Mercado Bitcoin começa a negociar fan token do Corinthians com expectativa de forte demanda

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Nesta quinta-feira, a partir das 10h, a Mercado Bitcoin abre a venda pública do fan token do Corinthians. Após o grande sucesso da oferta inicial do $SCCP, são grandes as expectativas sobre a performance do fan token no mercado secundário.

Os  850 mil tokens disponibilizados através do aplicativo da Socios.com ao preço aproximado de R$ 10,60 esgotaram-se em pouco mais de duas horas. De acordo com informações disponibilizadas pela parceira do Corinthians na iniciativa, as ordens de compra vieram de mais de 100 países.

A partir de agora, aqueles que adquiriram o fan token no dia do lançamento poderão negociá-lo a preço de mercado através da Mercado Bitcoin, que também se tornou a mais nova patrocinadora do Corinthians. Em declaração ao site do clube, o CEO da exchange, Reinaldo Rabelo, disse acreditar que haverá uma forte demanda do mercado pelo $SCCP:

“Existe muita expectativa em torno dessa listagem no Mercado Bitcoin, porque na oferta do fan token do Corinthians muita gente não conseguiu chegar a tempo e acabou ficando de fora. Por isso, a gente espera um grande volume logo na abertura dos negócios no dia 9.”

O $SCCP é um token de utilidade (utility token) que visa aproximar os torcedores do dia a dia do clube, através de promoções e eventos exclusivos.

Os detentores do fan token do Corinthians irão escolher quem será o próximo ídolo do clube a ser homenageado com um busto na sede do clube. As opções são: o ex-goleiro Gilmar dos Santos Neves (1930-2013), bicampeão mundial em 1958 e 1962, defendendo a seleção brasileira, o ex-atacante Ronaldo Fenômeno, ou Basílio, autor do gol e herói do título paulista de 1977 que tirou o Corinthians de uma fila de 23 anos sem levantar uma taça.

Após o sucesso da oferta inicial do $SCCP, o Flamengo anunciou uma parceria com a Socios.com nos mesmos moldes que a do Corinthians para lançar o seu próprio fan token, consolidando uma tendência que se inicou com o Atlético Mineiro e vem se tomando cada vez mais comum no futebol brasileiro.

Por Caio Prati Jobim

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