Neoenergia informa que entraram em operação comercial os primeiros 10 aerogeradores do Complexo Eólico Chafariz

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A Neoenergia informou que entraram em operação comercial os primeiros 10 aerogeradores do Complexo Eólico Chafariz.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:NEOE3) nesta quinta-feira (29). Confira o documento na íntegra.

Estas 10 unidades geradoras correspondem a 34,65 MW de capacidade instalada e estão sendo entregues com 17 meses de antecedência em relação ao início da vigência do contrato no Mercado Regulado.

A fase de teste de aerogeradores segue em andamento de acordo com a programação da empresa e, portanto, a Neoenergia manterá o mercado informado acerca da entrada em operação comercial do complexo.

O Complexo Eólico de Chafariz terá capacidade instalada total de 471,25 MW, sendo 61% da energia alocada para o Mercado Regulado (ACR) e 39% para o Ambiente de Contratação Livre (ACL).

A implantação total do Complexo Chafariz será finalizada até o fim de 2021, com significativa antecipação em relação ao plano de negócios e em linha com Capex previsto originalmente.

Neoenergia registra lucro líquido de R$ 1 bilhão no 2TRI, crescimento de 137% na comparação anual

A Neoenergia abriu a temporada de balanços do segundo trimestre de 2020. A companhia de energia elétrica registrou um lucro líquido de R$ 1,02 bilhão, crescendo 137% na base anual.

A empresa tem, entre os seus destaques operacionais, a retomada do consumo do comércio e da indústria, uma vez que no segundo trimestre do ano passado estes setores foram duramente impactados pelas medidas de restrição impostas no controle à pandemia do coronavírus.

Ao considerar a energia cativa distribuída para o setor industrial, ou seja, aquela que é imposta por um regime de concessão, e a que é vendida no mercado livre, o avanço foi de 27,8% no ano. No setor comercial, a classe cativa avançou 10,8%.

A receita líquida consolidada da Neoenergia foi de R$ 9,5 bilhões, ante R$ 6,5 bilhões no mesmo período do ano passado. Alta de 45%.

Além da reabertura, a margem bruta da Neoenergia, que foi de R$ 3,21 bilhões, foi muito impulsionada pelos vários reajustes tarifários. As subsidiárias Coelba, Cosern, Celpe e Elektro puderam, após liberação da Aneel, reajustar suas taxas em mais de 8%.

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