uma lista de nomes) feita em 20 a 21 de agosto para 24% agora. A alta está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.  A pesquisa é importante pois mostra os primeiros impactos da campanha eleitoral no rádio e na televisão.

Já Ciro Gomes, do PDT, passou de 10% para 13% e está em segundo lugar. Marina Silva, da Rede, tem forte queda, de 16% em agosto para 11% agora, praticamente empatada com Geraldo Alckmin, do PSDB, que passou de 9% para 10%. Fernando Haddad, do PT, que ainda deve ser oficializado como candidato do partido no lugar de Luiz Inácio Lula da Silva, inelegível por conta da Lei da Ficha Limpa, aparece com 9%, empatado tecnicamente com Alckmin e Marina.

Tecnicamente, segundo o Datafolha, os quatro candidatos – Ciro, Marina, Alckmin e Haddad – estão empatados em segundo lugar, o que aumenta incerteza sobre a eleição. Os que não sabem em quem votar são 7%, o que pode definir quem será o adversário de Bolsonaro no segundo turno.

Já a rejeição a Bolsonaro subiu de 39% para 43% em setembro, provavelmente refletindo os ataques da campanha de Alckmin, que mostra o deputado brigando com mulheres. A rejeição de Marina Silva também subiu, de 25% para 29%, enquanto a de Alckmin caiu de 25% para 24%. Haddad começa com uma rejeição de 22%. Ciro é rejeitado por 20% dos eleitores.

A rejeição é importante para a definição do segundo turno, explica o Datafolha. Por isso, Bolsonaro perderia para Alckmin, Ciro e Marina, empatando com Haddad.

Com Alckmin, o candidato tucano venceria Bolsonaro por 43% a 34%. Ciro teria 46% e Bolsonaro, 35%. Marina venceria com 43%, para 37% de Bolsonaro. E Haddad teria 39%, contra 38% de Bolsonaro.

Em um cenário de segundo turno entre Alckmin e Marina, a candidata da Rede teria 38% e o tucano, 37%. No embate entre Ciro e Alckmin, o candidato do PDT venceria com 39% dos votos, ante 35% do ex-governador.

Já contra Haddad, Alckmin venceria com 43% dos votos, ante 29% do petista.

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