Coca-Cola tem lucro líquido de US$ 2,25 bilhões no 1º trimestre de 2021

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A Coca-Cola (NYSE:KO) informou na segunda-feira (19) que a demanda trimestral permaneceu inalterada em relação ao ano anterior, uma vez que a América do Norte e a Europa Ocidental demoram mais para se recuperar da pandemia de coronavírus.

No entanto, o volume global de caixas de unidades em março voltou aos níveis de 2019.

“Estamos encorajados pelas melhorias em nossos negócios, especialmente em mercados onde a disponibilidade de vacinas está aumentando e as economias estão se abrindo, e continuamos confiantes em nossa orientação para o ano inteiro”, disse o CEO James Quincey em um comunicado.

As ações da empresa subiram cerca de 1% no pré-mercado.

A Coca-Cola também é negociada na B3 através da BDR (BOV:COCA34).

Aqui está o que a empresa relatou em comparação com o que Wall Street esperava, com base em uma pesquisa com analistas da Refinitiv:

  • Lucro ajustado por ação: 55 centavos vs. 50 centavos esperados
  • Receita: US$ 9,02 bilhões contra US$ 8,6 bilhões esperados

A gigante das bebidas informou um lucro líquido fiscal no primeiro trimestre de US$ 2,25 bilhões, ou 52 centavos por ação, ante US$ 2,78 bilhões, ou 64 centavos por ação, um ano antes.

Excluindo os itens, a Coca ganhou 55 centavos por ação, superando os 50 centavos por ação esperados por analistas consultados pela Refinitiv.

As vendas líquidas aumentaram 5%, para US$ 9,02 bilhões, superando as expectativas de US$ 8,6 bilhões. A receita orgânica cresceu 6%, enquanto o volume de caixas unitárias ficou estável em relação ao ano anterior. A Coca disse que a demanda melhorou a cada mês do trimestre, impulsionada por mercados como a China, onde a incerteza ligada ao vírus diminuiu.

O segmento de refrigerantes da empresa teve um crescimento de volume de 4% no trimestre. Embora o negócio de fontes na América do Norte ainda esteja sob pressão, o crescimento na Índia, China e América Latina compensou essas quedas. A maior demanda na China e na Índia também ajudou seu segmento de nutrição, sucos, laticínios e bebidas à base de plantas, que registrou crescimento de volume de 3%.

O segmento de hidratação, esportes, café e chá da Coca foi o mais atingido, com seu volume encolhendo 11%. O negócio do café caiu 21% devido ao impacto do vírus nos cafés Costa. A categoria de hidratação, que inclui Dasani e Smartwater, relatou quedas de volume de 12%, pois menos consumidores em todo o mundo compraram garrafas de água descartáveis. A demanda por produtos de chá da Coca caiu 6%, enquanto bebidas esportivas como Powerade tiveram queda de volume de apenas 1%.

Em um processo separado, a Coca anunciou planos para uma listagem pública da Coca-Cola Beverages Africa. A empresa venderá parte de suas participações na oferta pública inicial, que deve ocorrer em 18 meses. As ações serão listadas em Amsterdã e Joanesburgo.

Fontes: CNBC, FX empire, FX Street, Wall Street, Reuters

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