Bitcoin agora vale mais do que Visa e Mastercard combinados

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Bitcoin (BTC) fez mais do que US$ 60.000 por moeda na semana passada, ele também passou a valer mais do que os três maiores bancos do mundo juntos.

De acordo com dados disponíveis publicamente, a maior criptomoeda ultrapassou os três gigantes bancários globais de maior valor em capitalização de mercado.

Em seu recorde histórico de US$ 61.700, a capitalização de mercado do Bitcoin foi de aproximadamente US$ 1,15 trilhão. A capitalização de mercado combinada do JPMorgan, Bank of America e The Industrial and Commercial Bank of China (ICBC) é de US$ 1,08 trilhão.

As conquistas não param por aí, Visa e Mastercard, as maiores redes de pagamento, têm um valor de mercado combinado de US$ 871 bilhões, agora também significativamente menor do que o Bitcoin.

Desde então, o BTC/USD sofreu uma ligeira retração, reduzindo sua capitalização de mercado para US$ 1,03 trilhão, ainda mantendo o título de ativos de um trilhão de dólares.

Esse nível foi anteriormente apontado por analistas como uma provável zona de consolidação, algo que permanece mesmo depois que do recuo de segunda-feira que levou o Bitcoin de volta para baixo de sua alta anterior, estabelecida no final de fevereiro.

Sua ascensão, outros notaram, é impressionante – o Bitcoin passou de zero para US$ 1 trilhão em valor de rede 3,6 vezes mais rápido do que a Microsoft, por exemplo.

Panela quente pro Ouro

Analisando os dados de capitalização de mercado, o recurso analítico on-chain Ecoinometrics acrescentou que, em 13 de março, o Bitcoin equivalia a 45% do ouro mantido em veículos de investimento e 10% do mercado físico de ouro como um todo.

Para eclipsar completamente o ouro, algo que já é um tópico de debate entre os participantes do mercado, o BTC/USD precisaria ser negociado a US$ 590.000.


Gráfico comparativo da capitalização de mercado do Bitcoin. Fonte: Ecoinometrics/Twitter

Tanto a Visa quanto a Mastercard estão chegando a um acordo com a necessidade de incorporar o Bitcoin em suas estratégias corporativas daqui para frente.

Por William Suberg

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