JBS e o Instituto de Zootecnia formalizam parceria para estudos de redução de emissões de gases do efeito estufa na cadeia bovina

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A JBS (BOV:JBSS3) e o Instituto de Zootecnia da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo formalizam parceria para o desenvolvimento de estudos para a redução de emissões de gases do efeito estufa na cadeia bovina. O projeto busca aditivos alimentares que melhorem a eficiência do uso de nutrientes na dieta dos animais, diminuindo a emissão de metano e contribuindo para ampliar a sustentabilidade da carne e leite.

“A colaboração da JBS com pesquisas para reduzir as emissões no campo faz parte do compromisso Net Zero 2040 assumido pela companhia, para zerar o balanço líquido de suas emissões de gases causadores do efeito estufa até 2040, reduzindo a intensidade das suas emissões diretas e em toda a cadeia de valor e compensando toda a emissão residual”, disse, em nota, o presidente da Friboi, Renato Costa.

Pesquisadores do novo Laboratório de Fermentação Ruminal e Nutrição de Bovinos de Corte do Instituto de Zootecnia, inaugurado nesta sexta-feira, vão acompanhar por cerca de seis meses os animais do confinamento da JBS em Guaiçara (SP). Um dos primeiros aditivos a serem testados são taninos, moléculas complexas oriundas de plantas. Eles tornam o processo de fermentação da dieta nos animais mais eficiente, reduzindo as emissões de metano, explicou a empresa.

A JBS pretende divulgar os resultados do 2T21 no dia 11 de agosto.

Lucro líquido de R$ 2 bilhões no 1T21, revertendo prejuízo bilionário

A JBS, companhia da família Batista, reportou ontem um lucro líquido de R$ 2 bilhões no primeiro trimestre, já sinalizando um dividendo superior a R$ 3 bilhões em 2022, novo recorde. Nos três primeiros meses do ano passado, a empresa divulgou prejuízo de R$ 5,9 bilhões.

A JBS, companhia da família Batista, reportou ontem um lucro líquido de R$ 2 bilhões no primeiro trimestre, já sinalizando um dividendo superior a R$ 3 bilhões em 2022, novo recorde. Nos três primeiros meses do ano passado, a empresa divulgou prejuízo de R$ 5,9 bilhões.

“Nossa plataforma diversificada por geografias e por tipo de proteína tem demonstrado uma importante resiliência no nosso resultado. Independente dos desafios enfrentados, nossas unidades de negócios responderam bem e apresentaram evolução em indicadores financeiros importantes, como receita líquida, ebitda e lucro líquido”, disse o presidente da companhia, Gilberto Tomazoni.

ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – aumentou 69,4%, para R$ 6,71 bilhões. Em termos ajustados, o ebitda aumentou 75,8%, para R$ 6,876 bilhões.

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