Hashdex lança novo ETF 100% de Bitcoin com proposta de compensar emissões de carbono

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A gestora de criptoativos Hashdex anunciou nesta terça-feira (13) o lançamento de um ETF composto 100% de Bitcoin (BTC), a maior criptomoeda por valor de mercado e a mais negociada no mundo. 

O período de reserva do ETF já foi iniciado e os investidores têm até o dia 30 de julho para garantir as primeiras cotas. O nome do ETF será Hashdex Nasdaq Bitcoin Reference Price Fundo de Índice (BITH11).

Pioneiro no mercado brasileiro, será o primeiro ETF de criptomoedas que replicará um fundo que busca neutralizar as emissões de carbono resultantes da mineração do BTC. A previsão é que o produto chegue na B3 ainda na primeira quinzena de agosto. 

Segundo o Cointelegraph, Roberta Antunes, Chief of Growth da Hashdex, afirmou que “Entendemos que o bitcoin pode contribuir muito para incentivar o uso de energia limpa ao redor do mundo. Queremos antecipar esse movimento e oferecer ao investidor um produto que estimule o potencial sustentável deste ativo”.

Ela afirmou que conta com o apoio da empresa alemã Crypto Carbon Ratings Institute (CCRI), provedora de uma metodologia globalmente reconhecida para cálculo de emissão de carbono em redes blockchain”, explica.

A CCRI produzirá relatórios anuais contendo cálculos e estimativas do consumo de energia e emissão de carbono relativos ao processo de mineração de todos os ‘bitcoins’ adquiridos pelo Hashdex Nasdaq Bitcoin ETF – fundo de índice alvo do BITH11. 

Com base nos cálculos, o ETF reduzirá sua pegada de carbono e buscará investir em projetos que viabilizam a manutenção do meio ambiente. A Hashdex contará com a assessoria da CCRI na seleção dos potenciais parceiros e projetos que visam a redução desse impacto ambiental no Brasil e no mundo.

O ETF vai contar com 1% de taxa de administração. Até o momento, a previsão é que a cota de entrar no ETF seja a partir de R$ 50,00.  

 E os coordenadores da oferta do novo ETF serão as empresas XP, Itaú BBA e Banco Genial. A Hashdex informou ainda que não há um limite máximo para captação.

Por Rafael Chinaglia

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