Tráfego de veículos em rodovias da CCR cresce 4,6% de 08 de janeiro a 14 de janeiro

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O tráfego de veículos nas rodovias administradas pela CCR subiu 4,6% no período de 08 de janeiro a 14 de janeiro, em comparação com período equivalente em 2020. Excluindo o tráfego da ViaSul, cuja cobrança de pedágio começou em fevereiro de 2020, o recuo foi de 0,3%.

O comunicado foi feito pela concessionária (BOV:CCRO3) nesta sexta-feira (15).

No acumulado de 2021 até 14 de janeiro, o tráfego consolidado da CCR aumentou 3,7%, e recuou 1,8% excluindo a ViaSul.

Entre as concessionárias que administra, o destaque ficou com a CCR LAM Vias, responsável pela gestão de rodovias federais, como a Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. O tráfego da CCR LAM Vias saltou 14,4% na comparação semanal.

Por operação, Autoban e ViaOeste registraram queda de 1,1% e 2,4% no fluxo, respectivamente. Já NovaDutra (-0,7%), RodoNorte (+3,7%) e MSVia (+11,6%) apontaram crescimento na circulação de veículos.

A CCR Mobilidade, braço da companhia que opera o Metrô Bahia, a Linha 4 do Metrô de São Paulo e outras concessões, viu o movimento de passageiros cair 43,5% no recorte semanal. No acumulado de 2021, o fluxo caiu 42,6%.

Já a CCR Aeroportos registrou queda de 48,7% na quantidade de passageiros transportados entre 08 de janeiro a 14 de janeiro, e recuou de 49,1% no acumulado do ano.

O Grupo CCR pretende divulgar os resultados do 4T20 e referente ao ano de 2020 no dia 03 de março.

→ O grupo CCR foi fundado em 1999 e hoje é uma das maiores empresas de concessão de infraestrutura da América Latina. Atua nos segmentos de concessão de rodovias, mobilidade urbana e aeroportos e serviços. O grupo CCR possui R$ 27,6 bilhões de valor de mercado. Confira a Análise completa da empresa com informações exclusivas.

Lucro líquido desaba 65,2% no 3T20

CCR, que opera concessões de rodovias, aeroportos e mobilidade urbana, registrou lucro líquido de R$ 118,3 milhões no terceiro trimestre de 2020, queda de 65,2% na comparação com igual período de 2019. De formal geral, a pandemia ainda pesou sobre os números da empresa ao reduzir o tráfego nas rodovias, aeroportos e mobilidade urbana. O número, entretanto, mostra que o pior já passou para a empresa, que conseguiu reverter o prejuízo de R$ 142 milhões no segundo trimestre deste ano.

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