Para o Santander, Klabin e Suzano representam oportunidade de ganho, e recomenda compra em ambos os casos

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Para os analistas do Santander, as ações de Suzano, Klabin e CMPC representam oportunidade de ganho, uma vez que o ciclo de alta da celulose deve se estender para o ano que vem.

“Concluímos que o setor pode continuar pressionado no curto prazo devido: (i) à apreciação recente do real; (ii) temores de uma correção brusca do preço da celulose; e (iii) rotação de portfólio para nomes domésticos no Brasil“, argumentam os analistas setoriais Rafael Barcellos e Arthur Biscuola.

O mercado precificou rapidamente uma forte deterioração dos fundamentos e as ações refletem hoje preços da celulose de fibra curta próximos a US$ 500 por tonelada, contra estimativa de US$ 615 por tonelada do banco para 2022, em sua avaliação.

“Continuamos prevendo um ciclo de alta da celulose estendido em 2022, o que pode acelerar a desalavancagem financeira nos próximos trimestres e proporcionar um pico nos fluxos de caixa”, escreveram, incluindo que, diante disso, a preferência de investimento no setor se dá na seguinte ordem: Suzano, Klabin e CMPC.

“Prevemos fortes ganhos nos próximos trimestres como um catalisador positivo”.

O Santander projeta para 2021, preço médio da celulose de fibra curta em US$ 700 por tonelada, acima dos US$ 640 por tonelada da estimativa anterior, e de US$ 615 por tonelada em 2022, comparável a US$ 610 por tonelada anteriormente.

Santander tem recomendação de compra em ambos os casos e preço-alvo para as ações de Suzano e Klabin ao fim de 2022, de R$ 95 por papel ordinário e R$ 36 por unit, respectivamente.

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