Ser Educacional contrata mais um financiamento junto à IFC no valor de R$ 200 milhões

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A Ser Educacional contratou mais um financiamento junto à International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, no valor total de R$ 200 milhões.

O fato relevante feito pela empresa (BOV:SEER3), nesta terça-feira (15). Confira o comunicado na íntegra.

O prazo é de sete anos e os pagamentos serão feitos semestralmente em 11 parcelas, a partir de abril de 2023.

A taxa de juros média será de CDI+2.55% a.a. na primeira tranche de R$ 165 milhões. A segunda tranche de R$ 35 milhões será desembolsada em conjunto e de forma proporcional a primeira tranche e terá taxa de juros definida de acordo com as condições de mercado no momento do desembolso.

Os recursos, segundo comunicado, “vão assegurar investimentos na atualização das plataformas de ensino à distância dos estudantes e o desenvolvimento de produtos para ajudar as unidades educacionais a enfrentar a crise provocada pela pandemia”.

O financiamento também se destinará o capital de giro, à integração e à incorporação de novos alunos, adquiridos por meio de aquisições. De acordo com o presidente do grupo Ser Educacional, Jânyo Diniz, a empresa segue avaliando ativos e investimentos na modalidade digital. Ele cita as aquisições de Edtechs e a ampliação do ensino a distância.

Esse é o terceiro investimento da IFC na Ser Educacional desde 2010. O último foi em 2015 no valor de R$ 120 milhões, destinado à construção de dois novos campi, reforma e modernização dos campi existentes e novas aquisições.

VISÃO DO MERCADO

Guide Investimentos

De acordo com o analista, com o investimento, a Ser Educacional deve ser capaz de melhorar o seu EAD, o que poderá trazer um maior volume de alunos, e por consequência uma geração de receita mais alta no longo prazo.

Lucro líquido de R$ 30 milhões no 1T21, alta de 79,3%

Ser Educacional registrou lucro líquido de R$ 30,068 milhões no primeiro trimestre deste ano, alcançando alta de 79,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. O lucro líquido ajustado, por sua vez, ficou em R$ 36,221 milhões, alta de 23% em um ano.

receita líquida do trimestre foi de R$ 306,724 milhões, praticamente estável (-0,06%) ante o mesmo período do ano anterior.

ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – somou R$ 82,927 milhões, queda de 1,4% na comparação anual. No critério ajustado, o indicador atingiu R$ 67,863 milhões, redução de 12,6% ante o mesmo intervalo de 2020.

(Informações Broadcast)

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